No México, Dia dos Mortos Vivos. Maior festa.

 No Japão,  cerimônia nem um pouco triste do enterro do ente querido do hospedeiro.

 Em Katmandu, Nepal, a fogueira a consumir o corpo  próximo de quem ali estava.

 O cheiro. A calma. O feito. A alma. 

 De tudo,  guardo meu Seminário Seráfico Santa Antônio, Almirante Tamandaré, Paraná.

 Na cabeça da capela do cemitério dos frades idos,  a imagem do simples seguinte:

 Ressurrecturis.

 Aos que hão de ressuscitar. 

Sem choro nem vela. Inferno ou Purgatório.

A caminho do Céu Nosso de Cada Dia. 

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E por que o motivo do título do presente ato relativo ao Dia de Finados deste 2013?

Simples. Buenos Aires, na minha cabeça, um ente lindo e vivo. Há vinte anos para mim era somente isto.

Agora, pós a revisita, o sonho da Paris da América Latina morreu de vez.

Aqui, Justamente neste Dia de Finados,  sepulto mi Buenos Aires querida.

Com estas imagens roubadas do Cemitério de Recoleta, Buenos Aires, América Latina.

Com isso, enterro-a de vez e deixo nas lápides o escrito pelos entes parentes.

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 Aqui jaz o casal Luís e Inês – La Calma e La Fortaleza.

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Inteligente. Leal. Justo. Um verdadeiro Don Juan.

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 “Voltarei e serei milhões”. Vai por mim, Evita Perón, volte não.

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Ó vós, vivos, que chorais por nós, mortos. Não vos deixeis abater.

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Helena querida, a que hay de más hermoso. Te vejo na eternidade. 

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A bença, linda guardiã de minha futura morada. 

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Quem estaria aprisionado. Eu, morto, ou vós, vivos?

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