Recife é a região que tem a maior porcentagem de desocupados, 6,7% na última Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (Pnad), divulgada pelo IBGE, que a partir de agora, passa a classificar este segmento como pessoa economicamente não-ativa.

Só uma explicação antes de continuar a prosa. Desocupado, para os técnicos do IBGE, que fazem a PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que acaba de ser divulgada, é simplesmente a pessoa que se cansou de procurar emprego. Não tem nada a ver com vagabundo. Pelo contrário.

Segundo o IBGE, existem hoje seis milhões e 627 mil desempregados e um milhão e trezentos mil desocupados. Ah … isto só nas regiões administrativas onde a PNAD do IBGE chega, ou seja: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. E nos demais?

Então me ouça, pessoa:

Quem são esses desocupados? Mais da metade  são mulheres, 35,1% nunca trabalharam, mais de um terço (33,9%) são jovens entre 18 e 24 anos de idade; 57,6% são pretos ou pardos, ou seja, negros e,  53,6% não completaram o ensino médio, ou secundário, ou segundo grau.

Então, tá.

Inté e Axé!

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  Maioria dos brasileiros sofre discriminação no trabalho

O último Censo do IBGE (2010) aponta um fato 

que não acontece desde 1890,

dois anos depois da abolição dos escravos.

Cento e vinte e dois anos passados,

a população negra volta a ser maioria no Brasil.

Mas os sintomas continuam os mesmos.

Os brancos ganham duas vezes mais do que os negros,

que ocupam empregos menos qualificados,

por não terem acesso aos bens públicos,

principalmente à educação.

Acompanhe, a partir de hoje, a série especial

Discriminação do negro no mercado de trabalho”.

The last census of the IBGE points out a act that has not happened since 1890, two years after the abolition of slavery. One hundred and twenty-two years, the black population is again mostly in Brazil. But the symptoms remain the same. Whites earn two times more than blacks, which occupy less skilled jobs, not having access to public goods, especially education. Track, starting today, the special series 

“Discrimination in the black labor market“.

 Click abaixo

http://www.ebc.com.br/cidadania/galeria/audios/2012/07/maioria-dos-brasileiros-ainda-sofre-discriminacao-no-trabalho  


A taxa de emprego decente, da OIT, ao contrário da taxa mensal de emprego, do IBGE,

leva em conta, em separado, como está a situação do desemprego juvenil,

três vezes mais alta do que a média,

além das questões de gênero, mulher com o dobro desemprego do que o homem, 

ou de raça, com os brancos em situação histórica melhor do que os negros,

diferença de seis para nove por cento de desempregados.

Clique e saiba mais

http://snd.sc/NygokR


The rate of decent work, ILO, unlike the monthly rate of employment, the IBGE, takes into account separately, as is the situation of youth unemployment, three times higher than average, and gender issues, woman with double unemployment than men, or race, with whites in the historical situation better than blacks, a difference of six to nine per cent of unemployed.