Esta vale para o blog abaixo.  Por isso, é depois do escrito. É o seguinte:

                        O nome do diretorzão da Rádio Nacional que passou a noite no Palácio do Catete e soube do tiro no peito do presidente Vargas atráves do Benjamin que desceu a escada gritando que nem um louco era o Victor Costa.

                      Ele telefonou pro Heron Domingues (Repórter Esso) e acertou a divulgação de alguns “pormenores” que seriam lidos no ar, às oito e meia da manhã, quinze minutos depois de ouvido o tiro.

                      Às 09h15m, era lida a primeira versão da carta deixada por Getúlio antes de se matar. Foi levada por um “estafeta” (?), do Catete à Praça Mauá. Esta carta terminava assim:

                    “ Este povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém.”

                   Daí pra frente, a Rádio Nacional, que sempre foi governista, puxou a corrente do povo contra a imprensa que vinha atacando Getúlio. E foi um tal de quebrar jornal, rádio, TV não, porque a Tupi ainda não tinha passado a coroa para a Globo.

                   O primeiro jornal a ser quebrado pelo povinho insuflado pela Rádio Nacional foi a Tribuna da Imprensa que, por azar, tinha amanhecido nas bancas com a seguinte manchete:

SOMOS  UM  POVO  HONESTO  GOVERNADO  POR  LADRÕES.

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