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Nossa Senhora de Brasília.
Que em 2014 reine, na certeza soberana,
Sobremesa farta, na mesa e na cama,
Mas sem nos chafurdar em tanta lama.

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Nossa Senhora do Brasília,

Santa dos sobressaltos,

Vos rogamos um presente bem brasileiro:

Que  ressuscitemos,  de  uma  só  vez,

Sem  ser preciso  ser santo nem  suar de medo

Nesta  incerteza de tantos segredos.

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Adicionemos  a  este  nada,  o tudo

Que, noves fora, sonhamos  conceber.

E multipliquemos o zero da fartança,

Dividido pela dúvida agora do ato,

Que espanta, de fato, a esperança.

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Que reine,  na certeza soberana,

Sobremesa farta,

na mesa e na cama,

 Sem nos chafurdar em tanta lama.

Ouça bem, Nossa Senhora de Brasília,

O brado fervoroso do vosso povo:

Que em 2014

Tenhamos a nossa vez.

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São os votos de Mamcasz, Poeta-Zen,

E de sua consorte, Cleide.

Amém.

Para ouvir a mensagem completa, ao som do Hino Nacional,

Clique

https://soundcloud.com/mamcasz/feliz-ano-novo-povo-by-mamcasz

Leia

 https://clubedeautores.com.br/book/156311–BIOGRAFIA_DE_UMA_GREVE#.UsNRdltDvl8


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A mi-chemin il y a une pierre
A mi-chemin il y a une perte
A mi-chemin il y a une pierre
A mi-chemin il ya une perte
La troisième perte –
Je remplis mon sac
Et je lance la pierre
Contre qui, qui, qui?

D’autre encore:

No meio do caminho encontro uma pedra
No meio do caminho encontro uma perda
No meio do caminho encontro uma pedra
No meio do caminho encontro uma perda
Na terceira perda
Eu encho o saco
Lanço uma pedra
Em quem, quem?

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A mi-chemin j’achoppe sur une rose
A mi-chemin j’achoppe sur la prose
A mi-chemin j’achoppe sur une rose
A mi-chemin j’achoppe sur la prose
La troisième prose –
Je garde la pierre
Conduis une perte
Adresse cette rose
Et puis je me perds dans la prose
Avec qui, qui, qui?

D’autre encore:

No meio do caminho esbarro numa rosa
No meio do caminho esbarro numa prosa
No meio do caminho esbarro numa rosa
No meio do caminho esbarro numa prosa
Na terceira prosa
Recolho as pedras
Espanto as perdas
Estendo uma rosa
Inflo o meu papo
Me perco na prosa
Com quem, quem?

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 No meio do meu caminho sempre tem uma Paris.

Amém!!!

EM

EM (Photo credit: Lukas834)


Image Buen Dia. Buenos Aires continua acá na mesma Argentina. Mas adonde, repito-me insane. Para onde levaram a minha ex Buenos Aires querida? Mais de 50 por cento vivem na pobreza. Gente dormindo em ruas outrora nobres. Recicladores de lixo às centenas. Sujeira maior. Includo a dos politicos em campanha eleitoral.

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Tem tudo que é tipo de mentira, que nem nosotros ex-macaquitos brasilenhos. Tem Liberal Libertário, Nueva Esquerda, PQP e Ca4. E hoje tem Sorteio na Loteria Federal para compra de terreno para Mi Casa Tu Casa. Mais de 300 mil inscritos. Poucos serão sortedos. Asi es la vida, mi hermano latrino.

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 Pois a prosa de hoje é em cima da amena discussão, em pleno, Facebook, entre jornalistas de pensares diferenciados mas visões sinonímicas. Tudo começa pela amiga Olga Bardawill me chamando pela educada atenção. Di-me-la:

“Não se pode fazer analise política a partir do comentário de uma velhinha no supermercado. E que, antes de seis meses, não se pode, nem se deve formar opinião, sobre nenhum pais que se esteja visitando. Principalmente se esse pais for a Argentina.”

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Minha réplica, até porque entrou a velhinha do supermercado com quem falei, aliás, não só ela, mas o catador de lixo, a porteira do prédio, o velhinho da banca de jornais, o cuidador de cachorro, enfim, o pueblo. Replico assim:

“Talvez meus olhos estejam velhos por demais e vendo o que acho que estou vendo de noite. Mendigos dormindo na Avenida Santa Fé, mijando e cagando na rua outrora nobre, 50% da população argentina vivendo na pobreza, câmbio paralelo escancarado, transportes escangalhados, bairros antes familiares hoje proibidos de por eles se andar de noite. Que mais? Muito, muito mais. Ah, trombadinhas, Bolsa Família, sem teto de montão.

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Estou guardando muito para comentar com calma na volta. E conversando com muita gente, inclusive velhinhas de supermercados. Talvez este jornalista recomendado seja da trupe oficial, não sei. Talvez a Argentina tenha se mudado para a Patagônia, sei lá. Aqui em Buenos Aires, na verdade, está uma merda só. É só entreabrir os olhos na rua.”

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Pois na boa conversa, a convite de Olga, entra o jornalista argentino Alejandro Modarelli que triplica:

“No es cierto que la situacion economica sea desastrosa. Aunque en una clase media habituada a medir el bienestar escondiendo dolares en la casa, puede que no sea el mejor momento.”

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Ah. Tem ainda o amigo Sergio  Garachagen, só jornalista dantanhos, que corrige a Olga por ter dito que eu havia conversado com a velhinha do supermercado, em Baires, quando, de fato, ele é que havia escutado, em Copacabana, o seguinte:

“Uma senhora que, ontem, no supermercado, falava em altos brados com alguém no celular, descrevendo os horrores da decadência econômica que viu na capital porteña. “

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A conversa portenha, promovida pela Olga Bardawill, estava tão boa que outro jornalista, Juan Esteban Méndez, chileno, mas morando em Baires, cutuca-me com o seguinte:

“Hay mucha gente viviendo en la calle, en Buenos Aires. Pero Argentina es mucho más que una ciudad maladministrada por el inexperto y populista Macri. Hay otras ciudades, cuyos testimonios varían completamente. Y, mientras algunos consideran a Buenos Aires comparable a Rio, otros se vienen corriendo a estudiar sin tener que pagar aranceles impagables en su país, trabajando, comiendo en restaurantes, saliendo de fin de semana, colmando los aeropuertos y llenando taxis para llegar a sus casas en el centro.”

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Está tudo muito bueno, está tudo mui legal, mas tengo que voltar às las calles. Antes, o testemunho doutro amigo jornalista dantanho, convocado pela Olga, na tentativa de diminuir meu arrazoado, não de opinião mas de fatos vistos. Trata-se de Luiz Coutinho, ex-correspondente acá e sempre apaixonado por Buenos Aires, ontem, hoje e amanhã. Di-mo ele:

“Morei em Buenos Aires durante seis meses de 2010. Na sequência, estou lá todos os anos para a temporada de inverno. Em agosto passado, pela primeira vez, senti que a decadência física da cidade avança na direção de territórios antes considerados imunes à pobreza e à presença de sem-teto, por exemplo. Ainda é possível encontrar-se resquícios da cidade que foi considerada a Paris da América do Sul (pois os ricos sempre serão ricos), mas é certo que há bolsões de sujeira e de decadência. O centro está mais feio do que no ano passado. A sensação de insegurança aumentou. Aliás, fui roubado no metrô. Levaram minha câmera fotográfica, guardada num casaco fechado com zíper. No prédio onde moro quando estou em Buenos Aires instalaram um circuito de vídeo. Eu estava lá e vi a instalação. Além disso, o síndico do prédio disse-me que neste ano, dos 32 apartamentos do prédio de 8 andares apenas um estava ocupado por turista – aquele onde eu estava. O síndico concluiu que a inflação afastou os brasileiros. Normalmente, 10 ou 12 apartamentos de temporada estão alugados quando estou lá.”

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Hey folks, the devil August is coming!!!

 

August, the month of the mad dog. 

 

Because the spear by Julio emperor.

 

 Jealous of another emperor, the Augustus.

 

In Brazil, popping, august chills any  in the Boca of the Povo.

 

Until the memory opaque, mad:

 

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Olha agosto chegando aí gente!!!

 

Agosto, mês do cachorro louco, praga lança pelo imperador Julio, enciumado doutro imperador, o Augusto.

 

No Brasil, de estalo, agosto arrepia qualquer mandante na Boca do Povo.

 

Até pela lembrança opaca, louca.

 

22 de Agosto:

 

Presidente Juscelino Jubitscheck, o nosso JK, morre num atentado na Via Dutra,

 

de carro, SP em direção ao Rio.

 

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24 de Agosto:

 

Presidente Getúlio se mata, com um tiro na cabeça, no Palácio do Catete, no Rio.

 

Deixa a carta-testamento.

 

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25 de Agosto:

 

Presidente Jânio Quadros renuncia .

 

Sete meses depois de derrotar, nas urnas, o grande JK. 

 

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Mas agosto, com certeza, pega alguém,

 

pela mão da Morte, de surpresa, sempre:

 

Dia 2  de agosto:

 

Morre Hinderburgue e Hitler assume o Poder no lugar dele.

 

Dia 6 de agosto:

 

Estados Unidos jogam boma atômica em Hiroshima, no Japão,

 

e genocidam 200 mil pessoas, civis.

 

Dia 8 de agosto:

 

Presidente dos Estados Unidos, Nixon, renuncia depois de várias cagadas.

 

Dia 16 de agosto:

 

Morre o Rei Elvis Presley.

 

Dia 16 de agosto:

 

Morre Robert Johnson, rei do Blues, após o pacto com o Diabo.

 

Dia 18 de agosto:

 

Morre Gengis Khan, mongol, por onde passava nem a grama nascia mais.

 

Dia 21 de agosto:

 

Morre Leon Trotsky, com um golpe de picareta na cabeça, no México,

 

a mando do genocida Stalin, da Rússia.

 

Trotsky reading the Militant in 1931

Trotsky reading the Militant in 1931 (Photo credit: Wikipedia)

 

Dia 31 de agosto:

 

Morre, num acidente de carro, em Paris, perseguida pela imprensa,

 

Lady Diana, no carro do amante árabe,

 

a avó do atual bebê real da Inglaterra.

 

Pergunta final:

 

Quem vai se finar neste mês de agosto de 2013, hein?

 

 

 


       I’m just coming, cool Saturday, rest for the night out, a neighborhood far from the tourist center of Prague Hlesovice, which was favela, post communism and end industries inadequate, and now shows a new face. After I say this neighborhood.

Today we went to Trift Store only happens once a year, organized by the Czech Expats, class foreigner living, studying, working or shit here. In fact, it is the annual meeting of expatriates in Prague.

   * * * * *       

      Estou acabando de chegar, sabadão legal, descanso para saída da noite, de um bairro distante, Hlesovice, que foi favela, pós comunismo e fim das indústrias inadequadas, e agora mostra uma nova cara. Depois eu falo desse bairro.

         Hoje fomos só para o Trift Store que acontece uma vez por ano, organizado pelo Expats Tcheco, da turma estrangeira que mora, estuda, trabalha ou trampa por aqui. Na verdade, é o encontro anual dos expatriados de Praga.

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        O lugar era uma antiga estação de tratamento de água, de 1884, tipo quarteirão de fábrica, totalmente recuperada. Tem um restaurante japonês chique, o SaSaZu, um mercado municipal de frutas-legumes-flores-alimentos, uma loja de informática de última geração e, hoje, o grande encontro dos estrangeiros para um Trift Store. Quem conhece sabe o bom que é. Quem tem usado leva para vender. Quem não tem, vai para comprar bem barato, mais a música, a comida, a cerveja e tal.

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          Acabamos com uma bolsa grande térmica por 50 coroas-5 reais, uma caixa linda cheia de lápis e material de pintura por 40 coroas-4 reais, um vidro alto tipo lindo de morrer na descrição de Madame e mais uns óclinhos-vidrinhos e coisinhas bem bonitinhas. 

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             Para mim, na verdade, nada, quer dizer, um cheescake com late enquanto via a banda passar. Só para abrir o apetite num restaurante ali perto, bem local, sem estrangeirismo. Mas isto fica para depois.

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              Quer dizer. A antiga favela Holisevovice já está de cara nova e se aprumando cada vez maisl Tem o quarteirão ultramoderno  que, até 2002, era uma favela abandonada depois de uma puta enchente do rio Vlatava, que praticamente circunda o bairro de Hilesovice, ao norte, isolado pelo lado oeste pelo monte de trilhos dos trens. Ou seja, um lugar só dele.

              The prose today, here in Prague, starting at Trift store’s annual Expats in Praszka trznice (Prague Market), is to show the importance of this renovation of a slum neighborhood, which was Holosivice, with the end of Communism and outdated industries installed there, going to a place to be as modern as Berlin. Mainly in the head of the Czech people, who still need to open up. In fact, still communist. Scared.

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               Tem ainda, renovado, o Dox, Instituto de Arte Contemporânea, super modernérrimo até para a própria capital da República Tcheca, com um povo que tem medo do outro, ainda não saiu do comunismo entranhado na mente e no coração e na falta de coragem de se abrir. Por isso a importância do acima  Cross Club, também em Holisovice, Praga, de música bem pesada, e no ar, dizem, não senti nada, sente-se até o cheiro vaporoso da marijuana marroquina. O maior barato

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                   A prosa de hoje, aqui de Praga, começando pelo trift store anual do Expats, no Praszká Trznice  (Mercado de Praga), é para mostrar a importância dessa renovação de um bairro favela, que foi Holosivice, com o final do Comunismo e das ultrapassadas indústrias ali instaladas, para um lugar indo para ser tão moderno quanto Berlim. Principalmente na cabeça do povo tcheco, que ainda está precisando se abrir. De fato, continua comunista. Com medo.      

                – Florzinha!

               – Que é, Madame?

            – Larga o microfone e vamos almoçar. Deixa estas pessoas abelhudas que te seguem no Facebook para lá. Antes, diz aí que eu mando um beijo. Que está tudo lindo aqui em Praga.

          – Inclusive eu?

       – Tá. Escreva logo e vamos.

       – Hoje, Madame está me achando bu….ni…..tu!!!

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De olho no fiofó do presidente

Gente.

O papo hoje, aqui de Praga, é só prá di maió. Com muito respeito, of course.

Minha primeira visita. Galeria Futura. Na esquina aqui de casa. Parece o OI Futura do Cacete. Ops. Do Catete.

São várias instalações numa casa antiga, entra-se na parte de cima e vai-se descendo até o fundo do, digamos, poço, onde tem a atração maior. A estátua criada pelo puta artista tcheco, o David Cerny. Ele tem várias. Uma mais provocativa do que a outra. Esta, no caso, é a Brownnosers, de 2003.

Prague: Futura Gallery 1

Prague: Futura Gallery 1 (Photo credit: grahamc99)

Subindo pela escada, chega-se ao olho do, digamos, ponto mais anatômico do corpo, usado para expelir vapores e excrecência. Quando se olha dentro do … (não ouso dizer a tão curta palavra de duas letras – a terceira consoante e a quinta vogal), vê-se um video do primeiro ministro dando de comer na boca do inimigo dele.
Apenas no sentido de uma compreensão mais ampla do porquê estou eu, aqui em Praga, pertinho de casa, com o meu olho enfiado no olho do, desculpe, não consigo falar, seria a mesma coisa do seguinte, traduzindo para o brasileiro: o corpo seria da presidenta do, no caso, Brasil, e lá dentro o primeiro-ministro, no caso, Lula, dando de comer, na boca, ao prezado ex-inimigo Maluf. Por aí.

Prague: Futura Gallery 2

Prague: Futura Gallery 2 (Photo credit: grahamc99)

Gente, tudo no maior respeito, tá?
 Em nome da arte e da cultura!


 Era uma vez o menino cordeiro 

Filho da ovelha bendita Maria

Adotado pelo marceneiro  José.

*

Em berço de palha é embalado

 Na manjedoura de ida vindoura

Ao ponto da falha na vida afiada.

*

Ai que saudades do leito que vai

 E do berço que vem em nome do

Filho dos mil Noéis deste mundo.

 *
Para me ouvir, clique abaixo
 

https://soundcloud.com/#mamcasz/feliz-nova-era-by-mamcasz

Feliz Nova Hera by Mamcasz]

Do então cordeiro não mais bebê

 Na toalha se vê o rapaz tão bonito

Na cabeleira a coroa de espinhos.

*

Bendito Cristo menino que berra: 

 Quero mais ouro, incenso e mirra

Extraídos dos magos reis mágicos.

*

Quero a estrela que seja só minha

 Na manjedoura em que escolherei

Meu tesouro de presente natalino.

*

Quero mesmo uma festa  tri-legal

 Porque sou  filho da ovelha Maria

Pai desconhecido etecétera e tal.

*

Quero firmado no meu testamento

 Que neste dia o mundo me deseje

Até no pensamento um Feliz Natal!

*

Para você também

 Fagulhe o incenso

 Um cheiro de vida.

*

Muito ouro e mirra

 No ano que aí vem

 Na mira de alguém. 

Amém.

*

Feliz  Nova  Era  (2013)

*

Para 2012, clique abaixo

https://mamcasz.com/2011/12/29/happy-new-2012/

Para 2011, clique abaixo

https://mamcasz.com/2010/12/15/2011/

Para 2010, clique abaixo

https://mamcasz.com/2009/12/28/happy-chistmas-proce-throughout-all-the-days-of-2010/

( Eduardo Mamcasz – Poeta Quase Zen )

Natal 04 by Mamcasz

 

There was once a boy lamb

Sheep son of Mary Blessed

Adopted by cabinetmaker Joseph.

*

In cradle of straw is packed

 On the way to come manger.

*

Oh how I miss going to bed

And the cradle that comes in the name of

Son of the thousand Noéis this world.

*

 Von dann nicht mehr Baby Lamm

Das Handtuch den Jungen gesehen, so schön

Haare auf der Dornenkrone.

Selig Christ Kind, das schreit:

*

Wollen mehr Gold, Weihrauch und Myrrhe

Von den Magiern Könige Magie extrahiert.

*

Ich möchte der Star mein eigenes sein

 In der Krippe auf diesem Pick

Meine wertvollen Weihnachtsgeschenk.

Natal 03 by Mamcasz 

 

 Je veux vraiment un parti tri-légal

 Parce que je suis le fils de Marie moutons

Père inconnu et ainsi de suite et ainsi de suite.

*

Je me suis inscrit dans mon testament

 À ce jour, je voudrais que le monde

Même en pensée un Joyeux Noël!

*

Ciebieteż

Kadzidłofagulhe

Zapachżycia Bardzozłotoimirrę.

*

Rok, którynadchodzi

Nawidokkogoś.

*

 

Natal 02 by Mamcasz

 

(mais…)


                Primeiro, a ânsia de ter o que não tinha. Agora, a ganância de ter o que não é mais do ser. O que? Classe média, baixa, pronta para ser, de novo, simplesmente pobre, mas sem a dignidade. Por que? O povo, oras, por ora   está inadimplente, a um passo do calote amplo, geral e específico.

             Portanto, a ti, Zé Ninguém, povo no processo de êxodo da classe média C- quem não se lembra do conceito de notas escolares, do A ao E- ofereço esta canção feita pela minha amiga Janis Joplin, acompanhada da minha versão free, tipo polaco-feliniana:

* * * * *

Meu Deus,  quando é que tu vais me dar  uma Mercedes Benz, hein?

Meus amigos dirigem Porsches. Preciso compensar.

Afinal, eu suei a vida toda.

Meu Deus, quando é que tu vais me dar  uma Mercedes Benz,hein?

O Fantástico está estático tentando me achar.

Meu Deus, quando é que tu vais me dar uma TV plana,hein ?

Eu espero pela entrega a cada dia, sim,  até às três … da madrugada.

Meu Deus, quando é que tu vais me dar uma TV plana,hein?

Meu Deus, quando é que tu vais me dar uma noite chique no outro lado desta minha cidade pobre? 

Conto contigo, Meu Deus,  mas não me desaponte, viste?

Dê-me uma prova, Meu Deus, que tu me amas, mesmo na cama:

Pague a próxima rodada desta cana.

Então, Meu Deus, quando é que tu vais me dar uma noitada no outro  lado chique desta minha cidade pobre?

Everybody now, amig@s do Facebook:

Meu Deus, quando vais mudar este meu look,

Sorry.

My Lord,  quando é que tu vais me dar  uma Mercedes Benz, hein?

Todos meus amigos dirigem Porsches. Preciso compensar.

Suei a vida toda.

Meu Deus, quando é que tu vais me dar  uma Mercedes Benz,hein?

P.S.

E não me venhas com Bolsa Família, tá?

It`s all not right now.

É isso aí.

Inté e Axé.

Assinado:
Pós Janis Joplin.

http://www.youtube.com/watch?v=ORGaACYbAk0&feature=fvwrel


Friedrichshain, the Communist side, and Kreuzberg, the capitalist side, both dominated by the victors in Berlin, therefore, were free of judgment at Nuremberg (Siberia, Hiroshima, etc.). Both, however, remain together before and after. But are its days numbered. The invasion of artists gives rise to the bourgeoisie. Join them migrants, Slavs, Turks, Asians, Africans and Latinos. This is Berlin.

Friedrichshain, do lado comunista, e Krfeuzberg, do lado capitalista, os dois na Berlim dominada pelos vencedores que, por isso, ficaram livres do julgamento em Nuremberg (Sibéria, Hiroshima,etc). As duas, no entanto, continuam juntas, antes e depois. Mas estão com os dias contados. A invasão dos artistas dá lugar à burguesia. Juntam-se eles aos migrantes, eslavos, turcos, asiáticos, africanos e latinos. Das  ist Berlin.

Acontece que , em função da invasão burgueza que acontece em Berlin, expulsando os hippies e alienados, primeiro do Norte Kreuzberg, depois de Prezlauemberg, agora de Friedrichsain, amanhã ninguém mais sabe onde, porque nos subúrbios os doidos serão rechaçados, não pelos alemães, mas pelos eternos imigrantes. Mas voltemos às mudanças que acontecem, hoje, no ex-bairro operário pobre comunista, nem todo mundo era proletário:

Um exemplo forte da recuperação do bairro sempre largado para escanteio em Berlim, desde os tempos dos nazistas, depois comunistas, Friedrichshain, é a recuperação que está sendo feito ao redor da Knoorpromenada, uma pequena rua que hoje completa 100 anos, tinha até um mini-portão de Brandeburgo, prédios com fachadas trabalhadas e tudo e que agora, ressurge depois de décadas de cinzas. Ei-lo o que será:


                      Domingo cá na ilha, Brasília, os bandidos confinados no clube no final do Lago Norte.

                       Na semana, começa tudo de novo, nós cá no Plano dito Piloto tendo que dividir o mesmo meio ambiente com os representantes escolhidos porcamente pelo Zé Ninguém (alô, seo Brecht)  de todos os recantos deste nosso varonil Braziu, abençoado por Deus, que bonito por natureza ( alô seo Jorge do Ben), ai, ai, ai, mas que povinho de merda…

                      Mudando de prosa, hoje é domingo, cá em Braxilha (alô, seo Nick Behrrrr), faz tempo que não entro neste blog do Word, que, aliás, participa da luta contra a PIPA na SOPA, ao contrário do Facebook, onde, aliás, (alô, seo Zuckerberg) sacaneia brabo o primeiro sócio, o brasuca xará, Eduardo, vulgo ingênuo Savarin (alô, seo Ben Mezrich, belo livro, Bilionários Acidentais), dá vontade de mandar o Facebook à merda.

                     – Mas cadê o fio da meada, shit, meo, traduz isto, Google menos.

                      Ah. Hoje é domingo, Tô cá na Ilha. Faço o café com leite, leve pão com manteiga de Minas, levo junto o Estadão, consorte já acordada, à cama, faço isto há 30 anos, mesmo em dias brigados (alô, dona Glória), no som ambiente, a rádio online de Berlin, próxima parada, final de abril, som de primeira, anote aí, mané:

 http://www.berliner-rundfunk.de/cgi-bin/WebObjects/brf.woa/cms/1053724/Live-Radio.html

– Porra, polaco, cadê a merda do fio da meada da prosa desta domingo?

– Péra aí, com acento porque se tu fosse frutinha iria eu escrevinhar pêra, certo? Desta, não, é deste, certo. Porque, se eu quisesse mangar com tua sexualidade, inquisitaria: Déste?

– Ih…

Pois volto ao fio da meada.

Acordo.

– Já sabemos, polaco.

– Mijo…

– Ih…

– Faço o café da consorte.

– Avante, polaco!

                  – Na hora que levo o café com leite, pão com manteiga, Estadão, rápido beijo, minha consorte ouve, casualmente, na Berlin Rundfunk, Elvis Presley sussurrando no ouvido dela, sacana, juro:

                – Love me tender, Love me…

                – Bem feito, polaco, continue teu domingo. E a caipirinha?

                Seguinte, minhas e meus, quer dizer, nossa!!!! Cuidada a consorte, armo na sala, sol lindo lá fora, sinto-o momentâneo, armo o que, a minha sexualidade, não, a tábua de passar roupa.

               – Ih. Polaco, não me diga que continuas na condicional.

               Não, não, gente, eu sou firme, decidido, diria até másculo. Mas é que aqui, na home, cada um cuida de si. Cada qual passa sua roupa. Cada qual cuida de uma parte da casa. Cada qual não precisa do outro para as coisas comezinhas. Só para as coisas gostosas…

            – Flor!!! Cala a boca!!! O que é que você está escrevendo aí?

           – Nada, nada, nada!!!

           Pois como estava falando, firmemente, num intervalo da passagem da roupa, gosto das calças sem vinco, difícil acertar o mesmo nas mangas das camisas, principalmente do lado esquerdo, pelo menos, neste domingo é o dia da minha consorte cuidar da comida, um bacalhau manero, e ela lá na cama, amaziada ao Estadão, larga a assinatura da Folha porque esta parece que …

             – Polaco, olha o fio da meada!

             Pois então, veja bem. Minha consorte lá na cama, abraçada ao Estadão, desligo o ar, tem destas frescuras, sim, cá na  Brasilha, abro o janelão, vejo do aeroporto baseado na aérea à Ponte dos Remédios, e resolvo dar uma trégua a mim mesmo.

            – Apoiado, polaco, aposto que foste ao primeiro boteco tomar uns chope e olhar as minas desfilando em direção aos clubes, pensando que só na Prado Junior tem disto, né, cá tem cada duas…

           – Que nada, meo. Coloco, cuidadosamente, as camisas bem passadas nos cabideiros, deixo-as arejar um cadinho e as confino no closet. Só então me liberto. Vou à cozinha.

          – Pô, polaco, hoje não é o dia da consorte?

           – Veja bem. Tem duas horas que ela tá lá na cama, abraçada ao Estadão, um cigarrinho antes e outro depois, renovo o cafezinho, fraco mas doce, mas, péra lá (tá lembrado do pêra e péra?), tadinha, tá na hora da primeira cerveja, na marca dela, gelada mas nem tanto, copo de cristal, vidro é coisa de votante pobre que toma pinga e outras coisas do Lula, coisa de pedinte…

          – Polaco!!!

          – Quié, “pora?” (gostou destas virgulinhas duplas?)

          – Cadê o fio da meada?

          – Ah, sim, vou à cozinha, pego o copo de cristal trazido de perto de Praga, coloco no freezer para dar aquele branquinho, enquanto isto, abro a compota trazida de Paris, nela escrito “Les Véritables Grillons du Périgoud”, adiciono fatias de baguete, manteiga legítima, na Berlin RadioFunk toca “You are so beautiful”, volto manero, cheio de manha, educado, sincero, gentil e amoroso, sorriso nestes meus lábios necessitados de um grande  beijo prolongado neste domingo que começa ensolarado e agora se encaminha para grossas nuvens cá na Ilha, vem cá minha filha, qué isso, sou tua mãe, cadê minha consorte, não é tudo a mesma coisa?

      – Continue, polaco, cadê o fio da meada????

      – Pora, não empate a prosa, meo.

      – Daí chego com a primeira taça de cristal da Boemia, Praga,   com a melhor cerveja da praça, geladinha, a fatia de baguete com manteiga e o véritable grillon de Périgoud, France, já de banho tomado, roupa passada, um perfuminho escamoteado por debaixo da orelha direita, justo a que daqui a um cadinho se encosta na boca ainda caliente da consorte, olha só o que eu te trouxe, flor, amor, candor, candura, ternura, e, no conjunto do ato, a travessa completa, dirijo a ela o desejo inconteste da minha boca na tua boca ( péra lá, pêra, na tua, não, na dela, quer dizer, na minha):

 –  Flor! Que é isso?

 – Que foi, polaco?

– Sai para lá, não se imiscua no minha intimidade.

– Que foi?

– Foi o que, polaco?

– Isto no teu lábio.

– O que?

– Com quem?

– Quando?

– Por que?

– Vá lá e olhe no espelho.

Vou e não volto.

Moral:

 Lá se vai a promessa de um domingão manero com minha consorte olhos de águia.

Tô com a maior brotoeja no meu lábio superior, justo no lado direito, o do perfuminho camuflado.

PURA QUE PARIU!!!!!!


Paris sempre abriu as pernas (parte dois)

 

O Samba de Orly de hoje vai para

Luiz Coutinho e Yara Selva.

Ontem, ici a Paris, eu falei dos belos
nazistas que encantaram as parisienses.

Usei o termo forte, mas real, de Paris
sempre abrindo as pernas.

Mas isto é verdade, há dois mil e tantos anos de história.

E a turma da moda, na frente …

Nunca foi queimada na fogueira que nem Joana, a Virgem.

 Ao contrário da minha musa, Marlene Dietrich.

Ela era alemã.  Encantou  as tropas.

A música Lili Marlene embalou todos os lados.

Mas quem não cantou Marylin Monroe?

Já o Wagner foi patrulhado porque  preferido do  Hitler.

E a madame Coco Chanel?

Tudo bem que a história é diferente.

 Ela se apaixonou por um belo oficial germânico.

 Segundo a minha madame Cleide,

 belo tanto com e, principalmente, sem uniforme.

Portanto,  repito aqui, porque lindo, o escrito

 pelo amigo Luiz Coutinho, no Facebook.

“Entre outras qualidades veramente admiráveis, meu amigo Eduardo Mamcasz é um iconoclasta que não tem meias palavras – ou vai ou racha. Ele está em Paris, de onde envia para seu blog não as amenidades turísticas que se poderia esperar, mas um olhar deliciosamente crítico sobre tudo e todos. Assim, sem pudor, Mamcasz informa que Paris sempre abriu as pernas para seus inimigos. Não poderia ser diferente com os nazistas. O curioso é que leio uma biografia de Madame Coco Chanel (“Dormindo com o Inimigo”, Hal Vaughan, Companhia das Letras) que informa, entre outros detalhes fascinantes, o caso dela com Hans Günther von Dincklage, espião nazista que foi enviado a Paris durante a Segunda Guerra Mundial. E mais, diz a biografia: Chanel odiava judeus e tornou-se colaboracionista de Hitler desde que resolveu comer o bonitão Dincklage (ele é o jovem no meio da foto, tirada em 1917). Tema: este momento tortuoso da vida de Madame Chanel pode ser perdoado tendo em vista a estelar profissional da moda em que se transformou? O talento vence a indignidade às vezes cometida pelas pessoas? É possível julgar alguém pelo que fez no seu passado, esquecendo-se do que deixou para o futuro? Acho que Yara Selva – que adora Chanel – poderia dar sua opinião. E Mamcasz poderia aproveitar a estadia em Paris para fotografar a Maison Chanel – pelo menos a fachada. Pode ser, Mamcasz?”

Mon ami L.A. Só teve um lero.

Estava eu na calçada oposta da loja da madame Coco Chanel.

31, Rue Cambon.

Entre o Jardin des Tulleries e a Place de Vendôme.

Passando pela Rue Saint Honoré.

Mais chique do que isso só o que me aconteceu, deveras.

Estava eu, como dito, na calçada oposta.

Eis que sai da loja uma das manequins
mais queridas de madame Chanel.

Faço o sinal típico de brasileiro encantado.

E não é que funcionou?

 Pelo menos, nesta primeira noite.

 Merci, monsieur Luiz Coutinho.

Neste samedi, na  Cité de la Mode e Design,

na beira do Sena, abaixo de Austerlitz, acontece o Salon Tmode.

Vou dar um pulo lá.

Quero voltar para casa com umas seis manequins.

Para casa em Brasília, uma Ilha, ainda?

Uma para cada dia da semana.

E a sétima?

Bom. Vou me sentir um Deus.

No sétimo dia, eu descanso.

Moral

Mil desculpas, caras  feministas.

Perco a amiga,  mas não perco a piada.


Puta que pariu!!! A Muralha do Medo é a minha Prisão.

Dona Beth Fernandes.

( A partir de um post dela no Facebook).

Escutei cá este tal de Mia Couto, por cinco vezes. Ou mais. Perdi a conta.

Aguarde um pouco, blogueiro amigo,  leia e, depois, escute.

Mas escute, mesmo,  meu.

Serão apenas sete minutos intensos.

Pois, continuando.

Me permita um arroubo.

PUTA QUE PARIU!!!

Há coisa de uns cinco anos, estava em Harare, Zimbábue, na casa de um amigo,

tinha marcado uma entrevista com Mia Couto, em Maputo.

Daí, enquanto faço umas caipirinhas de cachaça, leia-se cathatcha, em africanês,
para a tchurma da Senzala, juro, eles me curtiram, ou a caipirinha, de montão.

Daí, chegou um amigo do amigo, vindo de Moçambique, e me disse:

– Nem pensar. A estrada está cheia de assaltantes.

Era para eu ir pela estrada que entra pelo norte de Moçambique.

Logo eu que tinha saído da Cidade do Cabo, passado pela Namíbia,

atravessado por Botsuana, tudo de busão,
junto com os negros, na maior, eu, cara pálida, polaco e tal.

Pois confesso que telefonei para o Mia Couto e disse para ele:

– Estou com medo.

Daí, ainda tentei pela África do Sul, lado de Durban, no Oceano Índico,

entrar em Moçambique.

Acontece que o pós regime do apartheid, já com o Nelson Mandela,

  tinha simplesmente construído um enorme muro de arame farpado,

milhares de quilômetros de extensão,

 para impedir a entrada dos famintos (O MEDO DA FOME),
moçambicanos de entrar no imperialista império sul-africano.

Por tudo isso, estes sete minutos,  lidos do próprio punho pelo MIA COUTO,

 me arrepiaram sensivelmente.

E o pior de tudo.

Aqui na Ilha, Brasília, parte sulina, confesso:

– Por causa deste imenso medo, eu construí uma imensa muralha, ao meu redor.

Então, meu, clique abaixo e escute, mas escute mesmo;

http://www.youtube.com/watch?v=jACccaTogxE

Com a tua permissão, desabafo, franciscanamente, mais uma ve:

– PUTA QUE PARIU, EU TENHO MEDO, MEU!!!


 Dia 12 de Outubro.

Dez da Manhã.

Em todo o Brasil.

Dia da Criança.

Que está virando Gente Grande rapidinho.

Movimento Contra a Corrupção.

    http://www.movimentocontraacorrupcao.org.br/


                                                   Tem neguinho se dando bem nesta

 Marcha contra a Corrupção
e a Impunidade no Brazil.

Interessante a reação que a moçada internáutica

 provoca  nas tropas de choque,  ditas de elite,  

neste nosso tão baseado desgoverno.

Tudo pode acontecer na Parada.

Ou mesmo até isto.

Nada …

Na vera, muitas coisas já estão acontecendo antes dessa parada.

O movimento nasce no Facebook das NAS RUAS.RJ.

É seguido, na boa, por  bem intencionados.

Daí, pintam neguinhos profisisonais.

Quem lê, sabe como é  a Juventude Hitlerista.

Convenção Nacional do Dirceu.

Em Brasília, já aconteceu.

Controle dos Médios.

É mídia, imbecil

Imprensa.

Censura.

Dada a ordem para a tropa já velha de guerra.

Marcha contra a Corrupção neste dia Sete.

Usem a tática da Cortina de Fumaça.

Diversifiquem a moçada.

Otários, todos!!!

Marchemos:

Ordem unida dos contra os contra,  há corrupção:

Cumpanheirada mensaleira e baseada, atenção!

001 – Levantem perguntas na internet tipo assim:

– No lugar do preto não é melhor o amarelo?

– No lugar das duas da tarde, calor, o que?

– Nas Ruas é o nome, ou não tá na cara?

– O trânsito fecha por causa da parada.

– A vassoura é a marca da marcha?

 

Tem mais ordem unida, sem-teta nem-lero:

002 – Mandem os jornalistas comprados plantar notas.

003 – Comprem os pauteiros para agendar nossa turma.

004 – Reservem espaço para fotos das marchas amigas.

005 – Destaquem neles as nossas merdas, tipo:

– Vaias Na Parada Militar do Dia da Pátria que nos pariu;

– Queima de bandeiras do PT (por nós, do PT);

– Vale até  estraçalhar Bandeira do Brasil;

Neste caso, ganha viagem a Varadero.

Desde que deixe digital zero, tá?

Que mais? Ah… Segundo o Estadão

 http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,internautas-marcam-protestos-anticorrupcao-para-feriado,768359,0.htm

tem uns dez grupos Nas Ruas neste Sete de Setembro

 Nem todos de Preto-Negro-Nego, tipo:

– Manifesto contra a Corrupção no Brazil.

– Brazil de Luto.

– Caras Pintadas contra a Corrupção.

– Marcha contra a Corrupção.

– Protesto contra a Corrupção no Brazil.

Moral do Lero:

Todo mundo de preto, neste dia sete, Nas Ruas.

Grite contra a Corrupção e a Impunidade.

Mais nada, quer dizer, isto é Tudo:

Quer dizer:

Nas Ruas, mesmo que seja na esquina, de preto.

1 – TODOS SOMOS CONTRA OS LADRÕES.

2  – NINGUÉM É CONTRA O TIME, A RELIGIÃO, O PARTIDO.

3 – POR ISSO,  NESTA MARCHA, DIA SETE, TEM:

MARGARIDA, SEM-TETO, SEM-TERRA

SEM EIRA NEM LEIRA

MAS COM VERGONHA

3 – SÓ BOTE A MÃO NO MEU BOLSO PARA ME BOLINAR.

E ASSIM MESMO SÓ ME APROUVER, TÁ?

 


Está acontecendo um grande movimento no Facebook no Brasil.

Tem gente fechando os olhos para não  parecer com a Primavera Árabe.

É o Egito, Tunísia, Líbia, Síria e Israel no Caminho das Indias.

Falo do Movimento NAS RUAS.

Dia 7 de setembro.

 Dia da Independência (de quem?), às duas da tarde.

Está ficando mais acirrado ainda com esta foto.

Deputada Jaqueline Abduzida.

Filha de Joaquim Roriz, Arruda e Luís Estevao.

 Alguns títulos postados na replicagem no Facebook:

Alessandro Oliveira:

E aí, alguém confortável?

Teresa Barbosa:

 Uma imagem vale mais.

Amanda Kesia:

Quero só ver se o povo do meu Brasil  vai organizar caravana.

Convocação Geral. 14 horas do dia 7-9-11.

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade.

Estão convocados os cervejeiros, craqueiros, beatas,
vadias, margaridas, sem teto, sem rumo, sem prumo e sem
 vergonha.

Ufa, cansei de marchar.

Então, vale o protesto do sofá, não pode ter dono, nem alvo.

No Brasil todo, dia 7, dito da Pátria que nos pariu.

Nas  14 horas, donde estiver, diga um palavrão:

1. 2. 3. 4.  Cinco mil!

 Queremos que esta turma vá para a

 puta que pariu!

Pronto, depois de velho, volto a cantar.

“Que país é este que junta milhões numa marcha gay,

outros milhões numa marcha evangélica,

 muitas centenas numa marcha a favor da maconha,

mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

********

Projetar Brasília para os políticos que vocês colocam lá é como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico.

Brasília nunca deveria tersido projetada

em forma de avião e sim de camburão.” 

 ( Oscar Niemeyer, 103 anos de idade.)