Turismo



 

A foto acima junta duas cobras e um pau.

Primeiro, a Ponte dos Remédios.

Por conta dos desvios do SUS.

Está no balança mas não cai.

Ponte JK. Bichada. Doente.

Vista da Residência da Presidência.

Alvorada Brasileira no Lago do Paranoá.

Acaba de ser invadida por uma pessoa cidadã.

 

 

Minha Brasília é tirana nos segredos.

Aqui, nunca se sabe ao certo do Nada.

A imprensa oficialmente só se homizia.

Neste caso mesmo  dessa  intrusa visita.

O elemento, em nota oficial da PF- GSI-EBC, seria:

33 anos, separado, mineiro, dono de Pajero.

Universitário.  Mora na Asa Norte.

Funcionário Público.

 

 

Enquanto isto, nós  jornalistas nos calamos nos perguntares:

1 – Poderia ser filho de alguma ex-autoridade?

2 – Poderia ter nome completo?

3 –  Poderia  o carro ter placa?

4 –  Poderia estar morto?

5 – Poderia ser você?

6 – Poderia ser eu?

 

Mais uma e a última sempre é a melhor:

 Poderia  ser algum  ex-morador bêbado?

 


Quando cai merda do céu, lá vem a frase do Zé Povinho:

– Com a ajuda de DEUS, eu vou melhoral, melhoral …

É melhor e não faz mal.

Faz sim.

Pela ordem, cumpanheirada.

 

1)      – Em um mês, duas intervenções do Exército Brasileiro no Rio (Alemão-Friburgo).

           Para limpar as  merdas divinas  das autoridades terrenas.

 

2)      – Enquanto isto, onde estava DEUS?

           Em Paris, na cama com o Cabral. Desde 1.500…

 

3)      – Três perguntinhas básicas:

 

a.  DEUS sabia das 700 mortes?  é muito mais do que isso?

 

b.  DEUS sabia que os pobres estavam estuprando a Mãe Natureza?

 

c.  DEUS sabia de tudo?   não fez nada?  por que?  hein?

 

 

 

Este é o meu novo livro de cabeceira.

DEUS – UM DELÍRIO.

De  Richard Dawkins.

Um dos três maiores pensadores da atualidade.

Diz-se que quando uma pessoa tem delírio, é maluco.

Quando  junta  uma porção de malucos, vira religião.

Daí, tem mais é que arranjar um DEUS.

Se católico,  queima  gente na fogueira da Idade Média.

Se muçulmano,   estoura torres gêmeas e muito mais.

Se judio,  estraçalha os palestinos e não os nazistas.

 

Moral duvidosa:

 

– Qual deus jogou merda do céu em cima da região serrana do Rio?

  

 

 

“Deus, ó Deus, onde estás que não respondes.

Em que estrela tu te escondes

Embuçado nos céus?”

( Castro Alves )

 

 “Como pode Deus permitir a morte de centenas,

de milhares de inocentes?”

Voltaire – 1755- após terremoto de Lisboa

 

” Deus tenta rezar, tenta rezar pra quem?

Deus não vê ninguém…”

Lobão – Pobre Deus.

 


“Começo hoje uma viagem incansável para investigar onde mora o eu que há em mim … se é que mora alguém”.

Lobão – 50 anos a mil .

Notre Dame de Passy – Paris – 2011


Onde tem Niemeyer, estou lá.

Seja Niterói, Nova Iorque, João Pessoa ou Berlim.

Principalmente Brasília, onde me acomodo e adoro passear de madrugada, depois de alguma noitada em casas amigas.

Pois agora em Paris fui à Place Colonel Fabien.

 Fica  na parte alta de Belleville, subúrbio parisiense que omisia argelinos, indianos, turcos, negros, brasileiros e todos os ladinos do mundo.

Tudo isto para conhecer uma das obras mais antigas do nosso grande Niemeyer.

É a sede do Partido Comunista Francês – PCF.

 Falando sobre esta beleza, no Pariscope (revista semanal que custa 40 cents de euro),  5 au 11 janvier 2011, o designer Matali Crasser diz o seguinte:

“J’adore cet architecte (Oscar Niemeyer) –  très audacieux et il y avait un magnifique savoir-faire.

 Il suffit d’observer les façades et les vitres, la façon dont  elles on été pensées.

Comme souvent avec Niemeyer, il y a quelque chose de simple, d’accessible à tout le monde.”


 Anistia para  Edith Piaf.

Nesta  ida a Paris, vasculho  traços perdidos dessa Edith Piaf.

Sobrevive  aos 20 no trottoir do bas-fond (puta).

Chansonnière da zona.

Chegada à morfina, morre aos 47, magricela, baixinha e feia.

Mas cercada de amantes bonitos, entre eles o Ives Montand.

Ou Marcel Cerdan, campeão de boxe.

Sepulta-se na multidão do cemitério Père Lachaise.

Perto da rua de Belleville, onde nasce.

Ali,  vejo hoje apenas uma porca e parca placa.

Merecedora de uma anistia ampla, geral e irrestrita.

A lesma lerda  no Café Menilmontant.

 A pequena meretriz com voz de Piaf  (pardal) canta:

 Milord, je ne suis qu’une fille du port, qu’une ombre de la rue.

Acá, eu vejo o nada.

 Até a garçonete com cabelo de colibri se espanta com o passado.

Ela  sabe por mim que  Edith Piaf ali ainda marca presença.

Hoje evaporada no devaneio da morfínica modernidade.

Insisto, não desisto e sorvo na bar e na  Place Edith Piaf, Porte de Bagnolet, o último canto do passarinho.

 Hoje completamente esquecida na Paris dos tempos de Sarkozy e Carla Bruni.

 Prefiro minha pequena meretriz solfejando latente no meu ouvido morno:

– Mamcasz! Je me regrette rien, je me fous du passé…

– Pardon, Piaf!

– Não tô nem aí. Tô cagando pro meu passado.

– Edith … olha os modos …

– Phoda-se, mon cheri.

Il faut se méfier des mots

Tem mais é que ter cuidado com as palavras

Phoda-se, meu.


Gente!

Acabo de chegar de  outra viagem a Paris, não vi a posse nem a virada   nem nada.

Amei!

Apeio em  São Paulo, a maior cidade da América Latrina, a caminho de Brasilha e no ato ressinto que tudo está tão diferente, sem as filas em zigue-zague, o aeroporto poeirento, um banheiro com dois vasos sujos para trezentos chegantes, poucos estrangeiros, nada de classe média micha, tanto que sou recepcionado por funcionários públicos da Polícia e da Receita (Federais!), todos lindos, sorridentes e solícitos:

– Bom dia, como vai cidadão, a viagem está boa?

E tudo isto antes mesmo de mostrar meu passaporte diplomático que eu tenho desde criancinha porque sou filho de pai operário, analfabeto e cachaceiro,  no interior do Paraná (com esta localização, de fato, escapo da censura!).

Portanto, cá está mea culpa na foto abaixo tirada em Paris, nesta semana, fica na Rua Oberkampft, entre as bulevares da Republique com a Beleville, que termina na Menilmontant. Tudo uma merda. Bom mesmo é aqui no meu Brasil onde, na volta, não vejo mais mendigos, crianças pedindo esmolas, meninas dando nos postos de gasolina por alguns trocados, gente passando fome, nem nada. Nada, mesmo. E os detratores ainda falam mal da Bahia, phode?

Estou de volta. 

Inté e Axé!

Merci!

 


                         Hoje, Dia dos Finados (02-11-2010), mato este blog  para felicidade de uma porrada de cagüete,  delatora, denunciante,   alcagüete,  dedo-duro, hard-finger, dona  ruela,  fofoqueira,  maria bocona.

                       Mais as  traíra,  X-9, vira-casaca, linguaruda, dedo-de-seta, Judas, soplona, soffiatore, moucharde, moutona, sneak, dobber, supergrass,  boca mole, língua solta, fedepê e   língua de tamanduá.                            

                       Mas antes de enterrar este finado, desejo do fundo da minha mente-coração o seguinte para estas todas fedepês que me atasanam a vida em troca de uns centavos quaisquer na casa delas desalmadas.

                       Que todas apodreçam nas Virgem de Ferro, Roda de Despedaçamento, Máscara de Escárnio, Berço de Judas, Garras de Gato, Bota Espanhola, Cadeira de Bruxa, Esmaga Cabeça, e Quebrador de Joelho.

 

                  Minha quenga ruela, língua solta, traíra, xisnove, sente só o que eu te preparei  neste último post deste finado blog.

                 É tua a escolha entre a manjedoura, onde terás deslocadas as juntas do corpo, ou a ter chumbo derretido jogado nesta tua boca suja.

                Terás ainda que  comer partes de teu corpo  misturados a merda, urina, suor, lágrimas, catarro, pus e sangue desovulado.

                 Portando, minha cara alcagüete, te reservo os seguintes instrumentos:

Roda de despedaçamento    

            Serás amarrada na parte externa porque abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficam as brasas e à medida que a roda se movimenta em torno do próprio eixo, tu serás queimada. Se preferires, troco as brasas   por agulhas metálicas.

Dama de Ferro    

        Serás ferida  grave mas não mortalmente com espinhos metálicos dispostos na face interna das portas desta espécie de urna funerária testada desde o dia 13 de agosto de 1515.

Berço de Judas    

       Serás sustentada por correntes e colocada “sentada” sobre a ponta da pirâmide  que serão afrouxadas   gradualmente, fazendo com que este teu   pressione e fira  os teus ânus,  vagina e cóccix.  

Garfo     

      Serás presa numa haste metálica, com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo,    por uma tira de couro ao teu pescoço  que, ao ser   pressionada, vai   perfurar tua região abaixo do maxilar e acima do tórax.

  Pêra

      Serás introduzida, pelas tuas boca ou vagina, a um instrumento metálico em formato semelhante à fruta pêra que tanto gostas e ele aos será expandindo aos poucos dentro de ti.  

Máscaras    

          Serás obrigada a vir trabalhar com uma máscara de metal que te incomodará mais pela exposição pública do que pelo sofrimento.

Cadeira    

                    Serás sentada pelada numa cadeira coberta por pregos sentindo ainda o calor das brasas colocadas na bandeja na parte inferior.   

Cavalete    

                   Serás   posicionada de modo que tuas costas se apóiem sobre o fio cortante e os braços fiquem presos aos furos da parte superior e os pés  às correntes da outra extremidade.                 Além disto,   através de um funil ou chifre oco introduzido em tua boca de tamanduá, terás que beber   água, com o nariz tampado para impedir o fluxo do ar,   provocando teu sufocamento até quase perto da morte, mas não chegando a tanto porque sou contra a violência.

Esmaga cabeça

                  Serás pressionada pela cabeça neste capacete, através de uma rosca, de encontro a uma base na qual terás teu maxilar encaixado até teres este teu crânio esmagado, deixando fluir tua massa cerebral.

Quebrador de joelhos    

                 Serás pressionada pelos joelhos, progressivamente, até teres esmagadas a carne, músculos e ossos, por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas que se encontram a  cones metálicos pontiagudos.

Mesa de evisceração    

                Serás presa sobre a mesa de modo que as tuas mãos e pés fiquem imobilizados, enquanto receberás,  manualmente,  um corte sobre teu abdômen onde  era inserido um pequeno gancho, parecido com um anzol, preso a uma corrente no eixo, para serem extraídos, aos poucos, os teus  órgãos internos.  

Pêndulo    

            Serás amarrada pelos pulsos, com os braços para traz,  por uma corda que se estende até uma roldana e um eixo e que será  puxada violentamente para deslocar teus ombros e provocar diversos ferimentos nas tuas costas e braços.

Potro    

              Serás deitada sobre uma mesa e teus membros serão presos por cordas que serão giradas com uma manivela, por sete vezes, produzindo efeito  torniquete até sentires teus ossos todos esmagados.

 

Atenção!

                     No findamento definitivo deste blog, agradeço piamente os ensinamentos que recebi do padre católico dominicano, Frei Bernardo Guy, sem os quais não estaria apto a aplicar estas torturas em todas as minhas indigestas denunciantes X-9.

Comercial!

                  Se tu tiveres algum desafeto e quiseres aplicar estes instrumentos, podes comprar o “Livro das Sentenças da Inquisição”. É o melhor tratado de torturas de todos os tempos. Melhor ainda se for no original guardado secreto no Vaticano:

 

LIBER SENTENTIARUM INQUISITIONIS

Bernardus Guidonis – 1261 – 1331.

 

Portanto, eis a minha derradeira mensagem neste blog:

  

–  V Ã O     À     M E R D A  !!!


Mais uma vitória (de quem, mané?).

Nesta terça-feira (26-10-10) o painel do Impostômetro, em São Paulo, cravou a marca de um trilhão de reais de impostos recolhidos, só neste ano, pelos governos federal, estaduais e municipais.

Ou seja, um trilhão de reais retirados do Zé Povinho.

Resta saber agora o quanto deste trilhão vai pro ralo do esgoto (meias, cuecas, sutiãs,bolsas, etc,etc). E tal:


124 dias sem chover aqui em Brasília.

E cem que a cada dia não se passe sem escândalo.

E né que a turma do IBGE, tão volumosa quanto a dos Fichas Limpas (ou não), continua batendo no portão do meu prédio a fim de preencher, numa boa, a taxa de produtividade de cada uma pessoa lá da equipe deles?

Tudo bem.

Alego que não confio mais nas instituições que vazam nosso sigilo, fiscal ou não, mais do que o ladrão da caixa d’água.

– Nós asseguramos que não haverá quebra de sigilo.

– Nós quem, cara pálida?

E o povão do subúrbio, ali representado no provisório agente de recenseamento, mostra-me uma carta ameaçadora, com a lei 5.534, de 14 de novembro de 1968.

Portanto, o IBGE está baseado numa lei do AI-5, da Ditadura Militar, que diz:

– O censo do IBGE é de resposta obrigatória estando o faltoso passível de multa de até cinco vezes o valor do maior salário mínimo vigente no país?

– Mínimo do povo ou mínimo do promotor-juiz-pf-político?

– Num sei não.

– Então me dá aí o envelope lacrado com a senha que depois eu preencho no internet.

E foi assim então que escapei da lei em vigor desde o Ato Institucional Number Five.

 

Primeiro, ide até:

http://questionario.censo2010.ibge.gov.br

Daí, coloque o código de acesso.

Atenção.

Não se trata de uma das 40 senhas em anexo (é, Mané!)

Cinco dias de prazo.

Daí, tem telefone automático.

Depois, o agente volta ao teu domicílio-residência-mansão-barraco-marquise.

Preenchi tudo, no básico, mas errando seis vezes para usar senha, sempre diferente. A cada quadro, uma aposta nova na mega-sena 1218,  que passa dos 63 milhões.

De estalo, depois do sexo, se casado com mesmo ou diferente bitola, empaco na resposta relativa à minha cor. Vou ao espelho, estou meio bronzeado, e volto aos ítens. Duas dúvidas: Pardo (4) e indígena (5) são cores ou raças?

Tem uma coisa que me arrepia todo em preencher, ainda mais nestes tempos hitlerianos  de qualquer agentezinho de merda quebrar meu sigilo.

Preencha a seguir a quantidade, o nome, o sobrenome de cada um dos elementos ditos humanos que moram no teu aparelho. Tem mais. Quanto cada um recebe em dinheiro, benefícios, caixa dois, por fora, bico e por aí foi o meu sigilo.

Finalmente, o IBGE quer saber quantos brasileiros e brasileiras estão morrendo lá fora, no estrangeiro, ralando ilegalmente.

Desculpa, o IBGE diz morando, errei, disse morrendo:

Saiba mais do que o IBGE:

Dois em cada três brasileiros que vivem fora do Brasil estão em situação irregular.

Clique abaixo:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100926/not_imp615339,0.php


                         No final da Ditadura Militar, no limiar da Nova República, aqui em Brasília reinava um movimento de rua, dito cultural, chamado Projeto Cabeças.

                         Era fruto de música (do Liga Tripa a Cássia Eller), de poesia (de Chico Alvim a Porretas), de circo (Ari Parraraios), de artes plásticas (de Hermuche a Paulinho).

                         Tinha Grande Circular ( ônibus e revista), Porretas (coletânea de poetas), Ministéricas e muito mais.

                        Trinta anos depois, as meninas estão avós, os tios se foram, e um telefone continua muito pouco para o Renato Matos.

                      Pois hoje,   no Parque da Cidade, onde ele findou, acontece uma ressurreição, inda que passageira, do Projeto Cabeças.

                         Logo abaixo, pode-se ouvir o programa ET NA ATLÂNTIDA FM, 1986, com a participação do Liga Tripa, conjunto mambembe,  com Ita Catapreta e Toninho.

                        Edição (a la Glauber Rocha) e apresentação minha (Eduardo MAMCASZ).

                        Participação de dois sobrinhos então com nove anos de idade: Thiago Turiba (professor de Física) e Felipe de Oliveira (fotógraf0).

                        São 30 minutos de maluquice pura de uma época (1986) em que a gente acreditava que a democracia tinha voltado para valer.

                       Neste programa, aparecem palavras típicas daquela época, hoje morta:

                     Pacotão, Tancredo Neves, Liga Tripa S.A, João Figueiredo, Granja do Torto, Tancredo Neves, Trem da Alegria, Sucuruji no Lago do Paranoá, Viva Maria de Godard, A gata da Brigite Bardot, Clementina de Jesus-85 anos, Ortega, Alfonsin, Sanguinetti, Grande Circular, Carlos Drumond de Andrade, Vinicius de Moraes, Batata, Nova República, Clube do Ócio, Greve no Vaticano, Tango do Tancredo.

                    Para ouvir  clique abaixo:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

Comente abaixo:

https://mamcasz.wordpress.com/2010/09/18/brasilia-30-anos-depois-%e2%80%93-cade-voce-hein/#respond

 


                                      Por eu também ser preto e branco que nem meu glorioso Botafogo, então hoje  me junto aos porcos e aos peixes na homenagem aos cem anos de criação de um time cujos torcedores são os campeões na chatura.

                  Eles são fiéis e só empatam na chatura com os flamenguistas.

                 Acontece que  menguistas e corintianos são gente fina, ou seja, aceitam qualquer tipo de ironia, nunca a levam ao plano pessoal, até porque não aceitam ser usados e nem se curvam de quatro, joelhos no chão.

                 E  vale  até  na derrota nunca aceita de pleno acordo, mas isto é de lei, faz parte do jogo. 

                Estou falando, lógico, do centenário que se comemora hoje (só para ajudar, não sei porque hoje não é feriado nacional), do Corinthians (escreve-se com TH, sei lá porque, meu), com 33 milhões de sofredores espalhados pelo rincão tupiniquim, a partir de um bairro paulista chamado ITAQÜERA (eu só falo assim, no quiéra), escondido porque tem as melhores mulatas do Brasil, já fui lá conferir com meu amigo paulista chamado Róger Gel, que me ofereceu um caminhão cheinho delas, só não aceitei porque seria muita areia, sô, e acabei trazendo só meia dúzia e pouco aqui para casa e me arrependi porque devia ter aceita mais algumas.

                Então, bom botafoguense, espírito mais ameno, també dou meu grito hoje:

                SALVE O VELHO CORINTHIANS, MEU.

               Só tem um negócio. Se beber, não dirija e se fumar, não dê vacilo porque o Ministério da Saúde adverte:

                Corinthiano é tudo um bando de louco. Tudo GavEão.

                Por isso,fica aqui o aviso para o fato mais importante do século:

Eu não sou louco … é pouco (Do Eu).

Inté e Axé.

And now, go to:

http://www.oscosmopolitas.com

Fui.       


Tô me preparando para uma nova viagem.

Tô sapeando na Internet.

De repente, levo esta porrada na boca do estômago.

Ana Carolina e Seu Jorge.

Ode aos aloprados mensaleiros de todo e sempre.

Primeiro a letra, depois a foto, depois a imagem-som, tá?

Pela ordem, cumpanheirada:

Neste Brasil corrupção
Pontapé bundão
Puto saco de mau cheiro
Do Acre ao Rio de Janeiro

Neste país de manda-chuvas
Cheio de mãos e luvas
Tem sempre alguém se dando bem
De São Paulo a Belém

Eu pego meu violão de guerra
Pra responder essa sujeira

E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
 

Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu
Não tenho nada por sapato
A não ser o passo

Neste país de pouca renda
Senhoras costurando
Pela injustiça vão rezando
Da Bahia ao Espírito Santo

Brasília tem suas estradas
Mas eu navego é noutras águas

E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade

Para ver/ouvir/sentir/latir 

Clique abaixo

http://www.youtube.com/watch?v=jH6grXm1MG4


Documentário interessante este saído hoje aqui nas reduzidas ondas da Rádio Brazil.

Primeiro, cada equipe (repórter-produtora-técnico-estagiário-motorista-segurança-consultor da PF) pega o quite dedo-duro, além de gravador digital e tal (isto é que é…).

Mas que quite é esse, ô mano, diria o ido Jonas?

Simples.

Passe na farmácia, compre Quantox (?). Isto mesmo.

Jogado no esgoto do vizinho, dá para ver, no ato, se a pessoa cidadã mija Benzoilecgonina (?).

E se mija?

Então,  meu,  quer  dizer que ela fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA.

Sujou…

Daí que depois  de muito fumar-comer-beber-cheirar  COCAÍNA, das sete da manhã de um dia às sete horas da manhã do dia seguinte,  horário de Brasília, direto, sem parar, as equipes da Rádio Brazil voltam ( em rádio é assim que se escreve, sempre no presente ) para a redação.

Resultado:

Tabulados os dados, conclui-se que o lugar em Brasília onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAÍNA, na base de meia tonelada por ano (512 quilos),  é o da foto abaixo:

Em Samambaia, Distrito Federal, cidade-satélite de Brasília, na divisa de Goyas, no Entorno, a equipe da Rádio Brazil,  filha da pauta, apurou que  cada pessoa  fuma-come-bebe-cheira, em média, 27 doses de COCAÍNA por ano.

 Em segundo lugar, na base do consumo, vem a vizinha (dela) Ceilândia, com 397 quilos por ano, o que significa 27 por cento de toda COCAÍNA que se fuma-come-bebe-cheira aqui em Brasília-Distrito Federal.

E o Plano?

Entenda-se por Plano o  que nem  Deus Piloto ousa tocar.

É formado pela classe que ganha até 40 salários mínimos por mês e se espalha, confortável, pelas Asas, Lagos, Esplanadas e Penínsulas (Sul e Norte).

Pois bem.

Se a gente somar o mijo examinado nos terminais  de esgoto Sul e Norte, passaria para o segundo lugar onde mais se  fuma-come-bebe-cheira COCAINA em Brasília. Somados, são 407 quilos, ou 31 por cento do consumo total.

Mas aqui tem um porém, lembrado no final do brilhante documentário da Rádio Brazil.

Na verdade, no Plano a quantidade de COCAÍNA é muito maior do que isso.

Motivo: a maior parte dos habitantes, felizardos funcionários ou lobistas, costuma trabalhar apenas de terça a quinta-feira, e assim mesmo, de vez em quando.

Daí que a equipe da Rádio Brazil tem a seguinte proposta:

Acionar os correspondentes para examinar o mijo no esgoto das outras capitais onde haja legítimos representantes pseudo-enviados cá para Brasília.

Porque, por aqui, mesmo com muita merda, o resultado é falho na Esplanada dos Mistérios:

Observação final.

Esta estória está escrita não por efeito de alguém que fuma-come-bebe-cheira COCAINA, até porque o salário aqui da rádio não suportaria tal consumo.

 O escrito está baseado (?) na reportagem da Folha de São Paulo (06-08-10), assinada por Flávio Ferreira, e que leva o seguinte título na capa do caderno Cotidiano:

PF INVESTIGA ESGOTO PARA COMBATER TRÁFICO DE DROGA

No mais, tudo é um brincar com as palavras.

Até porque, em Samambaia,  nem o sinal da Rádio Brazil chega legal.

Quanto mais a filha da pauta.

Mas lá tem pessoas importantes para minha mente : a ex-estagiária com olhos de camelo, a turminha dos ex-Radionautas, a rapeize do Parque Gatumé  http://parquegatume.wordpress.com/ , os róli dos  Dois Tempo  http://doistempomag.com/ … bem melhor do que ficar cheirando mijo dos outros, sô.

Que mais?

Chega, até porque estou preparando um almoço para lá de super bom, da minha verve, para este domingo, Dia dos Pais.

Convidados:

Pessoas colegas da Rádio Brazil.

Amanhã eu conto, tá?

Deixa agora eu ir dar uma … mijadinha, certo?

Fora do penico para não ir pro esgoto onde a PF tá de zoslaio.

Por segurança, direto no pé da Sativa.

Inté e Axé!

 


On this Sunday (08-08-2010), here in Brazil is the Father’s Day.

So I propose the following gift:

Six months’ paternity leave.

Like to your  mother.

Or her daughter.

Domingo é   Dia dos Pais.

Eu, que não tenho  pai nem mãe,  tô nem aí.

Os dois descansam há muito tempo, livre das amarras.

Filhos, ainda bem que não os tive e, se houver algum escondido por aí, já passou o tempo da validade para reclamar devolução ao útero da mãe lá dele.

Pois resta o que?

 

E antes que minha colega de trabalho, feminista das bem velhas, dos tempos em que elas usavam cabelos nos sovacos ensuarados, por conta do xerocado The Feminine Mystique, 1963, Betty Friedan …

Mas hoje eu quero é falar do pai, não da mãe e muito menos da filha dela.

E do porque o homem não pode ter direitos iguais aos da mulher.

Começando pela Licença Paternidade de seis meses.

Ou, já que somos macaquitos mesmo, por que não fazer que nem na Dinamarca?

Para este domingo, Dia dos Pais, preparei uns miúdos feitos de palavras que defendem o acesso igualitário deles aos direitos trabalhistas, começando pela longa licença paternidade.

 

Para saber como é a Licença Paternidade no Reino da Dinamarca e se ainda tiveres ouvidos para ouvir, clique no linque abaixo:

http://podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=1618

 

Convite

Café da manhã

Local: Auditório da Rádio Brazil – Porão do Venâncio 2000

Horário: das nove às 10h30m

Patrocínio: Associação dos Empregados da Rádio Brazil

Observação:

 Não será permitida a entrada de feminista que sofra daquele “mal sem  nome” que a Betty Friedan fala no livro “A Mística Feminina”.

A pedido de uma série de pessoas que não têm fone de ouvido ou que o tem (a orelha)  prejudicado, segue o texto, abaixo, do áudio, acima:

Domingo é Dia dos Pais.

Então, uma perguntinha bem rápida.

A licença paternidade não deveria ser de mais tempo?

No caso da licença maternidade, que pode ser de até 24 meses, aqui no Brasil, ela tem um custo financeiro tanto para a empresa quanto para a própria vida profissional da mulher beneficiada, uma vez que ela prorroga, por exemplo, as oportunidades de progressão no trabalho.

Mesmo assim, a licença maternidade, aqui no Brasil, na verdade ela acaba ficando pouco se a gente comparar, por exemplo, com a Suécia, onde ela é de 96 semanas. No caso da Noruega, a licença maternidade é de 52 semanas. Na Itália, 47 semanas.

Mas a prosa de hoje, em função do Dia dos Pais, neste domingo, é que tem uma coisa diferente começando a acontecer.

Aumentar o tempo de licença paternidade e, o principal, valendo também para os pais adotivos e os pais de casais do mesmo sexo.

Na Dinamarca, por exemplo, isto já existe. Lá, a licença varia de 24 a 48 semanas, ou seja, seis meses a um ano. Mas tem um detalhe interessante. O próprio casal é quem decide como tirar esta licença. Ela pode ser dividida do jeito que o casal decidir. Tantas semanas para um e tantas semanas para o outro. Com isso, o casal se entende como equilibrar a vida pessoal, em casa, sem prejudicar a vida profissional, lá fora.

Esta discussão de se aumentar o tempo da licença paternidade para quatro semanas, inclusive nos casos de filhos adotivos ou de mães ou pais do mesmo sexo, já é realidade em algumas das cem melhores empresas para trabalhar no Brasil.

De qualquer forma, a licença paternidade, aqui no Brasil, é de 1988. Cinco dias úteis. Por enquanto.

Então, neste domingo, Dia dos Pais, discuta este assunto em casa.

Inté e axé.


A frase do título arriba é do doido Dalton, o Trevisan, no novo livro dele, Desgracida.

Eu agora acrescento, pós quinto trago (se quiser, levo no sexto):

– Curitiba, aceitas mais um louco por ti?

De teu polaco exilado.

Mamcasz.

Tanto que, abaixo seleciono algumas photos em Curitiba:

E a porra do Trevisan “um pobre Sansão tosquiado”, ainda insiste em se masturbar pensando nas falecidas polacas.

Dá um tempo, mano.

As cores de Curitiba agora são outras.

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