setembro 2011




A pesquisar-1:

O primeiro transmissor de ondas de rádio no Brasil,  que se tem notícia,

foi instalado no ano de 1913 por Paul Forman Godley,

 um dos fundadores da ADAMS-MORGAN /PARAGON,

na região Amazônica, a pedido do governo brasileiro.

A pesquisar- 2:

O inventor do rádio,
no mundo, é um padre, gaúcho e brasileiro. Landell de Moura. Nada de Edison,
Marconi ou Philips, Philco, etc e tal.

O padre Landell
inventou, registrou, nos Estados Unidos e no Brasil, em ambos foi taxado de
maluco, três invenções, em 1895:

1 – Caleófano (telefone
sem fio, bá, chê, mas que gaúcho maluco);

2 – Edífono (aparelho
para gravar e reproduzir sons);

3 – Um aparelho que,
segundo ele, permitiria a seguinte doideira:

 Minha invenção pode garantir a comunicação com
qualquer ponto da Terra, por mais afastados que eles estejam um do outro.
Futuramente, meus aparelhos servem até mesmo para as comunicações
interplanetárias
.”

A pesquisar-3:

A primeira estação de rádio no Brasil foi a MEC do Rio, em 1923,

 Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, do Roquete Pinto,

 ou a Rádio Sociedade de Pernambuco, em 1919?

Moral.

De fato, mesmo, é a primeira transmissão de voz à distância, no Brasil.

7 de Setembro de 1922.
Centenário da Independência. Rio de Janeiro.

 Uma antena no morro do Corcovado,
sem o Cristo, e 80 “cornetas”espalhadas pela cidade.

Começou com o discursooficial do então presidente paraibano, do Brasil, Epitácio Pessoa, às turras com os milicos,

porque em maio tinha tido a Revolta dos

 18 do Forte de Copacabana.

Levaram tiro o Siqueira Campos e o Eduardo Gomes,

e também porque colocou um civil,

Pandiá Calógeras, ministro da Guerra,

 nunca antes neste Payz isto tinha acontecido

Mas o lero hoje é a primeira transmissão de rádio no Brasil,

com equipamentos que os gringos
estavam tentando empurrar para nosotros

macaquitos brasilenhos, capital Buenos Aires.

O mais interessante é que não existe qualquer registro em áudio

 desta maior data para o rádio brasileiro.

Por ironia, só existem os registros dos jornais da época,

 no dia seguinte, 8 de setembro.

Repare no linguajar tipo de hoje, Prá Frente Brazil.

Repare também na presença, já naquela época,

da presença da praga do jornalismo brasileiro,

que ataca até hoje, na forma do press-release:

JORNAL DO COMMERCIO, RIO DE JANEIRO: 

“A Rio de Janeiro and São Paulo Telephone Comapny,

de combinação com a Westinghouse Internacional Company

 e a Western Eletric Company,

instalou uma possante estação transmissora

no alto do
Corcovado e outros aparelhos de transmissão e recepção

no recinto da exposição, em São Paulo, Niterói e Petrópolis.

Dessa forma, o discurso inaugural da exposição,

feito pelo Sr. Presidente da República,

foi transmitido pela cidade acima por meio da radiotelefonia.

 À noite, no recinto da exposição,

em frente ao Posto Telefônico Público,

onde se achava instalado um dos aparelhos de transmissão,

foi proporcionado aos visitantes um espetáculo inédito para nós:
daquele local, por intermédio do telefone de alto-falante,

 foi ouvida, por numerosa assistência, toda a ópera O Guarani,

como era cantada no Teatro Municipal.

Nada deixou de apanhar o aparelho de recepção
instalado no Municipal, nem mesmo os aplausos aos artistas

 que cantaram a ópera nacional.

Em São Paulo, Niterói e Petrópolis também foi ouvida

 a obra imortal de Carlos Gomes”

 

JORNAL A NOITE, RIO DE JANEIRO:  

“Um Sucesso de Radiotelephonia e Telephone Auto-falante.

Uma nota sensacional do dia de hontem foi o
serviço de rádio-telephone auto-falante, grande atrativo da Exposição.

O discurso do Sr. Presidente da República,

inaugurando o certamen foi, assim,
ouvido no recinto da Exposição, em Nictheroy, Petropolis e São Paulo,

 graças à instalação de uma possante transmissora

 no Corcovado e de aparelhos de transmissão e recepção,

nos logares acima.

Desse serviço se encarregaram a

 Rio de
Janeiro and São Paulo Telephone Company,

 Westinghouse International Co.

Western Electric Company.

 À noite, no recinto da Exposição, em frente ao posto de Telephone Público, por meio do telephone auto-falante,

a multidão teve uma sensação inédita.

A ópera Guarany, de Carlos Gomes,

que estava sendo cantada no
Theatro Municipal, foi alli, distinctamente ouvida

bem como os applausos aos artistas.

Egual cousa succedeu nas cidades acima”.


Gente, hoje eu estou tão feliz.

Folks, today I’m so happy.

Hoje, é o Dia Mundial Sem Carro.

Today, it`s World Car Free Day.

Pego meu camelo (bicicleta) e vou para a luta.

I get my camel (bike) and came to fight.

Moro no Recanto das Emas, Cidade Satélite.

I live in Recanto das Emas, Satellite Town.
Brasilia, capital do Brasil.

Brasilia, the capital of Brazil.

Bem na fronteira com o Goyaz.

Well on the border with Goyaz.

Maior Entorno de Vidas Ultrapassadas.

Major Lives around outdated. 

Primeira pedalada. Dia Mundial Sem Carro. Ela falha.

In the first ride, on behalf of the World Car Free Day, it fails.
Corrente empenada, bem feito, nunca tive carro na vida.

Current warped, well done, I never drive in life.

E, pior, os coletivos estão de greve relâmpago.

Worse, the collectives are in lightning strike.

E o raio sempre cai na minha pobre cabeça.

Alwayss the  lightning strikes in my poor head.

Crasse C o caralho, sou pobre de marré.

C Crass kiss my ass, I am poor of gilts.  

Não me venham as ongueiras, não mais vestidas de chita, agora de carango vermelho, não usam espelho nem para se pentear.

Don’t give me the ongueiras, no more than calico dress, but now little car red, they do not use mirror to comb his hair.

Dia Mundial Sem Carro.

World Car Free Day.  

Acordo meus dois filhos mais a filha, todos abaixo dos cinco anos.

I sing wakup this morning to my two sons and a daughter, all under five.

– Hoje, vocês, meus filhos, vão saber o que é cidadania.

– Today, you, my children will know what is citizenship.
– O que é isto, meu pai Mamcasz?

– What fuck is it, my father Mamcasz?

– É o seguinte: hoje, Dia Mundial Sem Carro, a gente vai de …

– Well done, my little people. Today, World Car Free Day, we’re going by …

– De que, meu pai, de lotação? Obaaaaaa!!!!

– What, my father, stocking? Obaaaaaa!!

– Porra, meus filhos. Olha a cidadania. A gente vai de bicicleta!  

– Damn, my children. Look citizenship. We will ride!

Maior silêncio no barraco nesta manhã Todos Sem Carro.

More silence in my shack this morning All Car Free.

– Mas a gente nunca teve carro, meu pai.

– But we never had a car, my father.

– Por isso mesmo. Cada um na sua bicicleta. Vocês não ganharam a de vocês lá na escola? Não teve a festa de inauguração, todo mundo pedalando, o governador comunista, a secretária petista, o ministrado desinducado, os puxassacos, o escambau.

– Exactly. Each one on his bike. You did not get yours at school? They had the opening party, everyone pedaling, the Communist governor, secretary of the PT, the minister desinducado,  the puxassacos and the escambau?

– Quem, meu pai?

– Who, my father?

– Deixem de brincadeira. Hoje, em nome da sustentabilidade …

– Stop playing. Today, on behalf of sustainability …

– O que?

– What?

– Todo mundo pedalando. Bora, bora, cambada sem mãe.

– Everyone riding. Bora, bora, bunch without mother.

– Meu pai Mamcasz…

– My father Mamcasz.

– Quié, cacete!

– Quié, fuck dammit!

– A gente não tem cidadania. A gente não tem bicicleta.

– We do not have citizenship. We have no bike. No one.

– O que? Já trocaram a bicha por cráqui?

– What? It changed the tail by ace? Cocaine?

– Não, meu pai, o ministro desinducado, o governador comunista e a secretária petista pegaram a bicicleta de volta.

– No, my father, the minister desinducado, the Communist governor and secretary PT took the bike back.
– Duvido-dó! 
Filho meu não mente.

– I don`t beleave, my God. My son does not mind.

– Duvida, meu pai? Então ouça o que  a Rádio Nacional de Brasília, num programa que fala de uma tal de cidadania, já tem uns vinte dias:

– In doubt, my father? So listen to Radio Nacional of Brasilia, in program that speaks of such a citizenship, already has twenty days.

Click here:

http://snd.sc/pQ2LGt

 

Moral:

– É o seguinte, meus filhos. Dia Mundial Sem Carro o cacete. Hoje, só para zonear, a gente vai de van pirata. E tem mais. Cada um vai num Van diferente. João, numa. Maria, noutra. José, na terceira.

– The thing is o seguinte, my children. World Car Free Day, my ass. Today, just for zoning, we’ll van pirate. There’s more. Each one goes in a different van. John, with one. Maria, with another. Joseph, in the third.

– E o Senhor, nossa Pai, conhecido por Cristo, vai pra donde?

– And You, our Lord,  Father, known by Christ, where will go?

– Meus filhos, eu vou é para a puta que pariu.

– My children, I’m going to fucking hell.

– Pai!!!!!!!!!!!!

– Father!!!!!!!!

 http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/09/entrega-de-bicicletas-recolhidas-no-df-foi-um-erro-diz-haddad.html

As fotos, de 1 a 5, são de uso público, da EBC.

O áudio, idem, da EBC.


You are a Winner.


Me?


É, mano.


AS ÚLTIMAS PALAVRAS DO MEU LIVRO:

– E agora, pessoa leitora, seja boazinha, feche os olhos,

dê o último suspiro e descanse em paz!

– Amém, coronel.

– Silêncio!!!

The End.

Livro:    Pombal de Gente Inacabada

Eduardo Mamcasz – Poet Almost Zen


 Dia 12 de Outubro.

Dez da Manhã.

Em todo o Brasil.

Dia da Criança.

Que está virando Gente Grande rapidinho.

Movimento Contra a Corrupção.

    http://www.movimentocontraacorrupcao.org.br/


 New York City – World Trade Center – September/11/2001

Clique abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2009/09/10/september-11-2001/


(Foto de uso público – EBC)

*

Nascido nas famosas redes sociais,

não confundir com as compradas ONGs,

muito menos com os Blogs comunitários, leia-se oficiais,

não é que aconteceu a tão antes imprevisível

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade?

(Foto de uso público – EBC)

*

Aqui em Brasília, a Esplanada dos Mistérios encheu, 

 da Catedral até a Praça dos Podres Poderes,

 concentrando-se, ao final, no Lago poluído do Congresso Nacional.

 Segundo a Polícia Militar, foram 25 mil pretos (vestidos de…).

(Foto de uso público – EBC)

*

No caso aqui de Brasília,

esta foi a maior resposta conseguida via Facebook,

no movimento começado, é verdade,  pelo “Nas Ruas”, do Rio de Janeiro.

Infelizmente,   o carioca, bem, preferiu ir aos jogos, mesmo que de azar,

 e ouvir os tiros à distância no Complexo Desportivo do Alemão.

Mas a marcha aconteceu bonito em muitas cidades,

tipo Avenida Paulista, Porto Alegre, Curitiba, Belém,

enfim, em todo o território nacional.

A Marcha contra a Corrupção e a Impunidade

 ganhou repercussão internacional,

embora a imprensa tupiniquim,
amestrada pelo dinheiro da Viúva,

 tenha preferido ficar tipo bem neutra,

em especial as cadeias de televisão de porte,

só liberando imagens depois que elas, bom,

de fato aconteceram e não tendo mais como deletar.

(Foto da Folha de São Paulo)

*

A Marcha contra a Corrupção e a Impunidade

 cumpriu o que vinha sendo acertado, durante a semana,

nas redes sociais, ou seja, alguma peça de preto no vestir,

nenhum cartaz de partido

 muito menos de político,

e tudo na maior ordem e paz.

( Foto de uso público – EBC )

*

Teve o pessoal do PSOL que tentou, aqui em Brasília,

inserir cartazes contra o PT,

 mas foi convencido a desistir, na boa.

 Nenhum politico ou partido foi aceito a abraçar a causa.

Exceção aberta apenas para OAB, CNBB e ABI.

 Advogados, bispos  e imprensa.

(Foto do Estadão, em Porto Alegre)

*

A grande pergunta agora, e corre
nas redes sociais, a partir do relativo sucesso, é verdade, ainda que as “Diretas
Já” começaram com duas mil pessoas, em Pernambuco, e acabaram com dois milhões,
é sobre os próximos passos:

( Foto do Correio Braziliense )

*

– Garantir as “Mãos Limpas”,
projeto popular ameaçado de extinção?

– Acabar com o voto secreto na hora da cassação?

– Voto nulo?

– Impeachment?

– Proibir doação de empresas para partidos políticos?

E assim, La Nave vai.

Pra donde?

Depende.

Fica a pergunta que não pode morrer.

– Nesta hora de briga para acabar com a corrupção que sangra o Brazil,

 cadê os tão organizados gays, margaridas,

CUT, MST, MLST, GLST,
os sem-teto, sem-terra, sem eira e nem beira?

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