Para melhorar a condição marginalizada do preto e do pardo,

que formam a raça negra,

não bastam apenas políticas públicas eficazes.

A recomendação é do Instituto Ethos.

É preciso colocar como meta permanente uma série de ações mais afirmativas.

Saiba quais são elas.

Ouça Eduardo Mamcasz nesta quinta e última parte da série

”Discriminação do negro no mercado de trabalho”.

Click abaixo

 http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2012-07-27/sociedade-n%C3%A3o-incentiva-participa%C3%A7%C3%A3o-do-negro

 

 

 

 

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Survey of the world’s wealth (GDP) reveals that the average growth of almost 80% led to the extermination of 104 million jobs between 1980 and 2000. North America continues with 32.8% of global GDP

Click

http://snd.sc/LhBTaZ

Levantamento feito da produção mundial de riquezas (PIB) revela que o crescimento médio de quase 80 %  provocou o extermínio de   104 milhões de empregos entre os anos de 1980 e 2000. A América do Norte continua com 32,8% do PIB mundial. 


Nós acá em Brasília somos assim mesmo e a gente até se comenta:

Candango é um baiano sossegado que passou uns tempos em Minas.

E não deu outra.

Obama chega na Praça dos Podres Poderes.

3.500 meganhas (federais, goianos e internacionais).

E o povo?

Nem o vendedor de milho pros pombos apareceu.

Só a Chefe do Cerimonial do Brasil.

Mulher do Chefe do Itamaraty.

Aqui em Brasília, é assim mesmo.

Tudo consanguíneo, entendes?

E dona Dilma ainda fica em pé, esperando pelo patrão nosso, durante 17 m 19 s.

 


Mister Obama and family já estão em Brasília.

Aliás, Michelle chegou num vestidinho de chita, vermelho com bolinhas, muito do lindo.

Enquanto Brasil e Obama, em Brasília, fingem que não tem nada com a Líbia …

Aliás, Brasil se abstém da exclusão aérea em Tripoli e aceita aqui. Pode?

Brasília, Brazil, tudo OK para a chegada da Família Obama. Até as pedras,  na Esplanada dos Podres Poderes, colocadas em frente ao Palácio do Planalto, estão prontas para serem lançadas quando ele aparecer ao lado de Dona Dilma, no Parlatório.

Na Esplanada dos Mistérios, em frente à Catedral do ateu Niemeyer, os garis limpam os últimos detritos da podridão, mãos sujas, corrupção, tudo ladrão, será que o Obama sabe disso? Welcome ao país da hipocrisia, quer dizer, da utopia.

Ainda na Esplanada, líbios e iranianos, vindos de ônibus, direto da Tríplice Aliança, no Paraguai, se juntam aos outros manifestantes em apoio ao Obama: MST, UNE, PT, CUT, Cufa, Margaridas and all. Ah… mais venezuelanos e cubanos, todos hermanos. Preste atenção na cor das bandeirolas e no cartaz  da ONU.

Em cima da Catedral de Brasília, um atirador de elite se prepara para a passagem do Obama (Cia? FBI? Alkaida? PF? Kadaffi? Hugo Chaves? Fidel Castro? Superman? Ou seria o Lula?)

Muita festa na passagem de Mr Obama por Brasília, com ruas enbandeiradas, parece Copa do Mundo, mas preste atenção na segunda bandeira da foto abaixo. É a bandeira oficial de Chicago, terra oficial do Obama. South Chicaco, hello!

Enquanto isto,no Rio de Janeiro, onde Obama visita o Complexo do Alemão e a Cidade do Diabo, a festa acontece tem mais de uma semana,  com a Cinelândia toda engalanada de bandeiras tupiniquins, colocadas pela turma do Flamengo, só podia ser, além dos de sempre: PT, CUT, MST, UNE et caterva. Tudo que cantava Gringo, Go Home. And now, de quatro, já!

Entonces, Mister Obama, thank you, very much, viste, acá em Buenos Aires, capital de Brasil, líder da América Latrina, quintal da América da Morte,  né, Mr Black? Aliás, por aqui,  tudo acaba em Carnaval mesmo. Abaixo, as duas bandeiras, lado a lado, Brazil & USA. Tipo,  assim,  Aliança para o Progresso, do teu espelho, o Kennedy. Yes, nós temos J.K.

E para terminar, o povo unido na Esplanada, conduzido por MST-PT-UNE-CUT,  saúda efusivamente Mister Barack Bin Ozama pela invasão da Líbia. Tomara que tenham o mesmo sucesso do Vietnan, Coreia, Iraque e Afganistão.

IN GOD WE TRUST, bicho!

Make Peace not War.

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     Depois da caminhada pelo eixão, na parte boa de Brasília, abro nesta manhã de domingo o meu grande jornal paulistano, deixou de ser a Folha, que está fazendo 90 anos, já trabalhei nela, tenho a manchete que consegui com ” Abertura Lenta e Gradual”, alguém se lembra disso?

    Vou direto, por estranho que pareça, para a página do horóscopo, na parte dos capricornianos que encostam a bunda na parede, apontam os chifres para a frente, dane-se o mundo que não me chamo Raimundo, mas Eduardo, que no anglo-saxão quer dizer “homem forte e bom”

 

  “Guarde em silêncio tuas agudas observações a respeito das pessoas.

Neste momento, ninguém tem condição de compreendê-las.

Por isso, elas acabam te causando problemas.

Então, guarde em silêncio tuas agudas observações.

Um dia, quem sabe,  tu podes fazer uso delas,  no futuro.”

 

         

          Esta foto tem tudo a ver com meu horóscopo de domingo. Eu a tirei na minha penúltima viagem pelos Estados Unidos. Em Chicago, terra natal do Obama, mas com um crioulo numa situação bem diferente da dele.

        Apesar da figura morar na parte Sul de Chicago, a dita mais violenta, porque a mais pobre, ou seria o diferente, o negão está pedindo esmola no começo da Magnificent Mile, a parte mais chique da cidade que controla, através de sua Bolsa de Valores de Cereais, o preço do alimento no mundo inteiro.

        E o texto do cartaz escrito a carvão diz o seguinte:

 

 I’m J.I.H.

Please help me.

I’m hungry.

 

       Daí que joguei meu horóscopo deste domingo no lixo e continuei lendo o livro que a estagiária Carmem me emprestou, em troca do Direito à Preguiça, que lhe destinei.

     O  livro da iniciante nas lides jornalísticas fala dos segredos do Lao Tsé, apresentados pelo filósofo Sérgio Cortella, que diz o seguinte, já no intróito:

 

“Há, hoje, uma certa “miserabilidade” nas nossas vidas.

 Claro que  não tem nada a ver com a condição financeira.

É que não nos distanciamos do amargo sabor da monotonia repetitiva.

Não rompemos com o eventual conforto dessa miserabilização cotidiana.”