março 2010




                            Fui ao aniversário de minha sobrinha de uns vinte e poucos, sei lá, anos de idade (física), embora mental (não sei nem a minha), e cheguei à conclusão de que as diferenças (quaisquer-idades,sexo,gênero e raça) podem ser saudáveis mutuamente.

                             Daí tirei minhas fotos nunca posadas e nem pousadas em algo e saiu isso, deixa procurar o arquivo no pictures, kssssrsssetcetal:

 Para ver o album completo, podes ir ao seguinte adress:

http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=10402165660902311885&aid=1267869747


 

Negro cem por cento tem muito pouco aqui na Rádio Brasil.

Aliás, no princípio deste post, cito dois exemplos:

De um lado, tem um negro, técnico de som, no lado pobre.

Do outro, tem uma negra, chefe, atuante na causa, mas … rica.

Então, pergunto na audiência pública do STF:

– Afinal de contas, o sistema de cota para entrar na universidade pública mesmo sem ter as condições exigidas, ela vale para o preto ou para o pobre?

– Melhor, se tiver uma vaga e dois postulantes, um preto e um pobre, quem deveria ficar com ela?

Pois ouça uma das respostas:

http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618



                        Conselho Curador da EBC. Onde só  tem um eleito. Casualmente, representante dos empregados. É da Rádio Nacional. Pouco faz…os outros, mais fortes, são biônicos indicados pelo presidente da dita República. Mas não se trata de uma empresa pública? E por que então este estatismo biônico?

                      Na primeira audiência pública, no ano passado, para discutir o sexo da TV Brasil, eu me inscrevi, como empregado, e falei justamente que o conselho, que então tinha na cabeça o presidente do Palmeiras, Gonzaga Beluzzo, não tem  que ser formado por nomeados pela graça do presidente de plantão do Brasil.

                     E perguntei, na ocasião, o seguinte:

                     Afinal de contas, o que é mesmo público?

                    Antes de partir para a leitura se fores chegado e caso não tenhas aspirações de chegar a presidente do Brasil, destaco  o edital de convocação de “entidades da sociedade civil”(???, servem os brancos do tráfico da Rocinha?).

                    É para que se apresente uma lista, em audiência pública, com três nomes para serem “nomeados”pelo presidente do Brasil que, por ironia, é quem manda na EBC, que muitos teimam em dizer que é uma empresa pública de comunicação.

                   O pior é que o único eleito para o Conselho Curador da EBC até hoje não diz o que fez, ou deixou de fazer, em nome dos empregados (terceirizados, concursados, apadrinhados, etc e tal).

                 Pelo email distribuído internamente pela diretoria da Rádio Nacional, hoje, aqui na EBC,  só poderão tentar ser “biônicos”os seguintes “entes”, na transcrição literal:

                Poderão se inscrever entidades constituídas da sociedade civil como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas, ainda que parcialmente, à promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos ou da democracia; à educação ou à pesquisa; à promoção da cultura ou das artes; à defesa do patrimônio histórico ou artístico; à defesa, preservação ou conservação do meio ambiente; à representação sindical; classista e profissional.

                      Ah… quanto à pergunta, afinal, o que é mesmo público no Brasil, acesse:

                    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=547IPB004


 Sempre vale a pena ler de novo, principalmente nós, fantasmas getulistas:

 “ A maioria das instituições encarregadas da comunicação pública no Brasil, quando apresenta noticiários no rádio, na televisão ou na internet, não pratica jornalismo, não informa o cidadão com a objetividade que ele merece e à qual ele tem direito.

O que se faz é propaganda, às vezes subliminar, às vezes expressa, das autoridades da vez.

As explicações de praxe primam pelo comodismo. A mais comum delas perdoa a subserviência das instituições em relação aos governos porque, afinal, essas instituições dependem de recursos governamentais.

Na tentativa de ganhar o seu naco de sustentação de cada dia, elas vivem de adular os poderosos oficiais.

Por inércia.

Em conseqüência, oferecem ao público um arremedo de comunicação promocional, de má qualidade, que finge ser informativa.”

Ressalva deste blogueiro: A ordem do tempo nos verbos não altera o valor dos fatores.

Assinado: Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás-EBC-Rádio Nacional, etc e tal. Autor do livro “Em Brasília, dezenove horas”. 

Leia o primeiro capítulo:

http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/23/20080723-brasilia_19_horas.pdf

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