julho 2010



A frase do título arriba é do doido Dalton, o Trevisan, no novo livro dele, Desgracida.

Eu agora acrescento, pós quinto trago (se quiser, levo no sexto):

– Curitiba, aceitas mais um louco por ti?

De teu polaco exilado.

Mamcasz.

Tanto que, abaixo seleciono algumas photos em Curitiba:

E a porra do Trevisan “um pobre Sansão tosquiado”, ainda insiste em se masturbar pensando nas falecidas polacas.

Dá um tempo, mano.

As cores de Curitiba agora são outras.

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Brazil is the most beautiful and disgusting on the planet

I’m here and listen to Nick Cave (?) In particular Brazil’s Radio, a good reason to enjoy it, like the documentary-audio released yesterday by it about  the very huge queue at the heart of the Brazilian capital,people looking for a lot  (peace of land)of grace which set the shack (sweet home).

Tô aqui ouvindo  Nick Cave (?) no especial da Rádio Brazil, um bom motivo para curti-la, a exemplo do documentário em áudio liberado ontem por ela na enorme fila, no centro da capital brasileira, das pessoas à procura de um lote de graça onde armar o barraco.

Nick Cave has lived in Sao Paulo for three years, had a child with Brazilian and other creation, the CD The Good Son, where the band sings in portuguese On the Cross was – Foi na Cruz  (my sins punished without Jesus …) and is on bob even a Bob Dylan or Leonard Cohen (?).

O Nick Cave  já morou em São Paulo por três anos, teve filho com brasileira, e outro de criação, o CD The Good  Son, onde canta em português a faixa  Foi na Cruz (meus pecados castigados sem Jesus…) e está no mesmo prumo dum Bob Dylan ou Leonard Cohen (?).

Well below the photo, taken on Saturday, right here on the Esplanade of the Mysteries (government base), read what Nick Cave wrote about our Braziuuuuuuuuuuuuuu:

Pois abaixo da foto, tirada neste sábado mesmo, aqui na Esplanada dos Mistérios, leia o que o Nick Cave escreveu sobre o nosso Braziuuuuuuuuuuuuuu:

“Brazil is the most amazing, beautiful, disgusting, lazy, dirty and exotic on the planet. It’s a country away from everything and things do not work as they should. It is impossible to lead a professional life in Brazil, ok?

“O Brasil é o país mais incrível, belo, nojento, malandro, sujo e exótico do planeta. É um país longe de tudo e as coisas não funcionam como deveriam”.


  

 

Hoje, a Rádio Brasil promove aos funcionários uma palestra vinda da garoa paulista unicampiana tramando de:

 Práticas  produtivas para o bem-estar corporativo e individual.

 Na prática, na prática mesmo, está sendo a comemoração, efetivada hoje, último dia do holerite (?) de julho, pela saída de uma colega muito da calada:   

1 – É a subalterna desvalorizada que passa, brilhante, no concurso público para a Rádio Senado.

 Vida longa para ela.



               Finalmente consegui bater a chapa (?) na hora certa porque o visual vai mudando, dia e noite,  garante o reclame (?).

          Para ficar nos trinques da Lei Eleitoral, coloco os três juntos, embora fique a pergunta:

  •  E os outros oito candidatos a presidente, nada?

      E antes do clique exato, esclareço juridicamente que não estou gozando coisa nenhuma do processo democrático-eleitoral em andamento.

        Afinal, preclara eminência, apenas retransmito o que tem saído, todo nem santo dia e noite, na TV oficial. No more do que isto, tá?

         Agora, vamos pros santinhos:

 

http://www.tvbrasil.org.br/novidades/?p=1473


Assim como quem não quer nada, imprevista, chegou hoje, perto das dez, aqui na Rádio Brazil a urna de votação da Fenaj-Federação Nacional dos Jornalistas, que não tem nada a ver com os Sindicatos dos Jornalistas, nem com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Comunicação, nem com a ABI-Associação Brasileira de Imprensa.

 

Ao meio dia, a urna ainda estava lá, totalmente virgem, apesar das duas chapas, e olha que estou esperando a chegada de uma colega candidata mas ela faz tempo que não aparece, mesmo sendo chefe, para retirar algumas dúvidas mas tenho a impressão que a imunidade lhe fará bem.

Outra eleição que se aproxima é na  vitalícia turma do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, atualmente sem sede própria porque a mesma foi vendida para uma construtora da capital, e parece que terá apenas uma chapa, por excesso de zelo no aceite das fichas opositoras, a exemplo do que já havia acontecido doutras vezes.

Quanto à Fenaj, dependendo do resultado dessa eleição, e da chapa eleita, sai ou não o Conselho Nacional de Comunicação que poderá controlar a vida do cidadão jornalista e acabar com o Conselho de Ética ou com ela mesmo, de vez.

Diploma para jornalista é outra coisa pouco debatida.

Enquanto isto, neste domingo, na Esplanada dos Mistérios, perto da Praça dos Podres Poderes, os índios começam a voltar para o mesmo acampamento. Até o cartaz escrito em inglês, para a ONU, está de volta. Passei por lá com um amigo gringo que é brazilianist e estava em Brasília no encontro internacional, totalmente esquecido pela press tupiniquim. Foi very dificult mesmo explicar para ele o que os índios estavam fazendo fora do Congresso Nacional e não dentro.

Falando em Índio…acabo de ler a declaração da candidata seringueira dizendo que índio não deve jogar conversa fora porque, depreendi, existe um pacto entre os três beneficiados pela máquina oficial no sentido de ninguém mijar fora do penico.


Na entrequadra 212/213 Sul de Brasília existia um bosque com gramado, árvores, crianças e cachorros.

 Só restam esses  últimos.

Agora acompanhados de uma novidade ecológica: muito cascalho-brita-pedregulhos no caminho.

Não são fáceis os caminhos do Senhor.

Foram plantados, e aí que dói,  por uma comunidade cristã-evangélica nos fundos do prédio que se diz Catedral da Fé.

Na mobilização do moradores locais contra os infiéis invasores, a constatação, há tempos não-remotos:

O secretário do Meio Ambiente era um dos pastores-chefes da dita Igreja Evangélica.

Sou mais os tempos da Idade Média em que esses ditos fiéis  queimavam as árvores mas para fazer fogueiras donde calcinar pessoa infiel que, por exemplo,  fosse a favor do aborto, desculpe, a favor da vida.

  

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