Radio



                      Antes de postar sobre o porquê da CUFA-DF, que tem sede num endereço chique no   Plano Piloto, e um bom convênio com a EBC, estar comemorando agora, junto com a Rádio Nacional, os 50 anos de Brasília na distante Cidade Satélite da Ceilândia …

                       Permita-me repassar a carta de demissão da EBC de uma pessoa por quem sempre tive um xodó, apesar dela ser daquelas concursadas há coisa de uns cinco anos mas que não agia como se cá estivessem há cinqüenta anos …

                         Bom. A Danielle Pereira criou coragem, alçou vôo, botou no áudio o CD de   Janis Joplin (apesar da tenra idade, não falei?) e foi à luta para não  virar mais um dos muitos fantasmas que por cá vicejam:

Prezados chefes,

Venho por meio desta solicitar o meu desligamento da empresa.

Tal pedido não é fácil para mim.  Acreditava em sua missão e em seu ideal de jornalismo público e cidadão. Queria e consegui, por algum tempo e a duras penas, desempenhar minha função social, primando pela democratização da informação de forma ética, consciente e plena.

Com muito pesar, vi todo este potencial de jornalismo público e cidadão (que sempre permeou a empresa) ser gradativamente menosprezado pelas gestões das quais fiz parte, ainda que de maneira maquiada.”

A íntegra:

http://danielleapereira.wordpress.com/2010/03/23/bye-bye-baby-e-os-motivos-pelos-quais-pedi-demissao-da-ebc/


Convite:

 Sábado, dia 17, às 21horas, Show da Rádio Nacional em comemoração aos 50 anos de Brasília.   O show será um encontro de gerações. Uma festa reunindo artistas pioneiros e da nova geração da música de Brasília e as equipes de comunicadores das rádios Nacional AM e Nacional FM.  

Algumas presenças confirmadas: Clodo, Sheilami, Myrlla Muniz, Toque de Salto, Salomão di Pádua, Carlinhos Piauí, Viera, Nilson Lima, Fernando Lopes, Renata Jambeiro, Reggae a Semente, Renato Mattos ( um telefone é muito pouco pra quem ama como um louco e mora no Plano Piloto) e Nicolas Behr (SQS ou SOS? eis a questão).

Adress:

Teatro Newton Rossi do SESC –  Ceilânda – Cidade Satélite – Distrito Federal (situada a 50 Km de Brasília).

Mais:

 No último sábado deste mês, 24 de abril, acontece na Ceilândia o final da Liga de Basquete de Rua, promoção da Central Única de Favelas do Distrito Federal (CUFA-DF):

 http://www.cufadf.org/

A cidade de Ceilândia, que não é município,  foi inaugurada em 27 de março de 1971, e hoje tem quase meio milhão de habitantes.

Segundo a página da administração da cidade,  o nome Ceilândia foi  inspirado na sigla CEI (Companhia da Erradicação de Invasões) e na palavra de origem norte-americana “landia”, que significa cidade (o sufixo inglês estava na moda).

Para conhecer mais sobre Ceilândia, que não é Brasília, acesse:

http://www.ceilandia.df.gov.br/

Por que Ceilândia e não Brasília?

Nome do Projeto: Programa de Rádio Ação Periferia (Nacional AM)
Site: http://www.stickam.com/acaoperiferia

Produzido pela CUFA DF em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação, é o primeiro programa de música black e mobilização social veiculado em rede nacional.
 O Ação Periferia divulga os talentos das comunidades. É um espaço para mostra de misturas musicais, diversidade cultural dos estados e novos talentos.

Ouça ao vivo pela Rádio Nacional Brasília na frequência 980KHZ AM aos sábados das 12hs às 13hs ou no site  http://www.radiobras.gov.br  

No www.stickam.com/acaoperiferia é possível escutar todas as edições já veiculadas.

Moçada boa.

Central Única das Favelas do Distrito Federal (FUCA-DF).
 Você tem interesse em divulgar algo então envie email acaoperiferia@gmail.com .
 
Parceiro: EBC – Empresa Brasileira de Comunicação.


                        

  Há exatos 50 anos passados, neste mesmo local, foi inaugurada a TV Rádio Nacional de Brasilia, pelo presidente JK, o Bossa-Nova, ao lado de ministros, madames, Orquestra Sinfônica e tal. Pois agora, para a festa dos 50 anos com Brasilia, o terreno está  assim, nesta foto tirada neste domingo (11-04-2010). Portanto, a festa da Rádio Nacional e os 50 anos com Brasilia promete …

                        Aliás, falando em passado, noutro dia eu dava conselhos para uma pessoa da turma dos “amarelinhos” da EBC (que estão mudando de cor). O Vilmar queria saber uns detalhes de como se aposentar pelo INSS, eu expliquei e disse que era melhor ele dar um tempo para ver se o Lula liberava o tal projeto extinguindo a “expectativa de vida” que come uma parte da aposentadoria. Ele disse que ia ver. Mas não teve tempo. Morreu neste final de semana, que nem a placa acima.

Reproduzo  algumas mensagem dos amigos do Vilmar:  

” Que nossa empresa possa se unir à dor da Equipe de Operações, mais conhecidos como a equipe de externa, ou ainda os Amarelinhos da Presidência, que neste momento sofrem com a saúde de José Vilmar Ferreira. Um Pai Nosso que cada um de nós rezarmos, pode não ser nada, mas para Deus será o suficiente para montar essa corrente de energia, capaz de fazer milagres e mover montanhas. Como ele mesmo diz, onde dois ou mais estiverem em meu nome ali habitarei, possamos tornar essa passagem viva em nossas vidas. ”

EBC Informa:

Falecimento de José Vilmar Ferreira

 Perdemos hoje o convívio de nosso amigo de todas as horas, o Vilmar. Todos, indistintamente, o admiravam. Foi sempre uma pessoa correta e muito feliz. Em todos esses 30 e poucos anos de convivência, nenhum de seus colegas de trabalho, com certeza, ouviram dele um gesto sequer que pudesse, ainda que de leve, mostrar um comportamento que não fosse de compreensão, alegria e muita paz.

Que Deus na sua infinita misericórdia o acolha neste momento e dê a sua família e amigos o conforto necessário.

Convidamos todos que o conheceram para a despedida de nosso amigo que está marcada para hoje às 16h00, na capela 02, do Cemitério de Taguatinga. O corpo estará sendo velado a partir das 11h00.

Comunicamos que estarão disponíveis um ÔNIBUS na 701 Sul, uma VAN nos prédios da 502N e uma outra VAN na 702N, com saída para o Cemitério prevista às 14h00.

Diretoria de Suporte e Operações

Teresa Cruvinel:

 Junto-me a todos nesta manifestação de pesar pela perda de nosso companheiro Vilmar.

Ficará ele entre os que ajudaram a construir a comunicação pública neste pais.

Wahby Abdel Karim Khalil:

É com pesar que informamos que hoje por volta de 00h foram desligados os aparelhos do Amigo, chefe, companheiro e irmão José Vilmar Ferreira, chefe de operações da Equipe de externa da EBC em Brasilia.

Lincoln Macário:

O nome me soou muito familiar mas só quando soube que se tratava do “Índio” tive a real dimensão da perda. Tanto na minha primeira passagem pela antiga Radiobrás, há 12 anos, como na minha vinda para a EBC, os contatos que tive com o companheiro Vilmar foram marcados pela serenidade e competência. Que o momento de dor seja consolado pela lembrança do seu constante sorriso e tranquilidade.  

Aloisio Orrico:

Vilmar sempre será lembrado pela serenidade e pelo olhar de esperança. Quantas cervejadas, piadas e brincadeiras no final do expediente. Grande figura. Distante sempre estavámos por trabalhar em diretorias distintas, mais aqui acolá falávamos por telefone – Quantos ESCAVS e PRESCAVS da FAB – quando eu o indicava para as inúmeras viagens presidenciais nacionais. DEUS está mais feliz do que nós, porque ganhou uma grande companheiro, um grande sujeito, um grande homem.

Antonio Faya:

Que bom que tive a alegria de ter participado em vários eventos sob o comando do Vilmar, assim posso testemunhar quanto de verdade tem na homenagem tão simples, mas tão bonita e tão justa ao amigo que se foi. Com meus sentimentos sinceros à família e a todos os colegas que, nesta hora que estou escrevendo estas linhas, estão lhe dando o último ADEUS.Vá com Deus.

Roberto Moreira:

Não sei nem o que dizer nesta situação, perder um amigo e companheiro de trabalho de 31 anos de convivbencia é muito dificil, é doloroso demais. Mas Deus esta aqui para nos consolar, termos que seguir em frente, sempre lembrando dos exelentes momentos juntos, que Deus agora console esta familia e Amigos, traga a Paz para Todos.

Jo Almeida:

Meus sentimentos sinceros à família e a todos os colegas. O Vilmar sempre  passou a sua  tranquilidade interior, com muita sabedoria, para a funçao que exerceu como chefe e colega de trabalho. Grande perda para todos.

Maria Auxiliadora Gonçalves Leite:

 Adriana. Como essa grande esposa que sempre foi do Vilmar, quero te agradecer pelas infinitas  vezes que você se privou de sua presença e nos permitiu estar com ele, seja no trabalho, seja em viagens (muitas não é?), em festividades, em encontros só nossos, naquele churrasquinho da RANAC, e em muitas outras ocasiões. Que Deus, na sua infinita bondade, possa consolar os corações de todos vocês, em especial de seus filhinhos, tão pequeninos e tão dependentes do pai. Força querida! Quero que saiba, e que tenha o maior orgulho, é que seu marido foi o “maior e o melhor” chefe que já tive (e acho que muitos pensam isso), nesses 32 anos de Radiobrás/EBC.

  Enilson Neves:

Para quem pautou sua vida com virtudes como paciência, sabedoria, dignidade, honestidade, trabalho e serenidade como Vilmar, toda a milícia celeste o acolhe num único côro : Bem vindo, filho de Deus! Aqui é o seu lugar! Saudades do amigo e um abraço fraterno para a família na certeza de que seram consolados.
 
Aloisio Valério:

Saiba que a sua passagem em nossas vidas não foi em vão. Você deixou a marca da paciencia, da solidariedade, da simplicidade, da tolerancia e, principalmente, da amizade que nunca se acaba.
Peço ao altíssimo que o trate da mesma forma que você tratou seus semelhantes enquanto esteve conosco, perdoe-lhe as faltas e abra-lhe as portas do paraiso. Até breve, amigão.


                            Liga Tripa, Cabeças, Néio Lúcio, Udigrudi, Renato Matos, Garagem, Legião Urbana, Dulcina, Cassia Eller, Grande Circular, Ney Matogrosso, Osvaldo Montenegro.

                            Tudo isto, e muito mais, tem a ver com a Rádio Nacional e os 50 anos com Brasília. Tanto a AM mas, principalmente a Nacional FM que, em épocas passadas, era o reduto de tudo quanto maluco beleza que tinha a melhor da produção musical do pedaço.

                             Tem mais:

                            Renato Vasconcelos, Beirão e Banda Cordel, Mel da Terra, Clube do Choro, Paulo Tovar, Jaime e Beth Ernest Dias, Ministéricas (Claudinha, Mercedes, Leninha), Aloísio Batata, Izaltina, Haroldinho, Gera, Trio Siridó, Tony Botelho, Trem das Cores, Clodo-Climério-Clésio (não era um trio não), Primas e Bordões, etc, etc,etc … e tal.

                           Aliás, no começo da década de 60, o must era mesmo a Orquestra da Rádio Nacional, disputada tanto nos bailes das autoridades no Brasília Palace Hotel quanto nos melhores puteiros da Cidade Livre.

                      Sem contar os programas de auditório, sábados à tarde, no auditório da TV Rádio Nacional, na 701 sul, quando, bem antes do Chacrinha, o então apresentador Meira Filho já dava as buzinadas em cima dos calouros pau-de-arara doidos para virarem candangos.

                     Para ouvir um pouco desta história, clique abaixo no trabalho da “norafilhada” Akemi Nitahara, que nem tinha nascido nos tempos da Rádio Bilg ou Rádio Cabeças:

http://www.radiobras.gov.br/radioagencia/admin/cadastramateria.php?editar=1&ID=107559&tipo=radioagencia

 


                         EBC INFORMA (8 de abril de 2010)

                       ”  Mudança na Diretoria de Jornalismo

                        A jornalista Helena Chagas está deixando a Diretoria de Jornalismo da EBC para assumir outros desafios profissionais. Com sua experiência e capacidade realizadora, Helena deu inestimável contribuição à implantação do jornalismo dos canais públicos da EBC, especialmente na TV Brasil, onde em curtíssimo espaço de tempo estruturou e implantou o telejornal Repórter Brasil, hoje uma vitória da TV pública. Sob a direção de Helena, foram também implantados os programas jornalísticos De Lá para Cá, Caminhos da Reportagem, Três a Um, Paratodos, Nova África e Papo de Mãe. O Observatório da Imprensa, que já existia, foi aprimorado após a criação da TV Pública. Em breve, a Dijor estreará mais um programa, o Cara e Coroa.                  

                     Por tudo isso, em nome da Diretoria-Executiva da EBC, expresso nosso agradecimento à Helena Chagas pela contribuição que deu à implantação do Sistema Público de Comunicação, com votos de mais sucesso e realização em seu caminho profissional. De sua gestão, a EBC recebe ainda como legado uma equipe dedicada e movida pelo espírito público, que dará prosseguimento a tudo o que foi realizado.

                  Responderei, interinamente, pela Diretoria de Jornalismo até que seja escolhido o novo titular.

                  Tereza Cruvinel Diretora-presidente.”

Acréscimo pessoal:

Com isto, está dada a largada. A ninguém poderá ser negada a licença, sem vencimentos, por isonomia, para que funcionári@ da EBC participe de campanha eleitoral, seja de que Partido ou Candidat@ for.

Mais detalhes sobre a saída da ex-diretora, clique abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/04/07/diretora-da-ebc-sai-para-cuidar-de-dilma/


                    Escrito por mim em 2002, no começo da ex-era Lula, num encontro promovido pelos Sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas de Brasília:

Acho que temos agora uma Grande Chance de se estabelecer um novo sistema de comunicação Poder-Povo a partir de visões quase que adormecidas.

Ponto Primeiro:

Na produção de programas de Rádio por Jornalistas é preciso esquecer os somente Noticiários, aqueles editados em um minuto e meio e pronto.

O alcance radiofônico, 24 horas por dia, precisa ser melhor entendido, e usado, pela nossa classe de Jornalistas. É só começar pensando uma Rádio como se fosse um Jornal . Tem Internacional. Nacional, Regional, Local , até chegar no Vizinho.

Tem o Segundo Caderno, o entretenimento, com acréscimo do Musical. Tem a Parte de Serviços e, em sendo uma rede Oficial-Nacional, escuta só que campo imenso:Saúde-Educação-Aposentadoria-Cidadania-Campanhas-O povo pergunta(na voz gravada) .O Poder responde. (ao vivo ou não) …”

Extratos do PT

Na ocasião, em 2002, pedi destaque ao que o Progama de Governo colocava na parte destinada à Comunicação:

 “É a formação de uma Rede de Comunicação Alternativo-Comunitária onde será feita a interação Orelhão-Alto Falante-Rádio Comunitária-Rádios do Interior-Internet Banda Larga-Rádio Nacional (Radiobrás).

 Aliás, seria uma coisa totalmente nova, desconhecida no nosso meio. Mas neste ponto, uma ressalva aos “Extratos do PT”:“Utilizar a … Radiobrás … possuidora de uma rede nacional de Tvs e Rádio”.

 A Nacional na UTI  

” Não existe esta “REDE” de Rádio. Melhor seria o escrito algo assim : “Reestruturar o Sistema Nacional de Rádio, a partir da Radiobrás, com a volta dos Escritórios Regionais, com a redescoberta da Rádio Nacional da Amazônia, com a transformação da Rádio Nacional de Brasília em Rádio Nacional do Brasil, com a devida utilização da Internet, fazendo com que ela, em Banda Larga, seja o Elo entre as Rádios Comunitárias que, a partir deste novo momento, serviriam de Repetidoras-Retransmissoras-Interlaçadoras daquilo que acontece nos Grotões esquecidos do nosso Brasil.”

Aproveitei ainda, em 2002, e está no livreto feito em cima do Encontro Sindical:

Alerto apenas para que procurem por uma noção exata da importância da Rádio Nacional – Radiobrás dentro desta nova Rede Pública de Comunicação, sem cair na armadilha da Transição, tipo formamos uma rede imensa, temos a RádioSAT, estamos em tempo real na Internet, etc e tal.

É preciso conhecer a real situação, o potencial abandonado da Nacional da Amazônia, a UTI em que se encontra a Nacional do Rio, a falta de interação Agência Brasil – Radiojornalismo e Radioprodução , a venda-doação sistemática das Retransmissoras, o fechamento da Rádio Brasil ao Exterior, a inexistência de Programação Cultural, a desmotivação dos funcionários…”

 O sumiço do O8OO

 “ A partir desta real constatação, aí sim será possível ressurgirmos para uma Rádio Nacional de verdade, atrelada aos aspectos técnicos modernos da Internet Banda Larga mas sem nunca esquecer a interatividade do Povo-Ouvinte (melhor que seja Povo Falador) que continua dependente do Orelhão, do 0800, da velha carta , da voz dele aparecendo no rádio.

Um grande abraço , embora eu tenha certeza que vocês sabem de muita coisa que acabei de escrever aqui. Acontece que há outros que precisam saber disso tudo também.”

Moral final:

Lendo isto hoje, 2010, parece fantasma, porque continua tudo a lesma lerda. Ou, quiçá, pior ainda.


                        O Plano de Trabalho da EBC para 2010, aprovado pelo Conselho Curador, no sistema de rádio, com oito emissoras, pautou (?) ações estruturantes (?) e de ampliação da oferta de conteúdos, na verdade, serão 18, tais como:

                     “ Deflagração do processo de articulação da Rede Nacional Pública de Rádios entre as oito emissoras da EBC e as demais do campo público; continuação dos investimentos já programados ou ampliados em infraestrutura e equipamento, e criação de três núcleos centrais de produção e gestão de conteúdo através de contratações ou parcerias (Esportes, Radiodramaturgia e Programas Infanto-Juvenis).”


                        Radios libres y comunitarias (?)  de Europa y America Latina (?) unidas en el Foro de Radios Madrid 2010 articulan una cobertura local (?) e internacional durante la Cumbre de los Pueblos Enlazando Alternativas (dando nós?).

                       Para este efecto si tienes planeado estar presente en Madrid durante la cumbre, deseas colaborar, compartir material, retransmitir, etc, etc e tal, envía un correo  a pablo@noticias.nl para subscribirte a la lista decoordinación. 

http://www.enlazandoalternativas.org/spip.php?article534

 

Invita a otros colegas y radios a participar!!

Entonces, já mandei pra eles este blog dos Fantasmas da Rádio Nacional. Desunidos pero nem tanto.


                      A Associação das Rádios Públicas do Brasil (ARPUB) tira hoje do papel, no auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, na Praia Mauá, o Prêmio Roquette Pinto – I Concurso de Fomento à Produção de Programas Radiofônicos.

                     Traduzindo:

                  É para apoiar a produção independente de obras radiofônicas e estimular a diversidade regional na produção de programas de rádio.

                 Portanto:

                Numa espécie de cotas, projetos que forem mandados de fora do eixo Rio -São Paulo- Brasília- já entram em vantagem na contagem dos pontos. Os escolhidos receberão os recursos financeiros.

                 Na verdade, as inscrições já podiam ser feitas desde o dia primeiro de abril. De verdade.

                Serão selecionados 40 projetos, contendo cada um deles seis horas de conteúdo, distribuídos por todas as regiões brasileiras, nas categorias: rádio-documentário, dramaturgia, programas infanto-juvenis; rádio-arte ou experimentações sonoras.

                    A madrinha do concurso é Carmen Lúcia Roquette Pinto, da família do Pai do Rádio no Brasil.


 

“Fazem tanta falta cavalos brancos soltos em Brasília.

 De noite eles seriam  verdes ao luar”.

 

 

Foto tirada no Eixo Monumental de Brasília, em 2010.

Texto de Clarice Lispector, em 1962:

                     

                        “Só Deus sabe o que acontecerá em Brasília. É que aqui o acaso é abrupto

                       – Brasília é mal-assombrada. É o perfil imóvel de uma coisa.

                       – De minha insônia olho pela janela do hotel às três horas da madrugada. Brasília é a paisagem da insônia. Nunca adormece.

                       – Aqui o ser orgânico não se deteriora. Petrifica-se.

                      – Eu queria ver espalhadas por Brasília quinhentas mil águias do mais negro ônix.

                     – Brasília assexuada.

                   – O Primeiro instante de ver é como certo instante da embriaguez: os pés não tocam a terra.

                  – Como a gente respira fundo em Brasília. Quem respira começa a querer. E querer é que não pode. Não tem. Será que vai ter? É que não estou vendo onde.

                   – Não me espantaria cruzar com árabes na rua. Árabes antigos e mortos.

                    – Aqui morre minha paixão. E ganho uma lucidez que me deixa grandiosa à toa. Sou fabulosa e inútil, sou de ouro puro. E quase mediúnica.

                   – Se há algum crime que a humanidade ainda não cometeu, esse crime novo será aqui inaugurado. E tão pouco secreto, tão bem adequado ao planalto, que ninguém jamais saberá.

                     – Aqui é o lugar certo onde o espaço mais se parece com o tempo.”


Para ouvir minha mensagem de Boa Páscoa, clique abaixo:

http://www.podcast1.com.br/programas.php?codigo_canal=1618&numero_programa=36

*

Deusa Natureza!

Dai-me o tempo de festa – verão –

E do repouso – viram?

Dai-me o tempo das folhas secas,

Galhos tortos, noves-fora,

Recomeçar do quase-nada. 

*

Deusa Natureza!

Dai-me o poder  de  remover torres,

Mares e bobos sonhos :

Ser viril na ternura de um Chico de Assis

No sermão desolado da montanha

De entulhos e bagulhos.

*

Deusa Natureza!

Dai-me o milagre da multiplicação das  palavras.

Que elas instiguem nas crianças

O distante reino dos céus,

Reafirmem a decisão de malhar o Judas,

E justifiquem a intenção de crucificar  de novo o velho  Cristo.

*

Deusa Natureza!

Dai-me o entendimento desta minha dupla convivência:

– Qual dos dois – Cristo ou Judas – ocupa

Uma cadeira vazia no bar,

Um vazio na gente?

Nesta idade, pessoa,

Às vezes,  sou um mini homem dileto,

Noutras muitas, um super rato discreto.

*

Deusa Natureza!

Dai-me  um tempo

Para continuar sendo aquilo ou isto

Judas ou Cristo –

Insisto –

Mesmo que eu durma com o Diabo

E com  o Deus,  na mesma lama,

Ou que amanheça por entre as Madalenas,

Caifás, Pilatos, Herodes, Marias,

Ou mesmo Dimas, o bom –

Qual era mesmo o nome do mau ladrão?

*  

Deusa Natureza!

Dai-me a vontade de mesmo no roubo

Na força eu ser  bom,

Do começo ao fim.

E depois, ressuscite o santo, de mim

Decantado das cinzas ao vento,

Desde que  eu  continue, no fundo,

Sendo sempre aquilo ou isto,

Judas ou Cristo.

*

Deusa Natureza!

Dai-me a certeza do retorno,

Na forma de pássaro no arco-íris plantado

Para que eu possa cantar para alguém,

Mesmo que somente para mim,

Um retumbante Hallelluya. 

*

Deusa Natureza!

Dai-me um Ovo de Páscoa

Que na duvidosa placenta de vida

Da gema renasça, por encanto,

Isto ou aquilo.

É o que mais desejo.

Sinceramente, deste  teu

Cristo, mesmo que Judas.

Amém!

Eduardo Mamcasz, Poeta Quase-Zen.

 

Boa Páscoa – 2010.


                       Uns anos, poucos, já passados, quando ainda existia o programa Revista Brasil, estive com ele, do qual participava, na Expansão da Samambaia, onde é só esticar o passo que se sai do Distrito Federal (Satélite) e se entra no Goyaz (Entorno).

                        E por que esta prosa?

                      Porque uma senhora chegou, naquela manhã, durante o programa Os Radionautas, passado ao vivo, numa pracinha, ainda pela Rádio Nacional de Brasília, tendo ao lado a filha e perguntou para a gente:

                     – Por que vocês têm este programa só aqui na Expansão e não espalham por todas as Satélites, porque tem muita criança precisando deste tipo de coisa?

                       Eu sempre acompanhei, desde 2004, todo domingo, das 10 ao meio-dia, aquele grupo de crianças e pré-adolescentes que chegavam apertadas numa Kombi para apresentar o programa Os Radionautas,  na Rádio Nacional de Brasília.

                       O trabalho, com dinheiro nem para o lanche das crianças, domingo de manhã, a Rádio oficialmente nunca participou destes detalhes, era uma iniciativa do Edvaldo Ferreira, da Sociedade dos Moradores e Amigos da Expansão de Samambaia/DF, uma espécie de ONG bem pobre, sem a grana de outras primas ricas que freqüentam os salões da Esplanada ou, pior, sem botar a mão em meia ou cueca cheia de lama milionária.

                        A idéia de criar um programa de rádio com as crianças carentes da Expansão da Samambaia surgiu depois de uma reportagem, no Correio Braziliense, comparando o local à violência da Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.

                      Edvaldo Ferreira hoje está concluindo o Curso de Jornalismo e ainda se lembra de quando viu um grupo de crianças em situação de risco brincando com uma bola de papel de jornal e teve a idéia que, aliás, nunca teve o apoio que merecia ter tido.

                         E por que o rumo desta prosa aqui e hoje?

                         Sei lá, estou velho, esquecido, mas quando me lembrar volto aqui e conto.

                        Mais detalhes sobre Os Radionautas,  (alô, Valter Lima!) clique abaixo:

                        http://casteloforte.com.br/sociedade8.htm

                        Post-scriptum (!?):

                       Ah! Acabo de me lembrar de uma das duas coisas que esqueci. É que Os Radionautas ganharam, entre quase dois mil inscritos, o sétimo Prêmio Itaú-Unicef, em 2008. Não é nada, não é tudo, mas é muito a ser ainda reconhecido. Mais detalhes no site da própria Unicef:

                       http://www.unicef.org/brazil/pt/rpi_abril2009.pdf


                       Episódio de hoje da série  “A Rádio Nacional e os 50 anos com Brasília (19)”:

                      A Rádio Nacional de Brasília só faz 50 anos em 17 de junho de 2010.

                      Bem sei que esta prosa é muito da provocativa mas, mesmo assim, eu te transporto aos fatos que colocam em dúvida as já realizadas festas pelos 50 e 51 anos  da Rádio Nacional de Brasília porque ela só deveria comemorar o meio século de vida no dia 17 de junho de 2010 e nunca em 31 de maio de 2008.

                     As datas existentes nos arquivos são diversas, a começar pelo histórico cartaz, guardado no Arquivo Nacional (alguém tem que salvaguardar a memória radiofônica) e se refere, embora não pareça, ao então enorme terreno baldio no começo da W3 Sul, não o pequeno espaço ora tombado, em todos os sentidos:

                       Neste sábado de manhã, dei um pulo nos 50 anos da Escola Parque, onde os então desconhecidos Cássia Eller, Renato Russo e Ney Matogrosso eram arroz de festa, e tirei algumas fotos do espaço ao lado,  que   abrigou a primeira sede da Rádio Nacional de Brasília, sendo usado depois pelo  sumido Cine Cultura:

                       Pois aqui começo este meu arrazoado sobre os 50 anos incompletos  da  Rádio Nacional  de Brasília que começou, de fato, num barraco na 507 Sul, com um reles show, num palco improvisado, aí sim, no dia 31 de maio de 1958, porque  não tinha ainda sua orquestra que, depois da inauguração,  tocava nos bailes do Brasília Palace Hotel, para as autoridades e, nas horas de folga, nas quatro boates da Cidade Livre: Night and Day, Tirolesa, Bossa Nova e Chez Willy.

                           Para reforçar este meu arrazoado,  conclamo o testemunho do maestro Isaac Koolman, do Pedroca no piston, do Xandoca na bateria, todos moradores na quadra 39 da 712 Sul, mais o  Fernando Lopes,  Jesiel Mota e o cego João Tomé, este vindo de Uberaba, Minas Gerais, para fundar a Escola de Música de Brasília, todos, por sinal, nas asas da Real Aerovias  que o JK tentou mudar para Real Brasília Airways, mas acabou sendo tragado pela vassoura do Jânio Quadros, justo em 1960: ” Varre, varre, vassourinha … que o povo já está cansado … de aguentar … tanta roubalheira”.

                     Acabo de me lembrar do seu Joaquim, que também tinha sido da Orquestra da Rádio Nacional de Brasília e que eu conheci quando  comia capim, como contínuo na portaria da 701 Sul, como acontece com uma porção de velhos, desde os tempos do Palmeiras, na EBN, até o seu Severino, atualmente na EBC, que são testemunhas do tanto que, bom, deixa para lá, amanhã  você pode ser a próxima  pessoa velha a ser colocada no sexto cesto codinominado  “resquícios” ou  “restos a pagar”,  este usado no balanço da EBC com relação à Radiobrás.

                      Mas eu estava falando mesmo do quê? Ah… este danado do Alze alemão  Haimer está me deixando cada noite mais livre, leve e solto. Ah, acabo de me lembrar. Do que mesmo? Espere só mais um pouco que  agora eu tenho  a certeza quase que inabsoluta que … o quê mesmo?  A provocação deste episódio diz respeito aos 50 anos que a Rádio Nacional  de Brasília já comemorou mas ainda não completou, estou certo? Depois, o velho sou eu…

                            Já estou de saco cheio desta conversa, por isso vou pegar  meu Karman Guia, que uso desde o dia em que ele foi desprezado pelo JK, que preferiu   os chiques Simca Chambord na exposição no gramado da 701 Sul, na inauguração da Rádio e da TV Nacional. Ah … acabo de me lembrar, a inauguração foi no dia 17 de junho de 1960, é só ler o discurso do Juscelino, que está no arquivo da Presidência da República, qual o link mesmo, está aqui, do meu lado, fugiu, deixa que daqui a pouco eu mesmo acho, tá?

                      A festa de inauguração aconteceu no gramado  onde foram colocados os primeiros cinco automóveis JK e mais um Simca-Chambord trazidos direto da fábrica. O presidente JK, o Bossa Nova,  compareceu junto com autoridades, mulheres,  ministros, e até o populacho de sempre, atraído pelos globetes da época (astros da Rádio Nacional do Rio): Nelson Gonçalves, Emilinha, Pixinguinha, Dóris Monteiro, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Marlene com o sucesso “Isto é Lá com Santo Antônio”, de Lamartine Babo,  e muito mais, eu diria até o escambau.

                      Tem até uma placa que pode ser vista presa na parede de entrada da TV Nacional (NBR), no prédio da ex-Rádio Nacional, na 701 Sul, na W3, ainda que ela não esteja mais na entrada original, que ficava para o lado do Palácio do Rádio e não do Pátio Brasil. Aí tem mais confusão porque a placa diz que a inauguração foi no dia 4 de junho de 1960 (da Rádio e Televisão Nacional). Aliás, o terreno dado para o complexo de rádio e televisão estatal (Rádio e TV Nacional), ia da W3 Sul até o futuro Parque da Cidade. Aos poucos, cada diretor-presidente se desfez de um bocado, em troca de nada e hoje, só sobrou isso e assim mesmo porque está tombado:

                      Mas voltando à confusão de datas. A concessão do serviço estatal (hoje, diz-se público) para a criação das Rádio e TV Nacional foi assinado pelo JK no dia 23 de dezembro de 1959:

                 “O presidente da República outorga, outrossim, à Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio da União concessão para estabelecer, a titulo precário,  estação de radio e televisão em Brasília, para operação com a Rádio Nacional.”

                      Lembro também que o primeiro programa levado ao ar na Rádio Nacional   de Brasília, direto da ex-poderosa Rádio Nacional do Rio de Janeiro, foi o do então famosérrimo César de Alencar que, na contra-revolução de primeiro de abril de 1964, dedurou, a la Simonal, uma porção de colegas, tanto no Rio quanto aqui, em Brasília, todos  despedidos, presos e/ou torturados, mas em compensação ele acabou não levando nada em troca dos militares. Bem feito!

                       Aliás, no próximo episódio desta série Os 50 anos da Rádio Nacional com Brasília, tem uns trecos interessantes para contar como, por exemplo, das vezes em que a Rádio Nacional  de Brasília foi invadida:  na rebelião dos sargentos, em 63,   na truculência dos coronéis, em 64,  ou  na famosa noite do  badernaço, no governo Sarney, em 83,  promovida pelos … deixa para lá, mano, afinal, hoje eles são todos aliados neste governo e a Rádio Nacional não é tão pública assim como aparenta dizer ser.

                      Mas só para terminar a prosa deste episódio, espero que com este meu arrazoado sobre o incompleto meio centenário da Rádio Nacional de Brasília eu não tenha  estragado a festa do ano passado, que aconteceu em sessão solene  na Câmara Distrital, que ainda não tinha decaído tanto que nem hoje, e por isso mesmo,   atente bem, ó servo do aquém, para não embarcar em canoa furada porque o Lago do Paranoá é fundo e turvo, apesar de sua aparente placidez, e isto está escrito nos anais daquela casa:

                     “A sessão terminou com muita música, enquanto eram lidas moções de vários deputados, entre eles o presidente da Câmara, Leonardo Prudente, homenageando 45 funcionários da rádio, sete deles in memorian.” 

                       Na verdade, a história acaba mal porque,  no ano passado,  ninguém sabia (ou não) do dinheiro escondido nas meias do dito presidente-vereador,  então homenageando a nossa Rádio Nacional  de Brasília, numa iniciativa  da distrital Eliana Pedrosa, em sessão presidida pelo deputado Geraldo Naves, ora preso na Papuda em meio ao grupo do qual não fazem parte, inexplicavelmente, os outros mensaleiros e aloprados  mil, tanto do vale esporte quanto do bolsa lote, todos irmanados na família camorrenta.

                       Para confirmar que não estou nem pensando em mentir, muito menos omitir, ou denegrir, quiçá distrair a atenção com uma leve fumaça assoprada para o alcance de tuas narinas ditas puras, leia então o relato original no clique abaixo:

http://www.cl.df.gov.br/cldf/noticias/musica-historia-e-emocao-marcam-homenagem-aos-51-anos-da-radio-nacional

                       Então, tá.

                       Em nome do Pai, do Filho e da Mãe.

                      Inté e Axé!

 


                        Novela que vem se arrastando desde o começo do ano passado, maio chegando está tudo se encaminhando para a inauguração da nova sede da EBC em Brasília, no subsolo do Venâncio 2000, um shopping decrépito e ultrapassado pelo vizinho Pátio Brasil. Pelo menos vai ser na Asa Sul, quem é de Brasília (Plano Piloto), sabe a diferença que é.

                      Mas apesar da ínfima audiência (leia nota abaixo), reunir num só subsolo a TV Brasil, TV NBR, Rádios EBC, Agência Brasil, Serviços, etc, com 1.473 funcionários lotados em Brasília,  vai custar a pequena bagatela, por ano, só de aluguel, de quase 10 milhões de reais. Na verdade, na verdade mesmo, serão exatos  R$798,5 mil por mês, correto?

                       No momento, os móveis novos estão licitados, comprados e à espera do recebimento, que vai ser direto no primeiro subsolo do decadente Venâncio 2.000, onde havia lojas de sapatos, sauna, livraria, lanchonete e tal.

                     Para seguir o traçado antigo, continuará a mesma “passarela do samba”  pelo meio das lojas. De diferente, o espaço externo-lateral, que estava com o visual meio livre, apesar de subsolo, agora está totalmente tomado por um prédio pronto para ocupar as vagas de estacionamento no terreno baldio em frente (aliás, um deles ainda pertence ao espólio da Radiobrás, agora codinominada de “resquício”, com tudo o que havia nela, principalmente o pessoal.

                             Notas Oficiais (passadas…)

                           Num dos derradeiros comunicados da atuante Comissão dos Empregados da EBC (a passada…), foi exigido uma mudança completa de todos os trabalhadores lotados em Brasília para a nova sede.

                          Ao mesmo tempo, foi publicado num dos EBC Informa a nota da atuante CIPA do prédio da 502 Norte (outra vez, a passada, gente…), exigindo que um representante seu acompanhasse todos os procedimentos na fase da pré-mudança.

                           A nota da Comissão dos Empregados (a passada, não a de agora…), já dizia, em outubro de 2009, o seguinte:

 “Nenhum setor poderá ser prejudicado estando fora das novas instalações que segundo a empresa serão definidas ainda durante este mês. A Comissão dos Empregados e Sindicatos irão protocolar ainda esta semana um documento para a presidência da empresa comunicando a posição dos trabalhadores solicitando que as entidades representantivas sejam comunicadas oficialmente sobre as mudanças, que deverão atender todos os setores da empresa, retirando todos os trabalhadores dos atuais espaços precários onde estão instalados.”

                        Tudo sacramentado. Em vão.

                        Em nome do Pai, do Filho e da Mãe.

                        Axé!


                           A página da EBC ( http://www.ebc.com.br ) amanheceu em branco nesta segunda. Nela estão Agência Brasil (ainda continua com a subpágina provisória) , TV Brasil, Rádio Brasil, desculpe, Nacional, etc e tal.

                           Ao voltar, meio assim tipo haqueada, apresenta este texto hierografado, mas quem entende de balanço, elisão x evasão, normas públicas x societárias, pode decifrar perfeitamente.

                            O que chama atenção é o que foi declarado no balanço patrimonial e que deu uma diferença exata de R$ 342.725.758,44.

                           Um senhor balanço …  mas vamos ao original:

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