Radio



Pois é isto mesmo.

Hoje, não trabalhei na Rádio Brazil porque dei um pulo até a zona mais próxima aqui de casa.

Zona é que não falta  em Brasília.

E o que é que tem?

Aliás, ontem à noite tive a idéia de ir à zona depois de ouvir, no Jô Soares, a conversa paga com o vice-presidente da República, Zé  das Couves Alencar.

Falando nele, aqui na Rádio Brazil, já tem uns quatro obituários do Zé Alencar prontos para irem ao ar, inclusive o meu.

No  caso, até pensei em mudar alguma coisa, depois do que ele falou no Jô, mas continua igual.

Ah…

O Zé Alencar falou no Jô que a mulher de 50 anos, professora, digna cidadã, pode até nem ser filha dele.

O vice disse que não aceita fazer DNA porque isto nunca dá 100 por cento.

E o pior.

– Jô, a mãe dela trabalhava na zona e você sabe que naquele tempo todo rapaz ia lá, sabe como é, né, uai?

Por isso, em homenagem ao vice-presidente, hoje eu  fui na zona.

E ainda peguei o atestado para justificar ausência no trabalho.

E pode?

Lógico…

Zona Eleitoral, meu.

Ah…

Não vejo mulher nenhuma reclamando do Zé porque ele está apedrejando a filha da puta.

Hein?

Pois ele não falou que a filha dele, se ela o for, é filha de uma mulher que dava para tudo que é mineirinho que não tinha coragem de comer a noiva lá dele?

Pois então…

Ah…

Esta seca de Brasília, sete por cento de umidade (ô estulta pessoa, no Brasil é umidade e em Portugal é humidade), é caso de emergência pública ou, quem sabe, até de intervenção, mas o que comecei a falar mesmo?

Ah…

Na volta da zona para a minha patroa, no caminho encontrei este passarinho que não costuma abrir o bico e, por isso,amanhã eu posto o que conversamos, só eu, falando, e ele, me escutando. Só adianto o título do que eu falei para ele:

Hoje eu estou com vontade de matar uma pessoa.

Inté e axé.

Para comentar clique abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/09/avaliacao-nota-100-foi-uma-merda-e-nao-valeu/#respond


Para confirmar o que eu bostei aqui por várias vezes (siga nos links abaixo), foi mesmo uma merda a avaliação dos funcionários da Radio Brazil 2010.

Por ela, 47 ganharam nota 100, por dito merecimento, achado pela chefia imediata, que não aceitou nem mesmo a reconsideração da nota no caso nada legal.

Sem contar os casos de chefes que são do quadro permanente e, com isso, se acham imanentes às ditas superiores pessoas amigas de quem dependem no ato.

Alguns dos nota 100 (média da nota dada por ele mesmo com a da chefia) estão inclusive há muito tempo fora da empesa, cedidos a pedidos políticos.

Pois bem, a avaliação, que chegou a ser publicada na intranet e tudo, com mais de 450 funcionários promovidos em dois níveis, não valeu. E por não ter valido, conclui-se que foi uma merda. E se o foi, a toa é que não ficou valendo só por quinze minutos.

Tanto que a diretora-presidente exterioriza hoje  um comunicado na Intranet da Radio Brazil onde afirma, categoricamente, inexoravelmente, terminantemente, o seguinte:

 

“… Vamos reexaminar e aprovar a norma, na certeza de que o importante agora é construir um sistema de avaliação eficiente, justo e transparente, com base nas previsões do Plano de Cargos e Salários e do Acordo Coletivo de Trabalho, bem como nas sugestões da Comissão de Empregados criada para este fim.

 

A seguir, vamos refazer a avaliação propriamente dita, obtendo resultados que serão implementados logo depois do período eleitoral. 

 

 Ainda temos os meses de Agosto, Setembro e Outubro para fazer isso.

 

 Teremos, neste prazo, aperfeiçoado nosso sistema de avaliação e poderemos concluir o processo com estrita observância da legalidade,  para a segurança da empresa e de todos.”

 

 

E então, a dita cuja avaliação foi ou não foi uma merda?

É a turma do 360 graus que continua incólume, impávida e colossa.

Agora, veja os posts quase antigos sobre este mesmo latu fato:

 

1

https://mamcasz.wordpress.com/2010/06/23/saiu-a-auto-avaliacao-ou-seria-alta/

2

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/17/tu-conheces-um-funcionario-nota-100/

3

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/22/ate-que-enfim-a-bela-adormecida-acordou/

4

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/23/servidor-solidario-ou-solitario/

 

 Comente:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/09/avaliacao-nota-100-foi-uma-merda-e-nao-valeu/#respond


Documentário interessante este saído hoje aqui nas reduzidas ondas da Rádio Brazil.

Primeiro, cada equipe (repórter-produtora-técnico-estagiário-motorista-segurança-consultor da PF) pega o quite dedo-duro, além de gravador digital e tal (isto é que é…).

Mas que quite é esse, ô mano, diria o ido Jonas?

Simples.

Passe na farmácia, compre Quantox (?). Isto mesmo.

Jogado no esgoto do vizinho, dá para ver, no ato, se a pessoa cidadã mija Benzoilecgonina (?).

E se mija?

Então,  meu,  quer  dizer que ela fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA.

Sujou…

Daí que depois  de muito fumar-comer-beber-cheirar  COCAÍNA, das sete da manhã de um dia às sete horas da manhã do dia seguinte,  horário de Brasília, direto, sem parar, as equipes da Rádio Brazil voltam ( em rádio é assim que se escreve, sempre no presente ) para a redação.

Resultado:

Tabulados os dados, conclui-se que o lugar em Brasília onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA, na base de meia tonelada por ano (512 quilos),  é o da foto abaixo:

Em Samambaia, Distrito Federal, cidade-satélite de Brasília, na divisa de Goyas, no Entorno, a equipe da Rádio Brazil,  filha da pauta, apurou que  cada pessoa  fuma-come-bebe-cheira, em média, 27 doses de COCAÍNA por ano.

 Em segundo lugar, na base do consumo, vem a vizinha (dela) Ceilândia, com 397 quilos por ano, o que significa 27 por cento de toda COCAÍNA que se fuma-come-bebe-cheira aqui em Brasília-Distrito Federal.

E o Plano?

Entenda-se por Plano o  que nem  Deus Piloto ousa tocar.

É formado pela classe que ganha até 40 salários mínimos por mês e se espalha, confortável, pelas Asas, Lagos, Esplanadas e Penínsulas (Sul e Norte).

Pois bem.

Se a gente somar o mijo examinado nos terminais  de esgoto Sul e Norte, passaria para o segundo lugar onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAINA em Brasília. Somados, são 407 quilos, ou 31 por cento do consumo total.

Mas aqui tem um porém, lembrado no final do brilhante documentário da Rádio Brazil.

Na verdade, no Plano a quantidade de COCAÍNA é muito maior do que isso.

Motivo: a maior parte dos habitantes, felizardos funcionários ou lobistas, costuma trabalhar apenas de terça a quinta-feira, e assim mesmo, de vez em quando.

Daí que a equipe da Rádio Brazil tem a seguinte proposta:

Acionar os correspondentes para examinar o mijo no esgoto das outras capitais onde haja legítimos representantes pseudo-enviados cá para Brasília.

Porque, por aqui, mesmo com muita merda, o resultado é falho na Esplanada dos Mistérios:

Observação final.

Esta estória está escrita não por efeito de alguém que fuma-come-bebe-cheira COCAINA, até porque o salário aqui da rádio não suportaria tal consumo.

 O escrito está baseado (?) na reportagem da Folha de São Paulo (06-08-10), assinada por Flávio Ferreira, e que leva o seguinte título na capa do caderno Cotidiano:

PF INVESTIGA ESGOTO PARA COMBATER TRÁFICO DE DROGA

No mais, tudo é um brincar com as palavras.

Até porque, em Samambaia,  nem o sinal da Rádio Brazil chega legal.

Quanto mais a filha da pauta.

Mas lá tem pessoas importantes para minha mente : a ex-estagiária com olhos de camelo, a turminha dos ex-Radionautas, a rapeize do Parque Gatumé  http://parquegatume.wordpress.com/ , os róli dos  Dois Tempo  http://doistempomag.com/ … bem melhor do que ficar cheirando mijo dos outros, sô.

Que mais?

Chega, até porque estou preparando um almoço para lá de super bom, da minha verve, para este domingo, Dia dos Pais.

Convidados:

Pessoas colegas da Rádio Brazil.

Amanhã eu conto, tá?

Deixa agora eu ir dar uma … mijadinha, certo?

Fora do penico para não ir pro esgoto onde a PF tá de zoslaio.

Por segurança, direto no pé da Sativa.

Inté e Axé!

 


Aqui na frente da Rádio Brazil tem uma placa reservando três vagas para deficientes, funcionários ou não.

Falo (?) de deficientes físicos.

Porque olha só o que os mentecaptos continuam fazendo.

No caso, é prata da casa mesmo:

Foto tirada hoje, sexta-feira, dia 06-08-201o, às 08h12m.

Aliás, isto é comum até quando ministr@as (não tod@as) continuam vindo gravar entrevistas que serão usadas em campanha.

Pois então confesso.

Eu, idiota, exijo que não consideres os posts a respeito da falta de copinho para água e café.

Que nem naqueles belas peças de teatro em juri popular.

Tem mais:

Façam o mesmo, ou seja, tornem papel higiênico os meus posts sobre funcionário nota 100.

Quarenta e sete deles foram promovidos com nota 100.

Dois níveis acima.

Pois um deles é um ex-presidente da Rádio Brazil que há oito anos está fora da empresa.

Uma outra promovida, com nota 97,5, hoje me perguntou:

Censo é com um ou dois ésses?

Calei-me para não mandar que ela enfiasse os ésses sobrando na parte dela deixada de ser íntima há tantas eras.

Tô ou não tô com razão em estar puto?

Moral do Lero:

Cadê as Belas Adormecidas:

– Detran-DF?

– DRT-DF ?

-Sindicato dos Jornalistas do DF (vai ter eleição)?

-Sindicato dos Radialistaas do DF?

-Comissão dos Funcionários da EBC (vai ter eleição)?

-CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho) vai ter eleição?

-Sindicato dos Publicitários do DF?

-FENAJ (já teve eleição)?

-Sindicato dos Empregados na Administração em Empresas Públicas?

CADÊ O SINDICATO NACIONAL DOS EMPREGADOS DA EBC?

Nota final:

Posso falar mais um palavrão?

 Num dianta.

Aliás, veja alguns dos posts aqui já bostados.

O primeiro, por sinal, é de uma ex-chefa que está querendo me processar porque ela acha que eu, aqui, insinuei que ela seria uma vaca:

1

https://mamcasz.wordpress.com/2010/02/05/deficiente-e-a-mae-crista-da-minha-chefe-carola-na-ebc/

2

https://mamcasz.wordpress.com/2010/02/26/deficiente-diferente-e-deferente/

3

https://mamcasz.wordpress.com/2010/02/25/deficiente-e-o-canalha-que-usa-vaga-do-diferente/


On this Sunday (08-08-2010), here in Brazil is the Father’s Day.

So I propose the following gift:

Six months’ paternity leave.

Like to your  mother.

Or her daughter.

Domingo é   Dia dos Pais.

Eu, que não tenho  pai nem mãe,  tô nem aí.

Os dois descansam há muito tempo, livre das amarras.

Filhos, ainda bem que não os tive e, se houver algum escondido por aí, já passou o tempo da validade para reclamar devolução ao útero da mãe lá dele.

Pois resta o que?

 

E antes que minha colega de trabalho, feminista das bem velhas, dos tempos em que elas usavam cabelos nos sovacos ensuarados, por conta do xerocado The Feminine Mystique, 1963, Betty Friedan …

Mas hoje eu quero é falar do pai, não da mãe e muito menos da filha dela.

E do porque o homem não pode ter direitos iguais aos da mulher.

Começando pela Licença Paternidade de seis meses.

Ou, já que somos macaquitos mesmo, por que não fazer que nem na Dinamarca?

Para este domingo, Dia dos Pais, preparei uns miúdos feitos de palavras que defendem o acesso igualitário deles aos direitos trabalhistas, começando pela longa licença paternidade.

 

Para saber como é a Licença Paternidade no Reino da Dinamarca e se ainda tiveres ouvidos para ouvir, clique no linque abaixo:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

 

Convite

Café da manhã

Local: Auditório da Rádio Brazil – Porão do Venâncio 2000

Horário: das nove às 10h30m

Patrocínio: Associação dos Empregados da Rádio Brazil

Observação:

 Não será permitida a entrada de feminista que sofra daquele “mal sem  nome” que a Betty Friedan fala no livro “A Mística Feminina”.

A pedido de uma série de pessoas que não têm fone de ouvido ou que o tem (a orelha)  prejudicado, segue o texto, abaixo, do áudio, acima:

Domingo é Dia dos Pais.

Então, uma perguntinha bem rápida.

A licença paternidade não deveria ser de mais tempo?

No caso da licença maternidade, que pode ser de até 24 meses, aqui no Brasil, ela tem um custo financeiro tanto para a empresa quanto para a própria vida profissional da mulher beneficiada, uma vez que ela prorroga, por exemplo, as oportunidades de progressão no trabalho.

Mesmo assim, a licença maternidade, aqui no Brasil, na verdade ela acaba ficando pouco se a gente comparar, por exemplo, com a Suécia, onde ela é de 96 semanas. No caso da Noruega, a licença maternidade é de 52 semanas. Na Itália, 47 semanas.

Mas a prosa de hoje, em função do Dia dos Pais, neste domingo, é que tem uma coisa diferente começando a acontecer.

Aumentar o tempo de licença paternidade e, o principal, valendo também para os pais adotivos e os pais de casais do mesmo sexo.

Na Dinamarca, por exemplo, isto já existe. Lá, a licença varia de 24 a 48 semanas, ou seja, seis meses a um ano. Mas tem um detalhe interessante. O próprio casal é quem decide como tirar esta licença. Ela pode ser dividida do jeito que o casal decidir. Tantas semanas para um e tantas semanas para o outro. Com isso, o casal se entende como equilibrar a vida pessoal, em casa, sem prejudicar a vida profissional, lá fora.

Esta discussão de se aumentar o tempo da licença paternidade para quatro semanas, inclusive nos casos de filhos adotivos ou de mães ou pais do mesmo sexo, já é realidade em algumas das cem melhores empresas para trabalhar no Brasil.

De qualquer forma, a licença paternidade, aqui no Brasil, é de 1988. Cinco dias úteis. Por enquanto.

Então, neste domingo, Dia dos Pais, discuta este assunto em casa.

Inté e axé.


 

                       Here in Radio BBC we,  staff and visitors,  for two months we don’t have disposable cup  to drink water and coffee.              

                       Like in Casa Grande and Senzala,  by Gilberto Freire, times Africa’s seventeenth century, coming to our Brazil.           

                       The business is drinking straight into mad cow teat ( tetas,man@).        

           Deixa de ser truta.         

                       E né que a rede social da Rádio Corredor  deslanchou de novo? Saudades de quando até greve teve. E não agora, com a Bela Adormecida (?). Pois vamos ao real de agora:         

                      Ofício 1:      

                     Da Senzala para a Casa Grande:      

                      – Caso não haja perspectiva de retorno do fornecimento de copos para água a curto prazo, proponho que façamos uma vaquinha para a compra dos copos.         

                       Ofício 2:     

                       Da Casa Grande para a Senzala:           

                      – Vamos solicitar informações à área administrativa sobre a ausência de copos.           

                        Ofício 3:     

                        De Capataz para  Senzala:           

                         – Por favor, aguardem.          

                           Mas tem mais, minha brava (???) gente brasileira-inzoneira,  porque aqui,  na Rádio BBC, besteira pouca é  muitcha bobagem.      

                           Até porque tem uma série de campanhas eleitorais locais (aqui dentro) novamente  em andamento.       

                          Por isso mesmo, lamentável é ouvir a reação da massa, quer dizer, da  malta o seguinte no trabalho:           

                          Ofício 4:          

                         – Considero um precedente perigoso a tal da vaquinha. Depois,  teremos que comprar água, café, papel higiênico, fones de ouvido, tapa boca,  pedir penico…         

                      Ofício 5:          

                   – O que  que custam gente  ( ?!?!?! esta doeu…),  trazer de casa um copo para o café e a caneca para a água? WTC (???)! 

                    Ofício 6:            

                    – O que qui tem, gente? Tem mais é que nos se (?!?!?!?!) com cem tizar (aiiiiiii…)  para a gravidade da cituassão  (arre…) do praneta ( meresso…).          

                    Moral do Lero Todo:           

                    Escrav@  tem mais é que continuar de cócoras e bebendo água  da torneira no concha da mão.           

                   Então, um viva para a Grande Vaca.  

                    –  Seria a Viúva, a União, o Big Brother?    

                   Entonces, até o dia primeiro de novembro.     

                    Axé!     

                   P.S. (?) 

                  PS é post-scriptum, ó estulta pessoa. 

                  N.B. (!)

                  N.B. é Nota Bene, ó massa inculta.

                  Daí que acabo de receber, quase madruga,  uma sugestão para este post, vindo de uma terneirinha (?) antiga, aliás, ela sempre me cobra porque escolhi este caminho da vegetação pública nesta Rádio BBC. Enfim, por não estar sozinho nessa caravana, ela passa e as cadelas ladram ( cito Ibrahim Sued, sorry torneiras de plantão).

                  E ela: 

                   – Manzinho. Nem adianta fingir de machão porque você é yang, minha cara pessoa das mais amigas da minha vida. 

                   E eu sempre respondo, calmamente, para ela, na maior paciência possível: 

                   – Com esta sua calcinha vermelha, nem pensar… 

                   Look pois a sugestão mandada por ela para o big probremão  (? – seria isto acédiu?)da malta pública (gado funcionário público estatal): 

                   Manzinho, diz ela, cria coragem e fala  pra estas vacas BEBEREM ÁGUA DA TORNEIRA: 

http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1886&Itemid=48 

P.S. ( malta, já disse acima o que isto significa). 

Acaba de sair mais uma resposta e por isto eu bosto aqui (19:31 -05-08-2010): 

Da Capatazia (?): 

Prezados(as).

Recebemos hoje copos para café. Creio que devemos esperar a chegada dos copos para água.  

Comento:

Que bonitinha a mensagem. 

Mas continuando: 

Fulaninha (nome da capataz), td bem querida?  

Desculpe a demora na resposta, muita correria. Realmente essa falta de copos para água foi reflexo do não uso das canecas pelos empregados, pois reduzimos o estoque de acordo com a previsão do Projeto de Ambientalismo.

Sem uso das canecas o estoque não suportou o tempo exigido para a  realização de licitação. Mas esse problema está sendo resolvido. 

 Comento (2″)” 

 Este (a) pessoal da Burocracia (Capatazia) é uma gracinha… 

  

   

             

 

  

 


O Wanderson era uma mistura de pai de santo com diretor de escola de samba.

Na verdade, o era, inda que em parte.

Gordo, moreno quase preto e boa praça.

Um fato que dele me resta na memória foi quando voltei de um giro pela África.

Ele me pediu uns sons de tambores e atabaques, surdos e repinicos.

Repliquei que eu os tinha, e os passei, mas todos de origem árabe-islâmico.

Ficou deslumbrado.

Disse que ia usar.

Não sei se no terreiro ou no ensaio da escola.

Agora, tenho uma certeza.

Desde este final de semana, o Wanderson, ex-chefe da técnica da Rádio Brazil está agora com todo o tempo do outro mundo, para onde ele  foi, para escutar todos os tipos de som que ele adorava: do samba ao zoado das feiras livres.

Por isso o título acima:

Funcionário da Rádio Brazil (Wanderson) finalmente é promovido a um outro patamar de vida.

Mais além.

Ah … a photo é do Chico Mendes, dono do maior obituário vivo da Rádio Brazil.

Curta a paz, Wanderson.

Inté e a Axé!

Pena que não mereceste nem um EBC Informa  da Rádio Brazil.

Junte-se aos outros abaixo (acima):

https://mamcasz.wordpress.com/fim/


A frase do título arriba é do doido Dalton, o Trevisan, no novo livro dele, Desgracida.

Eu agora acrescento, pós quinto trago (se quiser, levo no sexto):

– Curitiba, aceitas mais um louco por ti?

De teu polaco exilado.

Mamcasz.

Tanto que, abaixo seleciono algumas photos em Curitiba:

E a porra do Trevisan “um pobre Sansão tosquiado”, ainda insiste em se masturbar pensando nas falecidas polacas.

Dá um tempo, mano.

As cores de Curitiba agora são outras.


Brazil is the most beautiful and disgusting on the planet

I’m here and listen to Nick Cave (?) In particular Brazil’s Radio, a good reason to enjoy it, like the documentary-audio released yesterday by it about  the very huge queue at the heart of the Brazilian capital,people looking for a lot  (peace of land)of grace which set the shack (sweet home).

Tô aqui ouvindo  Nick Cave (?) no especial da Rádio Brazil, um bom motivo para curti-la, a exemplo do documentário em áudio liberado ontem por ela na enorme fila, no centro da capital brasileira, das pessoas à procura de um lote de graça onde armar o barraco.

Nick Cave has lived in Sao Paulo for three years, had a child with Brazilian and other creation, the CD The Good Son, where the band sings in portuguese On the Cross was – Foi na Cruz  (my sins punished without Jesus …) and is on bob even a Bob Dylan or Leonard Cohen (?).

O Nick Cave  já morou em São Paulo por três anos, teve filho com brasileira, e outro de criação, o CD The Good  Son, onde canta em português a faixa  Foi na Cruz (meus pecados castigados sem Jesus…) e está no mesmo prumo dum Bob Dylan ou Leonard Cohen (?).

Well below the photo, taken on Saturday, right here on the Esplanade of the Mysteries (government base), read what Nick Cave wrote about our Braziuuuuuuuuuuuuuu:

Pois abaixo da foto, tirada neste sábado mesmo, aqui na Esplanada dos Mistérios, leia o que o Nick Cave escreveu sobre o nosso Braziuuuuuuuuuuuuuu:

“Brazil is the most amazing, beautiful, disgusting, lazy, dirty and exotic on the planet. It’s a country away from everything and things do not work as they should. It is impossible to lead a professional life in Brazil, ok?

“O Brasil é o país mais incrível, belo, nojento, malandro, sujo e exótico do planeta. É um país longe de tudo e as coisas não funcionam como deveriam”.


  

 

Hoje, a Rádio Brasil promove aos funcionários uma palestra vinda da garoa paulista unicampiana tramando de:

 Práticas  produtivas para o bem-estar corporativo e individual.

 Na prática, na prática mesmo, está sendo a comemoração, efetivada hoje, último dia do holerite (?) de julho, pela saída de uma colega muito da calada:   

1 – É a subalterna desvalorizada que passa, brilhante, no concurso público para a Rádio Senado.

 Vida longa para ela.



               Finalmente consegui bater a chapa (?) na hora certa porque o visual vai mudando, dia e noite,  garante o reclame (?).

          Para ficar nos trinques da Lei Eleitoral, coloco os três juntos, embora fique a pergunta:

  •  E os outros oito candidatos a presidente, nada?

      E antes do clique exato, esclareço juridicamente que não estou gozando coisa nenhuma do processo democrático-eleitoral em andamento.

        Afinal, preclara eminência, apenas retransmito o que tem saído, todo nem santo dia e noite, na TV oficial. No more do que isto, tá?

         Agora, vamos pros santinhos:

 

http://www.tvbrasil.org.br/novidades/?p=1473


Assim como quem não quer nada, imprevista, chegou hoje, perto das dez, aqui na Rádio Brazil a urna de votação da Fenaj-Federação Nacional dos Jornalistas, que não tem nada a ver com os Sindicatos dos Jornalistas, nem com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Comunicação, nem com a ABI-Associação Brasileira de Imprensa.

 

Ao meio dia, a urna ainda estava lá, totalmente virgem, apesar das duas chapas, e olha que estou esperando a chegada de uma colega candidata mas ela faz tempo que não aparece, mesmo sendo chefe, para retirar algumas dúvidas mas tenho a impressão que a imunidade lhe fará bem.

Outra eleição que se aproxima é na  vitalícia turma do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, atualmente sem sede própria porque a mesma foi vendida para uma construtora da capital, e parece que terá apenas uma chapa, por excesso de zelo no aceite das fichas opositoras, a exemplo do que já havia acontecido doutras vezes.

Quanto à Fenaj, dependendo do resultado dessa eleição, e da chapa eleita, sai ou não o Conselho Nacional de Comunicação que poderá controlar a vida do cidadão jornalista e acabar com o Conselho de Ética ou com ela mesmo, de vez.

Diploma para jornalista é outra coisa pouco debatida.

Enquanto isto, neste domingo, na Esplanada dos Mistérios, perto da Praça dos Podres Poderes, os índios começam a voltar para o mesmo acampamento. Até o cartaz escrito em inglês, para a ONU, está de volta. Passei por lá com um amigo gringo que é brazilianist e estava em Brasília no encontro internacional, totalmente esquecido pela press tupiniquim. Foi very dificult mesmo explicar para ele o que os índios estavam fazendo fora do Congresso Nacional e não dentro.

Falando em Índio…acabo de ler a declaração da candidata seringueira dizendo que índio não deve jogar conversa fora porque, depreendi, existe um pacto entre os três beneficiados pela máquina oficial no sentido de ninguém mijar fora do penico.


Existem hoje no Brasil um milhão e duzentos e noventa e quatro mil desocupados. Média nacional de sete por cento.  Isto mesmo. Palavra do IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, um órgão do governo  federal.

O maior  número de desocupados está em Salvador, na Bahia, com a média de 12 por cento em cima do pessoal chamado de trabalhador. Do outro lado, com menor número de desocupados no país está Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com a média de 4,7 por cento.

Antes de continuar a prosa me permita uma explicação que muda tudo o que estás pensando neste exato momento.

DESOCUPADO, segundo os técnicos do IBGE, não é a pessoa preguiçosa e tal. Pelo contrário.

É a pessoa que se cansou, sim, mas de procurar emprego, porque não acha trabalho de jeito nenhum.

 Então, axé, meu Rei.

Para ouvir o lero, clique abaixo na Rádio Mamcasz:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618


Um grupo de funcionários aqui da Rádio Brazil participou da campanha para equipar de livros uma escola no subúrbio de Brasília.

Mas aqui a coisa foi feita na calada, sem objetivos de melhorar a promoção que está  mais enrolada do que rabo de porco espinho.

Na foto acima, está o resultado final.

E abaixo, o link com mais detalhes:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/06/30/em-busca-do-tempo-perdido-2/

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