Conselho Curador da EBC. Onde só  tem um eleito. Casualmente, representante dos empregados. É da Rádio Nacional. Pouco faz…os outros, mais fortes, são biônicos indicados pelo presidente da dita República. Mas não se trata de uma empresa pública? E por que então este estatismo biônico?

                      Na primeira audiência pública, no ano passado, para discutir o sexo da TV Brasil, eu me inscrevi, como empregado, e falei justamente que o conselho, que então tinha na cabeça o presidente do Palmeiras, Gonzaga Beluzzo, não tem  que ser formado por nomeados pela graça do presidente de plantão do Brasil.

                     E perguntei, na ocasião, o seguinte:

                     Afinal de contas, o que é mesmo público?

                    Antes de partir para a leitura se fores chegado e caso não tenhas aspirações de chegar a presidente do Brasil, destaco  o edital de convocação de “entidades da sociedade civil”(???, servem os brancos do tráfico da Rocinha?).

                    É para que se apresente uma lista, em audiência pública, com três nomes para serem “nomeados”pelo presidente do Brasil que, por ironia, é quem manda na EBC, que muitos teimam em dizer que é uma empresa pública de comunicação.

                   O pior é que o único eleito para o Conselho Curador da EBC até hoje não diz o que fez, ou deixou de fazer, em nome dos empregados (terceirizados, concursados, apadrinhados, etc e tal).

                 Pelo email distribuído internamente pela diretoria da Rádio Nacional, hoje, aqui na EBC,  só poderão tentar ser “biônicos”os seguintes “entes”, na transcrição literal:

                Poderão se inscrever entidades constituídas da sociedade civil como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas, ainda que parcialmente, à promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos ou da democracia; à educação ou à pesquisa; à promoção da cultura ou das artes; à defesa do patrimônio histórico ou artístico; à defesa, preservação ou conservação do meio ambiente; à representação sindical; classista e profissional.

                      Ah… quanto à pergunta, afinal, o que é mesmo público no Brasil, acesse:

                    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=547IPB004

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