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ECA 21: cinco milhões de menores no trabalho escravo.

 Vinte e um anos de existência do ECA.

 Estatuto da Criança e do Adolescente.

 Conquistas, avanços, direitos e, principalmente, muita coisa a fazer.

 Ainda.

 Por exemplo, e esta é a nossa prosa.

 Com ECA e tudo, no Brasil, hoje, temos quatro milhões e 800 mil meninas e meninos,

 dos cinco aos 17 anos de idade,

 simplesmente trabalhando para sobreviver.

 Twenty-one years of the ECA.

Statute of Children and Adolescents.

 Achievements, progress, rights, and especially a lot to do.

 Yet. For example, and this is our prose.

With this statute and everything in Brazil today,

 we have four million and 800 thousands girls and boys,

from five to 17 years old, just working to survive.

  Só lembrando que de acordo com a Organização Internacional do Trabalho,

 a Constituição do Brasil e o Estatuto de Proteção da Criança e do Adolescente,

 obrigar uma criança até os 14 anos de idade a trabalhar, é crime.

Acontece que trabalham, abaixo dessa idade,

mais de dois milhões e trezentas mil crianças.

 

 Just remember that according to the International Labour Organization,

Brazil’s Constitution 

and the Statute of the Protection of Children and Adolescents,

 forcing a child under 14 years of age is a criminal act.

But,  from five to nine years of age

are 296 illegal workers,

 Não é a toa que, na mesma pesquisa, ficou apurado que

nessa faixa de idade, dos cinco aos 9 anos,

 quatro milhões e meio de crianças informam que

NÃO frequentam a escola.

 Dos 10 aos 14 anos, temos mais um milhão e 935 mil.

Dos cinco  aos 17, a Bahia tem mais: 617 mil.

Seguido de Minas Gerais, com 578 mil,

Maranhão, 417 mil, e por aí vai.

Se a gente levar em conta a proporção da população entre os cinco e 17 anos,

os campeões negativos em trabalho infantil são os seguintes:

 Tocantins – 15,75 por cento.
Piauí – 15,03 por cento.

Rondônia – 14,93 por cento.

No wonder that, in the same survey,

it was found thatthis age group,

 from five to nine years,

four and a half million childrenreport that they do not attend school.

 From 10 to 14 years, we have over

one million and 935 thousand.

 From five to 17, the Bahia has more: 617 000.
Followed by Minas Gerais, with 578 000,

Maranhão, 417 000, and so on.

 If we take into account the proportion of the population

 between five and 17 years,
the champions negative child labor are:

Tocantins – 15.75 percent.

Piauí – 15.03 percent.

Rondônia – 14.93 percent.

Os dados nos 21 anos de existência do ECA são do IBGE,

 no último PNAD.

IBGE é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas.

 Do governo federal.

PNAD é a Pesquisa Nacional por Amostras a Domicílio.

 E os números?

Pois então.

De cinco aos nove anos de idade,

 são 296 mil trabalhadores ilegais,

ganhando sempre menos do que meio salário mínimo.

 Cento e noventa mil deles estão no Nordeste.

 A maior parte é na agricultura, inclusive em trabalhos perigosos.

 * * *

 The data in the 21 years of the ECA are from IBGE, PNAD last.

 IBGE is the Brazilian Institute of Geography and Statistics.

 The federal government.

PNAD is the Brazilian National Sample Household. And the numbers?

  Minas Gerais, com 578 mil,

Maranhão, 417 mil, e por aí vai.

* * *

 Se a gente levar em conta a proporção da população

 entre os cinco e 17 anos,

 os campeões negativos em trabalho infantil são os seguintes:

Tocantins – 15,75 por cento.

 Piauí – 15,03 por cento.

 Rondônia – 14,93 por cento.

* * *

 No wonder that, in the same survey,

it was found that this age group, from five to nine years, four

 and a half million children report that they do not attend school.

 From 10 to 14 years, we have over one million and 935 thousand.

From five to 17, the Bahia has more: 617 000.

Followed by Minas Gerais.

With 578 000, Maranhão, 417 000, and so on.

 If we take into account the proportion of the population between five and 17 years, the champions negative child labor are:

Tocantins – 15.75 percent.

 Piauí – 15.03 percent.

Rondônia – 14.93 percent

 Ah … só para fechar a prosa.

O lero de hoje é sobre o que mesmo?

Estatuto da Criança e do Adolescente.

Hoje, ele completa 21 anos de idade.

Alcança, portanto, a maior idade.

Emancipado, pode trabalhar.

 Então, tá. Inte e axé.

Oh … just to close this talk.

The lero today about what is it?

Statute of Children and Adolescents.

Today he turns 21 years old.

 It reaches, therefore, the largest age.

 Emancipated, can work. So, okay.

Inté and Axé, Mané!

Obs.

Vinhetas de Passagem do disco “Sem Terrinha”, do MST.

Note.

Vignettes of Passage album “Landless children,”

 the MST – Movement of the Landless.

Clique

http://snd.sc/nbKuVR


Monsanto, Cargil, Bumge e outras mais.

Reis da Soja.

Vendem implementos, inseticidas, ou seja, insumos agrícolas.

Para o plantio de soja, algodão, milho-etanol, maconha, o escambau.

Entregam hoje, para semeadura em setembro, acertam o preço em sacas futuras.

Têm que ser entregues na colheita pelo preço de hoje

E fazem o tal do hedge. Swap. Fuck  na Bolsa. Beleza!

Foi minha monografia no MBA da FIA-BM&F.

Ou seja, uma tonelada de inseminantes por, digamos, 45 sacas de cannabis.

Geralmente, é soja mesmo.

O lero é por conta do artigo com link abaixo e a foto a seguir.

Antes, lembro do pau que a gente quebrava em San Francisco,CA.

Expliquemo-nos. Durante um curso.

Gringo acusando nós brazukas de acabar com a Amazônia.

E a gente retrucando no ato:

– e os vossos índios, cara pálida?

Se temos os heróis bandeirantes, tendes o John Waine, Mané.

Tem ainda, no link abaixo, justicemo-los, o Vietam.

A Monsanto, rainha da soja, fazia o agente laranja.

O desfolhante usado, para nada, no Vietnam.

Não entrava no buraco do tatu.

De onde saíram os kong e comeram os red neck.

Mas, falando isto, puxa aquilo.

Foi na minha viagem ao Vietnam do Norte, faz pouco.

O guia do partideco se apaixonou pelo garotão ianque.

Mas não me deixou conversar com uma adolescente local.

Nem lhe dar um carinho e cafuné, camuflados.

 Tipo Caramuru, vem cá que te taco fogo.

Que nem fazem os gringos na Amazônia.

Mas agora, vem aí a denúncia:

Moral da Prosa.

Nesta semana, tem mais uma reunião da SBPC, no Goyaz.

Tás lembrado da SBPC da época da fechadura?

Uma beleza.Tinha mina ativista de montão dando sopa.

Prato cheio pros poetas da Libelu.

Mas de volta para o sumiço da floresta amazônica.

E a entrada da soja que ultrapassou o cerrado.

Aliás, tá cada dia mais difícil pastar  baru, cagaita…

Por isso, antes de colocar o link, arremato:

 Enquanto isto, s ongueiras, nesta semana, na SBPC de Goyaz,

Só enchendo o  rabo de pequi …

(Me desculpe o termo. Acho que vou durar pouco no Facebook).

Então, em nome da moral, corrijo o termo:

Só enchendo o rabo de suari …

Tá legal:

De Caryocar brasiliense …

Ah, o link:

http://foodfreedom.wordpress.com/2011/07/08/monsantos-agent-orange-being-used-to-clear-brazils-rainforest/

Mais uns de arremedo de pesquisa:

http://blogdogh.spaceblog.com.br/87875/Episodio-5-Amazonia-ONGs/

Acabo de saber:

http://jaimesautchuk.blogspot.com/2011/07/materia-sobre-agente-laranja-agita.html?spref=fb


Asa Sul, parte nobre da Ilha, classe média alta.

 Não tem esquina mas tem uns botecos antigos.

Resistem bravamente ao avanço das butiques.

Entre eles, um que tem tudo de mui estranho.

Repare nas fotos:

 1 – Piauí com Embaixada de Churrasco?

2 – Bandeira do Brasil com estrela do Botafogo?

3 – Ah… um pé de pinheiro na calçada em frente.

Com direito a um monte de grimpa (?).

E ao cantador repentista no sotaque solista:

“ Pinheiro, me dá uma pinha. 

Pinha, me dá um pinhão.

Gaúcho, me dá um beijo.

Que te dou me coração. 

Daí o título acima:

Gaúcho enrustido de Brasília.

Só tem um lero.

Cerveja de garrafa grande, gelada.

Naquele protetor encardido de isopor.

E uma porção de sarapatel.

Sem contar a tiquira (?)

E o testículo de bode?

Tri-legal!!!

Assinado:

Um sulista não-gaúcho

Muito menos argentino

Inté e Axé!


Tirei umas fotos na construção do Estádio Brazil, em Brasília.

Ainda pode ser a sede da abertura da Copa do Mundo de 2014.

O de antes, Garrincha, virou pó, que nem o craque Mané.

É que construir do zero sai mais caro, rende muuuuiiiito +  

Antes de partir pras 12 arenas

 (nome políticamente correto para estádio)

Garanto que a gastança é farta.  

Tem prá toda gente.

Dava prá fazer uma porrada de hospital, escola,

igreja, bordel, bolsa esmola e tal.

Mas, primeiro, leia os gastos na Alemanha

 e depois compare com os do Braziu…

Novos estádios da 1ª divisão da Alemanha:

Augsburg: R$ 100 milhões

Mainz: R$ 140 milhões 

Estádio dasDunas (Rio Grande do Norte): R$ 400 milhões,

Castelão (Ceará) só a reforma: R$ 452,2 milhões,

Arena Amazônia (Amazonas): R$ 499,5 milhões,

         Mané Garrincha (Brasília):    R$ 671 milhões. 

   Arena Pernambuco (Pernambuco): R$ 532 milhões,

Fonte Nova (Bahia): R$ 591 milhões ou R$ 835 milhões,

(Portal 2014  x Portal Transparência)

Itaquerão (São Paulo): entre R$ 700 milhões e R$ 1,07 bilhão,

Mané Garrincha (Brasília): R$ 671 milhões:

É muito cacique pra pouco índio quer apito….

Maracanã (Rio) – Só na REFORMA:

1 bilhão e 100 milhões de reais.

Só na REFORMA.

Braziu is good,mein.

Prá roubar, meu.

Vou estourar uns bueiros da Light.

Inté e Axé !!!

Na latinha:

Resposta de Ricardo Texeira, presidente da CBF:

 

“Não ligo. Aliás, caguei. Caguei de montão”.

“A imprensa brasileira é muito vagabunda…

Não leio mais porra nenhuma.

A vida ficou leve para cacete.

Tá muito bom.”

 

Clique abaixo e vomite nele:

 

http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D59161%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D129356754244%26fnt%3Dfntnl


 Somos dois sofredores, me joga na cara  o mendigo.

 Chego com  meu carrão na quadra interna da Asa  Sul.

Maloqueiras adolescentes me conhecem na intimidade.

Escapam da escola pública onde estudam.

À espera das domésticas, suas mães.

Moram todas nos subúrbios de Brasília.

Um carrinho do lixeiro atrapalha meu entrar na vaga.

Solícito, o mendigo afasta-o para o aqui doutor.

No Big Mercado do BNDES compro bacalhau, alcaparra,

cerveja holandesa, quitutes inúteis mil.

Na volta, separo a moeda de um real.

Chego pro solícito mendigo e a trespasso.

A camisa rubronegra, Flamengo

adornada do símbolo da Petrossal,

ressalta a miserabilidade do brasileiro. 

Nos rasgos, a pele escura abundante de cascos.

Feridas, cicatrizado sangue e lanhos roxos de pauladas recentes.

O fétido fedido mendigo a exalar em considerável distância.

Tanto que jogo a única moeda tipo coisa de dois metros.

Para realçar meu lado ongueiro, fuqueiro, sustentável, o cacete, replico para o bem explorado público:

– Apesar do amigo ser flamenguista.

E o solícito mendigo pergunta na hora:

– O doutor por acaso é Botafogo

E me arrasa de vez:

– Então, somos dois sofredores.

Ipso facto,  concluimos que Eu, o doutor das letras,

e Ele,  o mendigo, sofremos por igual.

Deposito o bacalhau, a alcaparra, o queijo roqueford,

a cerveja holandesa, os quitutes inúteis

e a minha funda vergonha,

tudo no branco banco do meu carrão.

Ao sair, o solícito mendigo me encara suavemente e finaliza:

– O doutor sofredor não se lembra de mim?

Pois não é que se trata do mesmo mendigo

adotado por sob a marquise da TV Brasil?

Ele levou  uma porrada de porradas, de madrugada.

 Deixou as  poças de sangue de lembrança

antes de ser levado ao quase necrotério.

Nenhuma nota na Grande Imprensa

+ entretida no aloprado caso Palocci.

Siga-o, o fedido mendigo, no post, linko abaixo,

cabisbaixo, arrasado.

https://mamcasz.wordpress.com/2011/06/15/brazil2-se-puder-nao-volte/

Moral do lero:

Quase que o mendigo estraga o meu bacalhau.

 Evito o dito ligando o ar

corretamente condicionado do meu caro carro.

Sustentável.  

Ecologicamente correto.

Eticamente roubado.

E me distancio do Zé Povinho.

Fuga que custa apenas um real.

 


Quatro dias de feriadaço sem internet em casa; no fundo, um exercício mental.

Mostra o quanto a gente é dependente da bicha. Nada a ver com a maior parada de gays do mundo, a de São Paulo.

Uma perguntinha só:

TEM GAY MULHER?

Mas de volta ao Brazilzão, quer dizer, à falta de internet em casa.

 1 – Brasileiros roubam os fios de telefone da quadra onde eu moro.

2 – Dois dias para a troca.

3 – Ninguém preso; imagina, isto é Brazil.

4 – Troco a senha no Terra, por segurança; pronto, dá merda no modem e no roteator.

5 – Ligo pra OI, banda larga 10 megas; será?  Tecle 2 se quiser, tecle 3 se mandar, tecle …

Obs. Hoje eu estou absusando no uso do ponto e vírgula.

6 – Ligo pro Terra, provedor; para que?

7 – Moral do lero. É com o Terra, aqui na OI tá tudo ok.Oi? É com a Vivo, aqui tá funcionando. Mas aqui em casa tá tudo uma merda só. Então tecla 10.1.1.1; tô de saco cheio, umas dez vezes e nada. Manda o técnico. Não costumamos mandar – O que? Para onde?

8 – Morro na grana para fazer o conserto no particular.

 FINAL:

 Falando em morro, não os das favelas, mas em morrer, tem concurso público, na cidade paulista de EMBU, para SEPULTADOR – nome poiticamente correto para COVEIRO. Mando a pergunta na inscrição:

– Eu posso enterrar quem eu quiser, por exemplo, um conhecido corrupto?

 Veja mais em:

 http://www.entregabrazil.com.br

 


Martin Luther King. Budha. Mahtama Gandhi.  Maomé!

Krysto, sem as frescuras das ínfimas carolas.

Já o Martin Luther King, prum país KKK ( cruz, cruz, clã), branquelo, USA,  é super.

Inda que um nego, Harvard, esteja na Presí.

Falso negro, sorry Mr Ozama.

Mas eis aí abaixo foto da primeira igreja onde o pastorzinho MLK pregava.

Birminghan, Alabama, USA pobre de marré.

Donde começou a marcha contra negrinho usar lugar no ônibus separado do branquelo.

Nem podia mijar no mesmo penico, meu. Phode?

Mas a negona dar o  peitinho (hummmm…) pro branquelinho mamar, tudo OK.

Translate, Google, vai, Mané!!!

Ah… a photo abaixo é uma produção conjunta.

Eu, Eduardo Mamcasz, e Cleide de Oliveira.

Uma neguinha que encontrei nos USA e trouxe cá prá minha  casa grande.

Ela lava, passa, enxágua, bochecha e muito mais.

Vero!!!

 E aí, meu, num tá demais?

 Confessa, ou te levo prá Guantanamo, Kuba, maior acerto entre USA e Fidel Castro.

El Comandante Fidel tá em Miami tratando da próstata dele.

Seria prostrata?

Junto de Fidel, o Chavez, vulgo Hugo, no mesmo local prostrado. Ou seria bostado?

Vai, gúgui, translate this sheet. É assim mesmo que se escreve MERDA?

TORTURA UNIDA, JAMAIS VENCIDA.

 PORRA!!!!

Me desculpe, extrapolei…

Sorry, viste?

Go to Google to translate this crazy words, manezinho!

11


Vadias e maconha no forró de Brasília City

Marcha das Vadias.

De mãos dadas com a Marcha da Maconha.

Visto assim, só pode dar a maior gozação.

A mensagem sai desfocada.

Maconha e vadia, um prato cheio.

Igual à velhaMarcha dos Veados.

Vira do Orgulho Gay. Aí, sim.

Hoje, mostra até  gay mulher.

De volta às Vadias de Brasília.

Acusam, de modo torto, seguinte:

Desde janeiro, na Grande Brasília,

DUZENTOS E OITENTA E TRÊS ESTUPROS.

Mais trocadilhos.

Ainda em cima das vadias.

Meu ouvido vira penico, moro ao lado da Escola.

Asa Sul de Brasília.

É creche classe média, depositário diurno de crianças.

Faz-se, então, a festa junina.

Forró no volume distorcido.

Caixas de som rachadas ( desculpe-me, cara vadia).

Nada contra a canarinho fazer forró junino.

Mas pega mal  pré-escola infantil apologizar

ENTRE   TAPAS   E   BEIJOS.

Ao coro de alegres mães funcionárias, algumas, vadias.

Ou pais assessores maconheiros.

Todos marchando unidos, neste sábado.

Em protesto, tasco no meu som, altíssimo volume:

– Meus heróis morreram de overdose!

– Raspas e restos é o que me interessam!

Brazil, mostra tua cara!

Cazuza

Image via Wikipedia

Para arrematar o forró brega da pré-escola infantil,

lasco + Cazuza:

– Só não é feliz quem não comeu a sua mãe!!!

De quem? A minha ou a sua?

A resposta vem rápida no conjunto ao vivo da pré-escola:

-Eu quero ovo de codorna pra te comer!

Aceito a derrota.

 Telefono pruma amiga vadia.

E vou com ela “dormir” noutro lado da cidade. 

Uma pena que seja crime fazer apologia.

De que mesmo?

Boquete infantil a um real?

Dezoito milhões de miseráveis na merda?

Portanto,

Pense!

Ainda não está proibido.


The piss and blood from the beggar in Brasilia, Brazil

O mijo e o sangue do mendigo de Brasília

Olha que obra mais linda, que cheia de arte.

Passo por ela, por cima; recrio-a por baixo.

Tudo ao meu alcance,   aqui no trabalho.

De volta à Pátria Amada e Idolatrada.

Capital do Império Latrino.

Brasília City. 

Capital: Brazil !!!

As fotos de hoje fazem parte do que restou, nesta madrugada, do mendigo sem eira nem beira.

Ele   sempre dormia sob a  marquize ao lado de onde trabalho.

Durante o dia, ele enchia o nosso saco, no fumódromo em frente ao prédio.

A gente se livrava do pedido dele – me dá um cigarro aí –  com um rapidissimo chega para lá.

Até porque ele sempre fedia pra burro, coitado, lavar as coisas adonde?

 Mijar?

 

 No chão, jaz o mijo misturado ao sangue do mendigo.

O pior é que não ganhou uma nota na imprensa.

A perita polícia do sequestro de ontem, onde?

Junto com a imprensa nos gabinetes de Brasília.

Poliça: vamos ter mais quatro mil meganhas.

Imprensa: poliça diz que vamos ter mais.

E o mendigo que apanhou a noite toda?

Alguém pelo menos sabe o nome dele?

Moral do lero.

Estou cá a ouvir a seguinte frase no meu penico:

– Hum! mas que cheiro bom de bife acebolado.

Vem do lado oposto, da birosca da grelhada.

O cheiro, não do sangue do mendigo; do bife.

– Descanse em Paz!

  Amém!

Agora me dá licença que vou vomitar no saco.

Está na entrada da produtora onde trabalho:

2 – Este post saiu no jornal de Portugal. Blogs do Sapo.

Se puder não volte

http://noticias.sapo.pt/local/mafra/

Aproveite, veja e oiça também

Setenta por cento dos mendigos são negros

http://podcast1.com.br/programas.phpcodigo_canal=1618&numero_programa=49

BRASÍLIA, CAPITAL DA ESPERANÇA.


Tô de volta na Amada Pátria Idolatrada.

Capital do Império Latrino.

Primeiro Ato.

Trato da volta da sogra, 87 anos, mora sozinha e tal.

Da volta dela para a mesma quadra em Brasília.

Justo onde hoje acontece o sequestro nacional.

Re-volte, sogra!

 

Mais um ato.

Este cara aí, o coronel Roriz, continua solto.

E acabo de saber dele o seguinte.

Foi um dos fundadores do PT em Luziânia.

Aqui perto, na Baixada de Goyaz.

Vou ver isto de perto.


 

Fico na dívida com relação ao Delta Blues, no Vale do Mississipi, Crossroads, casa do B.B.King e tais.

Daqui a alguns dias eu posto.

É que embarco de noite, em Atlanta, Geórgia, chego de manhã em Brasília.

Logo em seguida estou no plantão na Rádio.

De chegada, a tropa na rua.

Pronto, estão de volta, penso, enquanto procuro, rápido, pelo Plano B.

Mas era a tropa do bem.

Filmando, no estúdio da Rádio Nacional de Brasília.

Nome do filme:

SOMOS TÃO JOVENS.

Direção e Produção: cineasta Antônio Carlos Da Fontoura.

Que então arrasto, manu suave, para o estúdio ao lado da Radio Nacional FM, onde estavam as cenas do filme, o ator tal qual  o próprio Renato Russo, no começo, sem barba, bancário, classe média.

E sobre isso conversamos.

Pergunta ainda não respondida:

QUE PAÍS É ESSE, PORRA!

 Para ouvir a conversa, é só clicar. De graça, que nem injeção. Coisa Pública: 

http://snd.sc/j9MMpx


Baixaria!

Tô cá no Mississipi, no meio dos negos que recebem Bolsa Family.

Pobres de marré.

Mas tão pobres e sem buraco na rua.

Com Wifi, banda larga, tudo free, na boa.

Por isso, amargando a volta pro meu Varonil País, acesso o Estadão:

 

Vai daí que tô aqui numa boa junto dos negos jalofo, tonga, edo ou andongo, sei lá, meu.

E num lugarejo pior do que Caetés, chamado Lula.

Ide ao google: lula, mississipi, usa.

E então, fato posto, os negos gargalham e me ensinam isso aqui, ó, mana:

E aí, meu?

Volto pra este imenso parque de diversão named BRAZIL?

Ou continuo ilegal por aqui mesmo?

Hein?????

Pras manas mensaleiras:

Fuck you!!!


Incrível como os gringos, e não parlo de Hollywood, presersam os cenários dos fimes.

Fico assim pensando se a gente tivesse guardado os cenários do Glauber Rocha.

Deus e o Diabo na Terra do Sol.

Não falo de Brasília.

Isto posto, estou passando, pela segunda vez, num lugarejo entre Atlanta e Macon, na Georgia on My Mind, USA.

Lugar da filmagem de Tomates Verdes Fritos.

Pois Juliette é o nome do lugarejo onde foi filmado

TOMATES VERDES FRITOS.

O cenário está tal e qual.

Aliás, isto me lembra que está na hora de voltar para Brasília a tempo, ou seria há tempo, de ver

A MARCHA DAS VADIAS.

Vai ser no dia 18 de junho, tem a ver com o Canadá.

Meio que parecido com a

MARCHA DAS MARGARIDAS.

Tem a ver com Maria da Penha.


Pois é justamente neste Twistle Stop Cafe que acontece tudo no filme

TOMATES VERDES FRITOS.

Tem o maluco, o xerife local apaixonado pela menina forte que tem como amiga a falsa fraca, que ali chega cansada de apanhar do marido que acaba seguindo-a até lá e aí acontece o melhor do filme.

O machão é justamente morto, não fica claro por quem, a menina forte assume, mas não foi ela, tanto que até o pastor local jura sobre a Bíblia, ainda que tipo santo do pau oco, isto é de Minas, uai.

Resumindo.

Neste local, foi no filme, mas parece real, tanto que fiquei cismando fazer o mesmo com uma pessoa inimiga.

Brincadeirinha…

O negão acaba servindo o famoso B.B.Q. (churrasco) justo pro xerife da cidade do machão.

Mas os dois babacas nem imaginam que um está comendo o outro.

Pois o machão morto foi cortado em pedaços.

Com isso, some-se a prova da evidência.

Até porque o poliça o come.

E até elogia o churrasco, ops, a tenra carne do amigo.

Triste fim de todo machão.

T H E    E N D


Estive nos túmulos de Mahatma Gandhi, em Nova Delhi, e no de Martin Luther King, em Atlanta, Georgia.

Os dois são enormes na teoria do derrubar pelo não-agir, pela não-violência e tal.

Os dois lugares são cheios de magia amortecida.

Mas sentimento mesmo sinto agora em Birmigham, Alabama.

Na mesma praça onde começou a famosa March Route.

Os negros a pé, do Alabama até Washington.

Contra a segregação racial nos ônibus, bares e bebedouros.

A polícia branca começou matando negros logo ali, na praça.

Em frente à Sixteenth Street Baptist Church.

Justo onde pulpitava um jovem pastor.

Martin Luther King.

Que depois acabou sendo morto.

As fotos falam:

   


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