Buenas.

Llegamos a las 44 semanas,  20.562 visitas e  500 posts.

Tuvimos momentos de ternura, tiernos y tensos.

Paris, Curitiba, San Francisco, Salvador, Chicago, Porto Alegre e Berlin.

¿Yo?

El tren de la vida que ha ido, arriba y abajo,  yo en él.

¿ Ido?

Hay tantos fantasmas  en este corto período de tiempo:

Heleninha, Jardín, Tim Lopes, Nonato, Gaierski, Jonas, Osman, Arraes …

Tantos que ahora se me cayó la pregunta-pepino:

– Mañana, ¿quién habrá lágrimas?

– Amanhã, para quem serão as lágrimas?

Bãoces.

Chegamos ao final de 44 semanas, 20.562 visitas e 500 posts.

Tivemos momentos de ternura, ternos e tensos.

Estivemos em Paris, Curitiba, San Francisco, Salvador da Bahia, Chicago,
Porto Alegre, Berlim e até Garanhuns.

Do Eu?

O trem da vida de ida, subida e descida, sempre eu nele.

Do Ido?

São tantos os fantasmas neste  curto espaço de tempo:

Tia Heleninha, Joaquim Jardim, Tim Lopes, Antonio Arrais, Adriano Gaierski …

 

Momento mais tenso,  dia mais acessado.

4 de agosto de 2010.

Motivo esguio, sombrio, melífluo, subalterno, podre:

Dia do preparo da fogueira, da Inquisição, das Bruxas.

O Verbo quase levado ao Calabouço.

 Cala a Boca!

Nesta pausa dos 500,

aplico uma despedida especial.

Dedicada à colega Teresa Cruvinel.

Minha presidente neste período.

Aqui na produtora onde trabalho, na parte da tarde.

Impossibilitado de ditar o dito real lugar.

And so. Let`s Go.

One, Two and Três!

* * *

Illustrious Cruvinel.

Considering that we have met earlier,  professionally terms;

Considering that I never had to  ask you a personal favor;

Considering we’ve had our differences when I was in the Labour`s Commission;

Considering that I have accomplished the first strike in this public company;

Considering that the pressure I had  forced to removal  the Radio from the  unhealthy basement;

Considering that I was taken forced to  the Ethics Commission where we reached a mutual agreement;

Considering that you had  errors in sparse areas but successes in general;

And so, under the law, I order:

We’ll continue friends, respecting each other, and grateful.

Good Journey to you with your family, journalism, in life.

Sign and give faith.

MAMCASZ (Eduardo).

Brasilia, 11/11/01

Note:

Fresh from Paris, bien sur, au revoir, a bientôt, okay?

Preclara Cruvinel.

Considerando que nos conhecemos anteriormente e profissionalmente;
Considerando que nunca precisei, de fato, te pedir um favor pessoal;

Considerando que tivemos nossas diferenças quando estive na Comissão dos Funcionários;

 Considerando que conseguimos realizar a primeira greve na empresa;

Considerando que forçamos na pressão para a boa retirada do Rádio do Porão insalubre;

Considerando que fui levado atá à Comissão de Ética onde se chegou a um acordo mútuo;

Considerando que houve erros em setores esparsos e acertos no geral;

Determino que:

Continuaremos amigos, respeitando-nos mutuamente, e agradecidos.
E pelo que conheço, no passado, tenho certeza que houve amadurecimento da sua parte.

Boa Jornada, na família, no jornalismos, enfim, na vida.

Assino e dou fé.

MAMCASZ (Eduardo).

Brasília, 01-11-11

Observação: Recém-chegado de Paris, bien sûr, au revoir e a bientôt, tá?

Acontece que, inda bem, a vida continua.

Prumas, o ódio transmutado na vingança lenta.

Noutras, o amor contido no ímpeto da paixão.

Tal qual neste meu copo de vinho por uma poesia.

Bela simbiose num bar em Paris.

Palavras sorvidas aos goles soltos ao relento do vento.

Aqui traduzidas pela amiga Adriana Chaumier.

Professora de escola fundamental em Boujeval.

Mesdames et Messieurs

Pardonnez -moi pour mon français

Je suis un poète zen mais un brésilien

Pourtant, j`ai le pouvoir de penser:

Demain, il y a une nouvelle lutte

Mais aussi la même image

Une nouvelle lutte perdue

La même image de fête

Une nouvelle lutte perdue dans ma vie

La même image de fête dans ma mort

Une nouvelle lutte perdue
dans ma vie qui périclite

La même image de fête dans
ma mort persistante

Une nouvelle lutte perdue
dans ma vie qui périclite par l’office

La même image de fête dans
ma mort persistante par l`orifice

Une nouvelle lutte perdue
dans ma vie qui périclite par l`office oral

La même image de fête dans
ma mort persistante par l`orifice anal

Oui, Mesdames et Messieurs

Demain

Nouvelle lutte

Même image

Nouvelle lutte

Même image

Nouvelle lutte

Même image

Même merde, mon Dieu

De la vie et de la mort

De la vie perdue

De la mort de fête

De la vie perdue dans la fête

De la mort de fête dans la bête

De la vie perdue dans la
fête de la mort

De la mort de fête dans la
bête de la vie

Mort de merde mon Dieu!!!

Merde!   Merde!!   Merde!!!

 

 Mandado pelo amigo Joedson Alves via Orkut:

” Amigo Eduardo, você foi um dos grandes aprendizados que ganhei na minha estadia em Brasília. Se eu tivesse meios patrocinava seu site para que você pudesse repassar toda essa grandeza que tem dentro de você, como pessoa e o brilhante jornalista que você é.  Os nossos jovens ganhariam muito e nosso país também, é uma pena que as instituições privadas e públicas não enxergam que o jornalista mais velho é igual a vinho, quanto mais velho, melhor. No novo modelo de comunicação, se o governo estimulasse esse incentivo, a comunicação através da Internet e You Tube, haveria uma grande guinada em relação à tal ditadura da comunicação no Brasil, com esse olhar ela deixaria no mais breve tempo possível de ser uma ditadura no Brasil. Temos centenas e milhares de profissionais da imagem e do texto precisando de uma patrocínio para dar uma virada de mesa, aqui no Brasil, com um novo formato de comunicação. Para isso acontecer, talentos como você precisam ter o reconhecimento e essa valorizaçao passa por esse patrocínio. Essa é minha luta. BSB 07-11-2011.”

http://facebook.com/eduardo.mamcasz

mamcasz@gmail.com


Se em San Francisco tem a Columbus, em Menphis a Billie Street, em Chicago a North Halstet, em New Orleans o Frech Quarter,  tudo de musica e agito noturno, o papo em Austin, Texas, gira ao redor da 6th St, considerada monumento nacional,devidamente tombado, inclusive as pernas das mulheronas texanas.  

O blues de Austin, Texas, tem renome nacional e inclusive uma
batida diferente, com destaque para a guitarra, mais parecendo roqui mesmo, ainda mais se a prosa for num dos bares da Rua Guadalupe, nada turistica e dentro do bairro dos bichos grilos e universitarias pessoas.

 

Agora, para terminar a passagem por Austin, Texas, a cidade do pecado gostoso, texanas grandonas de shortes pequenos, mas nao arrebitados que nem as das brasileiras, na sexta avenida me aparece uma dupla de pastores pentecostais e tais, tipo TEA PARTY, pregando simplesmente  seguinte:

Nao a toa que ao lado dos pastores alemaes e suas crias
espalhadas pelas ruas distribuindo panfletos em defesa da vida depois da morte funciona uma cantina com o interessante nome de CHUPACABRA, ou seja, BELZEBU, EXU, LUCIFER.


     Depois da caminhada pelo eixão, na parte boa de Brasília, abro nesta manhã de domingo o meu grande jornal paulistano, deixou de ser a Folha, que está fazendo 90 anos, já trabalhei nela, tenho a manchete que consegui com ” Abertura Lenta e Gradual”, alguém se lembra disso?

    Vou direto, por estranho que pareça, para a página do horóscopo, na parte dos capricornianos que encostam a bunda na parede, apontam os chifres para a frente, dane-se o mundo que não me chamo Raimundo, mas Eduardo, que no anglo-saxão quer dizer “homem forte e bom”

 

  “Guarde em silêncio tuas agudas observações a respeito das pessoas.

Neste momento, ninguém tem condição de compreendê-las.

Por isso, elas acabam te causando problemas.

Então, guarde em silêncio tuas agudas observações.

Um dia, quem sabe,  tu podes fazer uso delas,  no futuro.”

 

         

          Esta foto tem tudo a ver com meu horóscopo de domingo. Eu a tirei na minha penúltima viagem pelos Estados Unidos. Em Chicago, terra natal do Obama, mas com um crioulo numa situação bem diferente da dele.

        Apesar da figura morar na parte Sul de Chicago, a dita mais violenta, porque a mais pobre, ou seria o diferente, o negão está pedindo esmola no começo da Magnificent Mile, a parte mais chique da cidade que controla, através de sua Bolsa de Valores de Cereais, o preço do alimento no mundo inteiro.

        E o texto do cartaz escrito a carvão diz o seguinte:

 

 I’m J.I.H.

Please help me.

I’m hungry.

 

       Daí que joguei meu horóscopo deste domingo no lixo e continuei lendo o livro que a estagiária Carmem me emprestou, em troca do Direito à Preguiça, que lhe destinei.

     O  livro da iniciante nas lides jornalísticas fala dos segredos do Lao Tsé, apresentados pelo filósofo Sérgio Cortella, que diz o seguinte, já no intróito:

 

“Há, hoje, uma certa “miserabilidade” nas nossas vidas.

 Claro que  não tem nada a ver com a condição financeira.

É que não nos distanciamos do amargo sabor da monotonia repetitiva.

Não rompemos com o eventual conforto dessa miserabilização cotidiana.”

 

 


                    Em estando aberta esta sessão, sublimamos a palavra a uma alma condenada porque em vida, falso poder nas mãos – sabia eu que ela tinha acabado de levar mais uma das dezenas de porradas desferidas com gosto pelo marido jornalista, meu ex-amigo – certa feita, por conta da passageira função na Rádio Nacional, numa comoção histórica, olhou-me nos olhos e disse, sorridente : “Mamcasz, eu quero ver você sentir dor”.
                  De fato, eu senti. Fui fundo. Quase morri. Impossível o ressuscitar depois de tentativas aos milhares, forçadas do fundo desta alma, porque o corpo foi queimado por opção, diferente do que aconteceu com o amigo Tim , com quem dividi temores e até mesmo os bondes de Santa Teresa e a quem ofereço todas estas e outras letras infindas.
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Photo inicial do video No Reino de Aninha. Poemas de Cora Coralina. Música de Helena Meireles. Edição de imagem de Eduardo Mamcasz

         Na última viagem a Chicago, (12 maio 2009), no Blues Bar,  me aparece um jovem e imbecil soldado americano recém-chegado do Iraque, com os seguintes dizeres na camiseta:

A DOR É A FRAQUEZA DEIXANDO O CORPO.