Radio



                         Episódio de hoje:

                         Funcionários da Rádio Nacional de Brasília insistem em estragar a festa dos 50 anos.

                       O episódio de hoje se destina aos funcionários da Rádio Nacional que insistem em estragar a festa desses 50 anos pelo decrescimento,  juntos, com Brasília.

                        Os motivos alegados diferem por demais uns das outras e são indesculpáveis porque deveríamos estar todos reunidos nesta  festa a que não fomos convidados.

                       Uma funcionária da Rádio Nacional de Brasília alega até motivo de suicídio pela ausência dela desde os tempos em que havia o barracão ora rodovia na Asa Sul.

                       Outros dois apostam num atestado de choque em pleno ar, no vôo 1907, de Manaus a Brasília, a serviço, e colocam de testemunhas dois pilotos norte-americanos.

                      Tem um, então, ainda  mais barbudo que Jeová, que só vive de conversa com o John Lennon, os dois no Jardim do Éden, doidos para reunirem os Beatles de novo.

                      Têm os que alegam estresse pré-vida, indução apocalíptica, ingerência descontrolada de emulentes via oral, ou, simplesmente, prosseguimento do destino.

                       Portanto,  faço questão aqui de reafirmar que todas NÃO são desculpas  para que NÃO estejam presentes conosco no próximo dia 21 de abril deste ano de  2010.

                      Aliás, não sei se é o teu caso mas desde criancinha que eu detesto levar um NÃO na cara ainda mais  quando ressinto samaritanas  que se locupletam de SIM ( Amém ).

                        Mas voltando ao NÃO. Algumas das almas liberadas, neste meio século de existência da Rádio Nacional e de Brasília, continuam penadas em nossos estúdios. SIM!

                       Outras, permanecem cá entre nós, nas placas esquecidas na porta dos estúdios. Ou tu, recém( já velho ) – concursado, por acaso sabes  dizer quem foram eles?  NÃO!   

  

                        Então, estão convocados a aparecer nesta parca festa, cá e na esplanada dos mistérios, pelos 50 anos da Rádio Nacional com Brasília, os seguintes pseudo-ausentes:

                       Fausto de Faria, Octavio Bonfim, Luís Inácio, Adriano Gaierski, Raimundo Nonato, Jonas, Joaquim Jardim, Chicão, Osman, Meira Filho, Rosa, Gilvan Chaves, Sabino Romariz, entre tantos outros. Isto só aqui na Rádio Nacional de Brasília.

                      Se formos contar os ausentes da Rádio Nacional do Rio, aí  é caso para expansão da esperança na Praia Mauá, lá mesmo onde nosso primeiro manda-chuva, totalmente maluco, toma banho de mar, de gaiolinha, para ficar bom dos rins encharcados de cachaça (Dom João VI).

                       Bom, dada a bronca nos funcionários da Rádio Nacional de Brasília que insistem em estragar esta pobre festa de aniversário de meio século de tontas alegrias, segue abaixo um buquê de flores a todos eles mas, no caso de hoje, através “dela”:

                         Heleninha Bortone recebeu 6 milhões e 728 mil cartas nos 20 anos em que foi apresentadora da Rádio Nacional.

                        Tu sabes qual foi o prêmio? Pois escutes só: uma lerda de uma reles demissão sumária, sem justificativas nem nada.

                        Ela só conseguiu voltar uns cinco anos depois mas sem o mesmo espaço de antes, devido às famosas forças ocultas que abundam pelas interquadras cá deste detrito federal.

                       Pois mal.

                      Quando ela está se reposicionando na vida, na calma tácita que lhe forma o semblante, não é que  leva  outra porretada de demissão, desta vez na forma de um câncer irrevogável?

                      Para ouvir, então, a homenagem-lembrança aos funcionários da Rádio Nacional de Brasília que se foram e por isso insistem em estragar a festa dos 50 anos, clique abaixo:

 PARA OUVIR CLIQUE ABAIXO:

 http://www.podcast1.com.br/ePlayer.php?arquivo=http://www.podcast1.com.br/canais/canal1618/Heleninha_by_Mamcasz.mp3

 Mandado por uma colega de trabalho:

Gostei muito do artigo sobre nossos fantasmas. E por falar neles, o Gilvan Chaves, sempre que me encontrava perguntava gentilmente como eu “a menina” estava…( naquele tempo, em vista dele, Gilvan, eu realmente ainda era “uma menina”, de 42 anos… )

E sobre a Heleninha, até hoje é raro o dia em que não chegue uma carta lamentando a morte dela…

Você tamém se lembrou de alguém, o Jardim, esse “fantasma”, esse fumante inveterado, que primeiro foi operado de câncer no nariz e depois…

Bom, de toda a forma, valeu, valeu muito lembrar nossos fantasmas. E – se existe um “além”, que tenham uma vida mais feliz por lá….

                         Então, tá. Inté e axé.

                        Em nome do Pai, do Filho e da Mãe.

                        SIM!

                       E por que NÃO?

                       Tendo dito, sigo pro próximo episódio.


                              Marcação cerrada. Coisa assim só vi no tempo da EBN, antecessora-mor da EBC. Acabou perdendo. Até porque ameaçou ficar com o dízimo de toda a publicidade oficial. A cor da chapa, no entanto, continua a mesma.

                                Clique abaixo para ver um blog da Veja. Fala também da Agência Brasil, sucessora da AgênciaNacional. Todos no mesmo saco original, que foi o DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda do Getúlio Vargas.

                            Ninguém fala nada da Rádio Nacional. Aliás, para quem teve acesso ao último IBOPE dela, não é preciso dizer nada mesmo.

                           Só um reparo. Ouvi na Rádio Brasil uma matéria,embora fraca, sobre o Bancoop:

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/ebc-investiga-arruda-e-roriz/


Clique abaixo:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/lula-news-mais-um-blogueiro-com-talento-e-sorte/

Ou vá direto na fonte:

http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/?cat=2080

No comments, please.


       Começamos hoje, junto com a Rádio Nacional de Brasília, as comemorações pelos 50 anos de Brasília (21 de abril), independente das moscas que vicejam no gramado da Esplanada dos Mistérios, em especial na Praça dos Podres Poderes, enfim, tudo sempre foi um Detrito Federal mesmo.  Este pri-meio epsisódio, na forma de radionovela, Jerônimo, o herói do sertão de Goyaz,  leva a seguinte manchete: 

        Funcionários da Rádio Nacional promovem primeira invasão de prédio em Brasília.

         É isso mesmo. Bem diferente da atual letargia. O fato aconteceu, mesmo, com a primeira turma,  que veio da Rádio Nacional do Rio, com foguetório lá na saída da Avenida Brasil, buzinaço e tudo. 

        Aqui chegando, transferidos, a tempo da inauguração da TV Rádio Nacional (era assim que se chamava a antecessora da futura atual TV Rádio Brasil), os funcionários cariocas, malandros, descobriram que os prédios de moradias aqui já construídos eram entregues somente para quem tinha padrinho. 

        E o fato de um dos funcionários da caravana Rio-Brasília ser filho de um apresentador famoso da Rádio Nacional, puxa-saco do JK, e pronto para puxar o do Jânio Quadros, e depois iria também fazer o mesmo com a milicada de 64, pois bem, este dado ajudou bastante uma invasão sem o imediato sumiço corporal, que costumava acontecer, por parte da temida GEB ( Guarda Especial de Brasília). 

         Inclusive, tem um pedaço do Lago do Paranoá, ali pros lados do Minas Brasília Tênis Clube,  onde até  hoje aparecem fantasmas desesperados que   foram simplesmente afogados pela GEB porque pretendiam atrasar a obra do século, fazer greve de fome, sei lá mais o que. Uns bandidos…

           Mas voltando à invasão de um prédio por parte dos funcionários da Rádio Nacional de Brasília, motivo mor desta prosa. 

           Havia um prédio pronto, sem ter sido ocupado pelos afilhados, na SQS 410 (Super Quadra Sul).  Ele tinha sido inaugurado em dezembro de 1959, mas não estava ocupado no todo. Tinha até a placa, hoje a preferida dos pombos que, junto com os mendigos de praxe, disputam os restos de um supermercado 24 horas que existe na entrequadra comercial da 412/13:         Agora, sim, vamos ao relato dos fatos, estilo Alô, alô, Repórter Esso, Melhoral, Melhoral, se tomar não faz mal…

          Estamos na madrugada do dia 21 abril de 1960. Dia  da inauguração da TV Rádio Nacional, no começo da W3 Sul.    Soubemos que o prédio em questão, o blobo E da 410 Sul,  estava reservado para o uso de enfermeiras  e por isso a participação de uma  amiga, do comum subúrbio do Rio, uniformizada, boa o suficiente  para distrair os vigias,   foi fundamental para a  furada do cerco montado pela segurança do pedaço. 

          A enfermeira, o motorista, um chaveiro e um funcionário da Rádio Nacional formamos o grupo de ataque avançado, de madrugada, na calada, com a desculpa de atender um doente. 

          Na verdade, nós abrimos as portas dos blocos do prédio, escolhido de comum acordo, tinha até uma Comissão de Funcionários que funcionava e naquele tempo se chamava Comitê.  Daí, tinha o chaveiro, trazido da Cidade Livre, ouvinte da Família Nacional, que foi,  não arrombando mas, simplesmente,  abrindo, gentilmente, as portas dos apartamentos, sem acender a luz e nem chamar a atenção. Sem dar bobeira, como dizíamos, cumpádi, ninguém podia dar mole com X-9, aliás, isto vale até hoje, né, mano velho?

           Ah … a enfermeira,digamos que se chamasse Lurdinha que, de fato, foi numa Lambreta, dela, as duas cobiçadas por muitos, na frente da ambulância,  e    ficou enrolando os vigias com aquela conversa de carioca e tal, enquanto o médico, blábláblá … quáquáquá … e a gente só escutando, no escurinho da miniquadra,  das 400, porque super é das 100, só quem é de Brasília decifra este papo mole.

            Só reforçando a tradução do fato.

           Enquanto isto, nós, funcionários da Rádio Nacional, aqui unidos, exigimos uma grande festa pública pelos 50 anos de Brasília, quer dizer, desculpe, chefia, saiu sem querer, a cabeça viaja no mocó deste escurinho, porque Brasília ainda tinha a luz semelhante ao de uma noite de lua cheia, no imaginado pelo obliterado Lúcio Costa.

          Continuemos, pois não estamos ainda sob os efeitos eflúveos do deglutido  Orlando Silva.

          Imaginemos um bando de funcionários da Rádio Nacional,  com os apetrechos poucos,   por perto, fora da quadra, alguns em pequenas caminhonetes tipo Rural Willyan,  com utensílios domésticos, outros a pé mesmo, para o Plano B, caso os carros fossem barrados na entrada da quadra.

           É … a gente trazia o velho esquema da Lapa, a dois da passos da Praia Mauá, ninguém dava vacilo, naquele tempo, hoje, não…

           

          Os coordenadores da invasão, que de fato aconteceu,  foram os funcionários Dedé Santana (dos futuros Trapalhões, ele tinha uma boate na Cidade Livre, atual Núcleo  Bandeirantes, onde os artistas da Rádio Nacional, a começar por ele,  completavam o eterno magro cachê), mais o  Paulo Netto, Sérgio Iglesias, o Ceará e os músicos Malta, Condorciê e Miudinho. 

          Então, nós, futuros cumpanheiros comprometidos, uma bicada na caninha que já são  três da madrugada, 21 de abril de 1960, tudo pronto, o pessoal com as bagagens nos caminhões, ouvimos o músico Bernard, o melhor forrozeiro na Zona Sete Quedas,  na saída de Brasília, todo mundo ia lá, as polacas-baianas-francesas-goianas-judias no esforço conjunto para modernizar o Brasil, bom, o corneteiro oficial da trupe nacional faz o que? Ora, meu, fez o que ele sabia fazer, e só isso, mas bota importância no cara. Ele tocou a corneta, três da madruga, 410 sul, 21 de abril de 1960, em nome dos funcionários da Rádio Nacional, que começaram a invasão.

           Pra quê, o meu. Foi funcionário  da Rádio Nacional saindo de tudo que é canto do capim ralo do cerrado cheio de pó, até hoje,  de construção, e de tudo mais, aquele ceuzão estrelado em cima, para a invasão propriamente dita, rápida, segura, desnorteante. Esses sem-terra profissionais  de hoje iriam ficar de baba caindo no umbigo sobressaltado aparecendo no buraco do botão faltando na camisa.

          Foi o maior fuzuê, malandro. Até a enfermeira Lurdinha, a cobiçada, inclusive pela Lambreta, ajudou os meganhas a xingar os criminosos invasores da propriedade pública. Tudo combinado porque  o apê dela já estava reservado pela turma e inclusive um próximo emprego no sempre desmilinguado Serviço de Saúde da Rádio. 

           Enfim, tudo terminou rapidinho  porque de manhã a gente  tinha que estar na inauguração da TV Rádio Nacional, trabalhando, o próprio JK ia estar lá, a gente sabia disso. Lógico que a gente não era bocó nem jeca e por isso deixamos uns amigos mais fortes tomando conta do pedaço, eram uns leões achados na chácara de uma boate bem frequentada pelos pau-de-arara mais lascados  que adoravam ouvir  Emilinha, a Rainha do Rádio, que a gente vivia prometendo que um dia a gente iria levar  ela lá na zona.

           Observamos, a bem da verdade histórica,  ainda o seguinte:

          Sobre  a festa da inauguração da TV Rádio Nacional, no terreno original que ia da W3 Sul até o futuro Parque da Cidade,  nós falamos noutro episódio desta série da Rádio Nacional e os 50 anos com Brasília

            Só acrescentamos, e aqui falamos no plural porque foi uma ação de grupo,  que a polícia especial, ao saber por nós mesmos, na hora, que a gente   era da Rádio Nacional (do Rio, a poderosa, a Globo da época), achou melhor passar o assunto pros Israel Pinheiro da vida, que levaram o fato pro JK. 

           No final da inauguração, na mesma manhã,  alegre com os acordes da Sinfonia da Alvorada (Tom-Vinicius malandramente colocaram as vozes de JK, Israel Pinheiro, Lúcio Costa e Niemeyer), o mineiro Bossa Nova, papo que enrolava até carioca, chegou pro cinegrafista filho do apresentador famoso, que na hora estava ao lado do presidente JK, e jogou uma meia trava prá cima da gente, tipo assim, ó: 

           – Mas vocês, hein? 

          Moral: 

          A primeira invasão de prédio público em Brasília foi feita por funcionários da Rádio Nacional. O prédio tá meio firme até hoje. Ói ele aí: 

 

         Então, tá. Inté e Axé!


Eu trabalho na EBC (Rádio Nacional).

Juntando os outros nomes que ela já teve, estou cá uns trinta anos.

Jornalista diplomado, MBA em Economia, experiência direcional e tal.

Pois bem.

Ganho só dez por cento do que o senhor Luís Nassif, do Dinheiro Vivo, está ganhando líquido, por mês, desde agosto do ano passado (55 mil pilas), para, a partir desta segunda, apresentar um programa semanal, com uma hora de duração, na TV Brasil.

Contrato de 1 milhão e 280 mil por ano, sem concorrência por conta da “notória especialização”.

Ah … A mãe EBC também paga os deslocamentos, a hospedagem das nove pessoas da equipe mais o estúdio de gravação.

Na reportagem da Folha de São Paulo, hoje, o Nassif corrige: O salário bruto dele, mensal, é de 49 mil pilas.

 Segundo a EBC, “programa vai discutir políticas públicas com a sociedade em um novo modelo de interação entre a televisão e a internet.”

Depois eu falo dos programas que também estão recebendo o mesmo tratamento, e dinheirama aqui na Rádio Nacional.

Sobre o específico, tem o email interno mas público:

EBC realiza seminário de lançamento do programa Brasilianas.org

A diretoria-excutiva da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) convida a todos os funcionários para participar do seminário Brasilianas.org, que marca o lançamento do programa na TV Brasil. O programa vai discutir políticas públicas com a sociedade em um novo modelo de interação entre a televisão e a internet. Brasilianas.org é apresentado pelo jornalista Luís Nassif e vai ao ar toda segunda-feira, às 22h. O seminário será realizado nesta terça-feira, 9/03, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, de 9h às 17h.

Presença principal: senador José Sarney – presidente do Senado Federal.

Leia mais na Folha:

 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1103201015.htm


A nova turma da EBC detesta a Folha e a Veja, em especial a turma do Reinaldo Mainardi,etc.

Prefere o estilo release do Estadão, Comunique-se e o NR do Sindicato dos Jornalistas do DF.

Mas neste post eu estou apenas testando uma baita descoberta.

Como usar a ferramenta chamada Snipping Tool, no Windows Vista.

Cortei isto de um comentário antigo do Reinaldo Azevedo, Veja, de quando a gente fez a primeira e última greve, aqui na Rádio Nacional e Cia.

De quando parte da Comissão dos Empregados se desgrudou dos pelegos sindicalistas.

Taí, então, o resultado do Snipping Tool. Gostei. Vou usar mais.


 

De volta a ( vale com ou sem crase ) estagiária de olhos de camelo que se foi do meu lado, aqui na rádio,  bem na hora certa (dela).

Foi na revoada das estagiárias daqui da rádio.

Ninguém no lugar delas até hoje.

Mas saiu mais um número do mega-zine.

Em cima do Dia Internacional da Mulher.

Tudo sobre as minas de atitude, as que se equilibram  na ponta dos dedos pintados na altura das unhas, mas sem perder o equilíbrio no skate.

 Axé!

Então, depois de ver a foto-capa, ler o meu post logo abaixo,  volte  ao blog da Zine:

http://www.doistempomag.com/ 

Antes, conheça os nomes da moçada:


                              “ E assim como elogio, reclamo da Rádio Nacional: nas madrugadas, ao identificar canções, autores, autores e intérpretes, tem havido erros, omissões e confusões, resultando em estranhas saladas musicais”.

                             Li isto neste domingo no jornal Comunidade, aqui de Brasília, na coluna COMUNICAÇÃO & PROBLEMAS, do Marco Antônio Pontes, depois de uma noite conversando com um amigo antigo, que conhece os meandros do esgoto a inferno aberto aqui no Distrito Federal, que tem ainda muito podre para ser exposto e quiçá algum primeiro cadáver.

                            Mas, no caso acima, a citação diz respeito à Rádio Nacional FM, de Brasília, que um dia foi colocada à venda, pelo Antônio Martins, mas que não se concretizou porque a Universidade de Brasília (UNB) entrou na Justiça dizendo que teria direito a tê-la de graça.

                            Rádio Nacional tem ainda a do Rio (a mãe de todos, que já foi rainha, nos anos 40), a  Rádio Nacional AM de Brasília (inaugurada junto com Brasília, por JK), a Rádio Nacional da Amazônia, inaugurada pelos milicos para fazer frentes à “influência malsã da Rádio Nacional de Albânia”.

                           E há coisa de uns cinco anos, tem a Rádio Nacional da Meiorregião lá de um tal de Solimões, Tabatinga, Colômbia, que foi criada para ser comunitária e ser desmamada mas que nunca o foi, apesar da grana alta já jogada no rio, com três funcionários agora fantasmas e tudo, muita comitiva paga para conhecer o experimento na floresta, blá, blá, blá …

                            Ah… teria ainda a Rádio Nacional de São Paulo mas a cacicada de plantão resolveu que ela será a sede da nova RÁDIO BRASIL, na fase de rádio digital,  para acompanhar a TV BRASIL, e que já está sendo tramada para enterrar de vez a FAMÍLIA NACIONAL.

                           Mas afinal de contas, eu comecei este domingão falando de que mesmo?



 

Negro cem por cento tem muito pouco aqui na Rádio Brasil.

Aliás, no princípio deste post, cito dois exemplos:

De um lado, tem um negro, técnico de som, no lado pobre.

Do outro, tem uma negra, chefe, atuante na causa, mas … rica.

Então, pergunto na audiência pública do STF:

– Afinal de contas, o sistema de cota para entrar na universidade pública mesmo sem ter as condições exigidas, ela vale para o preto ou para o pobre?

– Melhor, se tiver uma vaga e dois postulantes, um preto e um pobre, quem deveria ficar com ela?

Pois ouça uma das respostas:

http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618


                        Conselho Curador da EBC. Onde só  tem um eleito. Casualmente, representante dos empregados. É da Rádio Nacional. Pouco faz…os outros, mais fortes, são biônicos indicados pelo presidente da dita República. Mas não se trata de uma empresa pública? E por que então este estatismo biônico?

                      Na primeira audiência pública, no ano passado, para discutir o sexo da TV Brasil, eu me inscrevi, como empregado, e falei justamente que o conselho, que então tinha na cabeça o presidente do Palmeiras, Gonzaga Beluzzo, não tem  que ser formado por nomeados pela graça do presidente de plantão do Brasil.

                     E perguntei, na ocasião, o seguinte:

                     Afinal de contas, o que é mesmo público?

                    Antes de partir para a leitura se fores chegado e caso não tenhas aspirações de chegar a presidente do Brasil, destaco  o edital de convocação de “entidades da sociedade civil”(???, servem os brancos do tráfico da Rocinha?).

                    É para que se apresente uma lista, em audiência pública, com três nomes para serem “nomeados”pelo presidente do Brasil que, por ironia, é quem manda na EBC, que muitos teimam em dizer que é uma empresa pública de comunicação.

                   O pior é que o único eleito para o Conselho Curador da EBC até hoje não diz o que fez, ou deixou de fazer, em nome dos empregados (terceirizados, concursados, apadrinhados, etc e tal).

                 Pelo email distribuído internamente pela diretoria da Rádio Nacional, hoje, aqui na EBC,  só poderão tentar ser “biônicos”os seguintes “entes”, na transcrição literal:

                Poderão se inscrever entidades constituídas da sociedade civil como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas, ainda que parcialmente, à promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos ou da democracia; à educação ou à pesquisa; à promoção da cultura ou das artes; à defesa do patrimônio histórico ou artístico; à defesa, preservação ou conservação do meio ambiente; à representação sindical; classista e profissional.

                      Ah… quanto à pergunta, afinal, o que é mesmo público no Brasil, acesse:

                    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=547IPB004


 Sempre vale a pena ler de novo, principalmente nós, fantasmas getulistas:

 “ A maioria das instituições encarregadas da comunicação pública no Brasil, quando apresenta noticiários no rádio, na televisão ou na internet, não pratica jornalismo, não informa o cidadão com a objetividade que ele merece e à qual ele tem direito.

O que se faz é propaganda, às vezes subliminar, às vezes expressa, das autoridades da vez.

As explicações de praxe primam pelo comodismo. A mais comum delas perdoa a subserviência das instituições em relação aos governos porque, afinal, essas instituições dependem de recursos governamentais.

Na tentativa de ganhar o seu naco de sustentação de cada dia, elas vivem de adular os poderosos oficiais.

Por inércia.

Em conseqüência, oferecem ao público um arremedo de comunicação promocional, de má qualidade, que finge ser informativa.”

Ressalva deste blogueiro: A ordem do tempo nos verbos não altera o valor dos fatores.

Assinado: Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás-EBC-Rádio Nacional, etc e tal. Autor do livro “Em Brasília, dezenove horas”. 

Leia o primeiro capítulo:

http://media.folha.uol.com.br/ilustrada/2008/07/23/20080723-brasilia_19_horas.pdf


                       Brasília não tem jeito mesmo.

                       Hoje de manhã, na frente da rádio, duas vagas para deficientes ocupadas por diferentes.

                      No caso, o carro do ministro da AGU – Advogacia Geral da União – e segurança.


                           Estava eu, em novembro do ano passado, 2009,  por um noves fora,  nada, pela Rádio Nacional, em Salvador, na minha querida Bahia, eu e mais uns trinta colegas da EBC, num tal dum Congresso sei lá do que de um Controle Público. Foi bom … Rio Vermelho …Pousada Catharina … uma tia-mina com o Cartão Corporativo … e tal …. né?

                          Blá… blá… blá… blá… blá… blá… blá… blá… blá…

                          Pois então … no final … no último dia, sexta, pinta o escândalo do DF … Arruda … lá em novembro de 2009 … daí, corro pro Jorge Hage … CGU … tava lá … pois  Zé … aliás, no sábado, dia seguinte, embarcando, sozinhos,  batemos um papo, no mesmo aviao, cade a porra  da  minhoquinha em cima desta letra … lepitópi contrabandeado, mas do legítimo … fazê o quê, falando que nem petê  …

                          Continuando … me distrai com esta foto com a bonitona que é do Ministério Público, procuradora, sei lá … tesão… tesão… tesão … diria não eu (será?) mas, com certeza, o Raul Seixas, pois ele que seja processado, não eu, por este justificado tesäo – será que eu teria o prazer de por ela ser preso? ai quem me dera…

         

                              E né que hoje, dia 25 de fevereiro de 2010, tantos tentos repassados, a grande CGU anuncia, cá dos píncaros do Planalto Central,  este   seguinte (novembro-dezembro-janeiro-fevereiro-quase águas de março:

                             “Investigação da Controladoria Geral da União encontrou irregularidades na aplicação do dinheiro repassado para obras no Distrito Federal.

                              Muitas das obras de Brasília são feitas com verbas federais.

                              O novo trecho do Metrô, por exemplo, tem dinheiro do Ministério dos Transportes –R$ 40 milhões.

                               Na ponta do lápis, segundo o relatório, o serviço ficou 125% mais caro, um prejuízo de quase R$ 12 milhões. “

                            Moral do papo:

                            1 – Será que ainda posso ter esperança com essa procuradora-geral-gostosona?

                             2 – Será que a CGU poderia ser um pouquinho, só, mais devagar do que a tal da tartaruga?

                             3 – Será que só eu sou ZONZO aqui em Brasília?

                             4 – Enfim, Ibiapina, neste caso, posso falar uma palavrona????

                             Então, me desculpe, minha cara ex-estagiária, mas tenho que gritar:

                            – PORRAAAAAAAAAA………!!!!!!!!


             Tem ” deficiente” que fica confusa quando encontra alguém que é “diferente”.
 Este mal estar pode ser evitado se as pessoas se interagirem mais no trabalho.
 Pois veja só o péssimo exemplo que continua aqui na frente da Rádio EBC.
 São três carros de pessoas difererentes mas não deficientes.
Uma autoridade para entrevista na TV Brasil, uma funcionária e um chefe graduado.
 Nenhum deles disse Bom Dia ao porteiro quando chegou hoje aqui na rádio:

                

Alguns detalhes a respeito do não-feito:

http://www.cedipod.org.br/quando.htm

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