Sindicatos



1)- No ataque:

 http://www1.folha.uol.com.br/poder/801363-planalto-manda-tv-estatal-filmar-comicios-de-dilma.shtml

 2) – Na defesa:

 http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D56912%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D129356754244%26fnt%3Dfntnl

3) – Tréplica:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/802250-psdb-pede-informacoes-sobre-uso-de-tv-estatal-na-campanha-de-dilma.shtml

 4) – Quádrupla:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100922/not_imp613385,0.php

 5) – Quina:

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Gente.
Por ser patriota (tem jogo da seleção?),  coloco hoje, Sete de Setembro de 2010,  a  Ana Carolina reproduzindo Elisa Lucinda.
Acho a melhor ação para este Dia da Pátria que Me Pariu.
Primeiro, um trecho esparso para quem souber ler (e entender):
1- In English:
“They say:
It is useless, everyone here in Brazil is corrupt, since the first man who came from Portugal.
I say:
I don’t admit, my hope is immortal.
I repeat, do you hear me?
I – MMOR – TAL ! ! !”
 2 – Now, in Tupiniquin:
 “ Eles dizem:
É inútil, todo mundo aqui no Brazil é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal.
Eu digo:
Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram?
I – MOR – TAL ! ! ! ”
Por isso, repito  o título do post deste 7 de setembro de 2010:
– Só de sacanagem:
  • Independência ou Morte?
  •  
Agora, a imagem para quem souber ouvir.
Clique:

http://www.youtube.com/watch?v=_xIyS0Dathw&feature=related

Visite também:

http://www.oscosmopolitas.com

 


Nascido há 119 anos, falecido faz tempo, é enterrado de vez, hoje, o famoso Jornal do Brazil.

Muita  história.

No mesmo túmulo, gente do peso de um Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, Carlos Drumond de Andrade, etc, etc e tal.

Jornal da Coluna do Castelinho (Carlos Castelo Branco, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Brasília, nos tempos da dita-dura).

Do enfrentamento da censura com toques de humor, trocando o proibido por previsão de chuvas e trovoadas em Brasília.

Em  1892, é fechado durante um ano pelo marechal-presidente de plantão que quase prende o editor do JB, Rui Barbosa, acusados de incitar a Revolta da Armada.

Este velório me diz muito até porque em 1988, apareço na manchete de capa do JB, ao lado do ministro do EMFA, atual  Defesa, o brigadeiro Camarinha.

Causídico:

Acreditamos que a censura, existente ainda hoje no Brasil, tinha acabado com a saída dos generais-presidentes.

Fático:

Na época, sou o presidente, naquela semana, da EBN (Empresa Brasileira de Notícias), atual EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

O ministro Camarinha, o mais velho do governo Sarney, esculhamba, durante 50 minutos, a bagunçada economia do país (naquele julho de 1988, só nas três primeiras semanas, a inflação chega aos 19,3 por cento).

A entrevista vai ar, sem prévio conhecimento superior do SNI, na agência de notícias (ainda era telex), na rede voluntária de rádio (ainda era via telefone, através das sucursais em todas as capitais), e também na oficial Voz do Brasil.

Veredito:

1 – Paredão de fuzilamento para a EBN;

2 – Paredão de fuzilamento  para este que voz fala (não é a primeira e nem a última condenação);

3 – Paredão de fuzilamento  para o ministro-chefe do Estado Maior das Forças Armadas. Bem intencionado, mesmo caído, ele evita uma iniciada Revolta da Armada, enquanto o ministro do Exército, general Leonidas Gonçalves,  é trazido correndo, de volta, da China.

E tudo isto está aí, na primeira página do Jornal do Brazil que hoje também é oficialmente fuzilado, por questões financeiras.

Descansemos em paz.

Este post está inagurando minha participação, a partir de hoje,  no blog internacional  Os Cosmopolitas, divulgado a partir da Irlanda.

http://www.oscosmopolitas.com

Inté e Axé!


                     Semana que vem, depois que eu voltar de uma nova ida, vou  mudar o nome deste blog, que neste dia 23 de agosto completa um ano de vida,   para:

OS FANTASMAS DA RÁDIO HAITI.

                    Mas daí vão me dizer que  o HAITI É AQUI.

                   Então, pelo jeito, vai ser mesmo:

OS FANTASMAS DA RÁDIO AFEGANISTÃO.

                 Só assim vão parar de me acusar de estar ofendendo a honra de algum coleg@, em sentido pessoal,  até porque  isto nunca antes  foi de fato minha intenção e nem disso houve expressão.

               Tanto que eu nunca citei o nome de qualquer colega, aqui na Rádio Afeganistão.

              A não ser os já falecidos mas, aí, eles foram sempre homenageados por mim, mesmo que depois da morte.

             Sempre tomei cuidado em não particularizar um fato e muito menos o espaço dos vivos da Rádio Brazil ( fica onde mesmo esta estação? )

            Ou seja, se por acaso pareceu implícito, alguma hora, dependendo da cabeça de cada um, ora, ele nunca foi explícito, e nos dois casos jamais houve a intenção de qualquer coisa a não ser de dar vazão a um bom texto.

         ESTE BLOG SEMPRE TEVE CARÁTER PARTICULAR, DE UM SÓ AUTOR, SEM CENSURA, DENTRO DA LEI, E COM A INTENÇÃO DE PROVOCAR REAÇÕES, CRÍTICAS OU SIMPATIAS, MESMO QUE ENTREMEADAS, ÀS VEZES, DE UM SALUTAR PALAVRÃO OU DE OUTRO PESADO  SARCASMO.

             Por conta do estilo deste blog, tenho muitos simpatizantes e poucos ferrenhos inimigos.

            Talvez por conta de pegar pesado quando usam as vagas reservadas aos colegas com deficiência física ou discordâncias por conta de certas ações dos Sindicatos, Conselhos, Clubes e  Comissões, mas aí a pluralidade tem que ser democraticamente respeitada até porque todos externos e passíveis de eleições periódicas.

          Eu poderia, por exemplo, ter tomado atitude legal contra um colega que, em setembro de 2009, por escrito, num blog dele, me mandou, nominalmente, tomar no cu e eu, mesmo não sendo chegado, para manter a coerência, respeitei o gosto dele:

         Clique abaixo:

http://madrugainsone.blogspot.com/2009/10/mau-jornalismo.html

         O fato se deu em função deste post aqui no meu blog:

https://mamcasz.wordpress.com/2009/09/30/requiem-para-uma-comissao/

        Repetindo.

      Este atual representante da Jovem Guarda na chapa 2 nas atuais eleições no Sindicato dos Jornalistas do DF  me mandou exatamente  isto, sem tirar muito menos por:

http://www.youtube.com/watch?v=Iip4tDz786o

                      E por que me lembro do ataque passado no momento presente de campanha sindical dele e da turminha no sindicato, espero que sem futuro.

                     Bom. Arquivo, memória, roda o vídeo, roda, roda e avisa, balança a pança o Velho Guerreiro (?).

                   Tanto que em homenagem ao mais novo general do Itamaraty, o poetinha Vinicius de Morais, promovido post-mortem a embaixador, eu devolvo aos meus inimig@s, e não os nomino aqui para manter o costume de não colocar cobra no altar, o seguinte poema-canção muito em voga na turma da Velha Guarda:

 

“Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô

Você que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender


A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê

Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô

Você que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver


Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê

Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você


Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê

( A tonga da mironga do kabuletê – Vinicius de Moraes e Toquinho )

Então, Saravá, Inté e Axé, man@.


No começo deste ano, para ver se funcionava, agreguei meu nome para receber o Happy New Year, Mamcasz, sendo assinado, parecendo que ao vivo, pelo próprio Barack Obama.

É a tão decantada rede social usada por ele para render votos e ganhar não só a eleição para presidente dos Estados Unidos como para arrecadar dinheiro para a campanha (de grão em grão…)

Pois as mensagens continuam. Hoje, recebo mais esta e aqui coloco para mostrar aos marqueteiros tupiniquins como se usa de fato uma rede social a favor da pessoa candidata.

“ Estudos têm demonstrado que quando existe a vontade de que as pessoas façam alguma coisa, elas estão muito mais propensas a seguir adiante. Este conceito simples mas poderoso nos ajudou a fazer história em 2008, quando os eleitores de primeira viagem  desempenharam um papel decisivo na eleição. Agora,  voluntários estão levando esta estratégia para comunidades em todo o país, mais uma vez.”

 

Comente:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/16/uso-de-rede-social-e-isto-o-resto-e-ball-shit/#respond


1 – Fenaj

Saiu o resultado da eleição da Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas, com 41 profissionais eleitos na chapa Virar o Jogo. Apesar do nome, a maioria é da diretoria antiga. Interessante que não tem 1 aqui de Brasília. Boa imunidade sindical para todos.

Lista completa em:

http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=3148

2- Jornalistas de Brasília

 Enquanto isto, o balanceante Sindicato dos Jornalistas de Brasília enfrenta uma dura divisão nestas eleições.

De um lado, a Velha Guarda. Do outro, a Jovem Guarda.

O ovo ou a galinha?

Mas ninguém, mesmo, da Nova Guarda.

E ninguém no meio para colocar ordem na zona.

Sem sede própria, vendida para uma construtora, em troca de futuras salas, funciona no eterno decrépito Clube da Imprensa.

Na verdade, há quase cinco mil jornalistas na capital, sem contar o bando de estagiários, e valendo os fotógrafos e e cinegrafistas.

Sindicalizados, menos da metade. Os que costumam votar não chegam a dez por cento do total.

 Interessante é que no caso do Clube da Imprensa há uma terceira chapa registrada com  o nome de Virando a Mesa.

Lista completa dos jovens (nem tanto) e dos velhos (com certeza) em:

http://www.sjpdf.org.br/Noticia,Abrir,3951,7804.aspx

Ah …

Amanhã eu posto aqui um arranca-rabo que tivemos eu, dito plínio, e um pseudo-jovem que está na Chapa 2-Acomodação,  quando estávamos  na saudosa Comissão de Funcionários da EBC, não a de agora.

Tudo devidamente registrado no STE (?).

Inté e Axé!

Boa imunidade sindical, cutianos.

São 41 na Fenaj e 28 no Sindicato.


Tô me preparando para uma nova viagem.

Tô sapeando na Internet.

De repente, levo esta porrada na boca do estômago.

Ana Carolina e Seu Jorge.

Ode aos aloprados mensaleiros de todo e sempre.

Primeiro a letra, depois a foto, depois a imagem-som, tá?

Pela ordem, cumpanheirada:

Neste Brasil corrupção
Pontapé bundão
Puto saco de mau cheiro
Do Acre ao Rio de Janeiro

Neste país de manda-chuvas
Cheio de mãos e luvas
Tem sempre alguém se dando bem
De São Paulo a Belém

Eu pego meu violão de guerra
Pra responder essa sujeira

E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
 

Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu
Não tenho nada por sapato
A não ser o passo

Neste país de pouca renda
Senhoras costurando
Pela injustiça vão rezando
Da Bahia ao Espírito Santo

Brasília tem suas estradas
Mas eu navego é noutras águas

E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade

Para ver/ouvir/sentir/latir 

Clique abaixo

http://www.youtube.com/watch?v=jH6grXm1MG4


Pois é isto mesmo.

Hoje, não trabalhei na Rádio Brazil porque dei um pulo até a zona mais próxima aqui de casa.

Zona é que não falta  em Brasília.

E o que é que tem?

Aliás, ontem à noite tive a idéia de ir à zona depois de ouvir, no Jô Soares, a conversa paga com o vice-presidente da República, Zé  das Couves Alencar.

Falando nele, aqui na Rádio Brazil, já tem uns quatro obituários do Zé Alencar prontos para irem ao ar, inclusive o meu.

No  caso, até pensei em mudar alguma coisa, depois do que ele falou no Jô, mas continua igual.

Ah…

O Zé Alencar falou no Jô que a mulher de 50 anos, professora, digna cidadã, pode até nem ser filha dele.

O vice disse que não aceita fazer DNA porque isto nunca dá 100 por cento.

E o pior.

– Jô, a mãe dela trabalhava na zona e você sabe que naquele tempo todo rapaz ia lá, sabe como é, né, uai?

Por isso, em homenagem ao vice-presidente, hoje eu  fui na zona.

E ainda peguei o atestado para justificar ausência no trabalho.

E pode?

Lógico…

Zona Eleitoral, meu.

Ah…

Não vejo mulher nenhuma reclamando do Zé porque ele está apedrejando a filha da puta.

Hein?

Pois ele não falou que a filha dele, se ela o for, é filha de uma mulher que dava para tudo que é mineirinho que não tinha coragem de comer a noiva lá dele?

Pois então…

Ah…

Esta seca de Brasília, sete por cento de umidade (ô estulta pessoa, no Brasil é umidade e em Portugal é humidade), é caso de emergência pública ou, quem sabe, até de intervenção, mas o que comecei a falar mesmo?

Ah…

Na volta da zona para a minha patroa, no caminho encontrei este passarinho que não costuma abrir o bico e, por isso,amanhã eu posto o que conversamos, só eu, falando, e ele, me escutando. Só adianto o título do que eu falei para ele:

Hoje eu estou com vontade de matar uma pessoa.

Inté e axé.

Para comentar clique abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/09/avaliacao-nota-100-foi-uma-merda-e-nao-valeu/#respond


Para confirmar o que eu bostei aqui por várias vezes (siga nos links abaixo), foi mesmo uma merda a avaliação dos funcionários da Radio Brazil 2010.

Por ela, 47 ganharam nota 100, por dito merecimento, achado pela chefia imediata, que não aceitou nem mesmo a reconsideração da nota no caso nada legal.

Sem contar os casos de chefes que são do quadro permanente e, com isso, se acham imanentes às ditas superiores pessoas amigas de quem dependem no ato.

Alguns dos nota 100 (média da nota dada por ele mesmo com a da chefia) estão inclusive há muito tempo fora da empesa, cedidos a pedidos políticos.

Pois bem, a avaliação, que chegou a ser publicada na intranet e tudo, com mais de 450 funcionários promovidos em dois níveis, não valeu. E por não ter valido, conclui-se que foi uma merda. E se o foi, a toa é que não ficou valendo só por quinze minutos.

Tanto que a diretora-presidente exterioriza hoje  um comunicado na Intranet da Radio Brazil onde afirma, categoricamente, inexoravelmente, terminantemente, o seguinte:

 

“… Vamos reexaminar e aprovar a norma, na certeza de que o importante agora é construir um sistema de avaliação eficiente, justo e transparente, com base nas previsões do Plano de Cargos e Salários e do Acordo Coletivo de Trabalho, bem como nas sugestões da Comissão de Empregados criada para este fim.

 

A seguir, vamos refazer a avaliação propriamente dita, obtendo resultados que serão implementados logo depois do período eleitoral. 

 

 Ainda temos os meses de Agosto, Setembro e Outubro para fazer isso.

 

 Teremos, neste prazo, aperfeiçoado nosso sistema de avaliação e poderemos concluir o processo com estrita observância da legalidade,  para a segurança da empresa e de todos.”

 

 

E então, a dita cuja avaliação foi ou não foi uma merda?

É a turma do 360 graus que continua incólume, impávida e colossa.

Agora, veja os posts quase antigos sobre este mesmo latu fato:

 

1

https://mamcasz.wordpress.com/2010/06/23/saiu-a-auto-avaliacao-ou-seria-alta/

2

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/17/tu-conheces-um-funcionario-nota-100/

3

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/22/ate-que-enfim-a-bela-adormecida-acordou/

4

https://mamcasz.wordpress.com/2010/07/23/servidor-solidario-ou-solitario/

 

 Comente:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/08/09/avaliacao-nota-100-foi-uma-merda-e-nao-valeu/#respond


Documentário interessante este saído hoje aqui nas reduzidas ondas da Rádio Brazil.

Primeiro, cada equipe (repórter-produtora-técnico-estagiário-motorista-segurança-consultor da PF) pega o quite dedo-duro, além de gravador digital e tal (isto é que é…).

Mas que quite é esse, ô mano, diria o ido Jonas?

Simples.

Passe na farmácia, compre Quantox (?). Isto mesmo.

Jogado no esgoto do vizinho, dá para ver, no ato, se a pessoa cidadã mija Benzoilecgonina (?).

E se mija?

Então,  meu,  quer  dizer que ela fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA.

Sujou…

Daí que depois  de muito fumar-comer-beber-cheirar  COCAÍNA, das sete da manhã de um dia às sete horas da manhã do dia seguinte,  horário de Brasília, direto, sem parar, as equipes da Rádio Brazil voltam ( em rádio é assim que se escreve, sempre no presente ) para a redação.

Resultado:

Tabulados os dados, conclui-se que o lugar em Brasília onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA, na base de meia tonelada por ano (512 quilos),  é o da foto abaixo:

Em Samambaia, Distrito Federal, cidade-satélite de Brasília, na divisa de Goyas, no Entorno, a equipe da Rádio Brazil,  filha da pauta, apurou que  cada pessoa  fuma-come-bebe-cheira, em média, 27 doses de COCAÍNA por ano.

 Em segundo lugar, na base do consumo, vem a vizinha (dela) Ceilândia, com 397 quilos por ano, o que significa 27 por cento de toda COCAÍNA que se fuma-come-bebe-cheira aqui em Brasília-Distrito Federal.

E o Plano?

Entenda-se por Plano o  que nem  Deus Piloto ousa tocar.

É formado pela classe que ganha até 40 salários mínimos por mês e se espalha, confortável, pelas Asas, Lagos, Esplanadas e Penínsulas (Sul e Norte).

Pois bem.

Se a gente somar o mijo examinado nos terminais  de esgoto Sul e Norte, passaria para o segundo lugar onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAINA em Brasília. Somados, são 407 quilos, ou 31 por cento do consumo total.

Mas aqui tem um porém, lembrado no final do brilhante documentário da Rádio Brazil.

Na verdade, no Plano a quantidade de COCAÍNA é muito maior do que isso.

Motivo: a maior parte dos habitantes, felizardos funcionários ou lobistas, costuma trabalhar apenas de terça a quinta-feira, e assim mesmo, de vez em quando.

Daí que a equipe da Rádio Brazil tem a seguinte proposta:

Acionar os correspondentes para examinar o mijo no esgoto das outras capitais onde haja legítimos representantes pseudo-enviados cá para Brasília.

Porque, por aqui, mesmo com muita merda, o resultado é falho na Esplanada dos Mistérios:

Observação final.

Esta estória está escrita não por efeito de alguém que fuma-come-bebe-cheira COCAINA, até porque o salário aqui da rádio não suportaria tal consumo.

 O escrito está baseado (?) na reportagem da Folha de São Paulo (06-08-10), assinada por Flávio Ferreira, e que leva o seguinte título na capa do caderno Cotidiano:

PF INVESTIGA ESGOTO PARA COMBATER TRÁFICO DE DROGA

No mais, tudo é um brincar com as palavras.

Até porque, em Samambaia,  nem o sinal da Rádio Brazil chega legal.

Quanto mais a filha da pauta.

Mas lá tem pessoas importantes para minha mente : a ex-estagiária com olhos de camelo, a turminha dos ex-Radionautas, a rapeize do Parque Gatumé  http://parquegatume.wordpress.com/ , os róli dos  Dois Tempo  http://doistempomag.com/ … bem melhor do que ficar cheirando mijo dos outros, sô.

Que mais?

Chega, até porque estou preparando um almoço para lá de super bom, da minha verve, para este domingo, Dia dos Pais.

Convidados:

Pessoas colegas da Rádio Brazil.

Amanhã eu conto, tá?

Deixa agora eu ir dar uma … mijadinha, certo?

Fora do penico para não ir pro esgoto onde a PF tá de zoslaio.

Por segurança, direto no pé da Sativa.

Inté e Axé!

 


Aqui na frente da Rádio Brazil tem uma placa reservando três vagas para deficientes, funcionários ou não.

Falo (?) de deficientes físicos.

Porque olha só o que os mentecaptos continuam fazendo.

No caso, é prata da casa mesmo:

Foto tirada hoje, sexta-feira, dia 06-08-201o, às 08h12m.

Aliás, isto é comum até quando ministr@as (não tod@as) continuam vindo gravar entrevistas que serão usadas em campanha.

Pois então confesso.

Eu, idiota, exijo que não consideres os posts a respeito da falta de copinho para água e café.

Que nem naqueles belas peças de teatro em juri popular.

Tem mais:

Façam o mesmo, ou seja, tornem papel higiênico os meus posts sobre funcionário nota 100.

Quarenta e sete deles foram promovidos com nota 100.

Dois níveis acima.

Pois um deles é um ex-presidente da Rádio Brazil que há oito anos está fora da empresa.

Uma outra promovida, com nota 97,5, hoje me perguntou:

Censo é com um ou dois ésses?

Calei-me para não mandar que ela enfiasse os ésses sobrando na parte dela deixada de ser íntima há tantas eras.

Tô ou não tô com razão em estar puto?

Moral do Lero:

Cadê as Belas Adormecidas:

– Detran-DF?

– DRT-DF ?

-Sindicato dos Jornalistas do DF (vai ter eleição)?

-Sindicato dos Radialistaas do DF?

-Comissão dos Funcionários da EBC (vai ter eleição)?

-CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho) vai ter eleição?

-Sindicato dos Publicitários do DF?

-FENAJ (já teve eleição)?

-Sindicato dos Empregados na Administração em Empresas Públicas?

CADÊ O SINDICATO NACIONAL DOS EMPREGADOS DA EBC?

Nota final:

Posso falar mais um palavrão?

 Num dianta.

Aliás, veja alguns dos posts aqui já bostados.

O primeiro, por sinal, é de uma ex-chefa que está querendo me processar porque ela acha que eu, aqui, insinuei que ela seria uma vaca:

1

https://mamcasz.wordpress.com/2010/02/05/deficiente-e-a-mae-crista-da-minha-chefe-carola-na-ebc/

2

https://mamcasz.wordpress.com/2010/02/26/deficiente-diferente-e-deferente/

3

https://mamcasz.wordpress.com/2010/02/25/deficiente-e-o-canalha-que-usa-vaga-do-diferente/


On this Sunday (08-08-2010), here in Brazil is the Father’s Day.

So I propose the following gift:

Six months’ paternity leave.

Like to your  mother.

Or her daughter.

Domingo é   Dia dos Pais.

Eu, que não tenho  pai nem mãe,  tô nem aí.

Os dois descansam há muito tempo, livre das amarras.

Filhos, ainda bem que não os tive e, se houver algum escondido por aí, já passou o tempo da validade para reclamar devolução ao útero da mãe lá dele.

Pois resta o que?

 

E antes que minha colega de trabalho, feminista das bem velhas, dos tempos em que elas usavam cabelos nos sovacos ensuarados, por conta do xerocado The Feminine Mystique, 1963, Betty Friedan …

Mas hoje eu quero é falar do pai, não da mãe e muito menos da filha dela.

E do porque o homem não pode ter direitos iguais aos da mulher.

Começando pela Licença Paternidade de seis meses.

Ou, já que somos macaquitos mesmo, por que não fazer que nem na Dinamarca?

Para este domingo, Dia dos Pais, preparei uns miúdos feitos de palavras que defendem o acesso igualitário deles aos direitos trabalhistas, começando pela longa licença paternidade.

 

Para saber como é a Licença Paternidade no Reino da Dinamarca e se ainda tiveres ouvidos para ouvir, clique no linque abaixo:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

 

Convite

Café da manhã

Local: Auditório da Rádio Brazil – Porão do Venâncio 2000

Horário: das nove às 10h30m

Patrocínio: Associação dos Empregados da Rádio Brazil

Observação:

 Não será permitida a entrada de feminista que sofra daquele “mal sem  nome” que a Betty Friedan fala no livro “A Mística Feminina”.

A pedido de uma série de pessoas que não têm fone de ouvido ou que o tem (a orelha)  prejudicado, segue o texto, abaixo, do áudio, acima:

Domingo é Dia dos Pais.

Então, uma perguntinha bem rápida.

A licença paternidade não deveria ser de mais tempo?

No caso da licença maternidade, que pode ser de até 24 meses, aqui no Brasil, ela tem um custo financeiro tanto para a empresa quanto para a própria vida profissional da mulher beneficiada, uma vez que ela prorroga, por exemplo, as oportunidades de progressão no trabalho.

Mesmo assim, a licença maternidade, aqui no Brasil, na verdade ela acaba ficando pouco se a gente comparar, por exemplo, com a Suécia, onde ela é de 96 semanas. No caso da Noruega, a licença maternidade é de 52 semanas. Na Itália, 47 semanas.

Mas a prosa de hoje, em função do Dia dos Pais, neste domingo, é que tem uma coisa diferente começando a acontecer.

Aumentar o tempo de licença paternidade e, o principal, valendo também para os pais adotivos e os pais de casais do mesmo sexo.

Na Dinamarca, por exemplo, isto já existe. Lá, a licença varia de 24 a 48 semanas, ou seja, seis meses a um ano. Mas tem um detalhe interessante. O próprio casal é quem decide como tirar esta licença. Ela pode ser dividida do jeito que o casal decidir. Tantas semanas para um e tantas semanas para o outro. Com isso, o casal se entende como equilibrar a vida pessoal, em casa, sem prejudicar a vida profissional, lá fora.

Esta discussão de se aumentar o tempo da licença paternidade para quatro semanas, inclusive nos casos de filhos adotivos ou de mães ou pais do mesmo sexo, já é realidade em algumas das cem melhores empresas para trabalhar no Brasil.

De qualquer forma, a licença paternidade, aqui no Brasil, é de 1988. Cinco dias úteis. Por enquanto.

Então, neste domingo, Dia dos Pais, discuta este assunto em casa.

Inté e axé.


 

                       Here in Radio BBC we,  staff and visitors,  for two months we don’t have disposable cup  to drink water and coffee.              

                       Like in Casa Grande and Senzala,  by Gilberto Freire, times Africa’s seventeenth century, coming to our Brazil.           

                       The business is drinking straight into mad cow teat ( tetas,man@).        

           Deixa de ser truta.         

                       E né que a rede social da Rádio Corredor  deslanchou de novo? Saudades de quando até greve teve. E não agora, com a Bela Adormecida (?). Pois vamos ao real de agora:         

                      Ofício 1:      

                     Da Senzala para a Casa Grande:      

                      – Caso não haja perspectiva de retorno do fornecimento de copos para água a curto prazo, proponho que façamos uma vaquinha para a compra dos copos.         

                       Ofício 2:     

                       Da Casa Grande para a Senzala:           

                      – Vamos solicitar informações à área administrativa sobre a ausência de copos.           

                        Ofício 3:     

                        De Capataz para  Senzala:           

                         – Por favor, aguardem.          

                           Mas tem mais, minha brava (???) gente brasileira-inzoneira,  porque aqui,  na Rádio BBC, besteira pouca é  muitcha bobagem.      

                           Até porque tem uma série de campanhas eleitorais locais (aqui dentro) novamente  em andamento.       

                          Por isso mesmo, lamentável é ouvir a reação da massa, quer dizer, da  malta o seguinte no trabalho:           

                          Ofício 4:          

                         – Considero um precedente perigoso a tal da vaquinha. Depois,  teremos que comprar água, café, papel higiênico, fones de ouvido, tapa boca,  pedir penico…         

                      Ofício 5:          

                   – O que  que custam gente  ( ?!?!?! esta doeu…),  trazer de casa um copo para o café e a caneca para a água? WTC (???)! 

                    Ofício 6:            

                    – O que qui tem, gente? Tem mais é que nos se (?!?!?!?!) com cem tizar (aiiiiiii…)  para a gravidade da cituassão  (arre…) do praneta ( meresso…).          

                    Moral do Lero Todo:           

                    Escrav@  tem mais é que continuar de cócoras e bebendo água  da torneira no concha da mão.           

                   Então, um viva para a Grande Vaca.  

                    –  Seria a Viúva, a União, o Big Brother?    

                   Entonces, até o dia primeiro de novembro.     

                    Axé!     

                   P.S. (?) 

                  PS é post-scriptum, ó estulta pessoa. 

                  N.B. (!)

                  N.B. é Nota Bene, ó massa inculta.

                  Daí que acabo de receber, quase madruga,  uma sugestão para este post, vindo de uma terneirinha (?) antiga, aliás, ela sempre me cobra porque escolhi este caminho da vegetação pública nesta Rádio BBC. Enfim, por não estar sozinho nessa caravana, ela passa e as cadelas ladram ( cito Ibrahim Sued, sorry torneiras de plantão).

                  E ela: 

                   – Manzinho. Nem adianta fingir de machão porque você é yang, minha cara pessoa das mais amigas da minha vida. 

                   E eu sempre respondo, calmamente, para ela, na maior paciência possível: 

                   – Com esta sua calcinha vermelha, nem pensar… 

                   Look pois a sugestão mandada por ela para o big probremão  (? – seria isto acédiu?)da malta pública (gado funcionário público estatal): 

                   Manzinho, diz ela, cria coragem e fala  pra estas vacas BEBEREM ÁGUA DA TORNEIRA: 

http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1886&Itemid=48 

P.S. ( malta, já disse acima o que isto significa). 

Acaba de sair mais uma resposta e por isto eu bosto aqui (19:31 -05-08-2010): 

Da Capatazia (?): 

Prezados(as).

Recebemos hoje copos para café. Creio que devemos esperar a chegada dos copos para água.  

Comento:

Que bonitinha a mensagem. 

Mas continuando: 

Fulaninha (nome da capataz), td bem querida?  

Desculpe a demora na resposta, muita correria. Realmente essa falta de copos para água foi reflexo do não uso das canecas pelos empregados, pois reduzimos o estoque de acordo com a previsão do Projeto de Ambientalismo.

Sem uso das canecas o estoque não suportou o tempo exigido para a  realização de licitação. Mas esse problema está sendo resolvido. 

 Comento (2″)” 

 Este (a) pessoal da Burocracia (Capatazia) é uma gracinha… 

  

   

             

 

  

 


O Wanderson era uma mistura de pai de santo com diretor de escola de samba.

Na verdade, o era, inda que em parte.

Gordo, moreno quase preto e boa praça.

Um fato que dele me resta na memória foi quando voltei de um giro pela África.

Ele me pediu uns sons de tambores e atabaques, surdos e repinicos.

Repliquei que eu os tinha, e os passei, mas todos de origem árabe-islâmico.

Ficou deslumbrado.

Disse que ia usar.

Não sei se no terreiro ou no ensaio da escola.

Agora, tenho uma certeza.

Desde este final de semana, o Wanderson, ex-chefe da técnica da Rádio Brazil está agora com todo o tempo do outro mundo, para onde ele  foi, para escutar todos os tipos de som que ele adorava: do samba ao zoado das feiras livres.

Por isso o título acima:

Funcionário da Rádio Brazil (Wanderson) finalmente é promovido a um outro patamar de vida.

Mais além.

Ah … a photo é do Chico Mendes, dono do maior obituário vivo da Rádio Brazil.

Curta a paz, Wanderson.

Inté e a Axé!

Pena que não mereceste nem um EBC Informa  da Rádio Brazil.

Junte-se aos outros abaixo (acima):

https://mamcasz.wordpress.com/fim/


                    Tô eu revendo neste domingo o ótimo filme de Sérgio Leone (quando explode a vingança). Ele avacalhava com a gente estudante nos idos de 68.   Tanto que quando o personagem irlandês pergunta ao mexicano  tem a fala devolvida no ato:

                      – E a Revolução?

                      – Foda-se!!!

                   Na época, a gente do escurinho mandava vaia na tela iluminada do Cinema Um, na Prado Junior, no Rio, na sessão da meia noite .

                   E eis que num dado momento, o irlandês dinamiteiro joga na lama, num lance de desaceitação da realidade, um livro que na hora se parece com a Bíblia mas, em 68, de fato era a nossa, pelo menos do lado dos concretistas, libeluzeiros e poetas marginais.

                 Na época, a gente do escurinho mandava vaia na tela iluminada do Cine Paissandu, perto do Lamas, no Rio, na sessão da meia noite .

                 O flashback explode  na minha hoje oca mente e joga em primeiro plano a capa que, mal sabíamos, em 68, seria enlameada pelos fatos políticos de veras vindantes e ainda permanentes.

                Isto mesmo.

              O livro jogado na lama pelo Sergio Leone e tão adorado por nós, em 1968, era do Papa do Anarquismo, o Mikhail Bakunin.

              Mal acabado o filme, neste domingo, 2010, percebo a inutilidade daquelas nossas vaias mas, mesmo assim, corro para a mísera biblioteca e encontro o trecho que, nestas épocas de PT, PCC, Democracia (?) e leio o seguinte do grande profeta Bakunin (1814-1876):

 “Assim, chegamos ao resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria é composta, sim, com certeza, de antigos operários que, tão logo se tornam governantes ou representantes do povo, cessam de ser operários e põe-se a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representam o Povo, mas a si mesmos e suas pretenções de governá-lo”.

 

 

 

 

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