Paris



Para ouvir, clique-me:

Para ver, leia -me:

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der quase Nada

Mesmo que se Naufrague nas Ilhas das Viradas

Que se sucumba nas Praças dos Embora

Enfrentemos juntos os mais que Anônimos Inoperantes

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

ponte-01

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se desapareça nos Becos dos Sem Fim

Ver-nos-emos juntos nas Penumbras Eternas dos Esperantes

Lá na frente no Rever.

ponte-02

Eu posso Ter ou não Ser,

Ano Novo também Vida Nova,

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se vire Poeira Cósmica nos Infinitos

Ressuscitemos juntos

Nos Saudosos Estilos Triunfantes

Lá na frente, no Rever.

ponte-03

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves fora der quase Nada

Mesmo que se ascenda Degraus Amortecidos

Abracemos juntos o Você do Eu incandescentes

Lá na frente, no Rever.

ponte-04

Eu posso Ter ou Não Ser

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se pise em solo de Marcianas Luas

uremos juntos sorver no igual Gosto Deslumbrante

Lá na frente no Rever.

ponte-05

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se tenha Menos do que se Precise

Dividamos juntos muito mais do que o Sobretudo

Multiplicado no Impreciso

Adicionado ao Improviso

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

ponte-06-eus

Nossa Senhora de Brasília,

Santa dos Sobressaltos,

Vos rogamos um presente Bem Brasileiro:

Que ressuscitemos de uma só vez

Sem ser preciso Ser Santo

Nem Suar de Medo

Nesta incerteza de Tantos Segredos.

Adicionemos a este Nada

O Tudo que, Noves Fora,

Sonhamos Conceber.

Multipliquemos o Zero da Fartança

Dividido pela Dúvida, agora, do Ato

Que espanta, de Fato, a Esperança.

Que Reine a Certeza Soberana –

Sobremesa Farta na Mesa e na Cama –

Sem nos Chafurdar em Tanta Lama.

rochosas by mamcasz

Ouça bem, Nossa Senhora de Brasília,

O Brado fervoroso de Vosso Povo:

Tenhamos a Nossa Paz!

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Nossa Senhora de Brasília,

Santa dos Sobressaltos,

Vos rogamos um presente Bem Brasileiro:

Que ressuscitemos de uma só vez

Sem ser preciso Ser Santo

Nem Suar de Medo

Nesta incerteza de Tantos Segredos.

 

Ouça-me:

 

Adicionemos a este Nada

O Tudo que, Noves Fora,

Sonhamos Conceber.

 

Multipliquemos o Zero da Fartança

Dividido pela Dúvida, agora, do Ato

Que espanta, de Fato, a Esperança.

 

Que Reine a Certeza Soberana –

Sobremesa Farta na Mesa e na Cama –

Sem nos Chafurdar em Tanta Lama.

 

Ouça bem, Nossa Senhora de Brasília,

O Brado fervoroso de Vosso Povo:

– Tenhamos a Nossa Vez.

 

#

Feliz Ano Novo, Povo.

#

 

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der quase Nada

Mesmo que se Naufrague nas Ilhas das Viradas

Que se sucumba nas Praças dos Embora

Enfrentemos juntos os mais que Anônimos Inoperantes

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

 

#

 

Eu posso Ser ou não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se desapareça nos Becos dos Sem Fim

Ver-nos-emos juntos nas Penumbras Eternas dos Esperantes

Lá na frente no Rever.

 

 #

 

Eu posso Ter ou não Ser,

Ano Novo também Vida Nova,

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se vire Poeira Cósmica nos Infinitos

Ressuscitemos juntos

Nos Saudosos Estilos Triunfantes

Lá na frente, no Rever.

 

#

 

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves fora der quase Nada

Mesmo que se ascenda Degraus Amortecidos

Abracemos juntos o Você do Eu incandescentes

Lá na frente, no Rever.

 

#

 

Eu posso Ter ou Não Ser

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se pise em solo de Marcianas Luas

Juremos juntos sorver no igual Gosto Deslumbrante

Lá na frente no Rever.

 

#

 

Eu posso Ser ou Não Ter

Ano Novo também Vida Nova

Mas se nos Noves Fora der Quase Nada

Mesmo que se tenha Menos do que se Precise

Dividamos juntos muito mais do que o Sobretudo

Multiplicado no Impreciso

Adicionado ao Improviso

E nos juntemos lá na frente, no Rever.

 

inté e Axé.

Votos de Mamcasz, Poeta Zen

E de sua Consorte

Cleide.

Amém.

 


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Tem dia me olhas de cima.

Tem noite te envolvo na rima.

Tem dia te vejo na mira.

– Torre Eifelica …

Tem noite me molho, menina,

– Parisidiaca felina.

Por ora te moro na mesma minha altura

Vis-a-vis eu quem te quiz, me diz :

Retornes jamais a lida passada de agrura.

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Tem dia te visto nua,

Tem noite me despes crua

Baiano-polaco-tropicana criatura.

De ca alço o pulo voado –

A tua alça eletrica na mira –

Alcanço o topo do meu mundo sonhado.

Perto daqui e longe do teu cimo

Que ora mesmo oro:

– Me olha de cima, menina. Imploro.

Paris, 10 de maio de 2015

PS-sem crase nem acento o mini mouse no joelho de assento.


Chove lá fora. Cá dentro, qual cabana na montanha nevada. Mais nada? Tudo! Relato:

1- No lendo Balzac. Primo arraso do jornalístico affair.

2 – No tevendo Canal Space, filme de guerra na Georgia-Chechenia-Ucrânia.

3 – Busco no ato e comparo no fato no reler de A Prima Vítima, numa guerra, é a Verdade.

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No filme, a equipe de jornalistas de guerra fora do gabinete.

A- Repórter tipo neutro + cinegrafista de fato repórter .

B – Chove lá fora, cá na Ilha: Georgia=Chechenia=Ucrania=URSS.

Pois no ato me atenho, chove lá fora, Brasília, a dois fatos de vero:

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A – Tempos de meus primórdios de repórter no Rio:

Morte dita comum na Rocinha. Favela no Rio. Nem se imaginava nesta tal de Internet. Em O Globo, o rádio-escuta da Polícia. Ligado no da reportagem na Rural Willys. E a gente chegava no fato, no ato, antes da cana dura. Repórter de um lado, fotógrafo do outro e o motorista nos arredores. Cada qual focado no principal. A manchete. Imagina o ato.

B – Chego em Brasília. Repórter de Gabinete. Palácio do Planalto. Dois minutos para os fotógrafos registrarem a cena secreta do encontro do até hoje falso aberto. Corro pro fotógrafo da Folha, minha nova casa e … nem pensar, cara, aqui tudo é secreto, se eu te falar o que ouvi, tô fodido.

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De volta pro filme, sei lá o nome, tô nem aí, tinha o Andy Garcia e o Val Kimer, sub-aproveitados. Cena do repórter, genocídio filmado, a editora em Atlanta, Georgia, Estados Unidos:

– Nem pensar, cara, tamos transmitindo ao vivo as Olimpíadas. E o Putin acabou de falar. Que a tropa só está se defendendo.

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Moral Final:

Nesta segunda, tenho que me explicar o por causa de que não ouvi a “outra parte” no comparar o nascedouro, o áureo e o terminal estado da Petrobras.

Resposta minha:

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– Chove lá fora, aqui em Brasília, está tudo tão frio.


Brasilia City, capital of Brazil. Just now.

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i can be or have not

new year also new life

but if the nine out almost nothing

clique no linque e me ouça:

https://soundcloud.com/mamcasz/happy-new-year-people

 

eu trovão by mamcasz

feliz ano novo povo  

eu posso ser ou não ter

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que  se naufrague nas ilhas das viradas

continuemos  juntos nestes meios mais que periclitantes

e nos juntemos

lá na frente

no rever

* * *

nouvelle anée, gens heureux

Je peux être ou ne ont

pas nouvel an aussi une nouvelle vie

mais si neuf dehors semblent presque rien

eu posso ter ou não ser

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se sucumba nas praças dos embora

enfrentemos  juntos  os mais que anônimos inoperante

e nos juntemos

lá na frente

no rever

eu trovao 02 ok

feliz año nuevo gente

yo puedo ser o no tener

año nuevo también nueva vida

pero si el nueve fuera uno casi nada

eu posso ser ou não ter

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se desapareça nos  becos dos sem fim

ver-nos-emos juntos nas penumbras eternas dos esperantes

e nos juntemos

lá na frente

no rever

 * * *

ndunú odun titun eniyan

mo ti le ni tabi ko

le wa ni odun titun tun titun aye

ṣugbọn ti o ba ti mẹsan jade

ku tókàn si ohunkohun  

eu posso ter ou não ser

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se vire poeira cósmica nos infinitos

ressuscitemos  juntos  nos saudosos estilos triunfantes

e nos juntemos

lá na frente

no rever

eu trovao 04 ok

frohes neues jahr menschen

Ich kann sein oder nicht

neujahr auch neues leben

aber wenn neun scheint fast nichts

eu posso ser ou não ter

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se ascenda  degraus amortecidos

abracemos  juntos  o você do eu incandescentes

e nos juntemos

lá na frente

no rever

 * * *

 feliç any nov gent

jo puc ser o no tenir

any també nova vida

però si nou semblen gairebé res

eu posso ter ou não ser

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se pise em solo de marcianas luas

juremos  juntos  sorver no igual gosto deslumbrante

e nos juntemos

lá na frente

no rever

eu trovao 03 ok

 feliç any nov gent

jo puc ser o no tenir

any també nova vida

però si nou semblen gairebé res

eu posso ter ou não ser

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se pise em solo de marcianas luas

juremos  juntos  sorver no igual gosto deslumbrante

e nos juntemos

lá na frente

no rever

 * * *

szczęśliwego nowego roku ludzie

mogę być albo nie mają

nowy rok to nowe życie

ale jeśli dziewięć wydają prawie nic

eu posso ser ou não ter

ano novo também vida nova

mas se nos nove fora der quase nada

mesmo que se tenha menos do que  precise

dividamos juntos muito mais do que o  sobretudo

multiplicados no impreciso e adicionados no  improviso

e nos juntemos

lá na frente

no rever

HAPPY NEW YEAR FOTO 02 SOUND CLOUD BY MAMCASZ

https://soundcloud.com/mamcasz/happy-new-year-people

inté e

axé 

deste  alguém  ninguém

eduardo mamcasz

poeta quase zen

amém

 * * *


Tem dívida que se não for paga em três anos, e a empresa não entrar na justiça, cobrando o atraso, ela simplesmente deixa de existir e o devedor se livra do pagamento. Agora, tem outras que vencem em dez anos. A pessoa cidadã aí sabe qual o prazo para a sua dívida entrar na chamada prescrição? Ainda na prosa de hoje, eu falo da pesquisa do Banco Central. Atrasar a dívida até que ela deixe de existir, legalmente, não parecer ser um estratégia premeditada do consumidor brasileiro. Vamos nessa?

http://radioagencianacional.ebc.com.br/economia/audio/2014-11/saiba-quando-uma-divida-por-ser-perdoada

radio by mamcasz

Antes a pesquisa do Banco Central e eu sei que a pessoa aí está louco é pra saber logo quanto tempo leva para a sua dívida deixar de exsitir, mesmo que não tenha sido pago. Tenha um pouco de paciência. O Banco Central divulga uma pesquisa que fez junto com grupos de até dez pessoas, em quatro capitais. É para saber que fatos inesperados levam a pessoa a não pagar a dívida. Foram citados perda de emprego, doença, morte, separação do casal e até gravidez não esperada.

Outras coisas da mesma pesquisa. O impulso leva às compras e, daí, ao endividamento e, depois, o calote. Na hora da culpa, costumam devolver para quem deu o crédito, usando de armadilhas. Na hora de renegociar o que não está sendo pago, dizem que as empresas, quando renegociam, nunca baixam os juros. E só fazem isto quando o prazo final da dívida está chegando aos cinco anos.

Pronto. Preste atenção. Toda dívida tem prazo para ela acabar, mesmo que não tenha sido paga. Sabia disso? Artigo 205 do Código Civil. Todas as dívidas acabam depois de dez anos. Acontece que toda lei tem as excessões. Neste caso da prescrição, também. Por exemplo. Se for dívida de hospedagem, perde o efeito em um ano. Se for dívida não paga de aluguel, acaba em três anos. E o prazo de cinco anos para a dívida deixar de existir? Pois é o caso de dívidas de boletos bancários, cartões de crédito, plano de saúde e contas públicas de água, luz e telefone.

E aí? Gostou da prosa de hoje? Eu acho meio esquisito uma dívida ter prazo para pagar. Se eu tiver alguma coisa a receber não vou gostar nadinha. Agora, só para fechar a prosa. Só tem um jeito para não deixar a dívida acabar por causa do tempo previsto em lei. É a empresa, ou quem tem a receber, entrar antes na justiça. Daí, o prazo volta a ser contada a partir do começo outra vez. Mas se o prazo vencer e a empresa continuar cobrando, sem retirar seu nome da lista suja, a pessoa devedora faz o seguinte. Entra na justiça exigindo reparação de danos.

Então, tá.

Inté e Axé.

http://radioagencianacional.ebc.com.br/tags/trocando-em-miudo

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