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Do Eu Poeta
https://clubedeautores.com.br/livro/do-eu-poeta
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Sem estrela nem Natal
Em prisão domiciliar, cercada pelas telas sujas da obra, escuto aqui do sexto andar a voz na distante base do chão : – Pelo amor de Deus, gente, me ajudem a comprar uma cesta básica neste Natal. Que Jesus abençoe vocês. No mesmo tom, debaixo da chuva, no refazer do telhado da agência dos Correios,…
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Sem Estrela Nem Natal
Em prisão domiciliar, cercada pelas telas sujas da obra, escuto aqui do sexto andar a voz na distante base do chão : – Pelo amor de Deus, gente, me ajudem a comprar uma cesta básica neste Natal. Que Jesus abençoe vocês. No mesmo tom, debaixo da chuva, no refazer do telhado da agência dos Correios,…
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Escapadela no meio do Pico
– Florzinha! Tô indo no mercado para comprar umas coisinhas porque quero preparar um final de semana bem gostoso para o meu Polaquinho. – Deixa que eu vou. Faço este sacrifício. Descanse um pouco, Madame. Em um minuto eu já estou com a senha do cartão na cabeça, o mesmo no bolso, três sacolas a…
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Acaba de sair do forno
Diário Pandemônico – Berlim Ano Zero. Como dizíamos nós velhos jornalistas: ainda está com o cheiro da gráfica. Acabamos de publicar – Eduardo Mamcasz & Cleide de Oliveira mais conhecidos aqui como Polaco & Madame, a dupla de risco. Eis o relato, ainda no calor da batalha, dos 90 dias de confinamento, desde março deste…
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Silêncio! This is the End!
Re-volta Voadora Final em Quatro Atos Pandemônicos Março / Abril / Maio Ano Fatídico de 2020 Eis que me aproximo do final de que mesmo não tenho a menor idéia. Em março deste fatídico 2020, três dias depois da chegada da dupla de risco Polaco & Madame em Berlim, é decretada a situação da Calamidade…
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Nós mortos do New York Times
This posto is dedicated to a half of million of actual deades-mortos-idos-falecidos
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Não Estou Morto Nem Sinto Nada.
Berlim Ano Zero – Diário da Pandemia Fase virótica pós-pandemônica (11) Não que Eu – POLACO, CONFESSE!!! – seja chegado. Aliás, juro que nunca o fui, jamais, never nem ever, em absoluto. Quer dizer. Cherei, cheirei, xeirei, ser rei, ser gay, sei, que seja, não fui. Mais. Sempre tem um mas. Acho-me nesta fase…
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Berlim acaba com a prisão domiciliar
Pandemia or not Pandemia?
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Concerto solidário na pandemia solitária
O “Diário da Pandemia em Berlim” pretende neste ensolarado domingo ser menos down e levar em conta as amizades ao redor deste mundo hoje imundo. And so, sem ser pretensioso, muito menos pernicioso, não repasso today meus pensamentos eslávicos que não levam ao up os que estejam mais precisados do que este escriba, agradeço, ainda…
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What would become of us prisoners without the servants
O que seria de nós reclusos sem os serviçais ( O mais recente capítulo do livro em gestação Diário da Pandemia em Berlim ) Da varanda da cela desta cadeia pandemônica ora em Berlim, primeiro no primo andar, agora no sétimo céu, acompanho de cá lá no chão a classe operária que um dia iria…
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Berlim: regras de com-vivência, com-corona, com-virus, viu só seu coroa?
Pois então. Primeiro sábado de abril, acho que o quarto aqui em Berlim, da dupla de risco Polaco & Madame e, desde ontem com as novas leis de convivência social acertadas pelos chamados ministros do Senado de Brandemburg. Pois não seja por isso. Escapemos juntos desta prisão domiciliar, sétimo andar, linda vista, sol gostoso clamando…
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Parabéns, Madame Quarentona!
Madame, a mais bonita desta Quarentena. Aqui, Berlim. Décimo quinto dia desde a mais nova chegada. Em princípio, fim da Quarentena. Melhor sinal no sentido de que não houve contágio no trajeto Brasília – Berlim, com troca de avião em Lisboa. Aí, no zizgue-zague da alfândega e polícia de fronteira, uma mistura assustante e amontoada…
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Mein Coroa em Berlim. Viram? (11)
Sábado no #aquiberlim. Quarentena. No décimo. Solzinho lá fora nos convida. Dia de feira de rua. Ao lado da igreja na Hohenzollendamm avenida. No vero, 3 graus. O velho Inverno na briga com a jovem Prima Vera. Hallo Grupo de Risco (no antanho tempo, era a turma da Aids). Vamu lá. Olha o gorro. O…