Brasilia



Buenas.

Llegamos a las 44 semanas,  20.562 visitas e  500 posts.

Tuvimos momentos de ternura, tiernos y tensos.

Paris, Curitiba, San Francisco, Salvador, Chicago, Porto Alegre e Berlin.

¿Yo?

El tren de la vida que ha ido, arriba y abajo,  yo en él.

¿ Ido?

Hay tantos fantasmas  en este corto período de tiempo:

Heleninha, Jardín, Tim Lopes, Nonato, Gaierski, Jonas, Osman, Arraes …

Tantos que ahora se me cayó la pregunta-pepino:

– Mañana, ¿quién habrá lágrimas?

– Amanhã, para quem serão as lágrimas?

Bãoces.

Chegamos ao final de 44 semanas, 20.562 visitas e 500 posts.

Tivemos momentos de ternura, ternos e tensos.

Estivemos em Paris, Curitiba, San Francisco, Salvador da Bahia, Chicago,
Porto Alegre, Berlim e até Garanhuns.

Do Eu?

O trem da vida de ida, subida e descida, sempre eu nele.

Do Ido?

São tantos os fantasmas neste  curto espaço de tempo:

Tia Heleninha, Joaquim Jardim, Tim Lopes, Antonio Arrais, Adriano Gaierski …

 

Momento mais tenso,  dia mais acessado.

4 de agosto de 2010.

Motivo esguio, sombrio, melífluo, subalterno, podre:

Dia do preparo da fogueira, da Inquisição, das Bruxas.

O Verbo quase levado ao Calabouço.

 Cala a Boca!

Nesta pausa dos 500,

aplico uma despedida especial.

Dedicada à colega Teresa Cruvinel.

Minha presidente neste período.

Aqui na produtora onde trabalho, na parte da tarde.

Impossibilitado de ditar o dito real lugar.

And so. Let`s Go.

One, Two and Três!

* * *

Illustrious Cruvinel.

Considering that we have met earlier,  professionally terms;

Considering that I never had to  ask you a personal favor;

Considering we’ve had our differences when I was in the Labour`s Commission;

Considering that I have accomplished the first strike in this public company;

Considering that the pressure I had  forced to removal  the Radio from the  unhealthy basement;

Considering that I was taken forced to  the Ethics Commission where we reached a mutual agreement;

Considering that you had  errors in sparse areas but successes in general;

And so, under the law, I order:

We’ll continue friends, respecting each other, and grateful.

Good Journey to you with your family, journalism, in life.

Sign and give faith.

MAMCASZ (Eduardo).

Brasilia, 11/11/01

Note:

Fresh from Paris, bien sur, au revoir, a bientôt, okay?

Preclara Cruvinel.

Considerando que nos conhecemos anteriormente e profissionalmente;
Considerando que nunca precisei, de fato, te pedir um favor pessoal;

Considerando que tivemos nossas diferenças quando estive na Comissão dos Funcionários;

 Considerando que conseguimos realizar a primeira greve na empresa;

Considerando que forçamos na pressão para a boa retirada do Rádio do Porão insalubre;

Considerando que fui levado atá à Comissão de Ética onde se chegou a um acordo mútuo;

Considerando que houve erros em setores esparsos e acertos no geral;

Determino que:

Continuaremos amigos, respeitando-nos mutuamente, e agradecidos.
E pelo que conheço, no passado, tenho certeza que houve amadurecimento da sua parte.

Boa Jornada, na família, no jornalismos, enfim, na vida.

Assino e dou fé.

MAMCASZ (Eduardo).

Brasília, 01-11-11

Observação: Recém-chegado de Paris, bien sûr, au revoir e a bientôt, tá?

Acontece que, inda bem, a vida continua.

Prumas, o ódio transmutado na vingança lenta.

Noutras, o amor contido no ímpeto da paixão.

Tal qual neste meu copo de vinho por uma poesia.

Bela simbiose num bar em Paris.

Palavras sorvidas aos goles soltos ao relento do vento.

Aqui traduzidas pela amiga Adriana Chaumier.

Professora de escola fundamental em Boujeval.

Mesdames et Messieurs

Pardonnez -moi pour mon français

Je suis un poète zen mais un brésilien

Pourtant, j`ai le pouvoir de penser:

Demain, il y a une nouvelle lutte

Mais aussi la même image

Une nouvelle lutte perdue

La même image de fête

Une nouvelle lutte perdue dans ma vie

La même image de fête dans ma mort

Une nouvelle lutte perdue
dans ma vie qui périclite

La même image de fête dans
ma mort persistante

Une nouvelle lutte perdue
dans ma vie qui périclite par l’office

La même image de fête dans
ma mort persistante par l`orifice

Une nouvelle lutte perdue
dans ma vie qui périclite par l`office oral

La même image de fête dans
ma mort persistante par l`orifice anal

Oui, Mesdames et Messieurs

Demain

Nouvelle lutte

Même image

Nouvelle lutte

Même image

Nouvelle lutte

Même image

Même merde, mon Dieu

De la vie et de la mort

De la vie perdue

De la mort de fête

De la vie perdue dans la fête

De la mort de fête dans la bête

De la vie perdue dans la
fête de la mort

De la mort de fête dans la
bête de la vie

Mort de merde mon Dieu!!!

Merde!   Merde!!   Merde!!!

 

 Mandado pelo amigo Joedson Alves via Orkut:

” Amigo Eduardo, você foi um dos grandes aprendizados que ganhei na minha estadia em Brasília. Se eu tivesse meios patrocinava seu site para que você pudesse repassar toda essa grandeza que tem dentro de você, como pessoa e o brilhante jornalista que você é.  Os nossos jovens ganhariam muito e nosso país também, é uma pena que as instituições privadas e públicas não enxergam que o jornalista mais velho é igual a vinho, quanto mais velho, melhor. No novo modelo de comunicação, se o governo estimulasse esse incentivo, a comunicação através da Internet e You Tube, haveria uma grande guinada em relação à tal ditadura da comunicação no Brasil, com esse olhar ela deixaria no mais breve tempo possível de ser uma ditadura no Brasil. Temos centenas e milhares de profissionais da imagem e do texto precisando de uma patrocínio para dar uma virada de mesa, aqui no Brasil, com um novo formato de comunicação. Para isso acontecer, talentos como você precisam ter o reconhecimento e essa valorizaçao passa por esse patrocínio. Essa é minha luta. BSB 07-11-2011.”

http://facebook.com/eduardo.mamcasz

mamcasz@gmail.com


Paris sempre abriu as pernas (parte dois)

 

O Samba de Orly de hoje vai para

Luiz Coutinho e Yara Selva.

Ontem, ici a Paris, eu falei dos belos
nazistas que encantaram as parisienses.

Usei o termo forte, mas real, de Paris
sempre abrindo as pernas.

Mas isto é verdade, há dois mil e tantos anos de história.

E a turma da moda, na frente …

Nunca foi queimada na fogueira que nem Joana, a Virgem.

 Ao contrário da minha musa, Marlene Dietrich.

Ela era alemã.  Encantou  as tropas.

A música Lili Marlene embalou todos os lados.

Mas quem não cantou Marylin Monroe?

Já o Wagner foi patrulhado porque  preferido do  Hitler.

E a madame Coco Chanel?

Tudo bem que a história é diferente.

 Ela se apaixonou por um belo oficial germânico.

 Segundo a minha madame Cleide,

 belo tanto com e, principalmente, sem uniforme.

Portanto,  repito aqui, porque lindo, o escrito

 pelo amigo Luiz Coutinho, no Facebook.

“Entre outras qualidades veramente admiráveis, meu amigo Eduardo Mamcasz é um iconoclasta que não tem meias palavras – ou vai ou racha. Ele está em Paris, de onde envia para seu blog não as amenidades turísticas que se poderia esperar, mas um olhar deliciosamente crítico sobre tudo e todos. Assim, sem pudor, Mamcasz informa que Paris sempre abriu as pernas para seus inimigos. Não poderia ser diferente com os nazistas. O curioso é que leio uma biografia de Madame Coco Chanel (“Dormindo com o Inimigo”, Hal Vaughan, Companhia das Letras) que informa, entre outros detalhes fascinantes, o caso dela com Hans Günther von Dincklage, espião nazista que foi enviado a Paris durante a Segunda Guerra Mundial. E mais, diz a biografia: Chanel odiava judeus e tornou-se colaboracionista de Hitler desde que resolveu comer o bonitão Dincklage (ele é o jovem no meio da foto, tirada em 1917). Tema: este momento tortuoso da vida de Madame Chanel pode ser perdoado tendo em vista a estelar profissional da moda em que se transformou? O talento vence a indignidade às vezes cometida pelas pessoas? É possível julgar alguém pelo que fez no seu passado, esquecendo-se do que deixou para o futuro? Acho que Yara Selva – que adora Chanel – poderia dar sua opinião. E Mamcasz poderia aproveitar a estadia em Paris para fotografar a Maison Chanel – pelo menos a fachada. Pode ser, Mamcasz?”

Mon ami L.A. Só teve um lero.

Estava eu na calçada oposta da loja da madame Coco Chanel.

31, Rue Cambon.

Entre o Jardin des Tulleries e a Place de Vendôme.

Passando pela Rue Saint Honoré.

Mais chique do que isso só o que me aconteceu, deveras.

Estava eu, como dito, na calçada oposta.

Eis que sai da loja uma das manequins
mais queridas de madame Chanel.

Faço o sinal típico de brasileiro encantado.

E não é que funcionou?

 Pelo menos, nesta primeira noite.

 Merci, monsieur Luiz Coutinho.

Neste samedi, na  Cité de la Mode e Design,

na beira do Sena, abaixo de Austerlitz, acontece o Salon Tmode.

Vou dar um pulo lá.

Quero voltar para casa com umas seis manequins.

Para casa em Brasília, uma Ilha, ainda?

Uma para cada dia da semana.

E a sétima?

Bom. Vou me sentir um Deus.

No sétimo dia, eu descanso.

Moral

Mil desculpas, caras  feministas.

Perco a amiga,  mas não perco a piada.


SÓ NÃO CRÊ QUEM NÃO VÊ.
Brasília, 12 de outubro 2011.
Segunda Marcha Contra a Corrupção.
Foto de Walter Campanato-EBC- Uso Público


Brazil, Oct-12-2011

Day of Stop All Thief !

General National Day Against Corruption!

البرازيل أكتوبر
– 12 – 2011 – لص
يوم توقف!

عام باليوم الوطني لمكافحة الفساد!

Brésil, Oct-12-2011-Journée voleur!

Générale de la Journée nationale contre la corruption!

巴西1012- 2011 –天有賊

一般國慶廉政

Brasilia, Oct-12-2011-Day Seis varas!

Kansallispäivä korruption vastaisen Yleiset!

Spain, Oct-12-2011-Día do Pega Ladrón!

Día Nacional contra a corrupción Xeral!

An Bhrasaíl, Deireadh Fómhair-12-2011-Lá thief Stop!

Lá Náisiúnta i gCoinne an Ard-Éillithe!

Brasile, ottobre-12-2011-Day ladro!

Giornata nazionale contro la corruzione generale!

Бразил, октомври-12-2011-Ден Стоп крадец!

Националниот ден на борба против корупцијата воопшто!

Brazylia, paź-12-2011-Dzień złodziej Stop!

Narodowy Dzień Przeciw Korupcji ogólne!

Brasil, Out-12-2011-Dia de Ladrão PEGA!

Dia Nacional contra
uma Geral Corrupção!

Brasil, Oct-12-2011-Dia de LADRÃO PEGA!

Día Nacional contra
un Geral CORRUPCIÓN!

Brazil, Tháng Mười-12-2011-Dia để Pega LADRÃO!

Dia Nacional ngược
a Geral Corrupcão!

Brezilya, PEGA
Ladrão için Ekim-12-2011-Dia!


Sexta, 30, despedida de setembro, 2011, meio-dia em ponto.

Só em Brasília, e num cadinho.

Ao redor do Rei Sol, no espirro de gotículas, forma-se o tal do Halo.

Holístico falo?

Me calo.

Clique abaixo:

http://communaute.lachainemeteo.com/communaute-meteo/meteo-brasilia_bresil/soleil-/photo-le-soleil-et-le-halo-a-brasilia-69909.php


Gente, hoje eu estou tão feliz.

Folks, today I’m so happy.

Hoje, é o Dia Mundial Sem Carro.

Today, it`s World Car Free Day.

Pego meu camelo (bicicleta) e vou para a luta.

I get my camel (bike) and came to fight.

Moro no Recanto das Emas, Cidade Satélite.

I live in Recanto das Emas, Satellite Town.
Brasilia, capital do Brasil.

Brasilia, the capital of Brazil.

Bem na fronteira com o Goyaz.

Well on the border with Goyaz.

Maior Entorno de Vidas Ultrapassadas.

Major Lives around outdated. 

Primeira pedalada. Dia Mundial Sem Carro. Ela falha.

In the first ride, on behalf of the World Car Free Day, it fails.
Corrente empenada, bem feito, nunca tive carro na vida.

Current warped, well done, I never drive in life.

E, pior, os coletivos estão de greve relâmpago.

Worse, the collectives are in lightning strike.

E o raio sempre cai na minha pobre cabeça.

Alwayss the  lightning strikes in my poor head.

Crasse C o caralho, sou pobre de marré.

C Crass kiss my ass, I am poor of gilts.  

Não me venham as ongueiras, não mais vestidas de chita, agora de carango vermelho, não usam espelho nem para se pentear.

Don’t give me the ongueiras, no more than calico dress, but now little car red, they do not use mirror to comb his hair.

Dia Mundial Sem Carro.

World Car Free Day.  

Acordo meus dois filhos mais a filha, todos abaixo dos cinco anos.

I sing wakup this morning to my two sons and a daughter, all under five.

– Hoje, vocês, meus filhos, vão saber o que é cidadania.

– Today, you, my children will know what is citizenship.
– O que é isto, meu pai Mamcasz?

– What fuck is it, my father Mamcasz?

– É o seguinte: hoje, Dia Mundial Sem Carro, a gente vai de …

– Well done, my little people. Today, World Car Free Day, we’re going by …

– De que, meu pai, de lotação? Obaaaaaa!!!!

– What, my father, stocking? Obaaaaaa!!

– Porra, meus filhos. Olha a cidadania. A gente vai de bicicleta!  

– Damn, my children. Look citizenship. We will ride!

Maior silêncio no barraco nesta manhã Todos Sem Carro.

More silence in my shack this morning All Car Free.

– Mas a gente nunca teve carro, meu pai.

– But we never had a car, my father.

– Por isso mesmo. Cada um na sua bicicleta. Vocês não ganharam a de vocês lá na escola? Não teve a festa de inauguração, todo mundo pedalando, o governador comunista, a secretária petista, o ministrado desinducado, os puxassacos, o escambau.

– Exactly. Each one on his bike. You did not get yours at school? They had the opening party, everyone pedaling, the Communist governor, secretary of the PT, the minister desinducado,  the puxassacos and the escambau?

– Quem, meu pai?

– Who, my father?

– Deixem de brincadeira. Hoje, em nome da sustentabilidade …

– Stop playing. Today, on behalf of sustainability …

– O que?

– What?

– Todo mundo pedalando. Bora, bora, cambada sem mãe.

– Everyone riding. Bora, bora, bunch without mother.

– Meu pai Mamcasz…

– My father Mamcasz.

– Quié, cacete!

– Quié, fuck dammit!

– A gente não tem cidadania. A gente não tem bicicleta.

– We do not have citizenship. We have no bike. No one.

– O que? Já trocaram a bicha por cráqui?

– What? It changed the tail by ace? Cocaine?

– Não, meu pai, o ministro desinducado, o governador comunista e a secretária petista pegaram a bicicleta de volta.

– No, my father, the minister desinducado, the Communist governor and secretary PT took the bike back.
– Duvido-dó! 
Filho meu não mente.

– I don`t beleave, my God. My son does not mind.

– Duvida, meu pai? Então ouça o que  a Rádio Nacional de Brasília, num programa que fala de uma tal de cidadania, já tem uns vinte dias:

– In doubt, my father? So listen to Radio Nacional of Brasilia, in program that speaks of such a citizenship, already has twenty days.

Click here:

http://snd.sc/pQ2LGt

 

Moral:

– É o seguinte, meus filhos. Dia Mundial Sem Carro o cacete. Hoje, só para zonear, a gente vai de van pirata. E tem mais. Cada um vai num Van diferente. João, numa. Maria, noutra. José, na terceira.

– The thing is o seguinte, my children. World Car Free Day, my ass. Today, just for zoning, we’ll van pirate. There’s more. Each one goes in a different van. John, with one. Maria, with another. Joseph, in the third.

– E o Senhor, nossa Pai, conhecido por Cristo, vai pra donde?

– And You, our Lord,  Father, known by Christ, where will go?

– Meus filhos, eu vou é para a puta que pariu.

– My children, I’m going to fucking hell.

– Pai!!!!!!!!!!!!

– Father!!!!!!!!

 http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/09/entrega-de-bicicletas-recolhidas-no-df-foi-um-erro-diz-haddad.html

As fotos, de 1 a 5, são de uso público, da EBC.

O áudio, idem, da EBC.


 Dia 12 de Outubro.

Dez da Manhã.

Em todo o Brasil.

Dia da Criança.

Que está virando Gente Grande rapidinho.

Movimento Contra a Corrupção.

    http://www.movimentocontraacorrupcao.org.br/


(Foto de uso público – EBC)

*

Nascido nas famosas redes sociais,

não confundir com as compradas ONGs,

muito menos com os Blogs comunitários, leia-se oficiais,

não é que aconteceu a tão antes imprevisível

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade?

(Foto de uso público – EBC)

*

Aqui em Brasília, a Esplanada dos Mistérios encheu, 

 da Catedral até a Praça dos Podres Poderes,

 concentrando-se, ao final, no Lago poluído do Congresso Nacional.

 Segundo a Polícia Militar, foram 25 mil pretos (vestidos de…).

(Foto de uso público – EBC)

*

No caso aqui de Brasília,

esta foi a maior resposta conseguida via Facebook,

no movimento começado, é verdade,  pelo “Nas Ruas”, do Rio de Janeiro.

Infelizmente,   o carioca, bem, preferiu ir aos jogos, mesmo que de azar,

 e ouvir os tiros à distância no Complexo Desportivo do Alemão.

Mas a marcha aconteceu bonito em muitas cidades,

tipo Avenida Paulista, Porto Alegre, Curitiba, Belém,

enfim, em todo o território nacional.

A Marcha contra a Corrupção e a Impunidade

 ganhou repercussão internacional,

embora a imprensa tupiniquim,
amestrada pelo dinheiro da Viúva,

 tenha preferido ficar tipo bem neutra,

em especial as cadeias de televisão de porte,

só liberando imagens depois que elas, bom,

de fato aconteceram e não tendo mais como deletar.

(Foto da Folha de São Paulo)

*

A Marcha contra a Corrupção e a Impunidade

 cumpriu o que vinha sendo acertado, durante a semana,

nas redes sociais, ou seja, alguma peça de preto no vestir,

nenhum cartaz de partido

 muito menos de político,

e tudo na maior ordem e paz.

( Foto de uso público – EBC )

*

Teve o pessoal do PSOL que tentou, aqui em Brasília,

inserir cartazes contra o PT,

 mas foi convencido a desistir, na boa.

 Nenhum politico ou partido foi aceito a abraçar a causa.

Exceção aberta apenas para OAB, CNBB e ABI.

 Advogados, bispos  e imprensa.

(Foto do Estadão, em Porto Alegre)

*

A grande pergunta agora, e corre
nas redes sociais, a partir do relativo sucesso, é verdade, ainda que as “Diretas
Já” começaram com duas mil pessoas, em Pernambuco, e acabaram com dois milhões,
é sobre os próximos passos:

( Foto do Correio Braziliense )

*

– Garantir as “Mãos Limpas”,
projeto popular ameaçado de extinção?

– Acabar com o voto secreto na hora da cassação?

– Voto nulo?

– Impeachment?

– Proibir doação de empresas para partidos políticos?

E assim, La Nave vai.

Pra donde?

Depende.

Fica a pergunta que não pode morrer.

– Nesta hora de briga para acabar com a corrupção que sangra o Brazil,

 cadê os tão organizados gays, margaridas,

CUT, MST, MLST, GLST,
os sem-teto, sem-terra, sem eira e nem beira?


Brasília
http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2011-09-06/cerca-de-25-mil-pessoas-s%C3%A3o-esperadas-para-marcha-da-corrup%C3%A7%C3%A3o-em-bras%C3%ADlia

São Paulo

http://radio.estadao.com.br/audios/audio.php?idGuidSelect=FB83133A673748F29009D193C016B0FD

Brazil

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/veja-o-mapa-das-manifestacoes-contra-a-corrupcao-programadas-para-o-dia-da-independencia-em-35-cidades/


                                                   Tem neguinho se dando bem nesta

 Marcha contra a Corrupção
e a Impunidade no Brazil.

Interessante a reação que a moçada internáutica

 provoca  nas tropas de choque,  ditas de elite,  

neste nosso tão baseado desgoverno.

Tudo pode acontecer na Parada.

Ou mesmo até isto.

Nada …

Na vera, muitas coisas já estão acontecendo antes dessa parada.

O movimento nasce no Facebook das NAS RUAS.RJ.

É seguido, na boa, por  bem intencionados.

Daí, pintam neguinhos profisisonais.

Quem lê, sabe como é  a Juventude Hitlerista.

Convenção Nacional do Dirceu.

Em Brasília, já aconteceu.

Controle dos Médios.

É mídia, imbecil

Imprensa.

Censura.

Dada a ordem para a tropa já velha de guerra.

Marcha contra a Corrupção neste dia Sete.

Usem a tática da Cortina de Fumaça.

Diversifiquem a moçada.

Otários, todos!!!

Marchemos:

Ordem unida dos contra os contra,  há corrupção:

Cumpanheirada mensaleira e baseada, atenção!

001 – Levantem perguntas na internet tipo assim:

– No lugar do preto não é melhor o amarelo?

– No lugar das duas da tarde, calor, o que?

– Nas Ruas é o nome, ou não tá na cara?

– O trânsito fecha por causa da parada.

– A vassoura é a marca da marcha?

 

Tem mais ordem unida, sem-teta nem-lero:

002 – Mandem os jornalistas comprados plantar notas.

003 – Comprem os pauteiros para agendar nossa turma.

004 – Reservem espaço para fotos das marchas amigas.

005 – Destaquem neles as nossas merdas, tipo:

– Vaias Na Parada Militar do Dia da Pátria que nos pariu;

– Queima de bandeiras do PT (por nós, do PT);

– Vale até  estraçalhar Bandeira do Brasil;

Neste caso, ganha viagem a Varadero.

Desde que deixe digital zero, tá?

Que mais? Ah… Segundo o Estadão

 http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,internautas-marcam-protestos-anticorrupcao-para-feriado,768359,0.htm

tem uns dez grupos Nas Ruas neste Sete de Setembro

 Nem todos de Preto-Negro-Nego, tipo:

– Manifesto contra a Corrupção no Brazil.

– Brazil de Luto.

– Caras Pintadas contra a Corrupção.

– Marcha contra a Corrupção.

– Protesto contra a Corrupção no Brazil.

Moral do Lero:

Todo mundo de preto, neste dia sete, Nas Ruas.

Grite contra a Corrupção e a Impunidade.

Mais nada, quer dizer, isto é Tudo:

Quer dizer:

Nas Ruas, mesmo que seja na esquina, de preto.

1 – TODOS SOMOS CONTRA OS LADRÕES.

2  – NINGUÉM É CONTRA O TIME, A RELIGIÃO, O PARTIDO.

3 – POR ISSO,  NESTA MARCHA, DIA SETE, TEM:

MARGARIDA, SEM-TETO, SEM-TERRA

SEM EIRA NEM LEIRA

MAS COM VERGONHA

3 – SÓ BOTE A MÃO NO MEU BOLSO PARA ME BOLINAR.

E ASSIM MESMO SÓ ME APROUVER, TÁ?

 


Está acontecendo um grande movimento no Facebook no Brasil.

Tem gente fechando os olhos para não  parecer com a Primavera Árabe.

É o Egito, Tunísia, Líbia, Síria e Israel no Caminho das Indias.

Falo do Movimento NAS RUAS.

Dia 7 de setembro.

 Dia da Independência (de quem?), às duas da tarde.

Está ficando mais acirrado ainda com esta foto.

Deputada Jaqueline Abduzida.

Filha de Joaquim Roriz, Arruda e Luís Estevao.

 Alguns títulos postados na replicagem no Facebook:

Alessandro Oliveira:

E aí, alguém confortável?

Teresa Barbosa:

 Uma imagem vale mais.

Amanda Kesia:

Quero só ver se o povo do meu Brasil  vai organizar caravana.

Convocação Geral. 14 horas do dia 7-9-11.

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade.

Estão convocados os cervejeiros, craqueiros, beatas,
vadias, margaridas, sem teto, sem rumo, sem prumo e sem
 vergonha.

Ufa, cansei de marchar.

Então, vale o protesto do sofá, não pode ter dono, nem alvo.

No Brasil todo, dia 7, dito da Pátria que nos pariu.

Nas  14 horas, donde estiver, diga um palavrão:

1. 2. 3. 4.  Cinco mil!

 Queremos que esta turma vá para a

 puta que pariu!

Pronto, depois de velho, volto a cantar.

“Que país é este que junta milhões numa marcha gay,

outros milhões numa marcha evangélica,

 muitas centenas numa marcha a favor da maconha,

mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

********

Projetar Brasília para os políticos que vocês colocam lá é como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico.

Brasília nunca deveria tersido projetada

em forma de avião e sim de camburão.” 

 ( Oscar Niemeyer, 103 anos de idade.)


Este samba, vai para os detratores e delatores desta Ilha, Brasília.

Aos que a dizem Seca e Árida, quiçá inté  Áspera.

Só se for na Esplanada dos Mistérios.

Ou na Praça dos Podres Poderes.

Onde eu moro, parte sulina: 

 


Pois é assim, seca braba no cerrado, agosto cá na Ilha.

Por que então não pegar um barco.

Uma da madrugada, mais nada:

Som de primeira e bebida.

Na ida e na volta.

Da lua.

 


Para me ouvir clique abaixo:

 http://snd.sc/nV3jzt

 

A massa de renda da mulher   cresceu 68 por cento.

A renda dos homens,  43 por cento.

E a mulher que teve melhor ganho nestes anos foi

 justo a que subiu para a  nova classe média C. 
 

 

Marcha das Margaridas.

Não se trata da flor, mas de dona Margarida Alves,

 assassinada pelos usineiros de Alagoas, em  83.

 De lá para cá,    algumas vitórias:

Foi reconhecida a profissão de trabalhadora rural.

Ela não precisa mais se registrar na Previdência Social como doméstica.

Outra vitória conseguida pelas margaridas : o acesso à terra.

Elas conseguiram a titulação da terra em nome dos dois que formam o casal,

 independente do gênero.

Na primeira marcha, em 2000, elas eram

contra a fome, a pobreza e a violência.

Hoje, 2011, as margaridas querem:

  autonomia, igualdade e … liberdade.

Então, tá.

Inté e um axé a todas as margaridas.

Ah… textos de Cora Coralina, tá? Aquilo que era Margarida do Campo.


Neste  seco domingo  do cerrado, pego minha velha sogra.

– Velha é a tua mulher,  já disse.

E a convido para uma passeiozinho básico pela Ilha.

Começamos pelo Templo da Paz LBV:  cristal, fonte e energia.

– E tem anja  embuchada meu genro?

Repassamos para a Toca do Indio.

Subimos e descemos a rampa.

Exposição Séculos Indígenas no Brasil.

Quadro do Ailton Krenak.

– Que coisa meu genro, feito por índio, num foi?

E seguimos juntos pela grama ressecada de agosto.

– Escreva aí, Mamcasz meu genro, de braços dados!

Só me largou na hora de sentar ao lado de dona Sara K.

De Oliveira, que nem a bela raça toda dela.

– Mas olha só o rendado da blusa da moça, meu genro.

Toca em frente, entra aí na Fonte dos Namorados.

– No meu tempo, ela era iluminada, colorida e musicada.

Dava até gosto namorar na Brasília azul do Miguelão.

Toca para o  Palácio da Alvorada.

 Entra antes na Feira da Torre, viste?

Jaz na frente da casa da dama dona Dilma:

– Mas ô molé  mal encarada esta bicha, num é meu genro?

Andamos na grama na beira do Lago Sul.

Almoçamos comida mineira na Vila Planalto.

Foi a única hora que não consegui ver a minha sogra.

O prato dela estava acima dos meus olhos de tão cheio.

E daí então voltamos para casa, qual o que, mané.

Te assunte, meu genro,  para a Exposição na Caixa Cultural:

Memórias Perdidas.

Escreva aí, meu genro:

– Uma bênção.

Escreva a senhora.

– Donde?

Aí no livro de presença.

Ói ela escrevendo:

– Uma bença!!!

Moral do Lero

Sabe esta sogra velha aí na foto?

– Velha é a tua mulher, já disse.

Pois ela tem 88 anos de idade. Nasceu em 1922.

Está de volta a Brasília.

Prá quê?

Prá começar vida nova ao lado deste genro.

E dá uma risada.

Ufa! de volta para minha casa amena.

 Meia hora depois a hóspede arremata:

– Pois num tá na hora de ir prá Qermesse do Buda?

Apaguei no sono…

Ô raça.

Se não bastasse a filha, tem a sogra.

As duas querem me matar.

Socorro!

 

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