O melhor, numas férias, é mesmo o não fazer nada.
Por exemplo.
Chaussierstrasse, em frente à estação do metrô U 3 – Oranienburgtor. Ou Tram M1.
Uma mesinha do Café Balzac. Que nem Paris. Mas não é. Logo depois da visita à atual casa do Brecht, no 125.
Daí, no dolce far niente, coloco a máquina em cima da mesa, e a cada saída do metrô, clico.
Dá nisso.
Fazer nada é para quem pode.
Um beijo nas minhas amizades baianas.





Deixe um comentário