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Ihre Hitler in meinem Berlin

Agora, falando coisa com coisa. Desde os tempos do Muro de Berlim que eu visito esta cidade vencedora, derrotada, dividida e agora, novamente, vitoriosa. Ao longo do tempo, as mentes que pela cidade rodam numa alta qualidade de vida, mudam de conceito.

De eterno sobrevive a solida obediencia germanica. A mesma obediencia cega que levou o povo a aplaudir um maluco, entao Salvador da Patria expoliada depois da Primeira Guerra Mundial.

Acontece que Adolf Hitler, nome e suastica proibidas por lei de serem expostas no sentido da propaganda, continua vivo.

Esta a primeira diferenca notada por mim ao longo dos tempos e das viagens a esta Berlim eternamente verde.

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Berlim permaneceu dividida em quatro pedacos na ultima metade de seculo. Sinais que ainda perduram e se esvaem aos poucos. Sovieticos, Americanos, Ingleses e Franceses.

Os franceses, estes, alias, olhados de soslaio porque, por exemplo, na famosa Ponte Aerea dos Aliados para salvar Berlim do cerco sovietico, bom, os franceses, ditos aliados, participaram com nenhum aviao porque, disseram, estavam todos eles sendo usados para matar vietcongs na Hindochina, de onde, a exemplo dos gringos, depois, foram escorracados, antes.

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Minhas conversas com Hitler em Berlim

Base principal do livro que estou terminando, esta viagem a Berlim faz parte dele, na verdade dele fazem parte tres series. Pela ordem historica: Parte I – A Alemanha Derrota. Parte II – A Alemanha Dividida. Parte III – A Alemanha Vitoriosa.

Importante, portanto, estas minhas conversas com o Adolf Hitler. Afinal, ele foi de fato o lider do povo germanico, alemao, teutonico. E se fizeram precisos os encontros com ele, nos dias de hoje, em que estariam os nazistas de volta, tais quais os comunistas.

Ponto Um. Hitler era adorado pelo povo. Tal qual qualquer dos outros salvadores dos tempos de ontem, hoje ou depois do amanha. Hitler, Stalin, Mao ou qualquer um dos caudilhos latino-americanos ou ditadores africanos.   Todos eles possuem o marqueteiro Goebels e se merecem. Este, o fato.

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E onde estaria a Alemanha derrotada? O tema pode ser visto de maneiras diferentes, dependendo das cartas guardadas nas mangas nos museus dos ditos aliados, ou invasores.

Tem o Museu Russo-Germanico, que nao fala dos estupros dos soldados sovieticos e nem do sistatico assinato em massa, nos campos de concentracao na Siberia, dos nazistas que nao conseguiram escapar a tempo para o lado ocidental onde, muitos, foram inclusive promovidos a governantes.

Tem o Museu dos Aliados, dos Estados Unidos, onde a visao se difere. A mesma coisa nos museus da Stasi, da DDR e tal.

Mas, a pergunta continua calada. Alemanha derrotada, por que?

Exemplo maior. O bunker onde Hitler se matou e o corpo dele, junto com o de Eva, mais Goering e Goebels, foram queimados, hoje representa apenas um terreno baldio, servido de reles estacionamento. Tudo para esquecer de vez do Hitler.

????????A verdade. O povo continua visitando o local, onde existe uma placa com as informacoes basicas do fato. Assim parece que teria se finado o lider do movimento nacional-socialista alemao. Nem tanto.

Continuando na pesquisa que nesta viagem rendeu muito mais do que nas outras pelo seguinte. Nota-se uma diferenca. Existem mais imagens de Hitler e da suastica nos dias da Alemanha de hoje.

Na rua Wilhlem, que foi o centro do poder nazista.

Na exposicao sobre o socialismo 1930-1945, que apreciei numa exposicao dentro do Ministerio do Trabalho e Acao Social, no mesmo predio ocupado pela turma do Goebels, o maior marqueteiros da historia, ainda hoje copiado por todos os governos.

O mesmo Hitler pode ser visto hoje na exposicao, no lado externo do atual Ministerio das Financas, predio enorme, 2 mil salas, o mesmo deixado intacto pelo poderoso ministro da Aeronautica, o Goering.

Nos museus todos – Historico, Russo, Aliado, DDR e tal. No antigo capitalista Story of Berlin, na Kudam, feito pelos ocidentais, na epoca do Muro de Berlim. Ou entao no Museu enorme, ao ar livre, num dos campos de aviacao deixados pelos nazistas e ocupados pelos aliados ate que um dia o muro caiu e a Alemanha volta a ser uma.

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Pois entao, pronto para a redacao final, parte I, do livro A Alemanha Derrotada, das minhas conversas com Hitler, nesta minha enesima viagem a Berlim, percebo o seguinte, tomando cuidado nas palavras:

Da Historia Nazista, em Berlim, ressuscita mais coisas do que o massacre dos Judeus.

Agora, tem momumentos para os Ciganos tambem massacrados.

Os gays, alemaes ou nao.

E nota-se, a partir de um tempo, na nova Alemanha, numa limpeza de mente e do enorme complexo de culpa do povo inteiro, um novo entender.

Alemaes tambem foram massacrados pelos nazistas e aos milhares.

Pouco se fala no Museu da Eutanasia. Mais de cem mil alemaes, doentes ou incapacitados, fisicos e mentais, forma simplesmente mortos pelos doutores medicos que continuaram, depois da guerra, clinicando normalmente. Aos familiares dos eutaniasados, o reconhecimento ainda nao chegou.

Tem ainda as centenas de alemaes que foram fuzilados ou degolados porque atentarm contra o sistema nazista. De generais a estudantes. Da Rosa Branca ao General Staunberg. Estao sendo relembrados dentro do processo historico de revisao nazista.

Sem contar as centenas de campos de trabalho forcado, para alemaes ou nao, alguns deles sendo recuperados para efeitos de preservacao historica.

Enfim. Tudo isto, e mais um pouco, conversei neste minha viagem a Berlim, com o Adolfo Hitler.

Presente inclusive nos cartazes de rua. Nazistas no Congresso Europeu. Nazismo dos jovens das periferias do lado norte da cidade. Contra a nova leva de imigrantes. Principalmente de negros fugidos da Africa.

E assim, La Nave Nazista navega de novo.

????????

 

 

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Prague, beautiful abode of millions of ghosts.

Praha, krásný příbytek milionů duchů.

Prago, belega logxejo de milionoj da fantomoj.

Praga, a bela morada de milhões de fantasmas.

V le Prag, schön Aufenthaltsort von Millionen von Geistern.

Prague, belle demeure de millions de fantômes.

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                Cousins ​​ghosts date from the first building of what is now the Castle. 9th century.   Or IX.

             Much later, the Hussites play three Catholics through the window of the Plateau. Escape alive because they fall into a pile of shit accumulated in the surrounding moat. To that. Catholics play two thousands. Among them, the Jews, surrounded the ghetto. This year 1419. War of 30 years.

               Custom that has survived. Defenestrate. Playing for fenestration, crack, window.

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             Praha, krásný příbytek milionů duchů.

         Cousins ​​duchové pocházejí z první budovy, která je dnes hrad. 9. století. Nebo IX.

           Mnohem později husité hrát tři katolíci oknem Plateau. Vyvázne živý, protože spadají do hromady sraček nahromaděné v okolním vodním příkopem. Chcete-li to. Katolíci hrát na dva tisíce. Mezi nimi, Židé, obklopen ghetta.

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                          V le Prag, schön Aufenthaltsort von Millionen von Geistern.

                          Cousins ​​Geister stammen aus dem ersten Gebäude von dem, was ist nun das Schloss. 9. Jahrhundert. Oder IX.

                     Viel später, spielen die Hussiten drei Katholiken durch das Fenster des Plateau. Entfliehen lebendig, weil sie in einem Haufen Scheiße in der umliegenden Graben angesammelt fallen. Um das zu. Katholiken spielen zwei Tausende. Unter ihnen, die Juden, das Ghetto umgeben. In diesem Jahr 1419. War von 30 Jahren.

                Individuelle, die überlebt hat. Defenestrate. Spielen für Fensterbau, crack, Fenster.tošním roce 1419. Válka 30 let.

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Praga, a bela morada de milhões de fantasmas.

Os primos fantasmas datam da primeira construção do que hoje é o Castelo. Século 9. Ou IX.

Muito depois, os hussitas jogam três católicos pela janela do Planalto. Escapam vivos porque caem num monte de merda acumulada no fosso circundante. Para que. Os católicos jogam dois milhares. Entre eles, judeus, circundados num gueto. Isto no ano de 1419. Guerra dos 30 anos.

Costume que perdura. Defenestrar. Jogar pela fenestra, fresta, janela.

Na igreja de São Tiago,  um braço de verdade dependurado. Dizem que ao roubar algo é agarrada a mão dele pela da Mãe Virgem, muito mais forte que a do ladro, que  escapa aos pedaços. De fato que a igreja pertence à Confraria dos Açougueiros.

 Na famosa ponte Carlos tem a estátua do ora Santo Padroeiro jogado dela e dele só resta, ainda hoje, a língua intacta. Porque ele não dá com as línguas nos dentes, não confessa ao Rei os pecados, dizem que muitos,  da Rainha.

Em várias estátua lúgubres espalhadas pela cidade, enegrecidas pelo tempo poluente, há cabeças cortadas com olhos turcos, otomanos, esbugalhados. Dados de bandeja.

Praça Velha da Cidade, hoje empanturrada de turistas. Palco da sempre execução dos apeados do poder, desde os 29 nobres que convidam os alemães a tomar conta do país. Falo deste fato de 1620, no reino dos Habsburgos.

Para encurtar o lero e não provocar a insônia dos fantasmas de Praga, desde o mais recente.

Pouco  antes da Segunda Guerra Mundial. O Ocidente finge que não vê. Stalin, o grande filho de uma comunista, assina tratado com Hitler, o filho austríaco, baixinho, feio, nem um pingo de arianidade. Fica acordado que, entre outros, os tchecos passam a pertencer aos nazistas. Em troca, os comunistas ficam com outros. E coisas bárbaras acontecem, relatam os monumentos hoje presentes, passados dos dois lados, nazistas e comunistas.

Pois os nazistas perdem, antes executam milhares, arrasam com a cidade de Lidice em vingança pela morte atentada do marechalzão de campo. Quando se entregam, quem pega a chave tcheca? Os mesmos comunistas antes amigos dos nazistas. São donos de outro monumento, numa escadaria a caminho do eterno Castelo: vitimas do comunismo. Retrato de pessoas dilaceradas.

Em nome de todos os fantasmas destes dois mil anos conhecidos de Praga, acompanhe nas fotos o Monumento Nacional às Vítimas do Comunismo, quer dizer, do Nazismo. O local, hoje um parque entre prédios residenciais, é o estande de tiro dos nazistas. O alvo? Pessoas. Tudo anotado. Dia, mês, ano e hora. No meio da grama, a estátua da mulher dilacerada diz tudo.

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Resta a pergunta. Qual a próxima vítima? Pode ser você. Amém.


Hello.

After 28 years ago, from Comunist Era (Chernobill) to actual Capitalist Fera(!).

I am going to Praha, Prague, Praga.

Don’ t mass with me, cambada of pickpocket, bad taxi drivers, black market of money, false police, fucked waiters and so.

I want just walk, talk, think, look around of the city.

Don’t fuck meu saco.

And, of course, beginning this May,1 (the big communist party), I will present, just here, along 35 days, only in Prague, my point of reality.

Take care, roman people.

Prague.

From Nazism to Comunism to Capitalism.

All the same sheet.

Tudo a lesma lerda.

And so, leave me alone.

My name is FRANK KAFKA, porra,meu.

praga by mamcasz


A pedido de inúmeros amigos de madame Cleide de Oliveira,  minha companheira há trinta anos, volto ao tema sobre os gays de Berlim,  mas hoje de uma maneira séria.

 Pena que não possa colocar os nomes dos amigos porque o preconceito ainda existe e  leva mais de um ou uma colega de trabalho a não assumir  o que de fato é.

* * * * *

The gays from Berlin suffered at the hands of the Nazis and when sent to extermination camps they was chased by polish guards and by the jewish prisoners.

When the war ended, those who were alive were not released, but forced by the Allies to end the winning penalty to which they were condemned by the defeated Nazis.

When they returned to the community, still had to keep quiet because they had changed the reality that, in the 1900s, long before San Francisco and New York, Berlin was a city with free genus until now unseen altogether.

Os gays de Berlim sofreram nas mãos dos nazistas, foram mandados para os campos de extermínio, onde era perseguidos pelos guardas poloneses e pelos prisioneiros judeus.

Quando a guerra acabou, os que estavam vivos  não foram libertados, mas obrigados pelos aliados vencedores a terminar a pena a que foram condenados pelos derrotados nazistas.

 Quando voltaram para a comunidade, ainda tiveram que manter silêncio porque estava mudada a realidade que, nos anos 1900, muito antes de San Francisco e Nova Iorque, fazia de Berlim uma cidade com    liberdade  de gênero até hoje não vista por completo.

Die Homosexuell Berlin in den Händen der Nazis litten, wurden in Vernichtungslager geschickt, wo er von Wachen und von den polnischen jüdischen Gefangenen verfolgt wurde.

Als der Krieg endete, wurden diejenigen, die noch am Leben waren nicht freigegeben, sondern gezwungen durch die Alliierten, den entscheidenden Elfmeter, auf die sie von den besiegten Nazis verurteilt wurden zu beenden.

Als sie an die Gemeinde zurückgegeben, hatte immer noch den Mund zu halten, weil sie die Wirklichkeit, die, in den 1900er Jahren, lange vor San Francisco und New York, war Berlin eine Stadt mit freien Gattung bisher ungesehene völlig verändert hatte.

                             O histórico gay na capital da Germânia dos mil anos.

Já no começo do século passado, anos 1900, Berlim era uma cidade conhecida pela liberalidade quanto ao homossexualismo, muito mais adiantado do que as conquistas que só agora começam a conquistar de fato.

Estima-se que em 1928 existiam cerca de 1,2 milhões de homossexuais na Alemanha. Entre 1933 e 1945, mais de 100 mil homens foram registados pela polícia como homossexuais (as “Listas Rosa” pois eram obrigados a usar a mesma estrela dos judeus, mas cor de rosa).

Eles foram mandados para os campos de concentração, ou extermínio, junto com os judeus, mesmo sendo alemães, a partir dessa estação de trem de Nolendorf, que ainda existe, e uma simples placa triangular registra o fato, mais este símbolo fálico.

O investigador Ruediger Lautman acredita que a taxa de mortalidade de homossexuais presos em campos de concentração poderá ter atingido os 60%, pois os homossexuais presos nesses “campos da morte” para além de serem tratados de forma extraordinariamente cruel pelos guardas, eram também perseguidos pelos outros prisioneiros.

Outro símbolo do poder gay antes da chegada nazista a Berlim é o grande teatro na Praça de Nolemdorf, no bairro de Shonemberg, ainda hoje um reduto gay, e onde era a grande cena das peças de cabaret, de onde veio o filme e a peça, falando do nazismo, o judaísmo e o homossexualismo.

Pois para o público gay, acrescentado mais recentemente também do lado gay feminino, ou lésbico, o cenário preferido, embora se espalhe pela cidade toda, é justamente este histórico pedaço assim delimitado:

Duas paralelas (Motzstrasse e Nolendorfstrasse) entre a Martin-Luherstrasse e a Gleidistrasse, entre as estações de metrô de Nolendorf  de Viktoria-Luise, tudo na parte norte do bairro de Shonenberg, na antiga parte ocidental, não-comunista, portanto, fora do muro de Berlim.

Pois agora apresento minha eterna companheira que me predicou o respeito, entendimento e aceitação a todas as formas de gênero, sejam elas expostas ou reservadas, assumidas ou enrustidas,  masculinas ou femininas. Salve, salve, simpatia de minha vida. Amém.

Photo num café na calçada da Motzstrasse, Shonemberg, Berlim.

 (11-05-2012).

Serviço:

Blu Magazine – para homens gays:

http://www.pww.blu.fm

L-Mag – para mulheres lésbicas:

http://www.I.mag.de

Grande festa anual de gays e lésbicas, final de junho – Christopher Street Day :

http://www.csd-berlin.de

Hostel para gays – só aceita homens:

http://www.gay-hostel.de

Página na internet para encontros gays:

http://www.gayromeo.com


Mulheres alemãs querem maridos judeus.

The German people today did not get rid of non-trauma, they were others, but full of complexes, such as unconditional defeat in the last two world wars, Nazi-killing Jews, Communism and Fascism, which divides, even today, in either half of Germany, more capital Berlin. And the German Jews, because Judaism is religion, not citizenship.

Das deutsche Volk heute nicht loswerden Nicht-Trauma, sie waren andere, aber voller Komplexe, wie bedingungslose Niederlage in den letzten zwei Weltkriege, Nazi-Mord an den Juden, Kommunismus und Faschismus, das teilt sich auch heute noch, entweder in halb Deutschland, mehr Hauptstadt Berlin. Und die deutschen Juden, denn das Judentum ist die Religion, nicht Staatsbürgerschaft.

O povo alemão até hoje não se livrou não de traumas, que estes foram de outros, mas de completos complexos, tais como: derrota incondicional nas duas últimas grandes guerras, nazismo-massacre de judeus, e fascismo-comunismo que divide, ainda hoje, nos modos, metade da Alemanha, mais a capital Berlim. E os judeus alemães, porque judaísmo é religião, não cidadania.

Pois hoje vamos aos judeus. Já foram indenizados, não nas vidas, mas nos bens estão de volta. Aqui em Berlim, tem  a grande sinagoga, riquíssima, abóboda externa de ouro, tem os bancos, as universidades, o sistema financeiro, museu da história judáica nos últimos dois mil anos (Kreuzberg), mais a grande área repleta de blocos negros do tamanho da imensidão da tragédia.

Sem contar, ainda, os inúmeros pequenos monumentos, às vezes uma mesa e uma cadeira de aço, ao lado a fatídica mala de partida, ou então a Gleis 17, em Grunewald, apenas os trilhos de onde partiam os trens sem volta para o enorme campo de extermínio, não de concentração, na Polônia, o Auschvitz, embora nada haja a respeito dos ciganos, gays e dissidentes também exterminados.

Mas o que para mim mais me marca aqui em Berlin no doloroso êxodo judio é um monumento situado numa praça particular, na antiga parte comunista, que não é bem visto nem pelos alemães e muito menos pelos judeus e explico:

Block der Frauen, Bloco das Mulheres, Rosenstrasse, na frente de onde era a Gestapo-KGBCIA-SNI. Nos últimos meses da guerra já perdida, Hitler, via Goebbels, resolve terminar de vez com os judeus, porque ainda existiam uns quatro mil, preservados porque eram casados com mulheres alemãs e filhos idem.

Motivo deste monumento não aclamado mas que diz da importância dele para a preservação dos dois mil últimos judeus, cidadãos alemães, casados com mulheres arianas que foram à luta, povo unido, bradaram, greve de fome, e ficou a dúvida nazista: matar ou não matar mulheres alemãs. Diante do fato consumado, a guerra chegando ao fim, salvaram-se todos: as mulheres alemãs e seus maridos judeus.

As fotos do monumento Block der Frauen dizem tudo. Elas sim foram o futuro do presente da Alemanha. E não se fala mais em sionismo, comunismo, fascismo, nazismo, capitalismo e tal.

Sobre este monumento tem o filme da cineasta Maragerette von Trotta, de 2003, chamada As Mulheres de Rosenstrasse, e também o livro Resistante of Heart, de Nathan Stoltzfus. Deste, um trecho só:

“De repente, ouve-se um tiro. Quando o som se esvai, o único som que fica é o silêncio. Pois este foi o dia para mim ficou tão frio que congelou as lágrimas em minha face.”

The End. Or The Begining?


People.
Ich bin in Berlin. Zum tausendsten Mal. Ab dem Zeitpunkt war ich ein Architekt des arabischen Reiches, die Kultur auf der Arabischen Halbinsel gebracht und damit dann die Barbaren, die Westgoten, Germanen und Slawen, sie, wie Polnisch, Karma für die Aufnahme in den Hof gehängt Hispanic bezahlt , das bis heute anhält, aber weiterhin das Gespräch hier in Berlin, Ende April 2012 bis Anfang Juni, und Leonard Cohen, der im September kommt, oh mein Gott, auch wenn jetzt im April, prüft die grandésimo Rufus Wainwright.

Estou em Berlim. Pela milésima vez. Desde na vez em que eu era um arquiteto do império árabe que trouxe cultura à península arábica e, por conseguinte, aos bárbaros de então, os visigodos, teutônicos e eslavos, estes, tipo polacos, carma que pago por ter sido enforcado na corte hispânica, isto mesmo, continuam até hoje, mas continuemos o papo cá em Berlim, final de abril, 2012, até começo de junho, e o Leonard Cohen que está vindo em setembro, ai, meu Deus, ainda bem que agora em abril, reverei o grandésimo Rufus Wainwright.

Pois hoje revi Kreuzberg, amanhã domingo, irei a Friedricstain, Preslauen Berg já era, calma, tudo isto é conversa da contracultura que é o forte de Berlin, acabou o muro, o pessoal riporanga USA do Kreuz invadiu Prez, foi expulso para Fried, e, agora, vai ser expulso ninguém sabe mais para onde. É a turma riporonga mesmo que, como diz o prefeito gayzézimo de Berlim, nós, quer dizer, eles, somos pobres, mas somos chiques, somos gays, mas somos machos, somos germânicos mas não somos nazistas, tanto que o número de judeus está cada vez maior, é só dar um pulo no Mitte.

Pois então. Voltei ao Kreuz. Metrô de superfície, nas alturas. Maior mafuá, nos Seischeles, na divisa da antiga Oeste, capitalista e Oeste, comunista, coisas do passado. Dois anos passados, estive aqui, era pedaço estranho, mafuá mesmo, nada perigoso que nem o entorno de Brasílias, mas, enfim, muito do estranho, e hoje, revejo tudo, muito estranho, depois anos passados, tudo muito limpo, derrubado, algumas coisas, tipo do mano BLU, siga abaixo, cadê os malucos belezas…

Ainda tem o lado antigo comunista, Friedrichshain, a gente ainda sente, senti hoje mesmo, no cheiro de urina, no meio da mesma ponte onde eram trocados os espiões da KGB pelos da CIA e vice-versa, ou seja, tudo a mesma merda, mas, afinal, qual a diferença para a hoje sentida, no meu nariz, mesmo MIJO, hein meu Fritz?

Siga as fotos que estou sem tempo porque estou sainda para a noitada na parte mais baixaria de Berlim que, felizmente, ainda continua sendo a melhor. Mesmo. Tchuss.