Paris



Cap 02

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O primeiro imperador do Sacro Império Romano da Nação Germânica, Carlos Magno (742-81), tem a ver com o começo da alemanização do pedaço onde no futuro nasce a grande cidade de Berlim, tão falada em todos os sentidos. E isto por causa do quê?

Foi este filho do Pepino, o Breve, quem deu uma surra nos Saxões, e dizem que ele bateu tão forte na cabeça que eles had got flat feet (criaram asas nos pés para fugir mais depressa). Fonte: Berlin Young People 2010.

Já no século XI, o guerreiro saxão da Casa dos Ascânios, derrota a tribo eslava e torna-se o primeiro marquês de Brandemburgo, o estado onde se insere a atual grande Berlim. Com isso, nas margens do rio Spree são ocupadas por imigrantes vindos do vale do Reno e da Francônia.

Pois então quando existe o primeiro registro da criação da nossa Berlim? O ano correto, tanto que assim é comemorado, foi o de 1237. Foi a partir de uma pequena colônia de pescadores, no rio Spree, metidos a independentes.

Agora, o detalhe interessante é que Berlim, tantas vezes derrotada e dividida, reduzida mesmo a escombros, já nasceu a partir da reunião de duas localidades – Kölln (hoje, Neuekolln) e Berlim, as duas separadas pelo rio Spree.

Na verdade, mesmo, a hoje Neuekolln é citada em 1230, enquanto com Berlim isto acontece em 1240 e tem mais. A reunificação, de fato, das duas cidades, numa só Berlim, aconteceu em 1307, por razões econômicas, Liga Hanseática e tal.

Pois dali então começa a história que levo, a partir de agora, sobre a Berlin Stund Null – Berlim Ano Zero. Logo em seguida somaram-se a ela as cidades de Kopenick, no oeste, e de Spandau, no leste, duas grandes fortalezas contra os bárbaros.

Com a morte, em 1319, do último governante ascânio, Brandemburgo é disputada pelas casas de Luxemburgo e Wittelsbach, começando a primeira das tantas guerras devastadoras que vão se repetir em cima de Berlim ao longo dos séculos.

Pois no próximo capítulo a gente entra na primeira fase de Berlim Ano Zero, com o crescimento da cidade chegando aos incríveis, para a época, 8 mil habitantes, além da volta ao Sacro Império Romano da Nação Germânica e aos 500 anos de poderio sob as asas da Casa de Hohenzollern.

Axé e Inté o Cap 03: Berlim – 500 anos de glória quase eterna.

#berlin #berlim #carlosmagno #sorabio #mamcasz

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Cap 01

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Berlin – Always a Stund Null

The origin of the name Berlin is uncertain. Ok. Nasceu nos pântanos do West Slavic. Vem da palavra usada na velha Polábia – berl-birl-swamp-pântano. Mesmo que os advindos germânicos jurem que Berlin vem da palabra bar-ber-urso. Aliás, o eterno e cafona símbolo desta cidade que sempre foi sexy e, conforme a época, pobre, milionária, dividida, poderosa ou até a sonhadora sede da Grandessíssima Germânia.

Então, vamos nessa, Berlim. Na Antiguidade, very old mesmo, a zona onde hoje está Berlim começou a ser ocupada por diversas tribos que escolheram dar um tempo nas margens dos rios Spree e Havel, apesar do terreno instável, pantanoso, mas tudo bem porque naquele tempo ninguém tinha prédio mesmo para nele morar que nem num pombal, certo mein Fritz que nem sonhava com os arranha o céu comunista.

Não sobre Berlim, era eslava e não germânica, mas sobre a Alemanha, o registro mais antigo é de antes do Cristo, escrito pelo romano Cornélio Tácito. Em “Germania”, logo no começo, ele declara que sempre pensara que “os germânicos eram indígenas”. Sobre Berlim, nada, óbvio, porque incluída naquela quinta sessão territorial, perdida nos pantanais, “região de feio aspecto, áspero clima e triste de habitar ou morar.”

No século VI depois do tal Crysto, não o que revestiu com nylon toda a Reichstag depois da Queda do Muro, lá pelos anos 500, muitas tribos eslavas dominaram o pedaço, alcançando as zonas suburbanas das hoje Spandau, no Oeste, e Kopenick, no Leste, se é que a gente já podia falar assim naquela época. Daí vem o leitor apressadinho e tasca a pergunta: mas quando foi mesmo que os chucrutes chegaram a Berlim?

Calma, figura apressada. Ainda nem chegamos ao Carlos, o dito Grande, maior ainda, por ter sido Carlos Magno. Segura as pontas porque a história da Berlim, unida ou desunida, ainda vai avançar aqui pelos séculos dos séculos, Amém, tá? Tschuss. Axé e Inté o próximo capítulo.

Cap 02: Berlim – megalópole com 60 mil habitantes


#berlin #stundnull #mamcasz #sorabios #

Link para o livro “Germania”, de Cornelius Tacito, antes de Cristo:

http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/germania.html


 

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Para ouvir, clique-me:

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der quase Nada

Mesmo que se Naufrague nas Ilhas das Viradas

Que se sucumba nas Praças dos Embora

Enfrentemos juntos os mais que Anônimos Inoperantes

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

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Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se desapareça nos Becos dos Sem Fim

Ver-nos-emos juntos nas Penumbras Eternas dos Esperantes

Lá na frente no Rever.

ponte-02

Eu posso Ter ou não Ser,

Ano Novo também Vida Nova,

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se vire Poeira Cósmica nos Infinitos

Ressuscitemos juntos

Nos Saudosos Estilos Triunfantes

Lá na frente, no Rever.

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Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves fora der quase Nada

Mesmo que se ascenda Degraus Amortecidos

Abracemos juntos o Você do Eu incandescentes

Lá na frente, no Rever.

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Eu posso Ter ou Não Ser

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se pise em solo de Marcianas Luas

Juremos juntos sorver no igual Gosto Deslumbrante

Lá na frente no Rever.

ponte-05

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se tenha Menos do que se Precise

Dividamos juntos muito mais do que o Sobretudo

Multiplicado no Impreciso

Adicionado ao Improviso

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

ponte-06-eus

Nossa Senhora de Brasília,

Santa dos Sobressaltos,

Vos rogamos um presente Bem Brasileiro:

Que ressuscitemos de uma só vez

Sem ser preciso Ser Santo

Nem Suar de Medo

Nesta incerteza de Tontos Segredos.

Adicionemos a este Nada

O Tudo que, Noves Fora,

Sonhamos Conceber.

Multipliquemos o Zero da Fartança

Dividido pela Dúvida, agora, do Ato

Que espanta, de Fato, a Esperança.

Que Reine a Certeza Soberana –

Sobremesa Farta na Mesa e na Cama –

Sem nos Chafurdar em Tanta Lama.

rochosas by mamcasz

Ouça bem, Nossa Senhora de Brasília,

O Brado fervoroso de Vosso Povo:

Tenhamos a Nossa Paz!

Poema feito originalmente no ano de 2005 (tanta lama rolou…)


Nossa Senhora de Brasília,

Santa dos Sobressaltos,

Vos rogamos um presente Bem Brasileiro:

Que ressuscitemos de uma só vez

Sem ser preciso Ser Santo

Nem Suar de Medo

Nesta incerteza de Tantos Segredos.

 

Ouça-me:

 

Adicionemos a este Nada

O Tudo que, Noves Fora,

Sonhamos Conceber.

 

Multipliquemos o Zero da Fartança

Dividido pela Dúvida, agora, do Ato

Que espanta, de Fato, a Esperança.

 

Que Reine a Certeza Soberana –

Sobremesa Farta na Mesa e na Cama –

Sem nos Chafurdar em Tanta Lama.

 

Ouça bem, Nossa Senhora de Brasília,

O Brado fervoroso de Vosso Povo:

– Tenhamos a Nossa Vez.

 

#

Feliz Ano Novo, Povo.

#

 

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der quase Nada

Mesmo que se Naufrague nas Ilhas das Viradas

Que se sucumba nas Praças dos Embora

Enfrentemos juntos os mais que Anônimos Inoperantes

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

 

#

 

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se desapareça nos Becos dos Sem Fim

Ver-nos-emos juntos nas Penumbras Eternas dos Esperantes

Lá na frente no Rever.

 

 #

 

Eu posso Ter ou não Ser,

Ano Novo também Vida Nova,

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se vire Poeira Cósmica nos Infinitos

Ressuscitemos juntos

Nos Saudosos Estilos Triunfantes

Lá na frente, no Rever.

 

#

 

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves fora der quase Nada

Mesmo que se ascenda Degraus Amortecidos

Abracemos juntos o Você do Eu incandescentes

Lá na frente, no Rever.

 

#

 

Eu posso Ter ou Não Ser

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se pise em solo de Marcianas Luas

Juremos juntos sorver no igual Gosto Deslumbrante

Lá na frente no Rever.

 

#

 

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se tenha Menos do que se Precise

Dividamos juntos muito mais do que o Sobretudo

Multiplicado no Impreciso

Adicionado ao Improviso

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

 

inté e Axé.

Votos de Mamcasz, Poeta Zen

E de sua Consorte

Cleide.

Amém.

 


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Tem dia me olhas de cima.

Tem noite te envolvo na rima.

Tem dia te vejo na mira.

– Torre Eifelica …

Tem noite me molho, menina,

– Parisidiaca felina.

Por ora te moro na mesma minha altura

Vis-a-vis eu quem te quiz, me diz :

Retornes jamais a lida passada de agrura.

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Tem dia te visto nua,

Tem noite me despes crua

Baiano-polaco-tropicana criatura.

De ca alço o pulo voado –

A tua alça eletrica na mira –

Alcanço o topo do meu mundo sonhado.

Perto daqui e longe do teu cimo

Que ora mesmo oro:

– Me olha de cima, menina. Imploro.

Paris, 10 de maio de 2015

PS-sem crase nem acento o mini mouse no joelho de assento.


Chove lá fora. Cá dentro, qual cabana na montanha nevada. Mais nada? Tudo! Relato:

1- No lendo Balzac. Primo arraso do jornalístico affair.

2 – No tevendo Canal Space, filme de guerra na Georgia-Chechenia-Ucrânia.

3 – Busco no ato e comparo no fato no reler de A Prima Vítima, numa guerra, é a Verdade.

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No filme, a equipe de jornalistas de guerra fora do gabinete.

A- Repórter tipo neutro + cinegrafista de fato repórter .

B – Chove lá fora, cá na Ilha: Georgia=Chechenia=Ucrania=URSS.

Pois no ato me atenho, chove lá fora, Brasília, a dois fatos de vero:

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A – Tempos de meus primórdios de repórter no Rio:

Morte dita comum na Rocinha. Favela no Rio. Nem se imaginava nesta tal de Internet. Em O Globo, o rádio-escuta da Polícia. Ligado no da reportagem na Rural Willys. E a gente chegava no fato, no ato, antes da cana dura. Repórter de um lado, fotógrafo do outro e o motorista nos arredores. Cada qual focado no principal. A manchete. Imagina o ato.

B – Chego em Brasília. Repórter de Gabinete. Palácio do Planalto. Dois minutos para os fotógrafos registrarem a cena secreta do encontro do até hoje falso aberto. Corro pro fotógrafo da Folha, minha nova casa e … nem pensar, cara, aqui tudo é secreto, se eu te falar o que ouvi, tô fodido.

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De volta pro filme, sei lá o nome, tô nem aí, tinha o Andy Garcia e o Val Kimer, sub-aproveitados. Cena do repórter, genocídio filmado, a editora em Atlanta, Georgia, Estados Unidos:

– Nem pensar, cara, tamos transmitindo ao vivo as Olimpíadas. E o Putin acabou de falar. Que a tropa só está se defendendo.

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Moral Final:

Nesta segunda, tenho que me explicar o por causa de que não ouvi a “outra parte” no comparar o nascedouro, o áureo e o terminal estado da Petrobras.

Resposta minha:

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– Chove lá fora, aqui em Brasília, está tudo tão frio.

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