abril 2012



May Day here in Berlin. I’m in this, man. Feast for 25 years. In Kreuzberg. Subdivision of the Turks, and other rogues among them are Brazilians. Party that? From when the first Bloody May 1. Since then, it is always the same. In the middle, the Polizei. They say she says she also has to have fun. On the south side, the turcaiada, say, migrants. On the north side, coming from Pankow, skinheads, Nazis. And even if the stick breaks. It comes as a Night of Crystal, but …

Primeiro de Maio cá em Berlim. Tô nessa, meu. Festa de 25 anos. Em Kreuzberg. Bairro dos Turcos, e outros ladinos, entre eles, os brasileiros. Festa de que? De quando houve o primeiro primeiro de maio sangrento.   De lá para cá, é sempre o mesmo. No meio, a Polizei. Dizem que ela diz que também tem que se divertir. Do lado sul, a turcaiada, digo, os migrantes. Do lado norte, vindo de Pankow, os skinhead, os nazistas. E o pau quebra mesmo. Não chega a uma Noite do Cristal, mas…

May Day hier in Berlin. Ich bin in diesem Menschen. Fest für 25 Jahre. In Kreuzberg. Unterteilung der Türken und andere Schurken unter ihnen sind Brasilianer. Partei, dass? Ab wann der erste blutige 1. Mai. Seitdem ist es immer das gleiche. In der Mitte, die Polizei. Man sagt, sie sagt, sie hat auch Spaß zu haben. Auf der Südseite, die turcaiada, sagen wir, Migrantinnen und Migranten. Auf der Nordseite, aus Pankow, Skinheads, Nazis. Und selbst wenn der Stick bricht. Es kommt als Night of Crystal, aber …

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Ah… ainda tem um puta show de música eletro. De adianto, está aí o aviso geral, dado pela polícia. Nada de garrafa quebrada, tá gente? Té parece que adianta. Tô lá e depois eu conto cá, tá? Só inda tô na dúvida se fica no lado dos skins ou dos turcos. Em cima do muro, em Berlin, never. Tchuss…

http://www.youtube.com/watch?v=lXWefm6ygwY&feature=player_embedded#!

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Heil, tupiniquim people. Berlin, Domingão 30 degrees, sun six o’clock to ten o’clock. First day in earnest after months of angry winter, rain, cloudy days, and people. Hence, the festival has ever seen, right?

***

Heil, people tupiniquim. Berlin, domingão 30 graus, sol das seis da manhã às dez da noite. Primeiro dia para valer depois de meses de inverno brabo, chuva, dias e pessoas nubladas. Daí, já viu a festa, né?

***

Heil, Tupiniquim Menschen. Berlin, Domingão 30 Grad, Sonne von 06.00 bis 10.00. Erster Tag im Ernst nach Monaten der böse Winter, regen, bewölkten Tagen, und die Menschen. Daher hat sich das Festival je gesehen, nicht wahr?

Outro grande costume em Berlim, aos domingos, além do brunch, café das 10 às 15 horas, come-se o quanto puder, por dez euros, é passear pela porçào de mercados de ruas, flee market, flormarkt, mercado de pulgas, de antiguidades, de coisas passadas e presentes, de um a 50 euros, pode ser um vaso bonito, um sapato, um relógio londrino antigo ou mesmo um colete moderno baratinho. São muitos os locais dominicais perenes.

 

https://www.facebook.com/#!/photo.phpfbid=265680423528259&set=a.110180592411577.17404.100002589112491&type=1


Estou em cá na KW, Instituto de Artes de Berlin, na abertura da Bienale, no meio dos malucos que promovem a Occupy Berlin Berlinalle e me aparece a placa alertando que o canto se trata do Bar da Democracia Líquida.

 Como bom polaco sou atraído no ato por esta tal de democracia, ainda mais no estado líquido. Acompanhe meu relato inda que parco:

– Hallo, Guten Tag, que tal?

– Olá, me responde Pablito, cuia de chimarrão na mão, erva mate de primeira, boa prosa, me oferece uma rodada, bá que lógico que aceito, sou paranaense, terra natal do herval, sítio do meu avô, num país já chamado de Contestado.

– Bah, que mentira, meu. Jo soy de la frontera  de Chile, me chame de gáucho, tome meu mate que te ofereço de coração, mas não desfaça a origem.

Levei o lero dos guaranis e os jesuítas, na foz do Iguaçu, e mais uns tantos porque pintou um cigarrinnho enrolado e lá pelas tantas, Pablito, cá em Berlim, aceita:

– Bah. Tu me garante então que o mate do chimarrão nasció en la província de Paraná, Brasil?

– Província é o Rio Grande do Sul!!!

Pois acompanhe então o que gáucho, tant este gáucho faz nesta Berlin Bienalle, no Bar of Liquid Democracy. Brizola se soubesse da ligação entre o chimarrão e a Cadeia pela Liberdade, daria estrondos.

O mate tem até um nome em inglês globalizado. Escuta um trecho do folheto:

“MetaMate is harvested by hand in the south-Brazilian primeval forests and …. bah, bah,bah.”

No original do panfleto oficial desta 7 Berlin Bienalle:

“MetaMate wird in den südbrasilianischen Urwäldern von Hand gepflückt und handwerlich weiterverarbeitet”.

Ou seja:

O mate nasce e cresce no sul do Brasil onde é colhido na mão em florestas primitivas…

Foi daí que convenço o Pablito que no Rio Grande do Sul só tem deserto, portanto, não tem herval e muito menos mate nativo para chimarrão, o que acontece somente na parte leste do Paraná.

 Outro trecho porque este mate está me deixando maluco:

“MetaMate tries to implement the principles of transparency & participation on all levels.”

Moral do Lero:

Ficamos amigos na hora. Afinal, este é o princípio  da roda do chimarrão. Até porque tinha uma potranca nórdica fotografando a gente e o Pablito, bom ainfitrião,  me adianta a honra:

– Vai que é tua, Mamcasz!!!

Ah. Eles têm um site:

http://www.metamate.cc


Berlin, das westliche, kapitalistische, besetzt von den Vereinigten Staaten, Großbritannien und Frankreich, sagte die Gewinner des NATO-Paktes, hatte schon immer das Stück cracolândia in Nord-Kreuzberg, weil der Nachbarschaft befindet sich südlich der türkischen Einwanderer.
Haben Sie die andere Seite, die Kommunisten, die von der Sowjetunion, der Warschauer Pakt dominierten, war alles nur Traurigkeit, denn auf drei zu machen, um bei einem Fußballspiel anfeuern musste von vier auf daKGB Bürokraten, Stasi, PT und wie sein .
Als die Mauer fiel, war die einzige fuzarca, bash, Typ generell freigegeben, und das erste, was ripongas Kapitalisten hat, war der Strand überfallen die andere Seite der Spree, das Gebäude auseinander fallen, wirklich, nichts wert, aufgegeben.

Berlim, do lado ocidental, capitalista, ocupado por Estados Unidos, Inglaterra e França, os ditos vencedores, do Pacto da Otan, sempre teve o pedaço cracolândia, no norte do Kreuzberg, porque o sul do bairro é dos imigrantes turcos.

Já do lado de lá, dos comunistas, dominados pela União Soviética, no Pacto de Varsóvia, era tudo uma tristeza só, porque para juntar três para torcer num jogo de futebol tinha que ficar de quatro para os burocratas daKGB, Stasi, PT e tal.

Quando o muro caiu, foi a fuzarca só, festança, tipo liberou geral, e a primeira coisa que os ripongas capitalistas fizeram foi invadir a praia do lado de lá do Spree, nos prédio caindo aos pedaços, de verdade, não valendo nada, abandonados.

Prezlauerberg então virou a extensão da cracolândia, com a onda de pixação em tudo que é canto, ocupando os prédios inteiros, até que os capitalistas chegaram de verdade, compraram os prédios a preço de banana, recuperaram, e mandaram os riporongas pastar.

Daí, eles foram para donde? Pouco mais longe, logo depois da famosa ponte da troca dos espiões, entre Kreuzberg, capitalista e Friedrichshain, a comunista, que, por sinal, já começa a receber os primeiros toques de tinta e de retirada étnica para cada vez lugar nenhum.

Então, vamos para um rápido relato deste verdadeira carnificina moral contra os pobres riporongas de Berlim, a cidade sexy, sempre multitudo. Até agora. Nem o papa dos muralistas está escapando. Murais que deveriam estar tompados pelo Patrimônio Mundial da Unesco.

Estou falando das obras do artista italiano Blu que, junto com o francês JR, fez estas duas obras de arte de rua, resistindo, não se sabe até quando, nas esquinas das ruas Curry e Schlesische, pedaço mais barra pesada até o final do ano passado. Vamos à obra máxima:

Polícia e toneladas de tinta são as estratégias usadas pelas autoridades ex-nazistas  contra os riporongas que, com certeza, se na época vivessem, teriam que usar a estrela rosa, que nem os gays, ou a estrela de Davi, que nem os judeus, ou a estrela amarela, que nem os ciganos. Agora, no novo estilo permitido pela Berlim ultramoderna, mais capitalistas ainda, é tipo isto:

Portanto, nestas vindas a Berlim, desde os tempos do muro, tendo-a visitado dos dois lados, como bom brasileiro, só que não fiquei em cima do muro, pois sou polaco, mas na próxima vez que vier por aqui com certeza não verei mais este tipo de arte.

E Prezlauerberg? Virou turística, classe média que deixou de ser hippie para fazer filhos sadios para a nova Alemanha.E esta tal de nova hippie Friedrichshain? Bom. É melhor os riporongas botarem a viola na kombi e partirem para novas invasões. Estão precisando de uma assessoria do MST-PT. Aliás, Dilma Roussef e Angela Merkel são duas comunistonas. Quer dizer, dizem que eram. Pelo sim, pelo não, nada de Paz e Amor, tá, bicho? Nada mais de arte para o proletariado.

Aliás, este cartaz aí em cima tem um lero final aqui no blog que é o seguinte. Estava eu com um deles, amarelão, lendo tranquilamente, na barra pesada da cracolândia do Schlesisches, quando me chega um cara com cara de polícia secreta estalinista e me pergunta em alemão e eu rápido: niquiti espráiti dóiti e ele: polaco, e tá lendo por que? mas se adiantou em inglês, pior do que o meu, deve ser polícia petista, e explicou que o cartaz era proibido, chamado para uma manifestação  proibida , contra esta onda de acabar com os riporogans, e eu, em brasileiro: pois mande eles pro forno a gás que vocês sabem usar muito bem contra ciganos, judeus, homossexuais e, inclusive, polacos. Hein? pronuncia-se Háin? E eu: nada, nada, nada, Heil, mano, Inté e Axé. E fui saindo de perto do trem. Vai que me manda de volta para a Polônia, via Auscheviltz, né? A merda é que ele ficou com o cartaz. CENSURA!!!


People.
Ich bin in Berlin. Zum tausendsten Mal. Ab dem Zeitpunkt war ich ein Architekt des arabischen Reiches, die Kultur auf der Arabischen Halbinsel gebracht und damit dann die Barbaren, die Westgoten, Germanen und Slawen, sie, wie Polnisch, Karma für die Aufnahme in den Hof gehängt Hispanic bezahlt , das bis heute anhält, aber weiterhin das Gespräch hier in Berlin, Ende April 2012 bis Anfang Juni, und Leonard Cohen, der im September kommt, oh mein Gott, auch wenn jetzt im April, prüft die grandésimo Rufus Wainwright.

Estou em Berlim. Pela milésima vez. Desde na vez em que eu era um arquiteto do império árabe que trouxe cultura à península arábica e, por conseguinte, aos bárbaros de então, os visigodos, teutônicos e eslavos, estes, tipo polacos, carma que pago por ter sido enforcado na corte hispânica, isto mesmo, continuam até hoje, mas continuemos o papo cá em Berlim, final de abril, 2012, até começo de junho, e o Leonard Cohen que está vindo em setembro, ai, meu Deus, ainda bem que agora em abril, reverei o grandésimo Rufus Wainwright.

Pois hoje revi Kreuzberg, amanhã domingo, irei a Friedricstain, Preslauen Berg já era, calma, tudo isto é conversa da contracultura que é o forte de Berlin, acabou o muro, o pessoal riporanga USA do Kreuz invadiu Prez, foi expulso para Fried, e, agora, vai ser expulso ninguém sabe mais para onde. É a turma riporonga mesmo que, como diz o prefeito gayzézimo de Berlim, nós, quer dizer, eles, somos pobres, mas somos chiques, somos gays, mas somos machos, somos germânicos mas não somos nazistas, tanto que o número de judeus está cada vez maior, é só dar um pulo no Mitte.

Pois então. Voltei ao Kreuz. Metrô de superfície, nas alturas. Maior mafuá, nos Seischeles, na divisa da antiga Oeste, capitalista e Oeste, comunista, coisas do passado. Dois anos passados, estive aqui, era pedaço estranho, mafuá mesmo, nada perigoso que nem o entorno de Brasílias, mas, enfim, muito do estranho, e hoje, revejo tudo, muito estranho, depois anos passados, tudo muito limpo, derrubado, algumas coisas, tipo do mano BLU, siga abaixo, cadê os malucos belezas…

Ainda tem o lado antigo comunista, Friedrichshain, a gente ainda sente, senti hoje mesmo, no cheiro de urina, no meio da mesma ponte onde eram trocados os espiões da KGB pelos da CIA e vice-versa, ou seja, tudo a mesma merda, mas, afinal, qual a diferença para a hoje sentida, no meu nariz, mesmo MIJO, hein meu Fritz?

Siga as fotos que estou sem tempo porque estou sainda para a noitada na parte mais baixaria de Berlim que, felizmente, ainda continua sendo a melhor. Mesmo. Tchuss.


Gente. Compartilhe urgente isso.

 Estou comemorando meus 30 anos de casamento com minha Flor do Agreste e a AIR FRANCE me apronta essa. Coloca a gente viajando separado. Depois de tudo acertado, desde janeiro. Sacanagem. Salvem a viagem do polaco. 

People. Share this urgently.
I’m celebrating my 30 years of marriage with my flower. And  AIR FRANCE puts we couple traveling separately. After all settled since January. Slutty. Save our lovely trip.  

Personne. Partager cette urgence.
Je célèbre mes 30 ans de mariage avec ma fleur e l’Air France   met nous amoureuses personnes en voyagent séparément. Après tout réglé depuis Janvier. Salope. Sauve notre voyage. Ah. Merci, tá ?

Personne.
Je meurs d’envie de prendre une pause ce pays qui est le nôtre Brèsil Tupiniquim. Latino comme l’Air France de le sicilienne Sarkozy. Je utilise  l’Air France depuis dans des siècles. J’ai fait jusqu’à la fin de la Concorde, Sénégal-Rio. La plus belle andouilette de le ciel.

Je utilise l’Air France quand elle, madame,  a eu une menace de bombe,  Septembre 11, New York.
Je utilise  l’Air France quand elle a eu une grève générale. Beaucoup de fois, bien sur, né mané ?

Dans l’autre occasion, l’attention, dans um petit  peu de temps après cette goutte d’étrange, il y a   de  l’avion d’Air France, plein de brésiliens, de le ciel au fond de l’ocean Atlantique, question non résolue jusque  aujourd’hui.

Eh bien, maintenant, enfin, 2012, May, dans ma voyage de 30 ans de mariage, l’ Air France prêt à moi-même pour une entreprise, par exemple, de Tiers-Monde.

J’ai acheté tous sur l’Internet, comme le font plus de dix ans. J’ai paié religieusement. Dans les jours. Sièges acceptée. Les demandes spéciales, non pas créé, mais a offert.

Et maintenant, la déception à peu près certain d’un voyage qui est sur le point de commencer: Brasilia-Sao PauloParis-Berlin.
Laissons les faits, messieurs du jury.

Un moment, si vous plait parce quoi je vaudrai parlez un peu de bresilien, tá bem ?

Gente.

Tô doido para dar um tempo deste país nosso Brasil tupiniquim. Latino que nem a Air France do siciliano Sarkozy.

 Uso a Air France faz um tempão. Já fiz até o falecido Concorde, Senegal-Rio. Usei quando teve ameaça de bomba, pós 11 Setembro, New York.

 Usei quando teve greve quase que geral.

 Usei, preste atenção, logo depois daquela queda estranha, no fundo do oceano, do avião da Air France, Rio-Paris, cheio de brasileiros, assunto não resolvido até hoje.

Usei desde os tempos da falecida Varig quando a Air France também usava talheres de verdade.

 Pois agora, finalmente, na viagem de 30 anos de casamento, bodas de que mesmo, a Air France me apronta uma de empresa,digamos, Terceiro Mundo.

Comprei tudo pela Internet, como faço há mais de dez anos. Pago religiosamente. Em dia. Assentos aceitos. Pedidos especiais, não feitos, mas oferecidos. E agora, a quase certa decepção de uma viagem que está para começar: Brasília-São Paulo-Paris-Berlim.

Vamos aos fatos, senhores jurados.

1 – Comment a été réglé tout:
1 – Como estava tudo acertado:

2 – Agora, como chegou no email final confirmando a viagem:

2 – Au maintenant, comment le dernier courriel de confirmation de votre voyage:

3- Au maintenant sur Facebook, la réponse. Je veux dire, mon premier stage.

3 -Agora, no Facebook, a resposta. Quer dizer, primeiro a minha colocação .

04 – Au maintenant, oui, ufa, l’équipe d’intervention d’Air France sur Facebook.        

04 – Agora, sim, merde, com direito a muxoxo, bem francês, a resposta do time Air France do Facebook.

Moral.

Est-ce que la confusion sur le plan de masse sur le terrain, toujours avec lui, je veux dire, ma femme et moi là-haut, de 11 heures de voyage, seul le tronçon SP-Paris?
Priez pour nous. Et aussi par Air France

Será que esta confusão em terra, avião no solo, continua com ele, quer dizer, eu e minha mulher, lá em cima, 11 horas de viagem, só no trecho SP-Paris?

Orai por nós. E também pela Air France.

Amem.

A bem da verdade e pela justiça do fato acabo de conseguir, nesta manhã de terça, 17-04-12, pelo fone final 9955, da Air France, voltar ao assento original. Já a volta, que estava OK, mudou um e ficou o outro, que passou a ser restrito. Nem o atendende resolve. Mas primeiro vamos embarcar. Aliás, o atendente LEONARDO foi muito competente no atendimento. Au revoir, então.

 

People. I don`t speak north-american. Only south. And so…

Now it is a early morning of Friday,  13. I’m just fine. The moon, ass down, flirting with me. I swear. A cat barking downstairs. Who? I know not. And if it were a dog loose in the morning? His problem. I’m stuck here in the basket, ops, on the sixth floor of the Fantasy Island. Translation. On brazilian language, cesto is basket, and sexto, is sixth. Let`s go ahead, gringo.

 I`m so  good. I swear. And the photo below, other than at the bottom and also below, I’m not down more, I is a square in Alabama, USA, where just a nigger much more important than the current Ozama went to Washington with a bunch of people suddenly saying do not walk over the bus, we walk, the bourgeoisie stinks, capitalism explodes, occupies Wal Street, okay with me this one in the morning of Friday the 13th, loser?

 After the mad I am. Polish madman is superfluous, even mano.Mas what I was looking at, ah, butt moon, not talking, here, oh, I do not sacanea, I’m in control, oh, the moon, naked, in half-devoid pseudo I know not, since then, a good Friday the 13th, ah, tamém’m reading, the moon, of course, this piece of poem Alen Ginsberg, HOWL, to beat fellow, Kerouac, listen, camel, Bukowsky, the title Malest cornifici tuo Catullo, at this Google`s translation, I don`t undestand, meu, ok, mané?

“It’s hard to eat shit, without visions, when they look at me, to me is paradise”.

Gente.

Uma da manhã desta sexta-feira, dia 13. Eu estou numa boa. A lua, com a bunda para baixo, me paquerando. Juro. Um gato late lá em baixo. De quem? Sei não.  E se fora um cão solto na madrugada? Problema dele. Eu estou preso aqui no cesto, ops, no sexto andar da Ilha da Fantasia. Numa boa. Juro. E a foto mais acima, diferente de em baixo, e também de embaixo, não me abaixo mais, é eu numa pracinha em Alabama,USA, justo donde um neguinho muito mais importante que o atual Ozama partiu para Washington com uma porrada de repente cidadãos dizendo não andamos mais de ônibus, vamos a pé, a burguesia fede, o capitalismo explode, ocupe Wal Street, tá me acompanhando nesta uma hora da madrugada desta sexta-feira dia 13, mané? Depois o doido sou eu. Polaco doido é pleonasmo, mano.

Mas o que mesmo eu estava olhando, ah, a bunda lua, não, falando, aqui, ó, não me sacanea, tô no controle, ai, esta lua, nua, pela metade, pseudo-carente, sei não, pois então, uma boa sexta, dia 13, ah, tamém estou lendo, para a lua, lógico, este pedaço de poema do Alen Ginsberg, UIVO, para os colegas beat, Kerouac, ouça, camelo, Bukowsky, o título Malest cornifici tuo catullo:

“É duro comer merda, sem ter visões; quando eles me olham, para mim é o Paraíso.”

Ah. O neguinho que falo na pracinha em Birmighan, Alabama, USA, era o pastorzinho início de vida, chamado MARTIN LUTHER KING. Me arrepio…

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