novembro 2012



Argentina está a um passo do calote

Primeiro a nota da manhã desta sexta-feira (28-11-12) que agita os abutres capitalistas. A agência internacional de classificação de riscos, a Fitch, acaba de rebaixar a nota da vizinha em cinco pontos, de uma só vez. Cai de B para CC. Casualmente, a presidenta brasileira Dilma Roussef está hoje na Argentina. Junto com o assessor Marco Aurélio Garcia. Sugestão: que tal expulsar a Argentina do Mercosul, como fizeram com o Paraguay. Ai, ai, caramba, quer dizer, caracoles.

Traduzindo a conversa, está na bica de acontecer o chamado “Default Técnico”, ou seja, CALOTAÇO, tipo O Último Tango em Buenos Aires. Apesar da turma do deixa disso dizer que isto se deve por causa daquele juiz de New York, o Thomas Griesa, que obriga a Argentina a pagar o que deve, senão… E só para terminar. A Fitch Ratings rebaixou o risco da Argentina pagar a dívida de curto prazo de C para B e a de longo prazo de B para CC, com chances de “default tecnico”, ou seja, Calote, quando daí cai de vez, de CC para DDD, Aí, fucked meu.

O pior é que o socorrista latino de plantão está mal das pernas, em Cuba. Falo da Venezuela e do Hugo Chaves. Então, no lugar de arriba é abajo.

 http://www.ambito.com/noticias/imprimir.asp?id=664889

Estás muy cerca al riesgo de default de Argentina

 En primer lugar señalar la mañana del viernes (12/11/28) saluda a los buitres capitalistas. La agencia internacional calificadora de riesgo, Fitch, sólo rebaja la nota de los vecinos de cinco puntos a la vez. Cai B para CC. Por cierto, el presidente de Brasil, Dilma Rousseff, se encuentra en la Argentina de hoy. Junto con el asesor Marco Aurelio García. Sugerencia: ¿qué hay de expulsar Argentina Mercosur, como lo hicieron con Paraguay. Oh, oh, Dios mío, me refiero a los caracoles.

La traducción de la conversación que está sucediendo en el pico llamado “default técnico”, es decir CALOTAÇO, como El último tango en Buenos Aires. A pesar de la banda ha llegado a decir que debería debido a la juez de Nueva York, Thomas Griesa, que requiere la Argentina para pagar lo que debe, pero … Y así hasta el final. Fitch Ratings rebajó el riesgo de Argentina para pagar deuda a corto plazo de C a B y B a largo plazo para CC, con el riesgo de “default técnico”, por defecto, es decir, con lo que cae de vez en DDD DC , entonces mi jodido.

Lo peor es que el socorrista de guardia América está en mal estado, Cuba. Hablo por Venezuela y Hugo Chávez. Así que en lugar de arriba abajo es.

 Argentina is one step away from default (default)

First note the morning of this friday (11.12.28) shaking the capitalist vultures. The international agency risk rating, Fitch, just downgrade the note in the neighboring five points at once. Cai B to CC. Incidentally, the Brazilian president Dilma Rousseff is in Argentina today. Along with the advisor Marco Aurelio Garcia. Suggestion: how about expel Argentina Mercosur, as they did with Paraguay. Oh, oh, gosh, I mean snails.

Translating the conversation is happening in the spout called “Technical Default”, ie CALOTAÇO, like Last Tango in Buenos Aires. Despite the gang’s come on say it should because of the judge of New York, Thomas Griesa, requiring Argentina to pay what you owe, but … And just to finish. Fitch Ratings downgraded the risk of Argentina to pay short-term debt from C to B and long-term B to CC, with chances of “technical default”, ie default, thereby falls from time to DDD DC , Then my fucked.

The worst is that the Latin rescuer on duty is in bad shape, Cuba. I speak from Venezuela and Hugo Chavez. So instead of arriba abajo is. falls from time to DDD DC , Then my fucked. The worst is that the Latin rescuer on duty is in bad shape, Cuba. I speak from Venezuela and Hugo Chavez. So instead of arriba abajo is.

English: Dilma Rousseff, president of Brazil w...

English: Dilma Rousseff, president of Brazil with Cristina Fernández de Kirchner, president of Argentina during Rousseff’s official state visit to Buenos Aires on January 31, 2011. Português do Brasil: Dilma Rousseff, presidenta do Brasil e Cristina Fernández de Kirchner, presidenta da Argentina durante a visita oficial de Dilma Rousseff a Buenos Aires em 31 de Janeiro de 2011. (Photo credit: Wikipedia)


Eu não sou louco … é pouco

Se eu tiro parte do todo

Deste meu coração

Desmiolado.

 

I’m not crazy … it’s little

If I shot part ot the whole

Of this heart of mine

Brainless.

I’m not little … it`s crazy

If I pop the kernels

Of this heart of mine

Jumbled.

Eu não sou pouco … é louco

Se eu estouro o miolo

Deste meu coração

Atabalhoado.

Eu não sou louco … é tanto

Se eu tento o tiro no centro

Deste meu coração

Descansado.

I’m not crazy … it’s either

If I try to shoot at the middle

Of this heart of mine

Rested.

I’m not crazy … it’s meager

If I start at the very core

Of this heart of mine

Pregnant.

Eu não sou louco … é parco

Se eu parto bem no miolo

Deste meu coração

Engravidado.

I’m not this … neither I try

To extract anything from my mind

Of this heart of mine.

Eu não sou isso … nem tento

Ou não tiro pensamento

Deste meu coração.


(All of this just leave from me. Well well.  Without shot I don’t put cuffs on dominant point. No intimacy with  comma, exclamation or interrogation. Much less in the attached reticents. Point for me is only one. It’s like a shot in my heart. A singleand ready . This is the end, my beautiful frien. Just a point.)

(Acaba de sair. Bem assim. Sem tiro  não ponho punhos no ponto dominante.  Sem intimidade com vírgula, exclamação ou interrogatório.   Muito menos o apenso nas reticiências. Ponto para mim é um só. Que nem tiro no coração. Um só e pronto. Este é o fim, minha linda amizade. Ponto final.)

Why New York city?

Por que New York city?

Because she is the heart.

Porque ela é o coração.

And why Hey Jude?

E por que Hey Jude?

Because it`s a cloudy sunday, six in the morning, at Ground Zero. In my prayer I asked: come to me a song, any song. And she arrived, gentle, completing the total silence.

Porque num domingo, seis da manhã, nublado, no Ground Zero. Em minha prece eu pedi: venha a mim uma música, qualquer música. Ela chegou, suave, completando o silêncio total.

Hey Jude Verse Chord Analysis

Hey Jude Verse Chord Analysis (Photo credit: Wikipedia)

https://mamcasz.com/2010/09/10/sept-11-in-god-we-trust-sera/


                      Central Bank of Brazil announces new series of commemorative coins of World Heritage Cities. This time, City Goyaz. Unlike the dissemination of historical currency last year, 2011, this time at the launch, the Central Bank of Brazil placed the author of the verses of poetry, criminally omitted by the Copyright Act, the first time. Cora Coralina, a great Brazilian poet-goiana forgotten. Learn the whole story.

                        Cora Coralina.

                       Eu a conheci, conversei com ela, ao vivo, na Casa da Meia Ponte em Goyaz Velho City. A Patativa do Cerrado. Voz sumida, tal quantas fora do eixo Rio-Sampa, o de sempre. Pois agora, ela faz parte de uma moeda do Banco Central do Brasil. Peso: 27 gramas. Custo: 180 reais. Tiragem inicial (15-11-12) 2 mil e tiragem máxima de 10 mil.Os especialistas vão jogar com ela. Aliás, com ela, não. Com a cidade de Goiás, antiga capital meso-bandeirantes paulista caçadores de “bugres”. Cidade considerada Patrimônio da Humanidade. Desde 10-12-2001. Daí explico melhor. Ano passado, ao anunciar o fato, o Banco Central do Brasil colocou, no projeto de moeda, trecho da poesia da Cora Coralina, mas sem colocar o nome dela. Crime de lesa pátria. Roubo pior que o do mensalão do dito ora condenado. Daí, me rebelei aqui neste mesmo blog. Curta a primeira moeda e o post dantão e já volto.

Saiba exatamente como foi a lambança na prima volta burocrática federal. Clique abaixo.

https://mamcasz.com/2012/03/29/banco-central-do-brasil-rouba-poemas-de-cora-coralina/

E leia agora como foi a reação burócra-oficial na época . Clique de novo no velho.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-31/alertado-por-redes-sociais-bc-vai-incluir-nome-de-cora-coralina-em-moeda-comemorativa

                    De volta aos dias de hoje. O Banco Central do Brasil anuncia, solenemente, o lançamento da moeda comemorativa da cida patrimônio de Goiás, para mil  Goiás Velho, linda na noite dos faracocos, Quinta-feira dita santa, quantas não aprontei, meia-noite saem os azuis e os vermelhos à procura do Cristo, eis que surge o Judas, delação premiada, a cidade apagada, às escuras, tochas dos faracocos (Idade Média, meu). Voltando da rápida viagem. Pois bem. Na moeda de agora, o nosso Banco Central do Brasil, pois bem, parabéns, coloca a assinatura da grande Cora Coralina nos versos.

Agora, se tiveres a fim, clique abaixo e saiba a notícia mais atual

http://mail.terra.com.br/105.0trr/reademail.php

id=49910&folder=Inbox&cache=78B6C89C39C97141AD54355E0ABF4E3230B1408A17@SBCDF155.bc

           – Se já comprei a moeda? Que nada. Reservo a poupança para um bolo de arroz no Mercado Municipal, ou quiçá uma pamonha salgada com leve pimenta, doce de jaca da dona Jacira, pé-de-moleque do Dindo. Banco Central? Prefiro o da pracinha, coreto, picolé de coco ralado. Qualé,mané. Só fiz foi chamar a atenção dos burocratas que estavam roubando o conhecimento alheio. Corrupção incontida noturna.

Português: Casa de Cora Coralina - Cidade de G...


Um a cada quatro brasileiros pratica corrupção

       One in every four Brazilians usually perform any act of bribery or corruption in everyday life. Worse. Most people think, for example, give money to the guard in order to escape the fine is hardly an act of corruption.

        Pesquisa da Vox Populi e Universidade Federal de Minas Gerais confirma que 23% dos brasileiros costuma dar dinheiro para o guarda para escapar da multa e não considera este um ato corrupto. Um a cada quatro brasileiros costuma praticar algum ato de suborno, ou corrupção, no dia a dia. Pior ainda. A maioria acha que, por exemplo, dar um dinheiro para o guarda, a fim de escapar da multa, não chega a ser um ato de corrupção. Pensa que não tem nada a ver com o chamado público. Diz que seria um ato de natureza privada. Na verdade, cá para nós, corrupção não é só as grandes, dos políticos, empresários, e as que acabam no Supremo Tribunal Federal, como está acontecendo agora. Corrupção começa de criança e dentro de casa. É assim que se aprende o certo e o errado.

              Falei em criança, não foi? Pois então. Uma criança, na escola, que na hora da prova cola em cima do colega, está sendo, na verdade, corrupto. Está desviando recursos do conhecimento alheio para proveito próprio. Ou não? Se costuma pegar escondido alguma coisa do colega, pior ainda. Está cometendo o ato de roubar uma coisa que não lhe pertence. Mesmo que o pai ou a mãe digam que não tem nada demais colar na prova. Que é sinal de inteligência, esperteza. Ah… mas eu paguei para o colega para colar dele. Pior ainda. Aí é que é corrupção mesmo. Ou não? Veja bem. Falar mal dos grandes corruptos é fácil. Praticar no dia a dia, é mais difícil. Outro exemplo e me responda direitinho. Se o comerciante prometer um preço menor você abre mão da nota fiscal, que arrecada imposto, que vai, ou deveria ir, para o benefício de todos. Pois então, você abre mão da nota fiscal para proveiro próprio?

Português: Ministro do Supremo Tribunal Federa...

Português: Ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (Photo credit: Wikipedia)

 

Rapidinho antes de terminar.
 

Teste para ver se a gente é corrupto ou não. Responda ao juiz ao lado:

 

1 – Você já falsificou carteira de estudante para pagar meia?

 

 

 

 

 

2 – Sempre declara certinho o Imposto de Renda?

3 – Em caso de troca, sempre dá na quantia certa, mesmo os centavos?

4 – Já usou TV a Cabo com o fio do vizinho?

5 – Tem gato na sua casa? Gato de luz…

6 – Alguma vez já furou fila?

7 – Ou já comprou produto falsificado porque é mais barato?

  Para me ouvir, clique no link abaixo

http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2012-11-15/um-cada-quatro-brasileiros-pratica-corrup%C3%A7%C3%A3o#.UKTdEAxYY5Q.facebook

Então, tá

Inté e Axé

 

 

 


 

http://jornalistas.org.br/index.php/premio-abdias-nascimento-anuncia-os-finalistas/

 


                        Entenda porque o governo neste ano deixa de usar a meta cheia no cálculo do superavit fiscal primário, retirando o que deixou de arrecadar, por conta da desoneração de impostos, entre eles o IPI de carro e geladeira, e também o que usou em investimentos.

 

                    Então, dois mais dois, some 45 bilhões de investimentos mais 42 bilhões da desoneração e se tira do cálculo do superávit primário uns 87 bilhões de reais. 

            A conversa é importante porque na LDO, Lei de Diretrizes Orçamentárias, que conduz o Orçamento da União, existe o compromisso do governo federal fechar as contas, em dezembro deste 2012, com um superavit fiscal de 3 ponto 1. 

         Mas daí tem essas mexidas no jeito de calcular as contas. Na verdade, em todos os anos,   o governo todos os anos é autorizado a fazer este tipo de cálculo não cheio para cumprir a meta fiscal.  Só em dois anos o governo aceitou, em nome da crise. Palavra do ministro Mantega.

Para ouvir, clique abaixo 

http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2012-11-09/governo-mexe-no-superavit-fiscal-por-causa-do-ipi

 


With the arrival of harsh winter in Paris, the French government put into effect a law that prevents eviction until March 15. It is not to increase the population sleeping on the streets, which today can reach 150 thousand. This is the most cruel face of the Euro Crisis. Learn more.

Governo proíbe despejo em Paris até 15 de março

Com a chegada do inverno rigoroso em Paris, o governo francês põe em vigor a lei que impede despejo até 15 de março. É para não aumentar a população que dorme nas ruas, que hoje pode chegar a 150 mil. Esta é a face mais cruel da Crise do Euro. Saiba mais.

Le gouvernement interdit l’expulsion à Paris jusqu’au 15 Mars

Avec l’arrivée du rude hiver à Paris, le gouvernement français a mis en vigueur une loi qui empêche l’expulsion jusqu’à ce que Mars 15. Il ne s’agit pas d’augmenter la population de dormir dans les rues, qui, aujourd’hui, peuvent atteindre 150 000. C’est le visage le plus cruel de la crise de l’euro. En savoir plus.

Para ouvir, clique abaixo:

http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/galeria/audios/2012/11/governo-frances-proibe-despejo-ate-15-de-marco

 

 Script Completo

Quem não paga aluguel em dia não pode ser despejado até o dia 15 de março do ano que vem. É o que manda a nova lei e vale desde o dia primeiro deste mês de novembro. Tudo por causa da crise financeira que atinge principalmente as camadas mais pobres da população. Mas atenção. Isto vale só para quem mora na chique Paris. Não é aqui para nosso pobre Brasil. Então, vamos nessa?

 …

 Pois esta é a primeira notícia que eu trago dos quinze dias que acabo de passar em Paris, a cidade mais cara da Europa. É a crise do euro. A gente está acostumado a receber as notícias da macroeconomia, das medidas tomadas pelo Banco Central Europeu, da recompra de títulos públicos desvalorizados, da queda dos índices das Bolsas de Valores e tal. Mas ninguém é da verdade do povo, do aumento das famílias, principalmente monoparentais, ou seja, formadas apenas pela mãe e filhos, que dormem nas ruas em Paris. E agora começa o inverno, com madrugadas chuvosas e a temperatura abaixo de zero. E como é que fica este pessoal que vive nas ruas?

 …

 A lei que impede, desde o dia primeiro, o despejo de famílias que não estão conseguindo pagar o aluguel em dia, em Paris, é chamada de Trêve Hivernale, ou seja, Inverno das Trevas. É uma das maneiras achadas pelo governo francês para evitar que aumente o número de famílias dormindo nas ruas. Até porque 118 mil famílias, desde o começo do ano, em Paris, foram despejadas. A maioria faz parte da população de 150 mil pessoas que dormem nas ruas da capital francesa. Acontece que, numa operação de emergência, por causa do inverno rigoroso que está começando, o governo de Paris arrumou 19 mil novas vagas, pagas por ele, em hotéis baratos da perifieria ou em albergues, alguns improvisados. Com estas novas vagas, o total chega hoje a 83.000. Só tem o seguinte. A necessidade é de 150 mil. Dois mais dois, 67 mil pessoas continuam dormindo nas ruas em Paris. Palavra do Samu francês e também da Federação Nacional das Associações de Recolhimento e Reinserção Social da França.

E só para terminar a prosa indigesta de hoje porque amanhã tem mais, trazida diretamente de Paris. E por que isto acontece na cidade mais chique do mundo? Simples. A crise do euro. O desemprego. A queda da renda. Principalmente dos emigrantes dos países em pior situação, como a Grécia, Espanha e Portugal, que imigraram em Paris, que está na fase de contenção de despesas públicas.

Então, tá

 

Inté e Axé.

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