I was another day in a mass wedding on the outskirts of Brasilia, named Ceilândia, for  documentary to our Radio Brazil.

I had been?

Report very human, natural, different, elucidadiva, especially popular and public that neither here in our Radio Brazil.

Public?

That was like today in slum-invasion of Structural, larger landfill in the brazilian capital, for another radio-documentary about how they celebrated the International Day of Mandela in the midst of a tremendous collective effort.

I had been?

Estive noutro dia num casamento coletivo no subúrbio brasiliense de Ceilândia no documentário para a Rádio Brazil.

Estive?

Matéria muito humana, natural, diferente, elucidadiva e, principalmente, popular e pública que nem aqui a nossa Rádio Brazil.

Pública?

Que nem estive hoje na favela-invasão da Estrutural, maior lixão da capital brasileira, para outro rádio-documentário sobre como eles comemoraram o Dia Internacional do Mandela, em meio a um tremendo mutirão.

Estive?

For returning to brides…

From the suburb, Ceilandia,  for which the report was completed I followed by the second act of the same piece.

It was the famous photo shoot of robed girls suburban, middle class lulanist, in a place frequented by upper middle class in South Lake Pontoon, Brasilia City.

Pois voltando às noivas.

Do subúrbio, Ceilândia, para que a reportagem se completasse,  acompanhei as noivas ao segundo ato da mesma peça.

É a famosa sessão de fotos das paramentadas raparigas suburbanas, classe média lulana, num local freqüentado pela classe média alta no Pontão do Lago  Sul.

It`s all a mixture of Fellini and Nelson Rodrigues, hence the title dualized:

Wedding Dress to kill.

Speaking of Wedding Dress, Nelson Rodrigues (???).

Ah,  foolish presidential tribal people.

I`m thinking   that in my time trainee in O Globo, in Rio, the drumming of the keyboard almost next to me was of the old Nelson Rodrigues.

How much stuff today he would have here in our Radio Brazil

Click below, okay?

http://www.youtube.com/watch?v=8w2LCpe1yPc&feature=related

Foi tudo um misto de Fellini e Nelson Rodrigues, daí o título dualizado:

Vestido de Noiva para matar,

Falando em Vestido de Noiva, do Nelson Rodrigues (???).

 Ah! néscio tribal povo presidencialista.

E pensar que no meu tempo de estagiário, em O Globo, no Rio, o  batuque  do teclado quase que ao meu lado era do velho Nelson Rodrigues.

Quanto material hoje ele teria aqui na nossa Rádio Brazil.

Clique abaixo, tá?

 http://www.youtube.com/watch?v=8w2LCpe1yPc&feature=related

Wedding Dress to Kill or Vestido de Noiva para Matar:

Wedding 4 by Mamcasz

And so they were happy with the goalkeeper Bruno till death one day separated them.

Once Flamengo, Flamengo to death.

Amen!
E assim elas foram felizes com o goleiro Bruno até que a morte, um dia, os separou.

Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer.

Amém!


                       Saiu a lista dos 415 funcionários da rádio (tv-agência-outros)  que foram promovidos, por mérito ou por antiguidade, neste caso, com servidor penando até há 38 anos.

                      Interessante que quase cinquenta funcionários ganharam nota máxima, ou seja, 100 pontos, portanto, acima de qualquer suspeita. Entre eles alguém com um ano de empresa (o último concurso foi há cinco e a promoção só vale para gente do quadro).

                   A nota foi dada na média entre a da chefia imediata e a do próprio funcionário que, no caso, declara se considerar simplesmente o máximo, fato corroborado pela chefia amiga.

                    Entre os cinco quesitos aplicáveis para se conseguir a nota, havia um a respeito do modo como o funcionário vê a questão ambiental. Se usa copo plástico ou de vidro, no trabalho, por aí …

                    Pois os 50 com nota 100 devem ser os mesmos que aceitam continuar em ambiente insalubre desde que recebam o adicional que dá uma média de 500 reais por mês.

                   Tanto que muitos entraram na Justiça, não para acabar com a insalubridade, mas para incorporar o adicional ao salário.

                   E não se pode reclamar dos critérios da promoção porque eles foram definidos em seis meses de reuniões com a Bela Adormecida.

                    A Bela Adormecida é a atual Comissão dos Funcionários. Não se sabe se há Nota 100 entre eles,   já chamada de gratificação pelos que conseguiram abrir a internet, e salvar, a tempo, este estranho listão.

                     Pois não é que estou correto neste meu post?

                   Tanto que as pontuações foram retiradas da página da intranet no mesmo dia em que tinham sido colocadas.

                     Acontece que o listão já está correndo na infalível Rádio Corredor, devidamente impresso. Mesmo que deixando de valer, por ora, está sendo feito o levantamento nominal dos Nota 100. Pelo sim, pelo não …

                      No lugar da nota máxima-mínima, entrou a seguinte outra nota:

“A Diretoria Jurídica está examinando, a pedido da diretora-presidente,  alguns aspectos do processo de avaliação por desempenho e por antiguidade.   Em função disso, foi retirada desta Intranet a lista de promoções divulgada hoje,  sexta-feira, dia 16 de Julho de 2010, não tendo sua publicação gerado qualquer efeito.”

                      Ainda bem …


Aqui na rádio, existe uma norma da empresa que vale para este período de campanha eleitoral.

Só para ir lembrando, um dos itens diz respeito às “vedações”.

 IV – fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, partido político ou coligação, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo Poder Público.

Moral:

1 – É “vedado” fazer reunião com companheiros de campanha em dependências da rádio pública, independente se for hora de trabalho ou não.

2 – Esta norma vale não somente para os colegas que se licenciaram, sem vencimentos, de acordo com a lei, para concorrerem nestas eleições, mas também para a companheirada em geral.


Hoje, quinze de julho, comemora-se no Brasil o Dia do Homem.

Afinal, se tem o dia da Criança, da Mãe, da Sogra, da Avó, por que não comemorar o Dia do Homem?

E por que?

Bom.

Segundo o PNAD, Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio, 75 por cento dos homens são provedores das famílias. Fornecem o pão vosso de cada dia.

Aumentou, nos últimos dez anos, de dois e meio para nove por cento o número de famílias monoparentais masculinas.

E o que é isto?

No caso, são famílias com filhos, mas sem a mãe, apenas com o pai em casa no dia a dia.

Cinquenta e um por cento dos homens se ocupam de afazeres domésticos, mesmo trabalhando fora, e dizem gastar em média nove horas e trinta minutos de trabalho em casa.

A média de estudo do homem é de sete anos e dois meses.

Na idade entre 18 e 24 anos, 12 por cento dos homens frequentam o ensino superior.

No governo, ocupam 55 por cento dos cargos de direção e assessoramento.

 Oitenta por cento dos homens participam do mercado de trabalho.

Ou seja, vinte por cento dos homens continuam à procura de emprego. Cinco por cento estão desempregados, quer dizer, cansaram de procurar trabalho.

Vinte e seis por cento trabalham, mas em condições precárias.

Quarenta por cento não têm a carteira assinada.

Sobrevivem no trabalho dito informal.

Têm apenas cinco dias de licença paternidade.

Trabalham, em média, 52 horas por semana.

 E a mulher?

Bom, isto fica para o dia oito de março.

No entanto, termino a prosa de hoje citando as considerações finais do estudo Mulher e trabalho: avanços e continuidades, feito pelo IPEA.

Conclui dizendo que no lugar do homem e a mulher se entenderem na divisão das atividades em casa, está acontecendo o seguinte:

O trabalho doméstico é delegado a outras mulheres, que são desvalorizadas e se encontram numa posição de grande precariedade.”

Ou seja.

Está faltando o dia da empregada doméstica.

Certo?

Inté e axé.

Para ouvir o especial do Dia do Homem, clique abaixo:

http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

 


Acabou a Semana Santa.

Acabou o Carnaval.

Acabou a Copa.

E agora?

Fazer o que?

Com a resposta, Mister Paul, o Polvo, o único invicto.

Extraído do blog Os Primitivos, ok?

Enquanto isto, aqui na rádio, acabo de ouvir o seguinte diálogo entre duas mães arrependidas:

Uma: meu filho gosta de usar minhas roupas. Um saco!

A outra: pois a minha filha nunca usa as minhas  roupas.

Uma (reprise): vai ver tua filha detesta tuas roupas.

Moral:

Chame o Paul, o Polvo Invictus.


 O capitão runo das Dores, o goleiro que teve seu contrato rompido com o Flamengo e com as empresas para quem ele fazia publicidade, por conta das últimas notícias que o levaram à cadeia, ganhava, por ano, só de salário, sem contar os bichos e a publicidade, um total de quase um milhão e meio de reais por ano, dando uma base de uns 125 mil reais por mês.

Para ouvir, clique abaixo:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

 


Bruno, goleiro convocado para a seleção do Brasil.

Outros: Bola, Coxinha, Paulista, Macarrão …

Por aí em frente.

Clique abaixo e leia uma reportagem minha chamada:

Como se fabrica um pistoleiro.

http://www.brasiloeste.com.br/noticia/876/


In the slums, in the Senate
Messing around with him
Nobody respects the constitution
But everyone believes the future of the nation
What country is this?
What country is this?
What country is this?…

Brazil!

 

Nas favelas, no senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

Este é o meu Braziuuuuuuuuuuuuu…..

(From Renato Russo – Legião Urbana)


Todos se foram.

Só ficaram os queijos na cabeça e os tapas na cara.

Os mais insossos desta Copa.

Por outro lado, na nave que fica, nasce minha neta –  sobrinha Melissa, de André e Adelita.

Mais uma Mamcasz para perturbar o sono dos contentes.

Que a vida lhe seja livre, leve e solta.


The worst and longest running radio program of Brazil celebrates 75 years of life.
In 1935, began as the National Programme.
Brazil had then 50 radio stations and had no TV.
Today, only community radio are 4.379.
In New State (???), became The Moment of Brazil.
In Dictatorship (military),  post 64, was The Voice of Brazil.
Always at 19 hours.

Em 1935, começou sendo Programa Nacional.

O Brasil tinha então 50 emissoras de rádio e não tinha TV.

Hoje, só de rádios comunitárias são 4.379.

No Estado Novo (???), passou a ser A Hora do Brasil.

Na Ditadura pós 64, ficou A Voz do Brasil.

Sempre às 19 horas.

Que nem o Guarani de entrada.

Às vezes muda o ritmo.

Ou o jeito de dizer a hora: 7 da noite em Brasília.

Mas a forma e o conteúdo … de pai para filho desde 1910 … que nem a má idéia palaciana, a 51.

Teve uma rápida fase, na Nova República (???), tempos de Constituinte e Ulysses, em que se pensava que dali para a frente tudo iria ser diferente, bom,  a gente chegou a colocar o ouvinte cobrando em A Voz do Brasil, com notícia hoje dita pública,  nunca acima de um minuto, rapidinha, vinheta com música regional e, às vezes, até poesia, inclusive a nossa, chamada de marginal. Por que não, tinha chegado a democracia, ingenuamente a gente acreditava, então, apesar dos trezentos “picaretas”  (???).

Aliás, confesso que eu fui o primeiro repórter a entrar ao vivo, direto do orelhão na porta  da Granja do Torto (???), na estória de   A Voz do Brasil.

Durou pouco a coisa republicana.

Foi um sonho minha gente, diria o Kid Morangueira (???).

Moral:

A Voz do Brazil, ela continua um saco, isto lá  continua.

Para fazer justiça, inclusive para a “velharia radiofônica”, mais idosa do que a atual seleção brasileira,  os três podres poderes são responsáveis pela ainda não-extinção de A Voz do Brasil.

Afinal, são 25 minutos do Executivo (já tentou acabar ou pelo menos espalhar a meleca  durante o dia), 25 do Legislativo (a quem caberia acabar de vez, pela lei) e 10 do Judiciário (cego como sempre).

Tudo isto para recomendar a leitura da matéria saída na revista Época e que me foi mandada pelo pescador chamado lá no Tocantins de Little Chico.

Clique abaixo:

http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo2/Materia/exibir.ssp?materiaId=152378&secaoId=15223


Esta foto é para ser vista ouvindo a Triste Partida, com Luiz Gonzaga.

E pensando na falta que está fazendo uma equipe psiquiátrica para cuidar das ex-feras do escrete canarinho.

Tem que saber cair também.

Vale para a malta que se alegra porque a Argentina também caiu ou porque em 2014 vamos … perder de novo.


Tchuss, little monkeys latrinoamericanos
It gave up from what I expected.
Germany leads champion of this Cup the World Cup 2010.

Four to zero, orra (fucked), man.
In the past week, here on Radio Brazil, an illiterate classmate called me a Nazi just because I was hoping as I continue, the German team.
Therefore, this second, I will refind the Tupiniquins who I will give the following greeting:

Gooten Morgan, band of Indians.

Note:

I’ll just have to take care of the boss-manager-coordinator because she is ARGENTINA.

So, tchüss, bunch.

E deu acima do que eu esperava.

Alemanha leva o caneco desta Copa do Mundo de 2010.

Quatro a zero, orra, meu.

Na semana que passou, aqui na Rádio Brazil, uma colega analfabeta me chamou de nazista só porque estava torcendo, como continuo, pela seleção alemã.

Portanto, nesta segunda, encontrarei os tupiniquins a quem darei a seguinte saudação:

Gooten Morgan, bando de índios.

Obs: apenas terei que tomar cuidado com a chefa-gerente-coordenadora porque ela é ARGENTINA.

Então, tchüss, cambada.


E acaba de acontecer.

Brazil, one x Holland, two.

Brazil out, mané, of this World Cup 2010.

And, of course, our “cara”Lula, going  now to Africa (10 days), he will not use the champion to “coroa”.

Here, in Brazilia City, the Capital of this Third World, I saw the reaction of the indigenous camping in the “Esplanada”:

And now, my friends, our Patria, Brazil, goes to puta qui pariu (fucked).

Or not?

Descalça as chuteiras.

Sem humildade.

Aliás, o cônsul da Holanda acaba de ser ferido, a tiros, (ainda que de rojão),  junto com as filhas, no Rio de Janeiro, onde deverá ser a final da Copa do Mundo de 2014, com muito mais assaltos dos que aconteceram na África do Sul.

Or not?

 

In the begining of this match (Brazil x Holland), today, our captain Lucio read a campaing against the racism in this world.

In fact, we have racism here in Brazil and you will know it in 2014 World Cup.

But today, when Brazil falled, I saw this “negro” here in Brazilia City, the Hope’s Capital of the etanol (burro, cachorro-dog ou pessoa?). He did’nt have TV or Satelite or Internet. Only a small radio. Now, because of Brazil 1 – Holland 2, totally brocked.

 


                        According to Election Law (9.504/97)), starting today, July 1, 2010, the radio and television from Brazil can not give preferential treatment to candidates in their news, and much less on schedule Music or schedule fills famous sausage or zucchini.

                      De acordo com a Lei das Eleições (9.504/97)), a partir de hoje, 01 de julho de 2010, as emissoras de rádio e de televisão do Brazil não podem dar tratamento privilegiado a candidato em seus noticiários, e muito menos na programação musical ou no famoso horário de enche linguiça ou das abobrinhas.

                            Portanto, as rádios e tevês estão proibidas de divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção. Principalmente da meia dúzia de colegas da Rádio Brazil que são candidatos, oficialmente registrados e, por isso, licenciados a partir do dia 05/07/10, de suas funções, embora continuem recebendo normalmente até o resultado das urnas.

                              Se algum radialista-jornalista-publicitário-lobista for pego desrespeitando as regras, fica sujeito ao pagamento de multa que varia de R$ 21.282,00 a R$106.410,00. Em caso de reincidência, a multa pode ser duplicada. Esta regra não vale no caso do cara que faça propaganda da coroa usando o cargo.

                            No caso de blogs, internet e tal, a Justiça Eleitoral ainda não sabe se continua cega ou se vai à caça mas, se for, não sabe onde atirar, se no cachorro ou na raposa.


Um grupo de servidores solidários e eu estamos organizando uma biblioteca comunitária na Escola Municipal Parque Sol Nascente, no município de Luziânia, Goyaz.

Luziânia é uma cidade, misturada a invasões, e ligada atualmente ao Entorno que se liga às Cidades Satélites até que se chega, depois de um longo tempo, a Brasília.

A partir do convite, vários funcionários aqui da Rádio Brazil, de maneira anônima, sem pensar na auto-avaliação que rende privilegiadas promoções, fizemos o que?

Recolhemos livros, em bom estado, e os transpusemos para mentes desconhecidas, embora, na hora da despedida, sempre aconteça aquela pré-saudades, né?

Afinal, não é nada fácil, por exemplo, dar adeus ao seguinte volume traduzido por Mário Quintana, oitava edição, 1983, Editora Globo de Porto Alegre: