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  • Oitava introdução (só dói quando rio)

                    Nós declaramos ( nós quem? ) aberta   esta  ASSEMBLÉIA GERAL DOS FANTASMAS DA RÁDIO NACIONAL, agora que é meia-noite de sexta-feira,  um segundo a mais passa a zero hora  do sábado  de Hallelluya (ler  Evangelho 30),  porque seguidos  foram todos os  trâmites citados no edital de convocação e completada   a  chamada única com as presenças…

  • Nona introdução (só dói quando rio)

                        Em estando aberta esta sessão, sublimamos a palavra a uma alma condenada porque em vida, falso poder nas mãos – sabia eu que ela tinha acabado de levar mais uma das dezenas de porradas desferidas com gosto pelo marido jornalista, meu ex-amigo – certa feita, por conta da passageira função na Rádio Nacional, numa…

  • Décima introdução (só dói quando rio)

                  Pois é.                Parodiando o nobre mulato gaúcho-mangueirense  (Tim Lopes, ler Ofertório), informo estar dando  linha à pipa  para a  extinta companheira, morta numa praia deserta em Santa Catarina, onde deixou com vida o ex-esposo, agora batendo em outras caras que nem as dela, nunca mais inteiras embora caras-metade, parecidas com dezenas de outras batalhadoras companheiras jornalistas…