Here in Radio BBC we,  staff and visitors,  for two months we don’t have disposable cup  to drink water and coffee.              

                       Like in Casa Grande and Senzala,  by Gilberto Freire, times Africa’s seventeenth century, coming to our Brazil.           

                       The business is drinking straight into mad cow teat ( tetas,man@).        

           Deixa de ser truta.         

                       E né que a rede social da Rádio Corredor  deslanchou de novo? Saudades de quando até greve teve. E não agora, com a Bela Adormecida (?). Pois vamos ao real de agora:         

                      Ofício 1:      

                     Da Senzala para a Casa Grande:      

                      – Caso não haja perspectiva de retorno do fornecimento de copos para água a curto prazo, proponho que façamos uma vaquinha para a compra dos copos.         

                       Ofício 2:     

                       Da Casa Grande para a Senzala:           

                      – Vamos solicitar informações à área administrativa sobre a ausência de copos.           

                        Ofício 3:     

                        De Capataz para  Senzala:           

                         – Por favor, aguardem.          

                           Mas tem mais, minha brava (???) gente brasileira-inzoneira,  porque aqui,  na Rádio BBC, besteira pouca é  muitcha bobagem.      

                           Até porque tem uma série de campanhas eleitorais locais (aqui dentro) novamente  em andamento.       

                          Por isso mesmo, lamentável é ouvir a reação da massa, quer dizer, da  malta o seguinte no trabalho:           

                          Ofício 4:          

                         – Considero um precedente perigoso a tal da vaquinha. Depois,  teremos que comprar água, café, papel higiênico, fones de ouvido, tapa boca,  pedir penico…         

                      Ofício 5:          

                   – O que  que custam gente  ( ?!?!?! esta doeu…),  trazer de casa um copo para o café e a caneca para a água? WTC (???)! 

                    Ofício 6:            

                    – O que qui tem, gente? Tem mais é que nos se (?!?!?!?!) com cem tizar (aiiiiiii…)  para a gravidade da cituassão  (arre…) do praneta ( meresso…).          

                    Moral do Lero Todo:           

                    Escrav@  tem mais é que continuar de cócoras e bebendo água  da torneira no concha da mão.           

                   Então, um viva para a Grande Vaca.  

                    –  Seria a Viúva, a União, o Big Brother?    

                   Entonces, até o dia primeiro de novembro.     

                    Axé!     

                   P.S. (?) 

                  PS é post-scriptum, ó estulta pessoa. 

                  N.B. (!)

                  N.B. é Nota Bene, ó massa inculta.

                  Daí que acabo de receber, quase madruga,  uma sugestão para este post, vindo de uma terneirinha (?) antiga, aliás, ela sempre me cobra porque escolhi este caminho da vegetação pública nesta Rádio BBC. Enfim, por não estar sozinho nessa caravana, ela passa e as cadelas ladram ( cito Ibrahim Sued, sorry torneiras de plantão).

                  E ela: 

                   – Manzinho. Nem adianta fingir de machão porque você é yang, minha cara pessoa das mais amigas da minha vida. 

                   E eu sempre respondo, calmamente, para ela, na maior paciência possível: 

                   – Com esta sua calcinha vermelha, nem pensar… 

                   Look pois a sugestão mandada por ela para o big probremão  (? – seria isto acédiu?)da malta pública (gado funcionário público estatal): 

                   Manzinho, diz ela, cria coragem e fala  pra estas vacas BEBEREM ÁGUA DA TORNEIRA: 

http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1886&Itemid=48 

P.S. ( malta, já disse acima o que isto significa). 

Acaba de sair mais uma resposta e por isto eu bosto aqui (19:31 -05-08-2010): 

Da Capatazia (?): 

Prezados(as).

Recebemos hoje copos para café. Creio que devemos esperar a chegada dos copos para água.  

Comento:

Que bonitinha a mensagem. 

Mas continuando: 

Fulaninha (nome da capataz), td bem querida?  

Desculpe a demora na resposta, muita correria. Realmente essa falta de copos para água foi reflexo do não uso das canecas pelos empregados, pois reduzimos o estoque de acordo com a previsão do Projeto de Ambientalismo.

Sem uso das canecas o estoque não suportou o tempo exigido para a  realização de licitação. Mas esse problema está sendo resolvido. 

 Comento (2″)” 

 Este (a) pessoal da Burocracia (Capatazia) é uma gracinha… 

  

   

             

 

  

 


O Wanderson era uma mistura de pai de santo com diretor de escola de samba.

Na verdade, o era, inda que em parte.

Gordo, moreno quase preto e boa praça.

Um fato que dele me resta na memória foi quando voltei de um giro pela África.

Ele me pediu uns sons de tambores e atabaques, surdos e repinicos.

Repliquei que eu os tinha, e os passei, mas todos de origem árabe-islâmico.

Ficou deslumbrado.

Disse que ia usar.

Não sei se no terreiro ou no ensaio da escola.

Agora, tenho uma certeza.

Desde este final de semana, o Wanderson, ex-chefe da técnica da Rádio Brazil está agora com todo o tempo do outro mundo, para onde ele  foi, para escutar todos os tipos de som que ele adorava: do samba ao zoado das feiras livres.

Por isso o título acima:

Funcionário da Rádio Brazil (Wanderson) finalmente é promovido a um outro patamar de vida.

Mais além.

Ah … a photo é do Chico Mendes, dono do maior obituário vivo da Rádio Brazil.

Curta a paz, Wanderson.

Inté e a Axé!

Pena que não mereceste nem um EBC Informa  da Rádio Brazil.

Junte-se aos outros abaixo (acima):

https://mamcasz.wordpress.com/fim/


                    Tô eu revendo neste domingo o ótimo filme de Sérgio Leone (quando explode a vingança). Ele avacalhava com a gente estudante nos idos de 68.   Tanto que quando o personagem irlandês pergunta ao mexicano  tem a fala devolvida no ato:

                      – E a Revolução?

                      – Foda-se!!!

                   Na época, a gente do escurinho mandava vaia na tela iluminada do Cinema Um, na Prado Junior, no Rio, na sessão da meia noite .

                   E eis que num dado momento, o irlandês dinamiteiro joga na lama, num lance de desaceitação da realidade, um livro que na hora se parece com a Bíblia mas, em 68, de fato era a nossa, pelo menos do lado dos concretistas, libeluzeiros e poetas marginais.

                 Na época, a gente do escurinho mandava vaia na tela iluminada do Cine Paissandu, perto do Lamas, no Rio, na sessão da meia noite .

                 O flashback explode  na minha hoje oca mente e joga em primeiro plano a capa que, mal sabíamos, em 68, seria enlameada pelos fatos políticos de veras vindantes e ainda permanentes.

                Isto mesmo.

              O livro jogado na lama pelo Sergio Leone e tão adorado por nós, em 1968, era do Papa do Anarquismo, o Mikhail Bakunin.

              Mal acabado o filme, neste domingo, 2010, percebo a inutilidade daquelas nossas vaias mas, mesmo assim, corro para a mísera biblioteca e encontro o trecho que, nestas épocas de PT, PCC, Democracia (?) e leio o seguinte do grande profeta Bakunin (1814-1876):

 “Assim, chegamos ao resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria é composta, sim, com certeza, de antigos operários que, tão logo se tornam governantes ou representantes do povo, cessam de ser operários e põe-se a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representam o Povo, mas a si mesmos e suas pretenções de governá-lo”.

 

 

 

 


A frase do título arriba é do doido Dalton, o Trevisan, no novo livro dele, Desgracida.

Eu agora acrescento, pós quinto trago (se quiser, levo no sexto):

– Curitiba, aceitas mais um louco por ti?

De teu polaco exilado.

Mamcasz.

Tanto que, abaixo seleciono algumas photos em Curitiba:

E a porra do Trevisan “um pobre Sansão tosquiado”, ainda insiste em se masturbar pensando nas falecidas polacas.

Dá um tempo, mano.

As cores de Curitiba agora são outras.


Brazil is the most beautiful and disgusting on the planet

I’m here and listen to Nick Cave (?) In particular Brazil’s Radio, a good reason to enjoy it, like the documentary-audio released yesterday by it about  the very huge queue at the heart of the Brazilian capital,people looking for a lot  (peace of land)of grace which set the shack (sweet home).

Tô aqui ouvindo  Nick Cave (?) no especial da Rádio Brazil, um bom motivo para curti-la, a exemplo do documentário em áudio liberado ontem por ela na enorme fila, no centro da capital brasileira, das pessoas à procura de um lote de graça onde armar o barraco.

Nick Cave has lived in Sao Paulo for three years, had a child with Brazilian and other creation, the CD The Good Son, where the band sings in portuguese On the Cross was – Foi na Cruz  (my sins punished without Jesus …) and is on bob even a Bob Dylan or Leonard Cohen (?).

O Nick Cave  já morou em São Paulo por três anos, teve filho com brasileira, e outro de criação, o CD The Good  Son, onde canta em português a faixa  Foi na Cruz (meus pecados castigados sem Jesus…) e está no mesmo prumo dum Bob Dylan ou Leonard Cohen (?).

Well below the photo, taken on Saturday, right here on the Esplanade of the Mysteries (government base), read what Nick Cave wrote about our Braziuuuuuuuuuuuuuu:

Pois abaixo da foto, tirada neste sábado mesmo, aqui na Esplanada dos Mistérios, leia o que o Nick Cave escreveu sobre o nosso Braziuuuuuuuuuuuuuu:

“Brazil is the most amazing, beautiful, disgusting, lazy, dirty and exotic on the planet. It’s a country away from everything and things do not work as they should. It is impossible to lead a professional life in Brazil, ok?

“O Brasil é o país mais incrível, belo, nojento, malandro, sujo e exótico do planeta. É um país longe de tudo e as coisas não funcionam como deveriam”.


  

 

Hoje, a Rádio Brasil promove aos funcionários uma palestra vinda da garoa paulista unicampiana tramando de:

 Práticas  produtivas para o bem-estar corporativo e individual.

 Na prática, na prática mesmo, está sendo a comemoração, efetivada hoje, último dia do holerite (?) de julho, pela saída de uma colega muito da calada:   

1 – É a subalterna desvalorizada que passa, brilhante, no concurso público para a Rádio Senado.

 Vida longa para ela.



               Finalmente consegui bater a chapa (?) na hora certa porque o visual vai mudando, dia e noite,  garante o reclame (?).

          Para ficar nos trinques da Lei Eleitoral, coloco os três juntos, embora fique a pergunta:

  •  E os outros oito candidatos a presidente, nada?

      E antes do clique exato, esclareço juridicamente que não estou gozando coisa nenhuma do processo democrático-eleitoral em andamento.

        Afinal, preclara eminência, apenas retransmito o que tem saído, todo nem santo dia e noite, na TV oficial. No more do que isto, tá?

         Agora, vamos pros santinhos:

 

http://www.tvbrasil.org.br/novidades/?p=1473


Assim como quem não quer nada, imprevista, chegou hoje, perto das dez, aqui na Rádio Brazil a urna de votação da Fenaj-Federação Nacional dos Jornalistas, que não tem nada a ver com os Sindicatos dos Jornalistas, nem com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Comunicação, nem com a ABI-Associação Brasileira de Imprensa.

 

Ao meio dia, a urna ainda estava lá, totalmente virgem, apesar das duas chapas, e olha que estou esperando a chegada de uma colega candidata mas ela faz tempo que não aparece, mesmo sendo chefe, para retirar algumas dúvidas mas tenho a impressão que a imunidade lhe fará bem.

Outra eleição que se aproxima é na  vitalícia turma do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, atualmente sem sede própria porque a mesma foi vendida para uma construtora da capital, e parece que terá apenas uma chapa, por excesso de zelo no aceite das fichas opositoras, a exemplo do que já havia acontecido doutras vezes.

Quanto à Fenaj, dependendo do resultado dessa eleição, e da chapa eleita, sai ou não o Conselho Nacional de Comunicação que poderá controlar a vida do cidadão jornalista e acabar com o Conselho de Ética ou com ela mesmo, de vez.

Diploma para jornalista é outra coisa pouco debatida.

Enquanto isto, neste domingo, na Esplanada dos Mistérios, perto da Praça dos Podres Poderes, os índios começam a voltar para o mesmo acampamento. Até o cartaz escrito em inglês, para a ONU, está de volta. Passei por lá com um amigo gringo que é brazilianist e estava em Brasília no encontro internacional, totalmente esquecido pela press tupiniquim. Foi very dificult mesmo explicar para ele o que os índios estavam fazendo fora do Congresso Nacional e não dentro.

Falando em Índio…acabo de ler a declaração da candidata seringueira dizendo que índio não deve jogar conversa fora porque, depreendi, existe um pacto entre os três beneficiados pela máquina oficial no sentido de ninguém mijar fora do penico.


Na entrequadra 212/213 Sul de Brasília existia um bosque com gramado, árvores, crianças e cachorros.

 Só restam esses  últimos.

Agora acompanhados de uma novidade ecológica: muito cascalho-brita-pedregulhos no caminho.

Não são fáceis os caminhos do Senhor.

Foram plantados, e aí que dói,  por uma comunidade cristã-evangélica nos fundos do prédio que se diz Catedral da Fé.

Na mobilização do moradores locais contra os infiéis invasores, a constatação, há tempos não-remotos:

O secretário do Meio Ambiente era um dos pastores-chefes da dita Igreja Evangélica.

Sou mais os tempos da Idade Média em que esses ditos fiéis  queimavam as árvores mas para fazer fogueiras donde calcinar pessoa infiel que, por exemplo,  fosse a favor do aborto, desculpe, a favor da vida.

  


Existem hoje no Brasil um milhão e duzentos e noventa e quatro mil desocupados. Média nacional de sete por cento.  Isto mesmo. Palavra do IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, um órgão do governo  federal.

O maior  número de desocupados está em Salvador, na Bahia, com a média de 12 por cento em cima do pessoal chamado de trabalhador. Do outro lado, com menor número de desocupados no país está Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com a média de 4,7 por cento.

Antes de continuar a prosa me permita uma explicação que muda tudo o que estás pensando neste exato momento.

DESOCUPADO, segundo os técnicos do IBGE, não é a pessoa preguiçosa e tal. Pelo contrário.

É a pessoa que se cansou, sim, mas de procurar emprego, porque não acha trabalho de jeito nenhum.

 Então, axé, meu Rei.

Para ouvir o lero, clique abaixo na Rádio Mamcasz:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618


Um grupo de funcionários aqui da Rádio Brazil participou da campanha para equipar de livros uma escola no subúrbio de Brasília.

Mas aqui a coisa foi feita na calada, sem objetivos de melhorar a promoção que está  mais enrolada do que rabo de porco espinho.

Na foto acima, está o resultado final.

E abaixo, o link com mais detalhes:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/06/30/em-busca-do-tempo-perdido-2/


 

Tô aqui no dilema tipo to be or not to be, tipo parar de vez com esta empreitada bloguiana e partir logo para o fechamento do livro “OS FANTAMAS DA RÁDIO NACIONAL” , tanto que acabo de achar o seguinte post, do primeiro dia deste ano já velho, e com o qual, confesso, me emocionei: 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

There’s a bluebird trying to get out of my chest
I’m here in the dilemma type to be and not to be, sort of stop time with this venture bloguiana and go straight to the closing of “the ghosts of the National Radio,” so I just find the this old  post, the first day of the year old, and with whom, I confess, I was moved:
 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

Es gibt einen Bluebird versuchen, aus meinem Herzen zu
Ich bin hier in dem Dilemma Typ zu sein und nicht zu sein, eine Art Stop-Zeit mit
diesem Vorhaben bloguiana und fahren Sie geradeaus auf die Schließung der “die Geister der National Radio”, so finde ich nur die alte Post, der erste Tag des Jahres alt, und mit wem, ich gestehe, ich war bewegt: 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

Il ya un oiseau bleu en essayant de sortir de ma poitrine
Je suis ici dans le type dilemme d’être et de ne pas être, une sorte de temps d’arrêt avec le présent contrat bloguiana et partira bientôt pour la fermeture de “Les fantômes de la Radio Nationale,” si je trouve l’ancienne entrée, le premier jour de l’année vieux, et avec qui, je l’avoue, j’ai été ému:
 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

有一個藍鳥試圖擺脫我的胸部
我在這裡的困境類型是,不要說,要能夠對停止時間與這家合資公司bloguiana並直接進入最後的“鬼的國家電台,”所以我只找到舊後,第一天的年老了,和誰在一起,我承認,我很感動:
 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

   

  


Recebi no meu Gemaíl a seguinte mensagem seletrônica que justifica o título acima:

 ” A Comissão de Funcionários da EBC, que manteve entre dezembro de 2009 e abril de 2010 representantes na comissão de criação das normas do Processo de Avaliação de Desempenho, apresenta sua posição sobre o resultado final divulgado.  

 1) APÓIA o processo de avaliação por mérito desenvolvido em conjunto desde dezembro com integrantes da diretoria e dos trabalhadores.

 2) REPUDIA o resultado final, que promoveu em dois níveis cerca da metade dos trabalhadores – incluindo um grande número de cedidos – e deu zero nível aos demais, a partir de uma interpretação equivocada das normas apresentadas pela Comissão de Avaliação.

3) LEMBRA que, desde o início das reuniões, houve consenso na Comissão de Avaliação, de que a lógica do processo era garantir MAIS promoções com MENOS níveis, visto que não poderíamos realizar, este ano, avaliações aprofundadas, com metas e valorização por grau de escolaridade e conhecimento técnico.

4) PARABENIZA os companheiros que receberam dois níveis, mas também se solidariza com os colegas que nada receberam, visto que não era este o acordado desde o início dos trabalhos da Comissão de Avaliação.

5) ENFATIZA a necessidade de reavaliação urgente do resultado final do processo, a fim de gerar maior justiça e garantir avanço geral ao conjunto dos trabalhadores.

Comissão dos Empregados da EBC “

Leia uns posts  meio antigos: 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/17/tu-conheces-um-funcionario-nota-100/

https://mamcasz.wordpress.com/2010/06/23/saiu-a-auto-avaliacao-ou-seria-alta/

 


Mandei a seguinte carta para a Ouvidoria da Assefaz, onde tenho o Plano de Saúde, pela EBC, por convênio, uma vez que ela é a Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda:
“Esta é apenas uma sugestão diante de um fato surrealista.
Eu e minha mulher pagamos, mensalmente, no conjunto, 1.718,46 reais para a Assefaz, incluídos os fatídicos 10 reais.
Nada a reclamar, até o momento, até porque o uso tem sido mínimo.
Daí que recebemos a Carta Cobrança 1001/08, de 13 de Julho de 2010, exigindo uma “solução amigável satisfatória dentro do prazo impreterível de quinze dias”.
Pois olha só do que se tratava.
Cobrança de uns míseros dez reais “acrescidos de juros e correção monetária”.
Pois ao abrir o site da Assefaz conferi que o fato correspondia à gravidade material.
É porque fiquei ausente do Brasil, durante 45 dias, em Berlim, e não me foi possível pagar adiantado e muito menos interromper ou ter um seguro internacional anexado, que fosse.
Quando voltei, paguei o mês atrasado, com as multas, e os dez não foram incluídos.
De qualquer modo, manifesto a estranheza de ninguém ter dado um simples telefonema, ou incluído tamanha importância na fatura subseqüente, e isto o faço movido pelo “regime de ajuda mútua entre os associados”.
Até porque os gastos com a carta saíram bem mais do que o excesso de 2,46 reais que paguei pelos 20 atrasados.
Cordialmente.