Friedrichshain, the Communist side, and Kreuzberg, the capitalist side, both dominated by the victors in Berlin, therefore, were free of judgment at Nuremberg (Siberia, Hiroshima, etc.). Both, however, remain together before and after. But are its days numbered. The invasion of artists gives rise to the bourgeoisie. Join them migrants, Slavs, Turks, Asians, Africans and Latinos. This is Berlin.

Friedrichshain, do lado comunista, e Krfeuzberg, do lado capitalista, os dois na Berlim dominada pelos vencedores que, por isso, ficaram livres do julgamento em Nuremberg (Sibéria, Hiroshima,etc). As duas, no entanto, continuam juntas, antes e depois. Mas estão com os dias contados. A invasão dos artistas dá lugar à burguesia. Juntam-se eles aos migrantes, eslavos, turcos, asiáticos, africanos e latinos. Das  ist Berlin.

Acontece que , em função da invasão burgueza que acontece em Berlin, expulsando os hippies e alienados, primeiro do Norte Kreuzberg, depois de Prezlauemberg, agora de Friedrichsain, amanhã ninguém mais sabe onde, porque nos subúrbios os doidos serão rechaçados, não pelos alemães, mas pelos eternos imigrantes. Mas voltemos às mudanças que acontecem, hoje, no ex-bairro operário pobre comunista, nem todo mundo era proletário:

Um exemplo forte da recuperação do bairro sempre largado para escanteio em Berlim, desde os tempos dos nazistas, depois comunistas, Friedrichshain, é a recuperação que está sendo feito ao redor da Knoorpromenada, uma pequena rua que hoje completa 100 anos, tinha até um mini-portão de Brandeburgo, prédios com fachadas trabalhadas e tudo e que agora, ressurge depois de décadas de cinzas. Ei-lo o que será:

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Berlin and San Francisco to me are the two cities where the quality of life spreads without freshness. I’ve been  lots of times in both. Paris, otherwise,  is a case of irrational passion aside. In Berlin, I was forty days in the penultimate round. Of stay, I finished my left   video, from more than a thousand pictures. At the sound of Lili Marlene, the work begins:

Berlim e San Francisco, para mim, são o máximo de cidades em que a qualidade de vida se esparrama sem frescura. Já estive nas duas uma porção de vezes. Paris é um caso de paixão irracional à parte. Em Berlim,  fiquei quarenta dias na penúltima ida. Da estadia, saiu o vídeo, a partir de mais de mil fotos. Ao som de Lili Marlene, o trabalho começa assim: 

Berlin East-West- Video by Mamcasz

Berlin - Video by Mamcasz  2

Berlim entre a Cruz e a Suástica. Cristo e o Anti-Cristo. Halleluya e Heil, Hitler!

 
    Berlin East-West 3 - photo by Mamcasz 
 
Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlim em cima do muro que começa a pender para um lado. A queda se aproxima.

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlim entre o proletário e o burguês. Capital e Trabalho. Operário e Patrão. E o muro ... no meio.

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlim ano zero. O proletariado capitalista dá um murro no muro.

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlin ano vinte. Pós muro. Sem o escuro do muro. A classe operária vai ao paraíso.

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlim ano vinte. Pós muro. Na Alexander Platz, a Oxfam se apodera do ex-palacete comunista

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlim ano vinte. Pós muro. O que era decaído, ressuscita em Kreuzbeg. Tem espaço na foto até para Free Tibet, seus chinocas.

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Berlim ano vinte. Pós muro. Onde havia o escuro, chega o claro. Ao fundo, o Palácio da República vai pro chão.

Berlin East-West - photo by Mamcasz

Na ilha dos museus, a caravana dos cães passa. O Pérgamo abriga a imperatriz egípcia.

 Berlin Eaast-West - photo by Mamcasz

 

berlin 8

E a nossa caipirinha invade a monumental Karl Marx Strasse, na ex-Berlim Oriental.