Literatura



Hoje é o Dia Mundial da Fotografia.

Daí que fico aqui matutando nos instantâneos felizes que este meio me presenteia quando menos espero.

Sebastião Salgado (série Serra Pelada), Cartier-Breson, Robert Capa, etc.

Daí que desço, aqui na Rádio Brazil, até a copa do primeiro andar, para um cafezinho que, na verdade, sempre acaba saindo mais é uma interessante sopa de palavras.

E, mais uma vez, está lá, sentado ao lado do garçom, uma pessoa que conheço desde os tempos da antiga Manchete,  no Rio.

Gervásio Batista. Mais de sessenta anos de profissão.

Lógico que benéficos trocadilhos e rapapés de sempre são distribuídos mutuamente, a cada re-vista.

Até parece que a gente não se esbarra  duas ou mais vezes por dia.

Daí então que bate o seguinte lá dentro da minha mente cabeça.

Putz!

Que Mané Salgado Breson coisa nenhuma.

Hoje, Dia Mundial da Fotografia, o cara mora aqui ao meu lado, a cada dia.

Salve, salve, grande conviva Gervásio Batista.

Gervásio Batista começa a tirar leite da fotografia ainda nos tempos daquele  presidente que vem logo antes do Pai da Pátria, o Getúlio Vargas.

Isto mesmo. Como é mesmo o nome dele?

Mas o nosso Gervásio continua vívido aqui ao meu lado qual Velha Guarda traquinas.

Por isso, digo e repito:

Como tem gente boa aqui na rádio, sô.

Uma das 100 mil fotos dele, esta a famosa pose do JK na inauguração de Brasília, há 50 anos. Meio século:

Qué mais?

http://www.abi.org.br/paginaindividual.asp?id=518

 


                     Semana que vem, depois que eu voltar de uma nova ida, vou  mudar o nome deste blog, que neste dia 23 de agosto completa um ano de vida,   para:

OS FANTASMAS DA RÁDIO HAITI.

                    Mas daí vão me dizer que  o HAITI É AQUI.

                   Então, pelo jeito, vai ser mesmo:

OS FANTASMAS DA RÁDIO AFEGANISTÃO.

                 Só assim vão parar de me acusar de estar ofendendo a honra de algum coleg@, em sentido pessoal,  até porque  isto nunca antes  foi de fato minha intenção e nem disso houve expressão.

               Tanto que eu nunca citei o nome de qualquer colega, aqui na Rádio Afeganistão.

              A não ser os já falecidos mas, aí, eles foram sempre homenageados por mim, mesmo que depois da morte.

             Sempre tomei cuidado em não particularizar um fato e muito menos o espaço dos vivos da Rádio Brazil ( fica onde mesmo esta estação? )

            Ou seja, se por acaso pareceu implícito, alguma hora, dependendo da cabeça de cada um, ora, ele nunca foi explícito, e nos dois casos jamais houve a intenção de qualquer coisa a não ser de dar vazão a um bom texto.

         ESTE BLOG SEMPRE TEVE CARÁTER PARTICULAR, DE UM SÓ AUTOR, SEM CENSURA, DENTRO DA LEI, E COM A INTENÇÃO DE PROVOCAR REAÇÕES, CRÍTICAS OU SIMPATIAS, MESMO QUE ENTREMEADAS, ÀS VEZES, DE UM SALUTAR PALAVRÃO OU DE OUTRO PESADO  SARCASMO.

             Por conta do estilo deste blog, tenho muitos simpatizantes e poucos ferrenhos inimigos.

            Talvez por conta de pegar pesado quando usam as vagas reservadas aos colegas com deficiência física ou discordâncias por conta de certas ações dos Sindicatos, Conselhos, Clubes e  Comissões, mas aí a pluralidade tem que ser democraticamente respeitada até porque todos externos e passíveis de eleições periódicas.

          Eu poderia, por exemplo, ter tomado atitude legal contra um colega que, em setembro de 2009, por escrito, num blog dele, me mandou, nominalmente, tomar no cu e eu, mesmo não sendo chegado, para manter a coerência, respeitei o gosto dele:

         Clique abaixo:

http://madrugainsone.blogspot.com/2009/10/mau-jornalismo.html

         O fato se deu em função deste post aqui no meu blog:

https://mamcasz.wordpress.com/2009/09/30/requiem-para-uma-comissao/

        Repetindo.

      Este atual representante da Jovem Guarda na chapa 2 nas atuais eleições no Sindicato dos Jornalistas do DF  me mandou exatamente  isto, sem tirar muito menos por:

http://www.youtube.com/watch?v=Iip4tDz786o

                      E por que me lembro do ataque passado no momento presente de campanha sindical dele e da turminha no sindicato, espero que sem futuro.

                     Bom. Arquivo, memória, roda o vídeo, roda, roda e avisa, balança a pança o Velho Guerreiro (?).

                   Tanto que em homenagem ao mais novo general do Itamaraty, o poetinha Vinicius de Morais, promovido post-mortem a embaixador, eu devolvo aos meus inimig@s, e não os nomino aqui para manter o costume de não colocar cobra no altar, o seguinte poema-canção muito em voga na turma da Velha Guarda:

 

“Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô

Você que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender


A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê

Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô

Você que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver


Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê

Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você


Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê

( A tonga da mironga do kabuletê – Vinicius de Moraes e Toquinho )

Então, Saravá, Inté e Axé, man@.


 

Today is Friday 13th of August
I really want to kill  somebody
Give and take so much change 
No wonder that tack me crazy 

Colleague of stick in the hollow
I play well in a plague fontanel
Bullshit her panties on the back
Washed in salt and duck’s foot.

 

 

Hoje é sexta-feira e o dia 13 de Agosto

Estou a gosto para matar um alguém

De dar e levar o troco  que não é pouco

Não a toa que me tacha de louco tão bem

Aquela bruxa colega no posto do pau oco

Em quem jogo esta  praga bem na moleira

Besteira dela estar de calcinha no avesso

Lavada no sal grosso, pé de pato, bangalô.

 

É o seguinte, man@:

Apesar deste meu nome de gringo, alva pele, polaco de nascença, sou tão brasileiro quanto o mais negrinho, embora não tenha uma gota de sangue africano, até porque, no Sul Maravilha, de onde sou reposto, polaco é igual a negro, só não tem direito à quota, portando, é pior ainda.

Explico:

Sou batizado com galho de arruda, no interior do Paraná,  no olho d’água de Mãe Iara (Iemanjá, no distante mar) e sempre me cago de medo do Saci Pererê (Curupira das Amazônias,  Negrinho do Pastoreio dos Pampas, ou Boitatá das Caatingas) salve em credo por três vezes.

Então:

Hoje é sexta-feira, dia 13 e Agosto. Tudo juntado assim, tem mais é que cada um pagar e levar o troco, não tem branco que agüente o rojão porque a vida não é leve porra nenhuma, cheia de Judas que, aliás, é o número 13 na ceia dita santa e, por isso, a última dessa estória.

Mais:

A bença, dona Hécate, Senhora das Encruzilhadas, rainha da ruptura de tantos doze (12 dias, 12 meses, 12 horas), mãe de Anhanga, Boitatá, Caipora, Cuca, Curupira, Lobisomem,Matintaperera, Mbaê-Tata, Mulher-sem-cabeça, Negrinho do Pastoreio, Papa-figo e  Saci-Pererê.

 

Saravá e Axé, meu.

 

Listen me, brother:

Despite this my name gringo, white skin, Polish by birth, I am as much as Brazilian black boy, though not one drop of African blood, because in Southern Wonder, where I am reinstated, Polish equals black, only not entitled to share, carrying, is even worse.

Let me explain:

I am baptized with a sprig of rue, the interior of Parana, the water in the eye of Mother Iara (Iemanjá, in the distant sea) and I always shit scared of Saci Pererê (Curupira of the Amazons, Negrinho Grazing of the Pampas, or the Boitatá of Caatingas), save me o Lord.

 Then, so:

Today is Friday, 13th and August. And so, all people  has more to each pay and lead the change, has no white bore the brunt because life does not take shit, full of Judas who, acidentally, is number 13 in the so-called holy supper, and therefore, the last of this story.

More:

Bless me,  Hecate, Lady of the Crossroads, Queen of the rupture of many twelve (12 days, 12 months, 12 hours), Mother of Anhanga, Boitatá, Caipora, Cuca, Curupira, Werewolf, Matintaperêra, Mbaé-Tata, Woman without puzzle, Little Black Grazing,  Pope-Fig and Saci-Pererê.

 

Saravá and Axé, mein Saci!

Para comentar clique abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/12/hoje-e-sexta-feira-dia-13-de-agosto-nao-e-pouco/#respond


Pois é isto mesmo.

Hoje, não trabalhei na Rádio Brazil porque dei um pulo até a zona mais próxima aqui de casa.

Zona é que não falta  em Brasília.

E o que é que tem?

Aliás, ontem à noite tive a idéia de ir à zona depois de ouvir, no Jô Soares, a conversa paga com o vice-presidente da República, Zé  das Couves Alencar.

Falando nele, aqui na Rádio Brazil, já tem uns quatro obituários do Zé Alencar prontos para irem ao ar, inclusive o meu.

No  caso, até pensei em mudar alguma coisa, depois do que ele falou no Jô, mas continua igual.

Ah…

O Zé Alencar falou no Jô que a mulher de 50 anos, professora, digna cidadã, pode até nem ser filha dele.

O vice disse que não aceita fazer DNA porque isto nunca dá 100 por cento.

E o pior.

– Jô, a mãe dela trabalhava na zona e você sabe que naquele tempo todo rapaz ia lá, sabe como é, né, uai?

Por isso, em homenagem ao vice-presidente, hoje eu  fui na zona.

E ainda peguei o atestado para justificar ausência no trabalho.

E pode?

Lógico…

Zona Eleitoral, meu.

Ah…

Não vejo mulher nenhuma reclamando do Zé porque ele está apedrejando a filha da puta.

Hein?

Pois ele não falou que a filha dele, se ela o for, é filha de uma mulher que dava para tudo que é mineirinho que não tinha coragem de comer a noiva lá dele?

Pois então…

Ah…

Esta seca de Brasília, sete por cento de umidade (ô estulta pessoa, no Brasil é umidade e em Portugal é humidade), é caso de emergência pública ou, quem sabe, até de intervenção, mas o que comecei a falar mesmo?

Ah…

Na volta da zona para a minha patroa, no caminho encontrei este passarinho que não costuma abrir o bico e, por isso,amanhã eu posto o que conversamos, só eu, falando, e ele, me escutando. Só adianto o título do que eu falei para ele:

Hoje eu estou com vontade de matar uma pessoa.

Inté e axé.

Para comentar clique abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/09/avaliacao-nota-100-foi-uma-merda-e-nao-valeu/#respond


Documentário interessante este saído hoje aqui nas reduzidas ondas da Rádio Brazil.

Primeiro, cada equipe (repórter-produtora-técnico-estagiário-motorista-segurança-consultor da PF) pega o quite dedo-duro, além de gravador digital e tal (isto é que é…).

Mas que quite é esse, ô mano, diria o ido Jonas?

Simples.

Passe na farmácia, compre Quantox (?). Isto mesmo.

Jogado no esgoto do vizinho, dá para ver, no ato, se a pessoa cidadã mija Benzoilecgonina (?).

E se mija?

Então,  meu,  quer  dizer que ela fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA.

Sujou…

Daí que depois  de muito fumar-comer-beber-cheirar  COCAÍNA, das sete da manhã de um dia às sete horas da manhã do dia seguinte,  horário de Brasília, direto, sem parar, as equipes da Rádio Brazil voltam ( em rádio é assim que se escreve, sempre no presente ) para a redação.

Resultado:

Tabulados os dados, conclui-se que o lugar em Brasília onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA, na base de meia tonelada por ano (512 quilos),  é o da foto abaixo:

Em Samambaia, Distrito Federal, cidade-satélite de Brasília, na divisa de Goyas, no Entorno, a equipe da Rádio Brazil,  filha da pauta, apurou que  cada pessoa  fuma-come-bebe-cheira, em média, 27 doses de COCAÍNA por ano.

 Em segundo lugar, na base do consumo, vem a vizinha (dela) Ceilândia, com 397 quilos por ano, o que significa 27 por cento de toda COCAÍNA que se fuma-come-bebe-cheira aqui em Brasília-Distrito Federal.

E o Plano?

Entenda-se por Plano o  que nem  Deus Piloto ousa tocar.

É formado pela classe que ganha até 40 salários mínimos por mês e se espalha, confortável, pelas Asas, Lagos, Esplanadas e Penínsulas (Sul e Norte).

Pois bem.

Se a gente somar o mijo examinado nos terminais  de esgoto Sul e Norte, passaria para o segundo lugar onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAINA em Brasília. Somados, são 407 quilos, ou 31 por cento do consumo total.

Mas aqui tem um porém, lembrado no final do brilhante documentário da Rádio Brazil.

Na verdade, no Plano a quantidade de COCAÍNA é muito maior do que isso.

Motivo: a maior parte dos habitantes, felizardos funcionários ou lobistas, costuma trabalhar apenas de terça a quinta-feira, e assim mesmo, de vez em quando.

Daí que a equipe da Rádio Brazil tem a seguinte proposta:

Acionar os correspondentes para examinar o mijo no esgoto das outras capitais onde haja legítimos representantes pseudo-enviados cá para Brasília.

Porque, por aqui, mesmo com muita merda, o resultado é falho na Esplanada dos Mistérios:

Observação final.

Esta estória está escrita não por efeito de alguém que fuma-come-bebe-cheira COCAINA, até porque o salário aqui da rádio não suportaria tal consumo.

 O escrito está baseado (?) na reportagem da Folha de São Paulo (06-08-10), assinada por Flávio Ferreira, e que leva o seguinte título na capa do caderno Cotidiano:

PF INVESTIGA ESGOTO PARA COMBATER TRÁFICO DE DROGA

No mais, tudo é um brincar com as palavras.

Até porque, em Samambaia,  nem o sinal da Rádio Brazil chega legal.

Quanto mais a filha da pauta.

Mas lá tem pessoas importantes para minha mente : a ex-estagiária com olhos de camelo, a turminha dos ex-Radionautas, a rapeize do Parque Gatumé  http://parquegatume.wordpress.com/ , os róli dos  Dois Tempo  http://doistempomag.com/ … bem melhor do que ficar cheirando mijo dos outros, sô.

Que mais?

Chega, até porque estou preparando um almoço para lá de super bom, da minha verve, para este domingo, Dia dos Pais.

Convidados:

Pessoas colegas da Rádio Brazil.

Amanhã eu conto, tá?

Deixa agora eu ir dar uma … mijadinha, certo?

Fora do penico para não ir pro esgoto onde a PF tá de zoslaio.

Por segurança, direto no pé da Sativa.

Inté e Axé!

 


On this Sunday (08-08-2010), here in Brazil is the Father’s Day.

So I propose the following gift:

Six months’ paternity leave.

Like to your  mother.

Or her daughter.

Domingo é   Dia dos Pais.

Eu, que não tenho  pai nem mãe,  tô nem aí.

Os dois descansam há muito tempo, livre das amarras.

Filhos, ainda bem que não os tive e, se houver algum escondido por aí, já passou o tempo da validade para reclamar devolução ao útero da mãe lá dele.

Pois resta o que?

 

E antes que minha colega de trabalho, feminista das bem velhas, dos tempos em que elas usavam cabelos nos sovacos ensuarados, por conta do xerocado The Feminine Mystique, 1963, Betty Friedan …

Mas hoje eu quero é falar do pai, não da mãe e muito menos da filha dela.

E do porque o homem não pode ter direitos iguais aos da mulher.

Começando pela Licença Paternidade de seis meses.

Ou, já que somos macaquitos mesmo, por que não fazer que nem na Dinamarca?

Para este domingo, Dia dos Pais, preparei uns miúdos feitos de palavras que defendem o acesso igualitário deles aos direitos trabalhistas, começando pela longa licença paternidade.

 

Para saber como é a Licença Paternidade no Reino da Dinamarca e se ainda tiveres ouvidos para ouvir, clique no linque abaixo:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

 

Convite

Café da manhã

Local: Auditório da Rádio Brazil – Porão do Venâncio 2000

Horário: das nove às 10h30m

Patrocínio: Associação dos Empregados da Rádio Brazil

Observação:

 Não será permitida a entrada de feminista que sofra daquele “mal sem  nome” que a Betty Friedan fala no livro “A Mística Feminina”.

A pedido de uma série de pessoas que não têm fone de ouvido ou que o tem (a orelha)  prejudicado, segue o texto, abaixo, do áudio, acima:

Domingo é Dia dos Pais.

Então, uma perguntinha bem rápida.

A licença paternidade não deveria ser de mais tempo?

No caso da licença maternidade, que pode ser de até 24 meses, aqui no Brasil, ela tem um custo financeiro tanto para a empresa quanto para a própria vida profissional da mulher beneficiada, uma vez que ela prorroga, por exemplo, as oportunidades de progressão no trabalho.

Mesmo assim, a licença maternidade, aqui no Brasil, na verdade ela acaba ficando pouco se a gente comparar, por exemplo, com a Suécia, onde ela é de 96 semanas. No caso da Noruega, a licença maternidade é de 52 semanas. Na Itália, 47 semanas.

Mas a prosa de hoje, em função do Dia dos Pais, neste domingo, é que tem uma coisa diferente começando a acontecer.

Aumentar o tempo de licença paternidade e, o principal, valendo também para os pais adotivos e os pais de casais do mesmo sexo.

Na Dinamarca, por exemplo, isto já existe. Lá, a licença varia de 24 a 48 semanas, ou seja, seis meses a um ano. Mas tem um detalhe interessante. O próprio casal é quem decide como tirar esta licença. Ela pode ser dividida do jeito que o casal decidir. Tantas semanas para um e tantas semanas para o outro. Com isso, o casal se entende como equilibrar a vida pessoal, em casa, sem prejudicar a vida profissional, lá fora.

Esta discussão de se aumentar o tempo da licença paternidade para quatro semanas, inclusive nos casos de filhos adotivos ou de mães ou pais do mesmo sexo, já é realidade em algumas das cem melhores empresas para trabalhar no Brasil.

De qualquer forma, a licença paternidade, aqui no Brasil, é de 1988. Cinco dias úteis. Por enquanto.

Então, neste domingo, Dia dos Pais, discuta este assunto em casa.

Inté e axé.


 

                       Here in Radio BBC we,  staff and visitors,  for two months we don’t have disposable cup  to drink water and coffee.              

                       Like in Casa Grande and Senzala,  by Gilberto Freire, times Africa’s seventeenth century, coming to our Brazil.           

                       The business is drinking straight into mad cow teat ( tetas,man@).        

           Deixa de ser truta.         

                       E né que a rede social da Rádio Corredor  deslanchou de novo? Saudades de quando até greve teve. E não agora, com a Bela Adormecida (?). Pois vamos ao real de agora:         

                      Ofício 1:      

                     Da Senzala para a Casa Grande:      

                      – Caso não haja perspectiva de retorno do fornecimento de copos para água a curto prazo, proponho que façamos uma vaquinha para a compra dos copos.         

                       Ofício 2:     

                       Da Casa Grande para a Senzala:           

                      – Vamos solicitar informações à área administrativa sobre a ausência de copos.           

                        Ofício 3:     

                        De Capataz para  Senzala:           

                         – Por favor, aguardem.          

                           Mas tem mais, minha brava (???) gente brasileira-inzoneira,  porque aqui,  na Rádio BBC, besteira pouca é  muitcha bobagem.      

                           Até porque tem uma série de campanhas eleitorais locais (aqui dentro) novamente  em andamento.       

                          Por isso mesmo, lamentável é ouvir a reação da massa, quer dizer, da  malta o seguinte no trabalho:           

                          Ofício 4:          

                         – Considero um precedente perigoso a tal da vaquinha. Depois,  teremos que comprar água, café, papel higiênico, fones de ouvido, tapa boca,  pedir penico…         

                      Ofício 5:          

                   – O que  que custam gente  ( ?!?!?! esta doeu…),  trazer de casa um copo para o café e a caneca para a água? WTC (???)! 

                    Ofício 6:            

                    – O que qui tem, gente? Tem mais é que nos se (?!?!?!?!) com cem tizar (aiiiiiii…)  para a gravidade da cituassão  (arre…) do praneta ( meresso…).          

                    Moral do Lero Todo:           

                    Escrav@  tem mais é que continuar de cócoras e bebendo água  da torneira no concha da mão.           

                   Então, um viva para a Grande Vaca.  

                    –  Seria a Viúva, a União, o Big Brother?    

                   Entonces, até o dia primeiro de novembro.     

                    Axé!     

                   P.S. (?) 

                  PS é post-scriptum, ó estulta pessoa. 

                  N.B. (!)

                  N.B. é Nota Bene, ó massa inculta.

                  Daí que acabo de receber, quase madruga,  uma sugestão para este post, vindo de uma terneirinha (?) antiga, aliás, ela sempre me cobra porque escolhi este caminho da vegetação pública nesta Rádio BBC. Enfim, por não estar sozinho nessa caravana, ela passa e as cadelas ladram ( cito Ibrahim Sued, sorry torneiras de plantão).

                  E ela: 

                   – Manzinho. Nem adianta fingir de machão porque você é yang, minha cara pessoa das mais amigas da minha vida. 

                   E eu sempre respondo, calmamente, para ela, na maior paciência possível: 

                   – Com esta sua calcinha vermelha, nem pensar… 

                   Look pois a sugestão mandada por ela para o big probremão  (? – seria isto acédiu?)da malta pública (gado funcionário público estatal): 

                   Manzinho, diz ela, cria coragem e fala  pra estas vacas BEBEREM ÁGUA DA TORNEIRA: 

http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1886&Itemid=48 

P.S. ( malta, já disse acima o que isto significa). 

Acaba de sair mais uma resposta e por isto eu bosto aqui (19:31 -05-08-2010): 

Da Capatazia (?): 

Prezados(as).

Recebemos hoje copos para café. Creio que devemos esperar a chegada dos copos para água.  

Comento:

Que bonitinha a mensagem. 

Mas continuando: 

Fulaninha (nome da capataz), td bem querida?  

Desculpe a demora na resposta, muita correria. Realmente essa falta de copos para água foi reflexo do não uso das canecas pelos empregados, pois reduzimos o estoque de acordo com a previsão do Projeto de Ambientalismo.

Sem uso das canecas o estoque não suportou o tempo exigido para a  realização de licitação. Mas esse problema está sendo resolvido. 

 Comento (2″)” 

 Este (a) pessoal da Burocracia (Capatazia) é uma gracinha… 

  

   

             

 

  

 


                    Tô eu revendo neste domingo o ótimo filme de Sérgio Leone (quando explode a vingança). Ele avacalhava com a gente estudante nos idos de 68.   Tanto que quando o personagem irlandês pergunta ao mexicano  tem a fala devolvida no ato:

                      – E a Revolução?

                      – Foda-se!!!

                   Na época, a gente do escurinho mandava vaia na tela iluminada do Cinema Um, na Prado Junior, no Rio, na sessão da meia noite .

                   E eis que num dado momento, o irlandês dinamiteiro joga na lama, num lance de desaceitação da realidade, um livro que na hora se parece com a Bíblia mas, em 68, de fato era a nossa, pelo menos do lado dos concretistas, libeluzeiros e poetas marginais.

                 Na época, a gente do escurinho mandava vaia na tela iluminada do Cine Paissandu, perto do Lamas, no Rio, na sessão da meia noite .

                 O flashback explode  na minha hoje oca mente e joga em primeiro plano a capa que, mal sabíamos, em 68, seria enlameada pelos fatos políticos de veras vindantes e ainda permanentes.

                Isto mesmo.

              O livro jogado na lama pelo Sergio Leone e tão adorado por nós, em 1968, era do Papa do Anarquismo, o Mikhail Bakunin.

              Mal acabado o filme, neste domingo, 2010, percebo a inutilidade daquelas nossas vaias mas, mesmo assim, corro para a mísera biblioteca e encontro o trecho que, nestas épocas de PT, PCC, Democracia (?) e leio o seguinte do grande profeta Bakunin (1814-1876):

 “Assim, chegamos ao resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria é composta, sim, com certeza, de antigos operários que, tão logo se tornam governantes ou representantes do povo, cessam de ser operários e põe-se a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representam o Povo, mas a si mesmos e suas pretenções de governá-lo”.

 

 

 

 


A frase do título arriba é do doido Dalton, o Trevisan, no novo livro dele, Desgracida.

Eu agora acrescento, pós quinto trago (se quiser, levo no sexto):

– Curitiba, aceitas mais um louco por ti?

De teu polaco exilado.

Mamcasz.

Tanto que, abaixo seleciono algumas photos em Curitiba:

E a porra do Trevisan “um pobre Sansão tosquiado”, ainda insiste em se masturbar pensando nas falecidas polacas.

Dá um tempo, mano.

As cores de Curitiba agora são outras.


Brazil is the most beautiful and disgusting on the planet

I’m here and listen to Nick Cave (?) In particular Brazil’s Radio, a good reason to enjoy it, like the documentary-audio released yesterday by it about  the very huge queue at the heart of the Brazilian capital,people looking for a lot  (peace of land)of grace which set the shack (sweet home).

Tô aqui ouvindo  Nick Cave (?) no especial da Rádio Brazil, um bom motivo para curti-la, a exemplo do documentário em áudio liberado ontem por ela na enorme fila, no centro da capital brasileira, das pessoas à procura de um lote de graça onde armar o barraco.

Nick Cave has lived in Sao Paulo for three years, had a child with Brazilian and other creation, the CD The Good Son, where the band sings in portuguese On the Cross was – Foi na Cruz  (my sins punished without Jesus …) and is on bob even a Bob Dylan or Leonard Cohen (?).

O Nick Cave  já morou em São Paulo por três anos, teve filho com brasileira, e outro de criação, o CD The Good  Son, onde canta em português a faixa  Foi na Cruz (meus pecados castigados sem Jesus…) e está no mesmo prumo dum Bob Dylan ou Leonard Cohen (?).

Well below the photo, taken on Saturday, right here on the Esplanade of the Mysteries (government base), read what Nick Cave wrote about our Braziuuuuuuuuuuuuuu:

Pois abaixo da foto, tirada neste sábado mesmo, aqui na Esplanada dos Mistérios, leia o que o Nick Cave escreveu sobre o nosso Braziuuuuuuuuuuuuuu:

“Brazil is the most amazing, beautiful, disgusting, lazy, dirty and exotic on the planet. It’s a country away from everything and things do not work as they should. It is impossible to lead a professional life in Brazil, ok?

“O Brasil é o país mais incrível, belo, nojento, malandro, sujo e exótico do planeta. É um país longe de tudo e as coisas não funcionam como deveriam”.


  

 

Hoje, a Rádio Brasil promove aos funcionários uma palestra vinda da garoa paulista unicampiana tramando de:

 Práticas  produtivas para o bem-estar corporativo e individual.

 Na prática, na prática mesmo, está sendo a comemoração, efetivada hoje, último dia do holerite (?) de julho, pela saída de uma colega muito da calada:   

1 – É a subalterna desvalorizada que passa, brilhante, no concurso público para a Rádio Senado.

 Vida longa para ela.


               Finalmente consegui bater a chapa (?) na hora certa porque o visual vai mudando, dia e noite,  garante o reclame (?).

          Para ficar nos trinques da Lei Eleitoral, coloco os três juntos, embora fique a pergunta:

  •  E os outros oito candidatos a presidente, nada?

      E antes do clique exato, esclareço juridicamente que não estou gozando coisa nenhuma do processo democrático-eleitoral em andamento.

        Afinal, preclara eminência, apenas retransmito o que tem saído, todo nem santo dia e noite, na TV oficial. No more do que isto, tá?

         Agora, vamos pros santinhos:

 

http://www.tvbrasil.org.br/novidades/?p=1473


Existem hoje no Brasil um milhão e duzentos e noventa e quatro mil desocupados. Média nacional de sete por cento.  Isto mesmo. Palavra do IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, um órgão do governo  federal.

O maior  número de desocupados está em Salvador, na Bahia, com a média de 12 por cento em cima do pessoal chamado de trabalhador. Do outro lado, com menor número de desocupados no país está Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com a média de 4,7 por cento.

Antes de continuar a prosa me permita uma explicação que muda tudo o que estás pensando neste exato momento.

DESOCUPADO, segundo os técnicos do IBGE, não é a pessoa preguiçosa e tal. Pelo contrário.

É a pessoa que se cansou, sim, mas de procurar emprego, porque não acha trabalho de jeito nenhum.

 Então, axé, meu Rei.

Para ouvir o lero, clique abaixo na Rádio Mamcasz:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618


Um grupo de funcionários aqui da Rádio Brazil participou da campanha para equipar de livros uma escola no subúrbio de Brasília.

Mas aqui a coisa foi feita na calada, sem objetivos de melhorar a promoção que está  mais enrolada do que rabo de porco espinho.

Na foto acima, está o resultado final.

E abaixo, o link com mais detalhes:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/06/30/em-busca-do-tempo-perdido-2/


 

Tô aqui no dilema tipo to be or not to be, tipo parar de vez com esta empreitada bloguiana e partir logo para o fechamento do livro “OS FANTAMAS DA RÁDIO NACIONAL” , tanto que acabo de achar o seguinte post, do primeiro dia deste ano já velho, e com o qual, confesso, me emocionei: 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

There’s a bluebird trying to get out of my chest
I’m here in the dilemma type to be and not to be, sort of stop time with this venture bloguiana and go straight to the closing of “the ghosts of the National Radio,” so I just find the this old  post, the first day of the year old, and with whom, I confess, I was moved:
 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

Es gibt einen Bluebird versuchen, aus meinem Herzen zu
Ich bin hier in dem Dilemma Typ zu sein und nicht zu sein, eine Art Stop-Zeit mit
diesem Vorhaben bloguiana und fahren Sie geradeaus auf die Schließung der “die Geister der National Radio”, so finde ich nur die alte Post, der erste Tag des Jahres alt, und mit wem, ich gestehe, ich war bewegt: 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

Il ya un oiseau bleu en essayant de sortir de ma poitrine
Je suis ici dans le type dilemme d’être et de ne pas être, une sorte de temps d’arrêt avec le présent contrat bloguiana et partira bientôt pour la fermeture de “Les fantômes de la Radio Nationale,” si je trouve l’ancienne entrée, le premier jour de l’année vieux, et avec qui, je l’avoue, j’ai été ému:
 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

有一個藍鳥試圖擺脫我的胸部
我在這裡的困境類型是,不要說,要能夠對停止時間與這家合資公司bloguiana並直接進入最後的“鬼的國家電台,”所以我只找到舊後,第一天的年老了,和誰在一起,我承認,我很感動:
 

https://mamcasz.wordpress.com/2010/01/01/ha-um-passaro-azul-querendo-sair-do-meu-peito/ 

   

  

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