outubro 2012



The Crisis of the Euro is in the Eye of the Poor

       First sign of the Euro Crisis here in Paris. Increased the number of beggars. Beggars. Les Misérables by Victor Hugo are back. The whole. And now ask for the most expensive of nerve, deux pièces, monsieur, or two euros, gives five dollars. I answer that this is what they live for day, 17 million Brazilians miserable, sorry, those living in miserable condition, below the extreme poverty line, it is best to read it?

 La crise de l’euro est dans l’oeil du pauvre

      Premier signe de la crise de l’euro, ici à Paris. Augmentation du nombre de mendiants. Mendiants. Les Misérables de Victor Hugo sont de retour. L’ensemble. Et maintenant demander le plus cher de nerf, Deux pièces, monsieur, ou de deux euros, donne cinq dollars. Je réponds que c’est ce qu’ils vivent pour le jour, 17 millions de Brésiliens misérable, désolé, ceux qui vivent dans des conditions misérables, en dessous du seuil d’extrême pauvreté, il est préférable de le lire?

     Primeiro sinal da Crise do Euro aqui em Paris. Aumentou o número de mendigos. Pedintes. Os miseráveis de Vitor Hugo estão de volta. A toda. E agora pedem, na maior cara-de-pau, deux pièces, monsieur, ou seja, dois euros, dá cinco reais. Respondo que é com isso que vivem, por dia, os 17 milhões de miseráveis brasileiros, desculpe, os que vivem na condição de miserabilidade, abaixo da linha da pobreza extrema, fica melhor ler assim?

     Mas cadê a Crise do Euro se os restaurantes estão cheios? Pois é, mané, é tudo igual no mundo todo. Inclusive a reação. O jornal satírico francês Sinemensuel (o jornal que faz mal mas tudo bem) traz a seguinte charge. Três milhões de desempregados. E o porco capitalista aconselhando: Tem mais é que esterelizar todo mundo. Senão, isto não acaba nunca. Bem nazista.

      Tem mais Crise do Euro que não aparece no noticiário internacional copiado da CNN ou das oficialescas TV France, BBC ou DeutchWelle. É o seguinte. É só pegar os anúncios dos jornais distribuídos de graça nos pontos de ônibus e de metrô. Entre eles o Metro, Direct Matin, Connexions e outros. Dê um pulo nos anúncios. Em várias páginas, tem este sintoma mais forte da Crise do Euro no olho do Zé Ninguém, o  Zé Povinho, que só fede e não cheira.

     Pois preste atenção a quantas anda o termômetro da atual crise dita financeira na grande Europa. Anúncios e mais anúncios de compra de ouro nas mais diversas formas: bijoux, lingotes, ou até mesmo, sinta só a crise, DENTES, isto mesmo, meu, pièces dentaires. Ainda avisam que a retirada do dente é de graça. Juro!!!

Ici photo crise ouro

    Outro ponto grave da Crise do Euro que a gente sente mais  ardido no olho do povo aqui em Paris. Virou comum se encontrar nos bares um novo cartaz avisando o famoso Fiado nem para Viado, quer dizer, esta casa não aceita mais qualquer tipo de cheque. Isto porque estamos de saco cheio de tanto cheque borrachudo, ou seja, nombreux impayéis. Merci pela compreensão, etecétera e tal, mas vá comer noutro quintal. Mais ou menos isso.

Zé Povinho, caricature of a Portuguese working...

Zé Povinho, caricature of a Portuguese working class man of the 19th century (Photo credit: Wikipedia)

    Mais uma e fecho este post da Crise do Euro, diferente da Crise do Braziu, onde os pobres estao um cadinho melhor, mesmo que à custa da esmola oficial. Aqui em Paris, está diferente. Os ricos, bom, continuam iguais. Já os pobres, estão indo para as ruas, não para protestar, mas para dormir debaixo das marquizes , pedir esmola, não fazer nada, deixar a vida se esvair numa região dita de países muito desenvolvidos.

   Outro detalhe inmportante nos classificados dos jornalecos que os pobres costumam ler, porque de graça. O que tem de anúncio de pretos-negros-africanos se dizendo de marabous, ou seja, mágicos, feiticeiros, adivinhadores, enroladores, prometendo mudar a tua vida já no segundo encontro, está por demais. Tipo: Monsieur Karamba Grand Marabou. Consiga de volta a riqueza perdida, o emprego, o trabalho sumido, qualquer problema financeiro, mesmo que grave, eu resolvo. Monsieur Ibrahim Medium: résultats suprenants em 3 jours. E por aí vai a Crise do Euro.

     Mais uma Crise do Euro no Olho do Povo. Nunca antes havia visto isto neste país. Hoje é comum nos cartazes de video nos ônibus e nos metrôs o aviso mandando a gente, e não a polícia, que mania mais feia de nós latrinos, ops, ladinos, ops, LATINOS. Atention aux pickpocket. Se parle. Pique-Poquê. Trombadinha. No alto auto-falante, a autoridade manda a gente ficar de olho no bolso e na bolsa. E nas estações tipo Copacabana, cheia de turistas, o aviso é multilingual. Até português e japonês e outras que parece a minha, polaco.


Gente.

A partir de hoje, estou em Paris.

Pas de economie, tá?

Me acompanhem em

http://aveparis.wordpress.com/\

Au revoir


O Banco Central do Brasil decretou, nesta data, intervenção no Banco BVA S.A., com sede na cidade do Rio de Janeiro, em decorrência do comprometimento da sua situação econômico-financeira e do descumprimento de normas que disciplinam a atividade da instituição.O Banco BVA detém apenas 0,17% dos ativos do sistema financeiro e 0,24% dos depósitos, com 7 (sete) agências localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

The Central Bank of Brazil declared on this date, intervention in Banco BVA SA, based in the city of Rio de Janeiro, due to the impairment of its financial situation and violation of rules that regulate the activity of the institution.Banco BVA holds only 0.17% of the financial system’s assets and 0.24% of deposits, with seven (7) agencies located in the states of Rio de Janeiro, Minas Gerais and São Paulo.

O Banco Central está tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas punitivas de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

The Central Bank is taking all reasonable steps to establish responsibility, in terms of their legal oversight of the financial system. The result of the findings may lead to the imposition of punitive measures of administrative and communications to the competent authorities, subject to the applicable legal provisions. Under the law, the goods are unavailable drivers and former managers of the institution.

Brasília, 19 de outubro de 2012
Banco Central do Brasil
Então, tá.
Pra frente, Braziu!!!


Economia brasileira cresce abaixo do potencial: 1,2%

                 Who guarantees is the minutes of the Monetary Policy Committee, released early on Friday (18) by the Central Bank of Brazil. It has more in minutes, with 80 paragraphs and ten thousand words: the international crisis worries, inflation is high, pressed for food and drinks, and monetary measures continue for a sufficiently long period of time. Until now, the economy grews just 1.2%, also due to the “domestic demand, driven by moderate expansion of credit and the growth of employment and income, has been the main factor sustaining the activity.”  Ie.   The thing is ugly.

* * *

Brazilian economy grows below from the potential

Ata do Copom, divulgada na manhã desta sexta-feira (18) pelo Banco Central do Brasil. Tem mais na ata, com 80 parágrafos e dez mil palavras: a crise internacional preocupa, a inflação está alta, pressionada por alimentos e bebidas, e as medidas monetárias continuam por um período de tempo suficientemente prolongado. Até agora, a economia cresceu apenas 1,2%, assim mesmo por conta da “demanda doméstica, impulsionada pela expansão moderada do crédito, bem como pelo crescimento do emprego e da renda, tem sido o principal fator de sustentação da atividade”. Ou seja. Ainda que não pareça, a coisa está feia.

Se quiser, leia a ata completa.

Clique abaixo.

http://www.bcb.gov.br/?COPOM170


Aplicação em Bolsa de Valores aumenta mil por cento na Região Norte do Brasil (Amazônia); 700 e tanto no Nordeste.

        Por conta da interiorização dos ganhos da economia brasileira, está acontecendo um fenômeno de aumento considerável de investidores nas ações da Bolsa de Valores, que está com trinta novas empresas das regiões Norte e Nordeste listadas, inclusive no chamado Mercado Novo.

          Due to the internalization of the gains of the Brazilian economy, a phenomenon is happening in considerable increase of investors in shares of the Stock Exchange, which is thirty new businesses in the North and Northeast listed, including the so-called New Market.

        Normalmente usado mais no eixo Rio-São Paulo-Brasília, por causa da concentração de renda, as aplicações na Bolsas de Valores começam a invadir o interior do Brasil. Tanto que na região Norte, por exemplo, o aumento de gente que investe em ações teve uma alta de mil por cento. Isto mesmo. Na verdade, mil vírgula sete por cento. Informações da única Bolsa de Valores do Brasil. A BMF-Bovespa, com sede em São Paulo. ER por que isto está acontecendo? Vamos nessa.

       Normally used more in the Rio-São Paulo-Brasília, because of the concentration of income, investments in stock markets begin to invade the interior of Brazil. So much so that in the North, for example, the increase of people who invest in shares was up a thousand percent. This same. Indeed, one thousand point seven percent. Information only stock exchange in Brazil. The BMF-Bovespa, based in Sao Paulo. ER why this is happening? Let’s do it.

http://soundcloud.com/mamcasz/amaz-nia-aumenta-1000-aplica-o

      First, because they put their money into shares on the Stock Exchange. Because the application is yielding fixed income, often below inflation. It has to pay in time to receive as much income tax as a management fee to the broker, the custória, and the bank, the brokerage. Place in savings by nones rules, 70 percent of the Selic, is also starting to get a little below the official inflation rate. Not to mention that in the case of the Stock Exchange, you can make up the internet. Through such a home broker. What? Home broker. Home, it’s home. And broker, who is an investor. But not everything is so easy.

          Primeiro, porque aplicar o dinheiro em ações, na Bolsa de Valores. Porque a aplicação em renda fixa está rendendo, muitas vezes, abaixo da inflação. É que tem que pagar, na hora de receber, tanto o Imposto de Renda quanto a taxa de administração para a corretora, pela custória, e para o banco, pela intermediação. Colocar na poupança, pelas noas regras, 70 por cento da Selic, também está começando a ficar um pouco abaixo da inflação oficial. Sem contar que, no caso da Bolsa de Valores, dá para fazer até pela internet. Através de uma tal de home broker. O que? Home broker. Home, que é casa. E broker, que é investidor. Mas nem tudo é tão fácil…

 

(Fotos na aula prática na Bolsa de Valores no MBA de Derivativos da FIA- BM&F-Bovespa)       

     De volta à nossa Região Norte, com mil por cento de alta no número de investidores em Bolsa de Valores. Em segundo, o Nordeste, com aumento de 917 por cento. E por que isto? Porque o povo da região está ganhando mais, a famosa nova classe média está enriquecendo aos poucos. Aplicando em ações de empresas que estão sendo criadas na própria região. Hoje, temos trinta empresas do Norte e do Nordeste listadas na Bolsa de Valores, ou seja, que vendem ações, que aceitam sócios. Se as ações se valorizarem, os sócios, ou seja, os compradores dessas ações, também ganham junto com a empresa. Inclusive, três dessas 30 empresas estão listadas no nível 1 e mais quatro no Novo Mercado da Bolsa, as melhores, por terem governança e transparência.

      Back to our North Region, with a thousand percent rise in the number of investors in the Stock Exchange. Second, the Northeast, with an increase of 917 percent. And why is that? Because the people of the region is gaining more, the famous new middle class is gradually enriching. Applying for shares of companies that are being created in the region itself. Today, we have thirty companies in the North and Northeast listed on the Stock Exchange, ie selling stocks, which accept members. If the stock value themselves, partners, or buyers of these shares, also get along with the company. Even three of these 30 companies are listed in level 1 and four more in the New Market of the Stock Exchange, the better for having governance and transparency.

 

          E como é que eu faço para aplicar meu dinheiro nesta tal de Bolsa de Valores? Boa pergunta. Antes da resposta, tem que saber que nem sempre dá ganho. Não é renda fixa. Nem tem mínimo garantido, que nem a poupança. em que esperar para vender na alta e comprar na baixa. Segundo, tem que passar sempre por uma corretora que é ligada a um banco. Então, é cuidado dobrado. Com as belas promessas do corretor. Se for independente, mais ainda. De qualquer forma, em caso de roubada, por má-fé, tem onde reclamar. Nos últimos quatro anos, 493 investidores lesados conseguiram pegar 2 milhões de reais de volta.

        And how can I apply for my money this such a Stock Exchange? Good question. Before the answer, you have to know that does not always win. Not fixed income. TNem with a guaranteed minimum, that neither savings. they expect to sell high and buy low. Second, always have to go through a broker that is connected to a database. So is carefully folded. With the beautiful promises broker. If independent more. Anyway, if stolen, in bad faith, has nowhere to complain. In the last four years, 493 injured investors could get 2 million dollars back.

  So, it’s OK.

Axé and Inté.

Então, tá.

Inté e Axé.


Bons tempos aqueles em que se cantava a criança feliz, feliz a brincar. Hoje, elas querem mais. Brinquedo? Depende…

E olha que o preço da boneca cobiçada, das noites de sereno, subiu, desde o Dia da Criança de 2011, 5,79%, contra uma inflação de 5,73%. Melhor então empurrar para cima da criança mais uma bicicleta, que subiu 2,25%. Ou um computador, que deixou de ser coisa de gente grande, que subiu 2,44%.

 Agora, carinho, afago, atenção, beijo, abraço, até logo, bom, aí é demais, né, gente. Dá muito trabalho para os pais. As crianças estão mais é para o consumismo. Chegam a ficar doentes. Viram umas  dominadoras. Verdade. 

 Aumenta a preocupação de educadores com o consumismo infantil que, em alguns casos, pode desencadear até mesmo doenças, como alergias, depressão, agressividade, hiperatividade, ansiedade, além de febre e irregularidades no sono.

Vamos então aos números que abalam as finanças dos pais e alimentam o ego das crianças. Até porque o Dia das Crianças é o terceiro que mais vende, com 35% do faturamento dos negociantes. 

 Pelo comércio eletrônico, o faturamento deste ano chega  aos  855 milhões de reais. Em 2011, o comércio eletrônico faturou R$ 713 milhões. Só na parte das cansativas crianças que vencem os pais pelo choro, dengo e, digamos, manobras nada éticas. Ou não?

Agora, vamos fazer um teste para saber se os pais sabem se comportar na hora de comprar um presente para o Dia das Crianças. Será que eles são gente grande, sabem colocar o presente na grade financeira doméstica ou, se for o caso, parcelar sem que isto prejudique as necessidades básicas futuras da família.

 Então me ouça, pessoa.

http://soundcloud.com/mamcasz/dia-da-crian-a-n-o-quer-mais

 


 O que o preço do arroz tem a ver com a taxa básica de juros?

Follow my reasoning. At the meeting of the Monetary Policy Committee, Copom, on Tuesday and Wednesday, financial analysts think that the basic interest rate, the Selic, may stop falling, as had been happening since August because of rising inflation. Guilt rice. And why? Foods are pressing. The accumulated since January, the price of rice rose 18.14%. Inflation 3.77%. Only in September, the increase in the price of rice was is 8.21%. Strength inflation upwards. Me “sigue” (Follow me!). 

Acompanhe meu raciocínio. Na reunião do Comitê de Política Monetária,Copom, nesta terça e quarta, analistas financeiros acham que a taxa básica de juros, a Selic, pode parar de cair, como vinha acontecendo desde agosto, por causa da subida da inflação. Culpa do arroz. E por que? Alimentos estão pressionando. No acumulado desde janeiro, o preço do arroz subiu 18,14%. A inflação, 3,77%. Só em setembro, o aumento no preço do arroz foi é de 8,21%. Força a inflação para cima. Me “sigue”.Quer dizer. Primeiro me ouça, pessoa:

http://soundcloud.com/mamcasz/pre-o-do-arroz-tem-a-ver-com-a

 

 ( Grãos de arroz trabalhados por mim em forma de caleidoscópio )

Veja bem. A inflação está um ponto acima do centro da meta traçada pelo governo e deve terminar o ano nos 5,70 por cento. Enquanto isto, o Copom vinha baixando a Taxa Selic, que está em sete e meio por cento ao ano. Tanto inflação quanto Selic continuam as mais altas do mundo. Tem analista achando, então, que na noite desta quarta-feira, no final de mais reunião do Copom, a taxa básica de juros para de cair e fica como está, tudo por causa da inflação, que não pode, de jeito nenhum, terminar dezembro acima do teto da meta, ou seja, seis e meio. E o arroz com isso?

Rice up close

Pois então. Esta subida dos preços das coisas, ou seja, da inflação, em setembro se deu justamente por causa do aumento nos preços do alimentos, tudo muito acima da média final da inflação. Aí é que entra o tal do arroz nosso de cada dia. Preste atenção. Em setembro, a inflação foi de 0,57% e o aumento do arroz foi de 8,21 por cento. Isto mesmo. No acumulado desde janeiro, inflação de 3,77 e aumento do preço de arroz de 18,14 por cento. Nos últimos doze meses, inflação de 5,28 e aumento de arroz de 21 por cento. Pior ainda. O feijão subiu 18 por cento no mesmo período. O frango, só em setembro, 4,66 por cento. Olha só o preço do prato básico na mesa do brasileiro. 

Histórico da Taxa Selic

Histórico da Taxa Selic (Photo credit: Wikipedia)

 

 E por que o arroz pode atrapalhar a queda dos juros básicos, a taxa Selic? Simples. Ele é a causa maior do aumento da inflação que, para ser controlada, o Comitê de Política Monetária costuma aumentar os juros para diminuir o consumo para ter mais produto para baratear o preço das coisas. E não tem arroz por que? Aí sim. Teve seca na Rússia e Estados Unidos, diminuiu a quantidade de arroz, o consumo subiu, o preço lá fora ficou melhor e o Brasil, só exportando o arroz que era para ficar aqui dentro. Lá fora pagam melhor. E os vizinhos do Mercosul que sempre venderam arroz para a gente? Mesma coisa. Preferem vender na Europa do que para o Brasil que, aliás, também faz o mesmo. A colheita de arroz brasileiro caiu de 13 para 11 e ainda assim o Brasil exporta dois milhões de toneladas.

 Inté, arroz com feijão.

Axé.

Próxima Página »