Estou cá num dos empregos.

Por ser jornalista, sou que nem médico e advogado.

Que nem prostituta.

A brincadeira é sobre quem a gente devia mandar,

para ficar de plantão,

na porta da usina nuclear do Japão, e coisa tal.

Tipo uma das chefias…

Daí, uma colega verde diz:

– Nossa, e se essa nuvem atômica japonesa chegar até aqui em cima da gente.

Um colega, marrom, na hora responde,  tipo falso carola: 

– Vai ser castigo mais do que merecido.

Quem mandou a gente jogar duas bombas atômicas em cima deles.

Agora, eles estão se vingando do mundo.

 Bem feito.

Moral:

Risos amarelos enchem o recinto insalubre.

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