Paris



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Na verdade, foram dois ataques, feitos por pessoas encapuzadas, na madrugada, que acabaram quebrando vários vidros e pichando, de vermelho, todo o pedaço, parcialmente policiado, a não ser pelas câmeras de sempre que, lógico, filmaram tudo, mas até hoje deu em nada.

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Segundo o jornal Berliner Zeitung, o prejuízo na conta da Embaixada do Brasil na Alemanha chegam aos 100 mil euros (meio milhão de reais). De fato, até agora, além do informe de que a polícia alemã continua investigando, teve a curtíssima nota diplomática:

“A Embaixada do Brasil em Berlim foi alvo de ato de vandalismo. As autoridades policiais foram imediatamente contatadas e estão investigando o ocorrido”.

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Além da pichação, em vermelho forte, pintada pelos invasores no piso externo, nas placas e principalmente nas longas vidraças do térreo, que dá ligação direta a uma praça com livre circulação, várias delas quebradas, foi deixado a seguinte ameaça:

Lutaremos contra o fascismo no Brasil”

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Pois hoje, 17/04/19, passei pelo local, tranquilamente, tirei as fotos da situação, encostei nas vidraças, todas elas ainda sinalizadas com o tudo que precisa ser trocado, tão logo haja dinheiro para tanto ou a volta da segurança.

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E assim está o prédio da Embaixada do Brasil em Berlim que, aliás, foi uma das poucas capitais da Europa onde o então candidato Jair Messias Bolsonaro perdeu nos votos por conta dos esquerdistas em maioria na berlinda.

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A situação continua incerta, as fotos atestam.

Então, tá.

Inté e axé.

Tschuss.

https://www.dw.com/pt-br/grupo-ataca-embaixada-do-brasil-em-berlim/a-47320326

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Alemão é ético. Germânico é correto. Tedesco é certinho. Até cachorro obedece o sinal de pedestre. Tudo isto sempre é válido, depende da época e do espaço, mas nunca aqui em Berlim, a eterna capital, dividada ou por inteira, destroçada ou reerguida entre os eternos muros.

A região de Berlim, indo para os quatro milhões de habitantes, sendo 82% deles provindos de fora, sejam vietnamitas – do norte ou do sul, no leste ainda comunista ou no oeste capitalista, ainda hoje divididos – ou tantos imigrados de qualquer outro ponto deste Planeta Terra…

Pois os três pontos dizem da minha incomplitude no relato desta Berlim que eu adoro, a exemplo do Rio, onde me formei no jornalismo e na mudança de vida, e também do cuidado em não desfazer de locais prazeirosos caídos em mãos de crentes de que podem destruí-los em breve.

Recente escândalo vergonhoso em Berlim foi a construção do BER – aeroporto internacional – que teve a data de inauguração confirmada mas que, dias antes, foi cancelada, até hoje, porque descobriram mais barganhas e maracutais do que houve no nosso idílico Maracanã.

Acontece que Berlim recebe bilhões de euros mandados pelos estados mais ricos, e produtivos, porque trabalham, da Alemanha, e mesmo assim apresenta os maiores índices de desemprego e cotistas sociais que se refastelam nas praias primaveris deste qual Rio de Janeiro.

Pois a conversa de hoje sobre Berlim, vista com meus olhos ainda não cansados, apesar dos quase 40 anos de convivência intermitente, acaba na última novela que é a troca de 2.500 “piroquetes”, aqueles cilindros onde são afixadas as propagandas do consumo cúlturo-capitalista.

Alguns desses cilindros têm até 70 anos de sobrevivência, outros feios no peso do concreto armado exagerado, perto de 50 relacionados para sobreviverem como patrimônio visual, apesar do protesto para que todos sejam preservados porque parte da história desta eterna capital.

O motivo, parecendo simples, é que finalmente houve a escolha de uma nova empresa que vai cuidar dos “piroquetes de Berlim”, onde serão afixadas as propagandas do capitalismo moderno, em troca de um contrato bilionário e do enterro da empresa dos tempos ianques.

Em meio à troca de tiros por entre os “piroquetes de Berlim”, na forma de acusações corrupcionais, aparece a velha denúncia do risco do amianto, material que faz mal à saúde da empresa contratada para a renovação, tal qual dito usado no famoso Muro, the Wall e tal.

Fiquemoss assim e aproveite para dar uma olhada em alguns dos últimos dos “piroquetes” que, a exemplo do Muro, e de outros sonhos bombardeados, somem da paisagem de Berlim, acontece que ela é eterna, sempre tem uma história, cabeluda ou não, para contar.

Então, tá.

Inté.

Axé.

Tschuss…

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                brasil migrante by mamcasz
            Para quem acompanha, que nem eu, por ofício jornalístico, os principais grupos de brasileiros que emigram do Brasil para tentarem a vida, mesmo que de forma ilegal, ou nem tanto, em terras estranhas como Estados Unidos, Paris, Inglaterra, Irlanda, Alemanha. República Ckeca e, agora, principalmente, Portugal, sem contar Itália, Espanha e, tem pouco tempo, Japão e sei quantos outros tantos terrenos por este mundo de Deus e o Diabo, mas o que mesmo que estou falando?
                 O seguinte. O que mais vejo nos grupos de brasileiros no estrangeiro se mostra na forma de golpe de brasileiros em brasileiros, Portugal cheio deles nas obras, na Alemanha nas gelaterias, em Londres nos entregadores de pizzas, em Paris na prostituição, e isso tem muito tempo e, agora, para agravar tem ainda este caso relatado pela RFI mas que se repete porque acontecido no ano passado, na Itália, mas o que mesmo?
                      Em resumo, sete brasileiros presos porque coneseguiram, em troca de sete mil euros a cada golpe, a cidadania italiana e, portanto, européia, para mais de 800, no ano passado foram mil, que se encontram na iminência de perderem tudo, e olha que, nos grupos do Face e tais, tem muita gente, contando que conseguiu a cidadania italiana mas que parte agora para a vida na Alemanha, Irlanda, Inglaterra e tantas outras praias, e eu pergunto, o que mesmo?
                    Sei nem responder porque tenho pessoas brasileiras amigas que sobrevivem das mais diversas formas neste mundo, ilegais, presos alguns, deportados outros, perseverantes tantos e por isso a minha vergonha em ver brasileiro dando golpe no estrangeiro em cima de brasileiro, mesmo que seja nos outros. Tem mais?
                    Outros exemplos de golpes:
1 – Brasileiro que garante estadia ou mesmo emprego no estrangeiro e consegue que o patrício brasuka lhe mande dinheiro adiantado que o futuro ilegal nunca mais vai ver nesta vida.
2 – Brasileiro acomodado no estrangeiro que sub-contrata patrício para obra em Portugal, ou Paris, e depois de uns 30 dias simplesmente o denuncia para escapar de qualquer pagamento.
3 – Brasileiro que “vende” passagem bem da baratinha, recebe o dinheiro adiantado, e o patrício nunca mais vai ver nem a ida e muito menos o dinheiro de volta para onde mesmo?
4 – Conhece ou sofreu mais algum golpe de brasileiro em cima de brasileiro no estrangeiro? Pois conte aqui ou se cale para sempre achando que vai se dar bem sei bem onde, certo?
5 – E o brasileiro que cobra até dez mil dólares para intermediar a entrada ilegal em terra ianque, através do México, nem sempre sobrevivendo aos riscos do deserto texano?
              A seguir, a reportagem sobre os 800 brasukas que conseguiram a cidadania italiana-européia em troca de uns sete mil euros e que agora ficam sem ela, sem o dinheiro, e sem a passagem da volta ao canto de terra onde foram paridos:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/03/28/brasileiros-sao-presos-na-italia-por-fraude-para-obter-passaporte-europeu.ghtml

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2091671507595799&id=100002589112491

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