Gente, hoje eu estou tão feliz.

Folks, today I’m so happy.

Hoje, é o Dia Mundial Sem Carro.

Today, it`s World Car Free Day.

Pego meu camelo (bicicleta) e vou para a luta.

I get my camel (bike) and came to fight.

Moro no Recanto das Emas, Cidade Satélite.

I live in Recanto das Emas, Satellite Town.
Brasilia, capital do Brasil.

Brasilia, the capital of Brazil.

Bem na fronteira com o Goyaz.

Well on the border with Goyaz.

Maior Entorno de Vidas Ultrapassadas.

Major Lives around outdated. 

Primeira pedalada. Dia Mundial Sem Carro. Ela falha.

In the first ride, on behalf of the World Car Free Day, it fails.
Corrente empenada, bem feito, nunca tive carro na vida.

Current warped, well done, I never drive in life.

E, pior, os coletivos estão de greve relâmpago.

Worse, the collectives are in lightning strike.

E o raio sempre cai na minha pobre cabeça.

Alwayss the  lightning strikes in my poor head.

Crasse C o caralho, sou pobre de marré.

C Crass kiss my ass, I am poor of gilts.  

Não me venham as ongueiras, não mais vestidas de chita, agora de carango vermelho, não usam espelho nem para se pentear.

Don’t give me the ongueiras, no more than calico dress, but now little car red, they do not use mirror to comb his hair.

Dia Mundial Sem Carro.

World Car Free Day.  

Acordo meus dois filhos mais a filha, todos abaixo dos cinco anos.

I sing wakup this morning to my two sons and a daughter, all under five.

– Hoje, vocês, meus filhos, vão saber o que é cidadania.

– Today, you, my children will know what is citizenship.
– O que é isto, meu pai Mamcasz?

– What fuck is it, my father Mamcasz?

– É o seguinte: hoje, Dia Mundial Sem Carro, a gente vai de …

– Well done, my little people. Today, World Car Free Day, we’re going by …

– De que, meu pai, de lotação? Obaaaaaa!!!!

– What, my father, stocking? Obaaaaaa!!

– Porra, meus filhos. Olha a cidadania. A gente vai de bicicleta!  

– Damn, my children. Look citizenship. We will ride!

Maior silêncio no barraco nesta manhã Todos Sem Carro.

More silence in my shack this morning All Car Free.

– Mas a gente nunca teve carro, meu pai.

– But we never had a car, my father.

– Por isso mesmo. Cada um na sua bicicleta. Vocês não ganharam a de vocês lá na escola? Não teve a festa de inauguração, todo mundo pedalando, o governador comunista, a secretária petista, o ministrado desinducado, os puxassacos, o escambau.

– Exactly. Each one on his bike. You did not get yours at school? They had the opening party, everyone pedaling, the Communist governor, secretary of the PT, the minister desinducado,  the puxassacos and the escambau?

– Quem, meu pai?

– Who, my father?

– Deixem de brincadeira. Hoje, em nome da sustentabilidade …

– Stop playing. Today, on behalf of sustainability …

– O que?

– What?

– Todo mundo pedalando. Bora, bora, cambada sem mãe.

– Everyone riding. Bora, bora, bunch without mother.

– Meu pai Mamcasz…

– My father Mamcasz.

– Quié, cacete!

– Quié, fuck dammit!

– A gente não tem cidadania. A gente não tem bicicleta.

– We do not have citizenship. We have no bike. No one.

– O que? Já trocaram a bicha por cráqui?

– What? It changed the tail by ace? Cocaine?

– Não, meu pai, o ministro desinducado, o governador comunista e a secretária petista pegaram a bicicleta de volta.

– No, my father, the minister desinducado, the Communist governor and secretary PT took the bike back.
– Duvido-dó! 
Filho meu não mente.

– I don`t beleave, my God. My son does not mind.

– Duvida, meu pai? Então ouça o que  a Rádio Nacional de Brasília, num programa que fala de uma tal de cidadania, já tem uns vinte dias:

– In doubt, my father? So listen to Radio Nacional of Brasilia, in program that speaks of such a citizenship, already has twenty days.

Click here:

http://snd.sc/pQ2LGt

 

Moral:

– É o seguinte, meus filhos. Dia Mundial Sem Carro o cacete. Hoje, só para zonear, a gente vai de van pirata. E tem mais. Cada um vai num Van diferente. João, numa. Maria, noutra. José, na terceira.

– The thing is o seguinte, my children. World Car Free Day, my ass. Today, just for zoning, we’ll van pirate. There’s more. Each one goes in a different van. John, with one. Maria, with another. Joseph, in the third.

– E o Senhor, nossa Pai, conhecido por Cristo, vai pra donde?

– And You, our Lord,  Father, known by Christ, where will go?

– Meus filhos, eu vou é para a puta que pariu.

– My children, I’m going to fucking hell.

– Pai!!!!!!!!!!!!

– Father!!!!!!!!

 http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/09/entrega-de-bicicletas-recolhidas-no-df-foi-um-erro-diz-haddad.html

As fotos, de 1 a 5, são de uso público, da EBC.

O áudio, idem, da EBC.


You are a Winner.


Me?


É, mano.


AS ÚLTIMAS PALAVRAS DO MEU LIVRO:

– E agora, pessoa leitora, seja boazinha, feche os olhos,

dê o último suspiro e descanse em paz!

– Amém, coronel.

– Silêncio!!!

The End.

Livro:    Pombal de Gente Inacabada

Eduardo Mamcasz – Poet Almost Zen


 Dia 12 de Outubro.

Dez da Manhã.

Em todo o Brasil.

Dia da Criança.

Que está virando Gente Grande rapidinho.

Movimento Contra a Corrupção.

    http://www.movimentocontraacorrupcao.org.br/


(Foto de uso público – EBC)

*

Nascido nas famosas redes sociais,

não confundir com as compradas ONGs,

muito menos com os Blogs comunitários, leia-se oficiais,

não é que aconteceu a tão antes imprevisível

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade?

(Foto de uso público – EBC)

*

Aqui em Brasília, a Esplanada dos Mistérios encheu, 

 da Catedral até a Praça dos Podres Poderes,

 concentrando-se, ao final, no Lago poluído do Congresso Nacional.

 Segundo a Polícia Militar, foram 25 mil pretos (vestidos de…).

(Foto de uso público – EBC)

*

No caso aqui de Brasília,

esta foi a maior resposta conseguida via Facebook,

no movimento começado, é verdade,  pelo “Nas Ruas”, do Rio de Janeiro.

Infelizmente,   o carioca, bem, preferiu ir aos jogos, mesmo que de azar,

 e ouvir os tiros à distância no Complexo Desportivo do Alemão.

Mas a marcha aconteceu bonito em muitas cidades,

tipo Avenida Paulista, Porto Alegre, Curitiba, Belém,

enfim, em todo o território nacional.

A Marcha contra a Corrupção e a Impunidade

 ganhou repercussão internacional,

embora a imprensa tupiniquim,
amestrada pelo dinheiro da Viúva,

 tenha preferido ficar tipo bem neutra,

em especial as cadeias de televisão de porte,

só liberando imagens depois que elas, bom,

de fato aconteceram e não tendo mais como deletar.

(Foto da Folha de São Paulo)

*

A Marcha contra a Corrupção e a Impunidade

 cumpriu o que vinha sendo acertado, durante a semana,

nas redes sociais, ou seja, alguma peça de preto no vestir,

nenhum cartaz de partido

 muito menos de político,

e tudo na maior ordem e paz.

( Foto de uso público – EBC )

*

Teve o pessoal do PSOL que tentou, aqui em Brasília,

inserir cartazes contra o PT,

 mas foi convencido a desistir, na boa.

 Nenhum politico ou partido foi aceito a abraçar a causa.

Exceção aberta apenas para OAB, CNBB e ABI.

 Advogados, bispos  e imprensa.

(Foto do Estadão, em Porto Alegre)

*

A grande pergunta agora, e corre
nas redes sociais, a partir do relativo sucesso, é verdade, ainda que as “Diretas
Já” começaram com duas mil pessoas, em Pernambuco, e acabaram com dois milhões,
é sobre os próximos passos:

( Foto do Correio Braziliense )

*

– Garantir as “Mãos Limpas”,
projeto popular ameaçado de extinção?

– Acabar com o voto secreto na hora da cassação?

– Voto nulo?

– Impeachment?

– Proibir doação de empresas para partidos políticos?

E assim, La Nave vai.

Pra donde?

Depende.

Fica a pergunta que não pode morrer.

– Nesta hora de briga para acabar com a corrupção que sangra o Brazil,

 cadê os tão organizados gays, margaridas,

CUT, MST, MLST, GLST,
os sem-teto, sem-terra, sem eira e nem beira?


                                                   Tem neguinho se dando bem nesta

 Marcha contra a Corrupção
e a Impunidade no Brazil.

Interessante a reação que a moçada internáutica

 provoca  nas tropas de choque,  ditas de elite,  

neste nosso tão baseado desgoverno.

Tudo pode acontecer na Parada.

Ou mesmo até isto.

Nada …

Na vera, muitas coisas já estão acontecendo antes dessa parada.

O movimento nasce no Facebook das NAS RUAS.RJ.

É seguido, na boa, por  bem intencionados.

Daí, pintam neguinhos profisisonais.

Quem lê, sabe como é  a Juventude Hitlerista.

Convenção Nacional do Dirceu.

Em Brasília, já aconteceu.

Controle dos Médios.

É mídia, imbecil

Imprensa.

Censura.

Dada a ordem para a tropa já velha de guerra.

Marcha contra a Corrupção neste dia Sete.

Usem a tática da Cortina de Fumaça.

Diversifiquem a moçada.

Otários, todos!!!

Marchemos:

Ordem unida dos contra os contra,  há corrupção:

Cumpanheirada mensaleira e baseada, atenção!

001 – Levantem perguntas na internet tipo assim:

– No lugar do preto não é melhor o amarelo?

– No lugar das duas da tarde, calor, o que?

– Nas Ruas é o nome, ou não tá na cara?

– O trânsito fecha por causa da parada.

– A vassoura é a marca da marcha?

 

Tem mais ordem unida, sem-teta nem-lero:

002 – Mandem os jornalistas comprados plantar notas.

003 – Comprem os pauteiros para agendar nossa turma.

004 – Reservem espaço para fotos das marchas amigas.

005 – Destaquem neles as nossas merdas, tipo:

– Vaias Na Parada Militar do Dia da Pátria que nos pariu;

– Queima de bandeiras do PT (por nós, do PT);

– Vale até  estraçalhar Bandeira do Brasil;

Neste caso, ganha viagem a Varadero.

Desde que deixe digital zero, tá?

Que mais? Ah… Segundo o Estadão

 http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,internautas-marcam-protestos-anticorrupcao-para-feriado,768359,0.htm

tem uns dez grupos Nas Ruas neste Sete de Setembro

 Nem todos de Preto-Negro-Nego, tipo:

– Manifesto contra a Corrupção no Brazil.

– Brazil de Luto.

– Caras Pintadas contra a Corrupção.

– Marcha contra a Corrupção.

– Protesto contra a Corrupção no Brazil.

Moral do Lero:

Todo mundo de preto, neste dia sete, Nas Ruas.

Grite contra a Corrupção e a Impunidade.

Mais nada, quer dizer, isto é Tudo:

Quer dizer:

Nas Ruas, mesmo que seja na esquina, de preto.

1 – TODOS SOMOS CONTRA OS LADRÕES.

2  – NINGUÉM É CONTRA O TIME, A RELIGIÃO, O PARTIDO.

3 – POR ISSO,  NESTA MARCHA, DIA SETE, TEM:

MARGARIDA, SEM-TETO, SEM-TERRA

SEM EIRA NEM LEIRA

MAS COM VERGONHA

3 – SÓ BOTE A MÃO NO MEU BOLSO PARA ME BOLINAR.

E ASSIM MESMO SÓ ME APROUVER, TÁ?

 


Está acontecendo um grande movimento no Facebook no Brasil.

Tem gente fechando os olhos para não  parecer com a Primavera Árabe.

É o Egito, Tunísia, Líbia, Síria e Israel no Caminho das Indias.

Falo do Movimento NAS RUAS.

Dia 7 de setembro.

 Dia da Independência (de quem?), às duas da tarde.

Está ficando mais acirrado ainda com esta foto.

Deputada Jaqueline Abduzida.

Filha de Joaquim Roriz, Arruda e Luís Estevao.

 Alguns títulos postados na replicagem no Facebook:

Alessandro Oliveira:

E aí, alguém confortável?

Teresa Barbosa:

 Uma imagem vale mais.

Amanda Kesia:

Quero só ver se o povo do meu Brasil  vai organizar caravana.

Convocação Geral. 14 horas do dia 7-9-11.

Marcha contra a Corrupção e a Impunidade.

Estão convocados os cervejeiros, craqueiros, beatas,
vadias, margaridas, sem teto, sem rumo, sem prumo e sem
 vergonha.

Ufa, cansei de marchar.

Então, vale o protesto do sofá, não pode ter dono, nem alvo.

No Brasil todo, dia 7, dito da Pátria que nos pariu.

Nas  14 horas, donde estiver, diga um palavrão:

1. 2. 3. 4.  Cinco mil!

 Queremos que esta turma vá para a

 puta que pariu!

Pronto, depois de velho, volto a cantar.

“Que país é este que junta milhões numa marcha gay,

outros milhões numa marcha evangélica,

 muitas centenas numa marcha a favor da maconha,

mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

********

Projetar Brasília para os políticos que vocês colocam lá é como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico.

Brasília nunca deveria tersido projetada

em forma de avião e sim de camburão.” 

 ( Oscar Niemeyer, 103 anos de idade.)


Neste  seco domingo  do cerrado, pego minha velha sogra.

– Velha é a tua mulher,  já disse.

E a convido para uma passeiozinho básico pela Ilha.

Começamos pelo Templo da Paz LBV:  cristal, fonte e energia.

– E tem anja  embuchada meu genro?

Repassamos para a Toca do Indio.

Subimos e descemos a rampa.

Exposição Séculos Indígenas no Brasil.

Quadro do Ailton Krenak.

– Que coisa meu genro, feito por índio, num foi?

E seguimos juntos pela grama ressecada de agosto.

– Escreva aí, Mamcasz meu genro, de braços dados!

Só me largou na hora de sentar ao lado de dona Sara K.

De Oliveira, que nem a bela raça toda dela.

– Mas olha só o rendado da blusa da moça, meu genro.

Toca em frente, entra aí na Fonte dos Namorados.

– No meu tempo, ela era iluminada, colorida e musicada.

Dava até gosto namorar na Brasília azul do Miguelão.

Toca para o  Palácio da Alvorada.

 Entra antes na Feira da Torre, viste?

Jaz na frente da casa da dama dona Dilma:

– Mas ô molé  mal encarada esta bicha, num é meu genro?

Andamos na grama na beira do Lago Sul.

Almoçamos comida mineira na Vila Planalto.

Foi a única hora que não consegui ver a minha sogra.

O prato dela estava acima dos meus olhos de tão cheio.

E daí então voltamos para casa, qual o que, mané.

Te assunte, meu genro,  para a Exposição na Caixa Cultural:

Memórias Perdidas.

Escreva aí, meu genro:

– Uma bênção.

Escreva a senhora.

– Donde?

Aí no livro de presença.

Ói ela escrevendo:

– Uma bença!!!

Moral do Lero

Sabe esta sogra velha aí na foto?

– Velha é a tua mulher, já disse.

Pois ela tem 88 anos de idade. Nasceu em 1922.

Está de volta a Brasília.

Prá quê?

Prá começar vida nova ao lado deste genro.

E dá uma risada.

Ufa! de volta para minha casa amena.

 Meia hora depois a hóspede arremata:

– Pois num tá na hora de ir prá Qermesse do Buda?

Apaguei no sono…

Ô raça.

Se não bastasse a filha, tem a sogra.

As duas querem me matar.

Socorro!

 


Lindo

Tão lindo

Tá tudo lindo

Tá tudo tão lindo

Tô tão tudo lindo

Tá todo mundo lindo

Tô tão gente e lindo

Tão todos tudo tão lindo

Tão bem que eu tô lindo

Também sempre foi assim tudo aqui tão lindo

                  Talvez amanhã até fique no muito mais lindo…                                         


The piss and blood from the beggar in Brasilia, Brazil


     

Sabe aquele mendigo que levou porrada que deixou sangue na calçada aqui perto donde trabalho numa área nobre aqui da Ilha?

https://mamcasz.wordpress.com/2011/06/15/brazil2-se-puder-nao-volte/

E hoje estou TÃO feliz, por que?

Porque hoje de manhã eu passo pela mesma calçada onde ele levou tanta porrada, de madrugada, e olha quem eu vejo ali deitado eternamente em berço esplêndido. O próprio mendigo. De volta ao lar, não mais sem teto, tomara que não lhe caia na cabeça. E numa área nobre, cercado pela burguezia dos Colégios Militar, Marista, Sacrossantésimo Coração da Maria, EBC e tal.

 

Só não sei se estou tão ou mais feliz do que o mendigo.

É que ele acaba de dar um show, aqui na porta da TV.

Cantando rock’n’roll, man.

Longa vida ao meu mendigo.


Acorda-me de novo o mesmo

canário de peito verde e amarelo.

Postado no peitoril da minha janela.

Sexto andar da sulina Brasília.

Fá-lo de modo muito abrupto.

Rompe-me o sonho erótico.

Vera Fischer na idade da Xuxa pelada.

Olho feio para o passarinho:

– Po . . .

E a Natureza, bem cândida, retruca-me no canto:

– Mamcasz!  Vá te . . . catar (digamos).

Ele escapa-me das minhas curtas mãos.

Pois não é que a vida tem lá suas re-voltas?
Tô hoje numa leve dominical andada.

Cruzo o ponto de gás a sulina quadra.

Vejo então o meu safado passarinho.

Diante do aviso de perigo, tergiveso.

Silencio o que tenho em mente.

Coloco, devagar, a mão no bolso esquerdo.

O meu passarinho tremelica.

Ele é inteligente por demais.

E mais uma vez ele me deixa na mão.

Então, Gente, Boa Semana, tá?

Com ou sem o meu passarinho.


Bãoces.

Comecei o domingão amuado.

 Acabei abatido pelo Paraguai.

Vá bater penalti assim na casa do Carvalho.

Só pode ser praga dos maloqueiros da cueca molhada.

Buenas Noches, Macaquitos.


Hoje, 17 de julho, é o Dia do Homem, no Brasil.

É uma data criada em defesa da preservação do gênero.

No caso, o masculino, que a olho nu perde terreno.

Ainda bem que em Brasília já somos minoria.

Portanto, com muito mais direito.

Bem feito para as filhas da luta.

E o macho vai às compras .

Mistérios do consumo masculino no Brasil.

Pesquisa da Shoper Experience.

Começando pelo homem de vinte anos de idade.

É onde mais se apresenta o sentimento do prazer.

De comprar para si ou para presentear.

Ou ter seu principal objeto de desejo.

Geralmente é um carro,um computador, um celular último tipo….

Ou seja. Beleza, bom gosto e bem estar.

  E como se comporta, na economia, o homem acima dos sessenta anos?

Bom … só compra o necessário.

Sobra para a mulher, seja neta, bisneta ou amante.

Todas filhas da outra.

Então, bom dia do Homem.

Seja eu um garotão, tiozão, madurão ou mesmo avozão.

Um beijo (???)

Pare. Olhe. ESCUTE. Passe.

Clique:

http://snd.sc/nkdLpU

Ou:

http://www.podcast1.com.br/ePlayer.php?arquivo=http://www.podcast1.com.br/canais/canal1618/MIUDO_MAMCASZ_DIA_DO_HOMEM.mp3” frameborder=”0″ width=”450px” height=”60px” scrolling=”no”>

 


ECA 21: cinco milhões de menores no trabalho escravo.

 Vinte e um anos de existência do ECA.

 Estatuto da Criança e do Adolescente.

 Conquistas, avanços, direitos e, principalmente, muita coisa a fazer.

 Ainda.

 Por exemplo, e esta é a nossa prosa.

 Com ECA e tudo, no Brasil, hoje, temos quatro milhões e 800 mil meninas e meninos,

 dos cinco aos 17 anos de idade,

 simplesmente trabalhando para sobreviver.

 Twenty-one years of the ECA.

Statute of Children and Adolescents.

 Achievements, progress, rights, and especially a lot to do.

 Yet. For example, and this is our prose.

With this statute and everything in Brazil today,

 we have four million and 800 thousands girls and boys,

from five to 17 years old, just working to survive.

  Só lembrando que de acordo com a Organização Internacional do Trabalho,

 a Constituição do Brasil e o Estatuto de Proteção da Criança e do Adolescente,

 obrigar uma criança até os 14 anos de idade a trabalhar, é crime.

Acontece que trabalham, abaixo dessa idade,

mais de dois milhões e trezentas mil crianças.

 

 Just remember that according to the International Labour Organization,

Brazil’s Constitution 

and the Statute of the Protection of Children and Adolescents,

 forcing a child under 14 years of age is a criminal act.

But,  from five to nine years of age

are 296 illegal workers,

 Não é a toa que, na mesma pesquisa, ficou apurado que

nessa faixa de idade, dos cinco aos 9 anos,

 quatro milhões e meio de crianças informam que

NÃO frequentam a escola.

 Dos 10 aos 14 anos, temos mais um milhão e 935 mil.

Dos cinco  aos 17, a Bahia tem mais: 617 mil.

Seguido de Minas Gerais, com 578 mil,

Maranhão, 417 mil, e por aí vai.

Se a gente levar em conta a proporção da população entre os cinco e 17 anos,

os campeões negativos em trabalho infantil são os seguintes:

 Tocantins – 15,75 por cento.
Piauí – 15,03 por cento.

Rondônia – 14,93 por cento.

No wonder that, in the same survey,

it was found thatthis age group,

 from five to nine years,

four and a half million childrenreport that they do not attend school.

 From 10 to 14 years, we have over

one million and 935 thousand.

 From five to 17, the Bahia has more: 617 000.
Followed by Minas Gerais, with 578 000,

Maranhão, 417 000, and so on.

 If we take into account the proportion of the population

 between five and 17 years,
the champions negative child labor are:

Tocantins – 15.75 percent.

Piauí – 15.03 percent.

Rondônia – 14.93 percent.

Os dados nos 21 anos de existência do ECA são do IBGE,

 no último PNAD.

IBGE é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas.

 Do governo federal.

PNAD é a Pesquisa Nacional por Amostras a Domicílio.

 E os números?

Pois então.

De cinco aos nove anos de idade,

 são 296 mil trabalhadores ilegais,

ganhando sempre menos do que meio salário mínimo.

 Cento e noventa mil deles estão no Nordeste.

 A maior parte é na agricultura, inclusive em trabalhos perigosos.

 * * *

 The data in the 21 years of the ECA are from IBGE, PNAD last.

 IBGE is the Brazilian Institute of Geography and Statistics.

 The federal government.

PNAD is the Brazilian National Sample Household. And the numbers?

  Minas Gerais, com 578 mil,

Maranhão, 417 mil, e por aí vai.

* * *

 Se a gente levar em conta a proporção da população

 entre os cinco e 17 anos,

 os campeões negativos em trabalho infantil são os seguintes:

Tocantins – 15,75 por cento.

 Piauí – 15,03 por cento.

 Rondônia – 14,93 por cento.

* * *

 No wonder that, in the same survey,

it was found that this age group, from five to nine years, four

 and a half million children report that they do not attend school.

 From 10 to 14 years, we have over one million and 935 thousand.

From five to 17, the Bahia has more: 617 000.

Followed by Minas Gerais.

With 578 000, Maranhão, 417 000, and so on.

 If we take into account the proportion of the population between five and 17 years, the champions negative child labor are:

Tocantins – 15.75 percent.

 Piauí – 15.03 percent.

Rondônia – 14.93 percent

 Ah … só para fechar a prosa.

O lero de hoje é sobre o que mesmo?

Estatuto da Criança e do Adolescente.

Hoje, ele completa 21 anos de idade.

Alcança, portanto, a maior idade.

Emancipado, pode trabalhar.

 Então, tá. Inte e axé.

Oh … just to close this talk.

The lero today about what is it?

Statute of Children and Adolescents.

Today he turns 21 years old.

 It reaches, therefore, the largest age.

 Emancipated, can work. So, okay.

Inté and Axé, Mané!

Obs.

Vinhetas de Passagem do disco “Sem Terrinha”, do MST.

Note.

Vignettes of Passage album “Landless children,”

 the MST – Movement of the Landless.

Clique

http://snd.sc/nbKuVR


Monsanto, Cargil, Bumge e outras mais.

Reis da Soja.

Vendem implementos, inseticidas, ou seja, insumos agrícolas.

Para o plantio de soja, algodão, milho-etanol, maconha, o escambau.

Entregam hoje, para semeadura em setembro, acertam o preço em sacas futuras.

Têm que ser entregues na colheita pelo preço de hoje

E fazem o tal do hedge. Swap. Fuck  na Bolsa. Beleza!

Foi minha monografia no MBA da FIA-BM&F.

Ou seja, uma tonelada de inseminantes por, digamos, 45 sacas de cannabis.

Geralmente, é soja mesmo.

O lero é por conta do artigo com link abaixo e a foto a seguir.

Antes, lembro do pau que a gente quebrava em San Francisco,CA.

Expliquemo-nos. Durante um curso.

Gringo acusando nós brazukas de acabar com a Amazônia.

E a gente retrucando no ato:

– e os vossos índios, cara pálida?

Se temos os heróis bandeirantes, tendes o John Waine, Mané.

Tem ainda, no link abaixo, justicemo-los, o Vietam.

A Monsanto, rainha da soja, fazia o agente laranja.

O desfolhante usado, para nada, no Vietnam.

Não entrava no buraco do tatu.

De onde saíram os kong e comeram os red neck.

Mas, falando isto, puxa aquilo.

Foi na minha viagem ao Vietnam do Norte, faz pouco.

O guia do partideco se apaixonou pelo garotão ianque.

Mas não me deixou conversar com uma adolescente local.

Nem lhe dar um carinho e cafuné, camuflados.

 Tipo Caramuru, vem cá que te taco fogo.

Que nem fazem os gringos na Amazônia.

Mas agora, vem aí a denúncia:

Moral da Prosa.

Nesta semana, tem mais uma reunião da SBPC, no Goyaz.

Tás lembrado da SBPC da época da fechadura?

Uma beleza.Tinha mina ativista de montão dando sopa.

Prato cheio pros poetas da Libelu.

Mas de volta para o sumiço da floresta amazônica.

E a entrada da soja que ultrapassou o cerrado.

Aliás, tá cada dia mais difícil pastar  baru, cagaita…

Por isso, antes de colocar o link, arremato:

 Enquanto isto, s ongueiras, nesta semana, na SBPC de Goyaz,

Só enchendo o  rabo de pequi …

(Me desculpe o termo. Acho que vou durar pouco no Facebook).

Então, em nome da moral, corrijo o termo:

Só enchendo o rabo de suari …

Tá legal:

De Caryocar brasiliense …

Ah, o link:

http://foodfreedom.wordpress.com/2011/07/08/monsantos-agent-orange-being-used-to-clear-brazils-rainforest/

Mais uns de arremedo de pesquisa:

http://blogdogh.spaceblog.com.br/87875/Episodio-5-Amazonia-ONGs/

Acabo de saber:

http://jaimesautchuk.blogspot.com/2011/07/materia-sobre-agente-laranja-agita.html?spref=fb


Asa Sul, parte nobre da Ilha, classe média alta.

 Não tem esquina mas tem uns botecos antigos.

Resistem bravamente ao avanço das butiques.

Entre eles, um que tem tudo de mui estranho.

Repare nas fotos:

 1 – Piauí com Embaixada de Churrasco?

2 – Bandeira do Brasil com estrela do Botafogo?

3 – Ah… um pé de pinheiro na calçada em frente.

Com direito a um monte de grimpa (?).

E ao cantador repentista no sotaque solista:

“ Pinheiro, me dá uma pinha. 

Pinha, me dá um pinhão.

Gaúcho, me dá um beijo.

Que te dou me coração. 

Daí o título acima:

Gaúcho enrustido de Brasília.

Só tem um lero.

Cerveja de garrafa grande, gelada.

Naquele protetor encardido de isopor.

E uma porção de sarapatel.

Sem contar a tiquira (?)

E o testículo de bode?

Tri-legal!!!

Assinado:

Um sulista não-gaúcho

Muito menos argentino

Inté e Axé!