Está acontecendo um grande movimento no Facebook no Brasil.

Tem gente fechando os olhos para não  parecer com a Primavera Árabe.

É o Egito, Tunísia, Líbia, Síria e Israel no Caminho das Indias.

Falo do Movimento NAS RUAS.

Dia 7 de setembro.

 Dia da Independência (de quem?), às duas da tarde.

Está ficando mais acirrado ainda com esta foto.

Deputada Jaqueline Abduzida.

Filha de Joaquim Roriz, Arruda e Luís Estevao.

 Alguns títulos postados na replicagem no Facebook:

Alessandro Oliveira:

E aí, alguém confortável?

Teresa Barbosa:

 Uma imagem vale mais.

Amanda Kesia:

Quero só ver se o povo do meu Brasil  vai organizar caravana.

Convocação Geral. 14 horas do dia 7-9-11.

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade.

Estão convocados os cervejeiros, craqueiros, beatas,
vadias, margaridas, sem teto, sem rumo, sem prumo e sem
 vergonha.

Ufa, cansei de marchar.

Então, vale o protesto do sofá, não pode ter dono, nem alvo.

No Brasil todo, dia 7, dito da Pátria que nos pariu.

Nas  14 horas, donde estiver, diga um palavrão:

1. 2. 3. 4.  Cinco mil!

 Queremos que esta turma vá para a

 puta que pariu!

Pronto, depois de velho, volto a cantar.

“Que país é este que junta milhões numa marcha gay,

outros milhões numa marcha evangélica,

 muitas centenas numa marcha a favor da maconha,

mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

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Projetar Brasília para os políticos que vocês colocam lá é como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico.

Brasília nunca deveria tersido projetada

em forma de avião e sim de camburão.” 

 ( Oscar Niemeyer, 103 anos de idade.)


Vadias e maconha no forró de Brasília City

Marcha das Vadias.

De mãos dadas com a Marcha da Maconha.

Visto assim, só pode dar a maior gozação.

A mensagem sai desfocada.

Maconha e vadia, um prato cheio.

Igual à velhaMarcha dos Veados.

Vira do Orgulho Gay. Aí, sim.

Hoje, mostra até  gay mulher.

De volta às Vadias de Brasília.

Acusam, de modo torto, seguinte:

Desde janeiro, na Grande Brasília,

DUZENTOS E OITENTA E TRÊS ESTUPROS.

Mais trocadilhos.

Ainda em cima das vadias.

Meu ouvido vira penico, moro ao lado da Escola.

Asa Sul de Brasília.

É creche classe média, depositário diurno de crianças.

Faz-se, então, a festa junina.

Forró no volume distorcido.

Caixas de som rachadas ( desculpe-me, cara vadia).

Nada contra a canarinho fazer forró junino.

Mas pega mal  pré-escola infantil apologizar

ENTRE   TAPAS   E   BEIJOS.

Ao coro de alegres mães funcionárias, algumas, vadias.

Ou pais assessores maconheiros.

Todos marchando unidos, neste sábado.

Em protesto, tasco no meu som, altíssimo volume:

– Meus heróis morreram de overdose!

– Raspas e restos é o que me interessam!

Brazil, mostra tua cara!

Cazuza

Image via Wikipedia

Para arrematar o forró brega da pré-escola infantil,

lasco + Cazuza:

– Só não é feliz quem não comeu a sua mãe!!!

De quem? A minha ou a sua?

A resposta vem rápida no conjunto ao vivo da pré-escola:

-Eu quero ovo de codorna pra te comer!

Aceito a derrota.

 Telefono pruma amiga vadia.

E vou com ela “dormir” noutro lado da cidade. 

Uma pena que seja crime fazer apologia.

De que mesmo?

Boquete infantil a um real?

Dezoito milhões de miseráveis na merda?

Portanto,

Pense!

Ainda não está proibido.