Minha Doce Batata Doce Mais Doce do Mundo

Papo Sério. Não Sou Doido Não. Quase Nunca. Seguinte:
Ernstes Gespräch. Nein, ich bin nie verrückt. Weiter:
– Sempre pego um pedaço da batata (nunca da perna mas sempre da doce), corto o pedaço da ponta, coloco num pires com água e ali, ela e eu, vivemos em União Estável pelo menos por Uns Dois Meses, ou Mais, ou Menos, depende, está me Seguindo, ou Você Nunca Se Separou Do Antes Tudo Depois Nada? Pois então?
– I always take a piece of the potato (never the leg but always the sweet one), cut the piece from the point, put it in a saucer with water and there, she and I, we live in a Stable Union, at least for a couple of months, or more, or Less, it depends, are you following me, or have you never separated yourself from Before Everything After Nothing? So?
– Volta para a Batata, Polaco!
– Doce!!!
– Parece que agora Amarga, não é mesmo?
– Sim! Tempo de Vida Passada, agora no Presente, sem Futuro, a Minha Batata Doce Mais Doce do Mundo. Ela chega ao Quase Fim do Mim. Suspira. Mal Respira. Sem coragem de Dizer Adeus. Nem Eu e Nem Ela, por tanto, e por menos, Nem Nós Dois. Da Minha Parte, Apenas Ouço o Susurro, Dela:
– Polaquinho!
– Quié, minha Docinha?
– Estou indo.
– Poxa! Não tem como Ficar?
– Não!!!
– Sim!!!
– A Gente se Revê, Meu Polaquinho Mais Doce do Mundo!
– Sem pressa, Minha Batata Doce Mais Doce do Mundo!
P.S. (Post Scriptum) ou N.B (Nota Bene):
In der letzten Abschreckung flüstert ihre Oberlippe ruhig und ohne Schmerzen in mein Unterohr:
No derradeiro destertor, na boa, sem dor, O Lábio Superior Dela Sussurra No Meu Ouvido Inferior:
W ostatnim odstraszającym, spokojnie, bez bólu, Jej górna warga szepcze do mojego dolnego ucha:
In the last deterrent, calmly, without pain, Her Upper Lip Whispers In My Lower Ear:
– Obrigado, Polaquinho!
– Uai?
– Graças a Você, Eu Não Fui Comida!!! Adeus!
– Então, tá. Inté e Axé.


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