Sindicatos



                        Novela que vem se arrastando desde o começo do ano passado, maio chegando está tudo se encaminhando para a inauguração da nova sede da EBC em Brasília, no subsolo do Venâncio 2000, um shopping decrépito e ultrapassado pelo vizinho Pátio Brasil. Pelo menos vai ser na Asa Sul, quem é de Brasília (Plano Piloto), sabe a diferença que é.

                      Mas apesar da ínfima audiência (leia nota abaixo), reunir num só subsolo a TV Brasil, TV NBR, Rádios EBC, Agência Brasil, Serviços, etc, com 1.473 funcionários lotados em Brasília,  vai custar a pequena bagatela, por ano, só de aluguel, de quase 10 milhões de reais. Na verdade, na verdade mesmo, serão exatos  R$798,5 mil por mês, correto?

                       No momento, os móveis novos estão licitados, comprados e à espera do recebimento, que vai ser direto no primeiro subsolo do decadente Venâncio 2.000, onde havia lojas de sapatos, sauna, livraria, lanchonete e tal.

                     Para seguir o traçado antigo, continuará a mesma “passarela do samba”  pelo meio das lojas. De diferente, o espaço externo-lateral, que estava com o visual meio livre, apesar de subsolo, agora está totalmente tomado por um prédio pronto para ocupar as vagas de estacionamento no terreno baldio em frente (aliás, um deles ainda pertence ao espólio da Radiobrás, agora codinominada de “resquício”, com tudo o que havia nela, principalmente o pessoal.

                             Notas Oficiais (passadas…)

                           Num dos derradeiros comunicados da atuante Comissão dos Empregados da EBC (a passada…), foi exigido uma mudança completa de todos os trabalhadores lotados em Brasília para a nova sede.

                          Ao mesmo tempo, foi publicado num dos EBC Informa a nota da atuante CIPA do prédio da 502 Norte (outra vez, a passada, gente…), exigindo que um representante seu acompanhasse todos os procedimentos na fase da pré-mudança.

                           A nota da Comissão dos Empregados (a passada, não a de agora…), já dizia, em outubro de 2009, o seguinte:

 “Nenhum setor poderá ser prejudicado estando fora das novas instalações que segundo a empresa serão definidas ainda durante este mês. A Comissão dos Empregados e Sindicatos irão protocolar ainda esta semana um documento para a presidência da empresa comunicando a posição dos trabalhadores solicitando que as entidades representantivas sejam comunicadas oficialmente sobre as mudanças, que deverão atender todos os setores da empresa, retirando todos os trabalhadores dos atuais espaços precários onde estão instalados.”

                        Tudo sacramentado. Em vão.

                        Em nome do Pai, do Filho e da Mãe.

                        Axé!


                           A página da EBC ( http://www.ebc.com.br ) amanheceu em branco nesta segunda. Nela estão Agência Brasil (ainda continua com a subpágina provisória) , TV Brasil, Rádio Brasil, desculpe, Nacional, etc e tal.

                           Ao voltar, meio assim tipo haqueada, apresenta este texto hierografado, mas quem entende de balanço, elisão x evasão, normas públicas x societárias, pode decifrar perfeitamente.

                            O que chama atenção é o que foi declarado no balanço patrimonial e que deu uma diferença exata de R$ 342.725.758,44.

                           Um senhor balanço …  mas vamos ao original:


                              Marcação cerrada. Coisa assim só vi no tempo da EBN, antecessora-mor da EBC. Acabou perdendo. Até porque ameaçou ficar com o dízimo de toda a publicidade oficial. A cor da chapa, no entanto, continua a mesma.

                                Clique abaixo para ver um blog da Veja. Fala também da Agência Brasil, sucessora da AgênciaNacional. Todos no mesmo saco original, que foi o DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda do Getúlio Vargas.

                            Ninguém fala nada da Rádio Nacional. Aliás, para quem teve acesso ao último IBOPE dela, não é preciso dizer nada mesmo.

                           Só um reparo. Ouvi na Rádio Brasil uma matéria,embora fraca, sobre o Bancoop:

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/ebc-investiga-arruda-e-roriz/


Clique abaixo:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/lula-news-mais-um-blogueiro-com-talento-e-sorte/

Ou vá direto na fonte:

http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/?cat=2080

No comments, please.


Eu trabalho na EBC (Rádio Nacional).

Juntando os outros nomes que ela já teve, estou cá uns trinta anos.

Jornalista diplomado, MBA em Economia, experiência direcional e tal.

Pois bem.

Ganho só dez por cento do que o senhor Luís Nassif, do Dinheiro Vivo, está ganhando líquido, por mês, desde agosto do ano passado (55 mil pilas), para, a partir desta segunda, apresentar um programa semanal, com uma hora de duração, na TV Brasil.

Contrato de 1 milhão e 280 mil por ano, sem concorrência por conta da “notória especialização”.

Ah … A mãe EBC também paga os deslocamentos, a hospedagem das nove pessoas da equipe mais o estúdio de gravação.

Na reportagem da Folha de São Paulo, hoje, o Nassif corrige: O salário bruto dele, mensal, é de 49 mil pilas.

 Segundo a EBC, “programa vai discutir políticas públicas com a sociedade em um novo modelo de interação entre a televisão e a internet.”

Depois eu falo dos programas que também estão recebendo o mesmo tratamento, e dinheirama aqui na Rádio Nacional.

Sobre o específico, tem o email interno mas público:

EBC realiza seminário de lançamento do programa Brasilianas.org

A diretoria-excutiva da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) convida a todos os funcionários para participar do seminário Brasilianas.org, que marca o lançamento do programa na TV Brasil. O programa vai discutir políticas públicas com a sociedade em um novo modelo de interação entre a televisão e a internet. Brasilianas.org é apresentado pelo jornalista Luís Nassif e vai ao ar toda segunda-feira, às 22h. O seminário será realizado nesta terça-feira, 9/03, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, de 9h às 17h.

Presença principal: senador José Sarney – presidente do Senado Federal.

Leia mais na Folha:

 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1103201015.htm


A nova turma da EBC detesta a Folha e a Veja, em especial a turma do Reinaldo Mainardi,etc.

Prefere o estilo release do Estadão, Comunique-se e o NR do Sindicato dos Jornalistas do DF.

Mas neste post eu estou apenas testando uma baita descoberta.

Como usar a ferramenta chamada Snipping Tool, no Windows Vista.

Cortei isto de um comentário antigo do Reinaldo Azevedo, Veja, de quando a gente fez a primeira e última greve, aqui na Rádio Nacional e Cia.

De quando parte da Comissão dos Empregados se desgrudou dos pelegos sindicalistas.

Taí, então, o resultado do Snipping Tool. Gostei. Vou usar mais.


 

De volta a ( vale com ou sem crase ) estagiária de olhos de camelo que se foi do meu lado, aqui na rádio,  bem na hora certa (dela).

Foi na revoada das estagiárias daqui da rádio.

Ninguém no lugar delas até hoje.

Mas saiu mais um número do mega-zine.

Em cima do Dia Internacional da Mulher.

Tudo sobre as minas de atitude, as que se equilibram  na ponta dos dedos pintados na altura das unhas, mas sem perder o equilíbrio no skate.

 Axé!

Então, depois de ver a foto-capa, ler o meu post logo abaixo,  volte  ao blog da Zine:

http://www.doistempomag.com/ 

Antes, conheça os nomes da moçada:


                              “ E assim como elogio, reclamo da Rádio Nacional: nas madrugadas, ao identificar canções, autores, autores e intérpretes, tem havido erros, omissões e confusões, resultando em estranhas saladas musicais”.

                             Li isto neste domingo no jornal Comunidade, aqui de Brasília, na coluna COMUNICAÇÃO & PROBLEMAS, do Marco Antônio Pontes, depois de uma noite conversando com um amigo antigo, que conhece os meandros do esgoto a inferno aberto aqui no Distrito Federal, que tem ainda muito podre para ser exposto e quiçá algum primeiro cadáver.

                            Mas, no caso acima, a citação diz respeito à Rádio Nacional FM, de Brasília, que um dia foi colocada à venda, pelo Antônio Martins, mas que não se concretizou porque a Universidade de Brasília (UNB) entrou na Justiça dizendo que teria direito a tê-la de graça.

                            Rádio Nacional tem ainda a do Rio (a mãe de todos, que já foi rainha, nos anos 40), a  Rádio Nacional AM de Brasília (inaugurada junto com Brasília, por JK), a Rádio Nacional da Amazônia, inaugurada pelos milicos para fazer frentes à “influência malsã da Rádio Nacional de Albânia”.

                           E há coisa de uns cinco anos, tem a Rádio Nacional da Meiorregião lá de um tal de Solimões, Tabatinga, Colômbia, que foi criada para ser comunitária e ser desmamada mas que nunca o foi, apesar da grana alta já jogada no rio, com três funcionários agora fantasmas e tudo, muita comitiva paga para conhecer o experimento na floresta, blá, blá, blá …

                            Ah… teria ainda a Rádio Nacional de São Paulo mas a cacicada de plantão resolveu que ela será a sede da nova RÁDIO BRASIL, na fase de rádio digital,  para acompanhar a TV BRASIL, e que já está sendo tramada para enterrar de vez a FAMÍLIA NACIONAL.

                           Mas afinal de contas, eu comecei este domingão falando de que mesmo?



 

Negro cem por cento tem muito pouco aqui na Rádio Brasil.

Aliás, no princípio deste post, cito dois exemplos:

De um lado, tem um negro, técnico de som, no lado pobre.

Do outro, tem uma negra, chefe, atuante na causa, mas … rica.

Então, pergunto na audiência pública do STF:

– Afinal de contas, o sistema de cota para entrar na universidade pública mesmo sem ter as condições exigidas, ela vale para o preto ou para o pobre?

– Melhor, se tiver uma vaga e dois postulantes, um preto e um pobre, quem deveria ficar com ela?

Pois ouça uma das respostas:

http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618


                        Conselho Curador da EBC. Onde só  tem um eleito. Casualmente, representante dos empregados. É da Rádio Nacional. Pouco faz…os outros, mais fortes, são biônicos indicados pelo presidente da dita República. Mas não se trata de uma empresa pública? E por que então este estatismo biônico?

                      Na primeira audiência pública, no ano passado, para discutir o sexo da TV Brasil, eu me inscrevi, como empregado, e falei justamente que o conselho, que então tinha na cabeça o presidente do Palmeiras, Gonzaga Beluzzo, não tem  que ser formado por nomeados pela graça do presidente de plantão do Brasil.

                     E perguntei, na ocasião, o seguinte:

                     Afinal de contas, o que é mesmo público?

                    Antes de partir para a leitura se fores chegado e caso não tenhas aspirações de chegar a presidente do Brasil, destaco  o edital de convocação de “entidades da sociedade civil”(???, servem os brancos do tráfico da Rocinha?).

                    É para que se apresente uma lista, em audiência pública, com três nomes para serem “nomeados”pelo presidente do Brasil que, por ironia, é quem manda na EBC, que muitos teimam em dizer que é uma empresa pública de comunicação.

                   O pior é que o único eleito para o Conselho Curador da EBC até hoje não diz o que fez, ou deixou de fazer, em nome dos empregados (terceirizados, concursados, apadrinhados, etc e tal).

                 Pelo email distribuído internamente pela diretoria da Rádio Nacional, hoje, aqui na EBC,  só poderão tentar ser “biônicos”os seguintes “entes”, na transcrição literal:

                Poderão se inscrever entidades constituídas da sociedade civil como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas, ainda que parcialmente, à promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos ou da democracia; à educação ou à pesquisa; à promoção da cultura ou das artes; à defesa do patrimônio histórico ou artístico; à defesa, preservação ou conservação do meio ambiente; à representação sindical; classista e profissional.

                      Ah… quanto à pergunta, afinal, o que é mesmo público no Brasil, acesse:

                    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=547IPB004


 Sempre vale a pena ler de novo, principalmente nós, fantasmas getulistas:

 “ A maioria das instituições encarregadas da comunicação pública no Brasil, quando apresenta noticiários no rádio, na televisão ou na internet, não pratica jornalismo, não informa o cidadão com a objetividade que ele merece e à qual ele tem direito.

O que se faz é propaganda, às vezes subliminar, às vezes expressa, das autoridades da vez.

As explicações de praxe primam pelo comodismo. A mais comum delas perdoa a subserviência das instituições em relação aos governos porque, afinal, essas instituições dependem de recursos governamentais.

Na tentativa de ganhar o seu naco de sustentação de cada dia, elas vivem de adular os poderosos oficiais.

Por inércia.

Em conseqüência, oferecem ao público um arremedo de comunicação promocional, de má qualidade, que finge ser informativa.”

Ressalva deste blogueiro: A ordem do tempo nos verbos não altera o valor dos fatores.

Assinado: Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás-EBC-Rádio Nacional, etc e tal. Autor do livro “Em Brasília, dezenove horas”. 

Leia o primeiro capítulo:

http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/23/20080723-brasilia_19_horas.pdf


                       Brasília não tem jeito mesmo.

                       Hoje de manhã, na frente da rádio, duas vagas para deficientes ocupadas por diferentes.

                      No caso, o carro do ministro da AGU – Advogacia Geral da União – e segurança.


                           Estava eu, em novembro do ano passado, 2009,  por um noves fora,  nada, pela Rádio Nacional, em Salvador, na minha querida Bahia, eu e mais uns trinta colegas da EBC, num tal dum Congresso sei lá do que de um Controle Público. Foi bom … Rio Vermelho …Pousada Catharina … uma tia-mina com o Cartão Corporativo … e tal …. né?

                          Blá… blá… blá… blá… blá… blá… blá… blá… blá…

                          Pois então … no final … no último dia, sexta, pinta o escândalo do DF … Arruda … lá em novembro de 2009 … daí, corro pro Jorge Hage … CGU … tava lá … pois  Zé … aliás, no sábado, dia seguinte, embarcando, sozinhos,  batemos um papo, no mesmo aviao, cade a porra  da  minhoquinha em cima desta letra … lepitópi contrabandeado, mas do legítimo … fazê o quê, falando que nem petê  …

                          Continuando … me distrai com esta foto com a bonitona que é do Ministério Público, procuradora, sei lá … tesão… tesão… tesão … diria não eu (será?) mas, com certeza, o Raul Seixas, pois ele que seja processado, não eu, por este justificado tesäo – será que eu teria o prazer de por ela ser preso? ai quem me dera…

         

                              E né que hoje, dia 25 de fevereiro de 2010, tantos tentos repassados, a grande CGU anuncia, cá dos píncaros do Planalto Central,  este   seguinte (novembro-dezembro-janeiro-fevereiro-quase águas de março:

                             “Investigação da Controladoria Geral da União encontrou irregularidades na aplicação do dinheiro repassado para obras no Distrito Federal.

                              Muitas das obras de Brasília são feitas com verbas federais.

                              O novo trecho do Metrô, por exemplo, tem dinheiro do Ministério dos Transportes –R$ 40 milhões.

                               Na ponta do lápis, segundo o relatório, o serviço ficou 125% mais caro, um prejuízo de quase R$ 12 milhões. “

                            Moral do papo:

                            1 – Será que ainda posso ter esperança com essa procuradora-geral-gostosona?

                             2 – Será que a CGU poderia ser um pouquinho, só, mais devagar do que a tal da tartaruga?

                             3 – Será que só eu sou ZONZO aqui em Brasília?

                             4 – Enfim, Ibiapina, neste caso, posso falar uma palavrona????

                             Então, me desculpe, minha cara ex-estagiária, mas tenho que gritar:

                            – PORRAAAAAAAAAA………!!!!!!!!


             Tem ” deficiente” que fica confusa quando encontra alguém que é “diferente”.
 Este mal estar pode ser evitado se as pessoas se interagirem mais no trabalho.
 Pois veja só o péssimo exemplo que continua aqui na frente da Rádio EBC.
 São três carros de pessoas difererentes mas não deficientes.
Uma autoridade para entrevista na TV Brasil, uma funcionária e um chefe graduado.
 Nenhum deles disse Bom Dia ao porteiro quando chegou hoje aqui na rádio:

                

Alguns detalhes a respeito do não-feito:

http://www.cedipod.org.br/quando.htm

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