This is the sum of which still remain in extreme poverty, 6.9% of the population, and in poverty, 20.6%, though these numbers have changed for the better, according to data collected by the National Survey by Household Sample (PNAD) made by IBGE, between the years 2009 and 2011, and released now.

Brasil ainda tem 54 milhões de pobres

Esta é a soma dos que ainda continuam na extrema pobreza, 6,9% da população, e na pobreza, 20,6%, ainda que estes números tenham mudado para melhor, segundo dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (Pnad), feita pelo IBGE, entre os anos de 2009 e 2011 e, divulgados agora.

 

A prosa de hoje fica em cima da quantidade de extremos pobres, pobres, ricos e extremos ricos, além da mudança que aconteceu, quem passou para cima, de bom que ninguém caiu. E fica a pergunta que não quer calar os técnicos do IBGE, que completaram a PNAD, e do IPEA, que agora estão analisando. Os dois são do governo. É o seguinte. Se a taxa de DESEMPREGO é a melhor do últimos anos, se o número de pessoas que escapou da pobreza é mais de cinco milhões em dois anos, enquanto por que acontecem duas coisas. Uma. A economia continua caindo, principalmente a indústria, que está abaixo de zero. E o pior. Os jovens, a partir dos quinze anos, estão deixando a escola. E os pobres?

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Vamos então para os chamados pobres. A renda familiar média mensal aumentou 14,87 por cento. Pula para 508 reais. Abaixo do mínimo. Melhor ainda. A quantidade de pobres caiu de 23,9 para 20,6 por cento do total. Notícia boa. Cinco milhões e 600 mil pobres a menos. E a ruim? Tem? É o seguinte. Pelos dados coletados pelo IBGE nesta PNAD, ainda existem, hoje, no Brasil, 40 milhões e 300 mil pobres. Somando pobres com extremos pobres a gente volta ao começo da prosa de hoje. Brasil tem 54 milhões de pobres. Ou 53 milhões e 900 mil. Que mais?

Então me ouça, pessoa:

http://soundcloud.com/mamcasz/brasil-tem-54-milh-es-de

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