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Very charged in street protests, opening the spreadsheet cost of public transport system, it actually mixing the political and financial costs of a formula that involves, on the one hand, revenues, on the other, and, ultimately, profits dealers. Sounds easy but is not.

 

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Povo nas ruas do Brasil mata lucro dos donos dos ônibus

 

Muito cobrada nas manifestações de ruas, a abertura da planilha de custos do sistema de transportes públicos, na verdade ela mistura aspectos políticos e financeiros numa fórmula que envolve custos, de um lado, receitas, do outro, e, no final, os lucros das concessionárias.

 

Parece fácil mas não é.

 

 

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Para me ouvir, clique abaixo

 

 

http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2013-06-27/aprenda-como-se-calcula-o-pre%C3%A7o-da-passagem-dos-%C3%B4nibus

 

 

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Script da coluna para rádio, uso livre, “ Trocando em Miúdo ” , dia 27-06-13

 

Ouça bem. É mais complicado do que parece. Primeiro, o serviço de ônibus, metrô, lotação regular, barcas, é tudo público, mesmo que tenha alguma empresa particular operando. Ela recebe a concessão da prefeitura, através de concorrência pública, para, em troca da tarifa, dar conta do recado. Tudo por escrito. Custos e receitas. O resto é lucro. Tudo nesta tal de planilha de custos que estão querendo abrir. E só para complicar. Quando tem Passe Livre para idosos e deficientes, ou meia para estudante, ou vale para trabalhador. Quem paga a conta? Até porque, pela Constituição federal, de graça só se alguém pagar. Tem que ter a famosa fonte custeio. Uma delas é aumentar o preço da passagem, na planilha, para que alguns paguem pelos que viajam de graça.

 

Que mais?Image

 

Pois então.

 

De volta à tão exigida voz nas ruas. Abertura da planilha de custos. A partir do total dos gastos é feito o cálculo do preço da passagem. Quer dizer, dos que usam e pagam por todos. Neste cálculo, na parte da empresa, entra até a depreciação do valor do ônibus, um bem patrimonial, pelo tempo de uso. Entram os reajustes do motoristas e cobradores. Entra a quilometragem rodada, o número de passageiros, o combustível. Se tiver corte de imposto no óleo diesel, isto teria que ser diminuído, ou abatido nos custos. Teria… Com o custo total, passa-se ao outro lado da planilha. As receitas. No caso dos transportes, é o recebido pela venda da passagem. Mais as propagandas nos vidros e tal. Cabe ao prefeito, então, definir o preço, o tempo para o próximo reajuste e tal. Mas daí tem os desvios.

 

Quais?

 

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Fechando a prosa porque é ela comprida por demais. Os donos das empresas de ônibus, com tudo acertado, contratos de 15 anos, que é o tempo útil de uma frota coletiva, pois mal, aí os empresários começam, a fazer de tudo para diminuir as despesas e aumentar os … lucros. Por exemplo. Transporte integrado é pior para eles. Linha pouco usada, nem pensar. Ônibus superloto é lucro certo. Se a linha for curta, tarifa igual, tiver muita gente pagando e pouco Passe Livre, aí é lucro certo. Para o dono da empresa, lógico. Pronto, acabei.

 

Alguma dúvida? Mande um e-mail.

 

emconta@ebc.com.br

 

 Inté e Axé!

 

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Português: Pichação Passe Livre em parede de e...

Português: Pichação Passe Livre em parede de edificação dentro da UEFS, em Feira de Santana, Bahia, Brasil. (Photo credit: Wikipedia)

 

 

 


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Soweto by Mamcasz

 

http://www.pordentrodaafrica.com/mandela

 

Nelson Mandela.

 

Português: Brasília - O presidente da África d...

Português: Brasília – O presidente da África do Sul, Nelson Mandela, é recebido na capital federal. (Photo credit: Wikipedia)

 

 

 


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Brazilian Friends and Companions People.

Tale of a pearl here parable of my polack grandmother.

Listen me.

The Army Forces support us here in Brazil.

http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2013/06/22/com-aval-de-dilma-fifa-usa-forcas-armadas-como-trunfo-para-seguranca.htm

Brasileiras, Amigas e Companheiras Pessoas.

Conto aqui uma pérola de parábola da minha avó.

 Em sendo ela polaca, uso o  pronunciamento direto. Soco no saco. Aiiiii…..

 Meninas pessoas das ruas do meu Brasil varonil.

– Heil!  menina pessoa nóia da esquina, drogada  da vida! Xô da minha tela nacional! Eu tô falando é  pro menino barbudinho.  Meu  MPL centavinho da vovó. Movimento do Passe Livre. Vem cá, meu putinho!!! Baixando as calças em troca de uns trocados. Que nem teu pai, velho baderneiro. Bandido! Largou tua mãe buchuda e se mandou prá Cuba.

– Volta pro texto, polaco!!!

Pois então. Minha avó polaca. Da parte de mãe. Makowsky. Mais da luta do que muita véia surda por aí.  Quando a gente reclamava que os Tios da Revolução, nos almoços em família, recebiam, no prato, de mão beijada, um pedaço de polenta maior do que o nosso, meninos da rua, sem saúde-educação-transporte-emprego…

– Polaco!!!

Ouça bem o que a minha finada no corpo mas nunca deletada na mente (boa, polaco!!!), respondia para a gente, menino reclamante, logo depois de uns cascudos  – isto é para você aprender a levar porrada na vida, polaquinho da vovó – respondia, não, discursava-conclamava-pronunciava à Nação Polaca presente, olhando pros Tios da Revolução:

– Dá vinte centavos pro menino comprar um picolé que ele pára de reclamar do pedaço de polenta que o pai dele tá ganhando de graça  da Bolsa Família prás CUT-PT-UNE-MST.

Imoral:

Mais claro do que isto, impossível. Faça um curso para entender polaco.

Moral Final:

– NUNCA MAIS COMI POLENTA NA MINHA VIDA!!! MESMO MORRENDO DE VONTADE DE COMER MAIS DE UMA.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/mpl-diz-que-nao-convocara-novos-protestos-em-sao-paulo.html

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Dilma implore the military support. Now, meu!!!

Brazilian Friends and Companions People.

Tale of a pearl here parable of my grandmother.

Listen me.

The Army Forces support us here in Brazil.

 

In my  being Polish, use direct speech. Punch the bag. Ai …..

  Girls street people.

– Heil girl person noia corner, drugged life! Shoo of my screen nationwide! I’m talking about is pro barbudinho boy. My grandma centavinho MPL. Movement of the Free Pass. Come here my putinho!! Downloading the pants in exchange for a few bucks. Just like your father, old troublemaker. Bandit! Your mom dropped buchuda and sent prac Cuba.

– Go back to text Polish!!

Since then. My Polish grandmother. From his mother’s side. Makowsky. More fight than many deaf vein there. When we complained that the Uncles of the Revolution, the family lunches, received, on the plate, spoon-fed, a piece of polenta larger than ours, street children, without health-education-transport-employment …

– Polish!!

Listen carefully to what my dead body but never deleted in mind (good, polish!), Responding to us, complaining boy, soon after some pounding – this is for you to learn how to take a beating in the life of polaquinho Grandma – answered no, speaking–spoke urged the Polish Nation present pros looking Uncles of the Revolution:

– Gives twenty cents pro boy buy a popsicle he stops complaining about the piece of polenta that his father’re winning grace of Bolsa Família Pras CUT-EN-UNE-MST.

immoral:

Clearer than that, impossible. Take a course to understand Polish.

Moral Final:

– POLENTA EVER HAD IN MY LIFE!! WILL EVEN DYING TO EAT ONE.

https://www.facebook.com/events/260842227391920/

Polenta, French fries, and fried chicken at a ...


Nossa Senhora de Brasília

Que em 2013 reine

 Certeza soberana

 Sobremesa farta

Na mesa e na cama

 Sem nos chafurdar em tanta lama.”

Oscar Niemeyer: Cathedral of Brasília. The sta...

Oscar Niemeyer: Cathedral of Brasília. The statues are works by Alfredo Ceschiatti (Photo credit: Wikipedia)

            Esta poesia eu fiz em 2005.   Foi o Natal do estouro do Mensalão do PT.   Há sete anos, vacas gordas para eles, mando esta mensagem, em toda passagem.

           Que o tempo de vacas magras, que nem na Bíblia, um dia chegue para eles.       

           Será? Leia e escute, ao som do Hino Nacional, clicando no link abaixo. 

https://soundcloud.com/mamcasz/feliz-ano-novo-povo-by-mamcasz

FELIZ ANO NOVO (foto)

Foto tirada na época, no pico das Montanhas Rochosas, no Canadá,

no começo de uma licença de seis meses, na Firma, sem custos para a dita cuja,

e no começo de uma volta ao mundo, no prelo, o livro From Alaska to Jeruisalen.

A íntegra mensagem:

Feliz Ano Novo, Povo.

(Para ler ao som do Hino Nacional)

Nossa Senhora do Brasília,

Santa dos sobressaltos,

Vos rogamos um presente bem brasileiro:

Que  ressuscitemos,  de  uma  só  vez,

Sem  ser preciso  ser santo nem  suar de medo

Nesta  incerteza de tantos segredos.

E adicionemos  a  este  nada,  o tudo

Que, noves fora, sonhamos  conceber.

E multipliquemos o zero da fartança,

Dividido pela dúvida agora do ato,

Que espanta, de fato, a esperança.

Que reine,  na certeza soberana,

Sobremesa farta,

na mesa e na cama,

 Sem nos chafurdar em tanta lama.

Ouça bem, Nossa Senhora de Brasília,

O brado fervoroso do vosso povo:

Tenhamos a nossa vez.

São os votos de Mamcasz, Poeta-Zen,

E de sua consorte, Cleide.

Amém.

https://soundcloud.com/mamcasz/feliz-ano-novo-povo-by-mamcasz

Povo Brasileiro

Povo Brasileiro (Photo credit: Samuel Magalhães)


 Era uma vez o menino cordeiro 

Filho da ovelha bendita Maria

Adotado pelo marceneiro  José.

*

Em berço de palha é embalado

 Na manjedoura de ida vindoura

Ao ponto da falha na vida afiada.

*

Ai que saudades do leito que vai

 E do berço que vem em nome do

Filho dos mil Noéis deste mundo.

 *
Para me ouvir, clique abaixo
 

https://soundcloud.com/#mamcasz/feliz-nova-era-by-mamcasz

Feliz Nova Hera by Mamcasz]

Do então cordeiro não mais bebê

 Na toalha se vê o rapaz tão bonito

Na cabeleira a coroa de espinhos.

*

Bendito Cristo menino que berra: 

 Quero mais ouro, incenso e mirra

Extraídos dos magos reis mágicos.

*

Quero a estrela que seja só minha

 Na manjedoura em que escolherei

Meu tesouro de presente natalino.

*

Quero mesmo uma festa  tri-legal

 Porque sou  filho da ovelha Maria

Pai desconhecido etecétera e tal.

*

Quero firmado no meu testamento

 Que neste dia o mundo me deseje

Até no pensamento um Feliz Natal!

*

Para você também

 Fagulhe o incenso

 Um cheiro de vida.

*

Muito ouro e mirra

 No ano que aí vem

 Na mira de alguém. 

Amém.

*

Feliz  Nova  Era  (2013)

*

Para 2012, clique abaixo

https://mamcasz.com/2011/12/29/happy-new-2012/

Para 2011, clique abaixo

https://mamcasz.com/2010/12/15/2011/

Para 2010, clique abaixo

https://mamcasz.com/2009/12/28/happy-chistmas-proce-throughout-all-the-days-of-2010/

( Eduardo Mamcasz – Poeta Quase Zen )

Natal 04 by Mamcasz

 

There was once a boy lamb

Sheep son of Mary Blessed

Adopted by cabinetmaker Joseph.

*

In cradle of straw is packed

 On the way to come manger.

*

Oh how I miss going to bed

And the cradle that comes in the name of

Son of the thousand Noéis this world.

*

 Von dann nicht mehr Baby Lamm

Das Handtuch den Jungen gesehen, so schön

Haare auf der Dornenkrone.

Selig Christ Kind, das schreit:

*

Wollen mehr Gold, Weihrauch und Myrrhe

Von den Magiern Könige Magie extrahiert.

*

Ich möchte der Star mein eigenes sein

 In der Krippe auf diesem Pick

Meine wertvollen Weihnachtsgeschenk.

Natal 03 by Mamcasz 

 

 Je veux vraiment un parti tri-légal

 Parce que je suis le fils de Marie moutons

Père inconnu et ainsi de suite et ainsi de suite.

*

Je me suis inscrit dans mon testament

 À ce jour, je voudrais que le monde

Même en pensée un Joyeux Noël!

*

Ciebieteż

Kadzidłofagulhe

Zapachżycia Bardzozłotoimirrę.

*

Rok, którynadchodzi

Nawidokkogoś.

*

 

Natal 02 by Mamcasz

 

(mais…)


In addition to traditional defense of northeastern causes many social and economic issues are present in the lyrics of more than five hundred songs Gonzagão that were alive, would be completing one hundred years. Hear my economic respects.

Luiz Gonzaga faz cem anos de rei do baião brasileiro 

Além da tradicional defesa das causas nordestinas, muitos temas sociais e econômicos estão presentes nas letras das mais de quinhentas músicas do Gonzagão que, vivo fosse, estaria completando cem anos. Ouça minha econômica homenagem.

Clique abaixo para ouvir

https://soundcloud.com/#mamcasz/gonzagao-cem-anos-de-vida

Caruaru (Pernambuco), Brasil. São João 2005. Q...

Caruaru (Pernambuco), Brasil. São João 2005. Quadro de Luiz Gonzaga. Caruaru (Pernambuco), Brazil. Luiz Gonzaga. (Photo credit: Wikipedia)

Script completo

TEC/ Vinheta de Abertura

 LOC/ Luiz Gonzaga, o rei do baião, o maior defensor das causas nordestinas, se vivo fosse, estaria completando cem anos de idade neste dia 13 de dezembro, quinta-feira. E o que o Gonzagão tem a ver com este Trocando em Miúdo, que só fala de Economia? Muito. É só procurar pelas letras das mais de quinhentas músicas dele. Vamos nessa?

 TEC/  (Minha vida é viajar por este país – http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/82381/ )

 LOC- Distribuição de renda. Todo mundo sabe que o Sul Maravilha tem muito. O Nordeste, pouco, Na letra da música “Bom? Prá uns.” Luíz Gonzaga canta que “ tem gente que vive por viver, e pra não morrer, vive enganando a vida”. E pergunta para o ouvinte:

 TEC/  (Tá tudo bom?Tá tudo bom?Tá tudo bom … prá uns; prá outros,  não. http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/1564329/)

 LOC/ E nestes dias em que tem tanta gente hoje chamada de inadimplente, suando para pagar a dívida, juros altos no banco? Principalmente o agricultor. Pois escuta só o Gonzagão na música dele “Eu sou do banco”. Passa o matuto do sertão, com meia dúzia de bois, e o povo pergunta para o bicho na frente. De quem é esta boiada?

 TEC/ ( Eu sou do banco. Banco do Brasil. Banco do Nordeste. Da peste. Em Pernambuco. Bandepe!  http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/1565378/ )

 LOC/ Vamos em frente com o Trocando em Miúdo de hoje em homenagem aos cem anos de vida de Gonzagão, que se completam nesta semana. Só falando de economia, pode? Tanto pode que ele canta, por exemplo, uma coisa que hoje está na moda. Como tirar o dinheiro dos royalties da Petrobrás.

TEC/ (Brasil, meu Brasil/Tu vais prosperá tu vais/Vais crescer inda mais/Com a Petrobrás/

http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/1561822/ )

 LOC/ E vamu que vamu. Outra coisa que agora está na moda. Economia sustentável. Preservação da natureza e tal. Pois não é que o nosso Gonzagão, há muito tempo, cantava este xote ecológico. Preste atenção.

 TEC/ (E o verde onde é que está ? Poluição comeu/  Nem o Chico Mendes sobreviveu/

http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/295406/ )

LOC/ E só para fechar esta prosa animada de hoje. E apressando a cantoria. A melhor música de todas do Gonzagão, melhor ainda do que Asa Branca, pelo menos para mim, e que fala da eterna seca que atinge o povo nordestino, é a obra prima dele. A Triste Partida. Esta é a nossa homenagem pelos cem anos de nascimento de Luiz Gonzaga, o Gonzagão, nesta semana. É uma música longa, tão longa quanto a seca no Nordeste. Ele começa cantando que setembro passou, quando deveria ter dado a primeira chuva,   e nada. Já tamo em dezembro e o que vai ser de nós…

 TEC/ (Assim fala o pobre/Do seco Nordeste/ Com medo da peste/ Da fome feroz/)
LOC/ Mas noutra esperança, continua Gonzagão na música Triste Partida cantando a seca nordestina, o povo se agarra na   chuvinha no Natal. Nada. O sol veio vermeio. E assim vai, no mesmo verão, até fevereiro e nada.  Apela para março  …

 TEC/ ( Mas nada de chuva/ Tá tudo sem jeito/ Lhe foge do peito/ O resto da fé/)
LOC/ Daí, perdida toda esperança, o nordestino começa a “Triste Partida” de fato em direção ao Sul Maravilha. E este nordestino, antes dele partir para a vida, ele faz o que,  Gonzagão?

 TEC/ ( Vende seu burro/ Jumento e o cavalo/ Inté mesmo o galo/ Venderam também/)
LOC/ E a história continua, cada vez mais triste, isto é economia, do nordestino expulso pela seca a procura de emprego no Sul, onde ele era chamado de nortista. Tem a longa estrada da vida, a chegada, a dor da saudade do agreste, devendo ao patrão, sulista, sofrendo o desprezo de todos, até que Luiz Gonzaga, Gonzagão cem anos de nascimento, dia 13 de dezembro, acaba com esta bordoada:

 TEC/ ( Faz pena o nortista/ Tão forte, tão bravo/ Viver como escravo/ No Norte e no Sul)

 LOC/ Então, tá. Inté e Axé.

TEC/ Vinheta de Encerramento.

English: Statue of Luiz Gonzaga. Campina Grand...

English: Statue of Luiz Gonzaga. Campina Grande (Paraíba), Brazil. Português: Campina Grande (Paraíba), Brasil. Estátua de bronze de Luiz Gonzaga. (Photo credit: Wikipedia)


Oscar Niemeyer Museum (NovoMuseu), Curitiba, B...

Oscar Niemeyer Museum (NovoMuseu), Curitiba, Brazil (Photo credit: Wikipedia)

Comunista, Oscar Niemeyer dizia que a arquitetura dele era para rico. Além dos mais de 500 projetos espalhados pelo mundo,    ele  deixa uma obra social apenas no escrito, onde  lamenta a miséria que o cerca. Confessa que a arquitetura  dele nunca foi  dirigida para os pobres que, no entanto, como consolação proletária, têm a felicidade de sentir a emoção diante da obra criada.

Ouça-me

https://soundcloud.com/#mamcasz/arquitetura-de-niemeyer

Brazilian Congress being washed by rain. Archi...

Brazilian Congress being washed by rain. Architecture by Oscar Niemeyer. (Photo credit: Wikipedia)


Argentina está a um passo do calote

Primeiro a nota da manhã desta sexta-feira (28-11-12) que agita os abutres capitalistas. A agência internacional de classificação de riscos, a Fitch, acaba de rebaixar a nota da vizinha em cinco pontos, de uma só vez. Cai de B para CC. Casualmente, a presidenta brasileira Dilma Roussef está hoje na Argentina. Junto com o assessor Marco Aurélio Garcia. Sugestão: que tal expulsar a Argentina do Mercosul, como fizeram com o Paraguay. Ai, ai, caramba, quer dizer, caracoles.

Traduzindo a conversa, está na bica de acontecer o chamado “Default Técnico”, ou seja, CALOTAÇO, tipo O Último Tango em Buenos Aires. Apesar da turma do deixa disso dizer que isto se deve por causa daquele juiz de New York, o Thomas Griesa, que obriga a Argentina a pagar o que deve, senão… E só para terminar. A Fitch Ratings rebaixou o risco da Argentina pagar a dívida de curto prazo de C para B e a de longo prazo de B para CC, com chances de “default tecnico”, ou seja, Calote, quando daí cai de vez, de CC para DDD, Aí, fucked meu.

O pior é que o socorrista latino de plantão está mal das pernas, em Cuba. Falo da Venezuela e do Hugo Chaves. Então, no lugar de arriba é abajo.

 http://www.ambito.com/noticias/imprimir.asp?id=664889

Estás muy cerca al riesgo de default de Argentina

 En primer lugar señalar la mañana del viernes (12/11/28) saluda a los buitres capitalistas. La agencia internacional calificadora de riesgo, Fitch, sólo rebaja la nota de los vecinos de cinco puntos a la vez. Cai B para CC. Por cierto, el presidente de Brasil, Dilma Rousseff, se encuentra en la Argentina de hoy. Junto con el asesor Marco Aurelio García. Sugerencia: ¿qué hay de expulsar Argentina Mercosur, como lo hicieron con Paraguay. Oh, oh, Dios mío, me refiero a los caracoles.

La traducción de la conversación que está sucediendo en el pico llamado “default técnico”, es decir CALOTAÇO, como El último tango en Buenos Aires. A pesar de la banda ha llegado a decir que debería debido a la juez de Nueva York, Thomas Griesa, que requiere la Argentina para pagar lo que debe, pero … Y así hasta el final. Fitch Ratings rebajó el riesgo de Argentina para pagar deuda a corto plazo de C a B y B a largo plazo para CC, con el riesgo de “default técnico”, por defecto, es decir, con lo que cae de vez en DDD DC , entonces mi jodido.

Lo peor es que el socorrista de guardia América está en mal estado, Cuba. Hablo por Venezuela y Hugo Chávez. Así que en lugar de arriba abajo es.

 Argentina is one step away from default (default)

First note the morning of this friday (11.12.28) shaking the capitalist vultures. The international agency risk rating, Fitch, just downgrade the note in the neighboring five points at once. Cai B to CC. Incidentally, the Brazilian president Dilma Rousseff is in Argentina today. Along with the advisor Marco Aurelio Garcia. Suggestion: how about expel Argentina Mercosur, as they did with Paraguay. Oh, oh, gosh, I mean snails.

Translating the conversation is happening in the spout called “Technical Default”, ie CALOTAÇO, like Last Tango in Buenos Aires. Despite the gang’s come on say it should because of the judge of New York, Thomas Griesa, requiring Argentina to pay what you owe, but … And just to finish. Fitch Ratings downgraded the risk of Argentina to pay short-term debt from C to B and long-term B to CC, with chances of “technical default”, ie default, thereby falls from time to DDD DC , Then my fucked.

The worst is that the Latin rescuer on duty is in bad shape, Cuba. I speak from Venezuela and Hugo Chavez. So instead of arriba abajo is. falls from time to DDD DC , Then my fucked. The worst is that the Latin rescuer on duty is in bad shape, Cuba. I speak from Venezuela and Hugo Chavez. So instead of arriba abajo is.

English: Dilma Rousseff, president of Brazil w...

English: Dilma Rousseff, president of Brazil with Cristina Fernández de Kirchner, president of Argentina during Rousseff’s official state visit to Buenos Aires on January 31, 2011. Português do Brasil: Dilma Rousseff, presidenta do Brasil e Cristina Fernández de Kirchner, presidenta da Argentina durante a visita oficial de Dilma Rousseff a Buenos Aires em 31 de Janeiro de 2011. (Photo credit: Wikipedia)


Eu não sou louco … é pouco

Se eu tiro parte do todo

Deste meu coração

Desmiolado.

 

I’m not crazy … it’s little

If I shot part ot the whole

Of this heart of mine

Brainless.

I’m not little … it`s crazy

If I pop the kernels

Of this heart of mine

Jumbled.

Eu não sou pouco … é louco

Se eu estouro o miolo

Deste meu coração

Atabalhoado.

Eu não sou louco … é tanto

Se eu tento o tiro no centro

Deste meu coração

Descansado.

I’m not crazy … it’s either

If I try to shoot at the middle

Of this heart of mine

Rested.

I’m not crazy … it’s meager

If I start at the very core

Of this heart of mine

Pregnant.

Eu não sou louco … é parco

Se eu parto bem no miolo

Deste meu coração

Engravidado.

I’m not this … neither I try

To extract anything from my mind

Of this heart of mine.

Eu não sou isso … nem tento

Ou não tiro pensamento

Deste meu coração.


(All of this just leave from me. Well well.  Without shot I don’t put cuffs on dominant point. No intimacy with  comma, exclamation or interrogation. Much less in the attached reticents. Point for me is only one. It’s like a shot in my heart. A singleand ready . This is the end, my beautiful frien. Just a point.)

(Acaba de sair. Bem assim. Sem tiro  não ponho punhos no ponto dominante.  Sem intimidade com vírgula, exclamação ou interrogatório.   Muito menos o apenso nas reticiências. Ponto para mim é um só. Que nem tiro no coração. Um só e pronto. Este é o fim, minha linda amizade. Ponto final.)

Why New York city?

Por que New York city?

Because she is the heart.

Porque ela é o coração.

And why Hey Jude?

E por que Hey Jude?

Because it`s a cloudy sunday, six in the morning, at Ground Zero. In my prayer I asked: come to me a song, any song. And she arrived, gentle, completing the total silence.

Porque num domingo, seis da manhã, nublado, no Ground Zero. Em minha prece eu pedi: venha a mim uma música, qualquer música. Ela chegou, suave, completando o silêncio total.

Hey Jude Verse Chord Analysis

Hey Jude Verse Chord Analysis (Photo credit: Wikipedia)

https://mamcasz.com/2010/09/10/sept-11-in-god-we-trust-sera/


                      Central Bank of Brazil announces new series of commemorative coins of World Heritage Cities. This time, City Goyaz. Unlike the dissemination of historical currency last year, 2011, this time at the launch, the Central Bank of Brazil placed the author of the verses of poetry, criminally omitted by the Copyright Act, the first time. Cora Coralina, a great Brazilian poet-goiana forgotten. Learn the whole story.

                        Cora Coralina.

                       Eu a conheci, conversei com ela, ao vivo, na Casa da Meia Ponte em Goyaz Velho City. A Patativa do Cerrado. Voz sumida, tal quantas fora do eixo Rio-Sampa, o de sempre. Pois agora, ela faz parte de uma moeda do Banco Central do Brasil. Peso: 27 gramas. Custo: 180 reais. Tiragem inicial (15-11-12) 2 mil e tiragem máxima de 10 mil.Os especialistas vão jogar com ela. Aliás, com ela, não. Com a cidade de Goiás, antiga capital meso-bandeirantes paulista caçadores de “bugres”. Cidade considerada Patrimônio da Humanidade. Desde 10-12-2001. Daí explico melhor. Ano passado, ao anunciar o fato, o Banco Central do Brasil colocou, no projeto de moeda, trecho da poesia da Cora Coralina, mas sem colocar o nome dela. Crime de lesa pátria. Roubo pior que o do mensalão do dito ora condenado. Daí, me rebelei aqui neste mesmo blog. Curta a primeira moeda e o post dantão e já volto.

Saiba exatamente como foi a lambança na prima volta burocrática federal. Clique abaixo.

https://mamcasz.com/2012/03/29/banco-central-do-brasil-rouba-poemas-de-cora-coralina/

E leia agora como foi a reação burócra-oficial na época . Clique de novo no velho.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-31/alertado-por-redes-sociais-bc-vai-incluir-nome-de-cora-coralina-em-moeda-comemorativa

                    De volta aos dias de hoje. O Banco Central do Brasil anuncia, solenemente, o lançamento da moeda comemorativa da cida patrimônio de Goiás, para mil  Goiás Velho, linda na noite dos faracocos, Quinta-feira dita santa, quantas não aprontei, meia-noite saem os azuis e os vermelhos à procura do Cristo, eis que surge o Judas, delação premiada, a cidade apagada, às escuras, tochas dos faracocos (Idade Média, meu). Voltando da rápida viagem. Pois bem. Na moeda de agora, o nosso Banco Central do Brasil, pois bem, parabéns, coloca a assinatura da grande Cora Coralina nos versos.

Agora, se tiveres a fim, clique abaixo e saiba a notícia mais atual

http://mail.terra.com.br/105.0trr/reademail.php

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           – Se já comprei a moeda? Que nada. Reservo a poupança para um bolo de arroz no Mercado Municipal, ou quiçá uma pamonha salgada com leve pimenta, doce de jaca da dona Jacira, pé-de-moleque do Dindo. Banco Central? Prefiro o da pracinha, coreto, picolé de coco ralado. Qualé,mané. Só fiz foi chamar a atenção dos burocratas que estavam roubando o conhecimento alheio. Corrupção incontida noturna.

Português: Casa de Cora Coralina - Cidade de G...


Um a cada quatro brasileiros pratica corrupção

       One in every four Brazilians usually perform any act of bribery or corruption in everyday life. Worse. Most people think, for example, give money to the guard in order to escape the fine is hardly an act of corruption.

        Pesquisa da Vox Populi e Universidade Federal de Minas Gerais confirma que 23% dos brasileiros costuma dar dinheiro para o guarda para escapar da multa e não considera este um ato corrupto. Um a cada quatro brasileiros costuma praticar algum ato de suborno, ou corrupção, no dia a dia. Pior ainda. A maioria acha que, por exemplo, dar um dinheiro para o guarda, a fim de escapar da multa, não chega a ser um ato de corrupção. Pensa que não tem nada a ver com o chamado público. Diz que seria um ato de natureza privada. Na verdade, cá para nós, corrupção não é só as grandes, dos políticos, empresários, e as que acabam no Supremo Tribunal Federal, como está acontecendo agora. Corrupção começa de criança e dentro de casa. É assim que se aprende o certo e o errado.

              Falei em criança, não foi? Pois então. Uma criança, na escola, que na hora da prova cola em cima do colega, está sendo, na verdade, corrupto. Está desviando recursos do conhecimento alheio para proveito próprio. Ou não? Se costuma pegar escondido alguma coisa do colega, pior ainda. Está cometendo o ato de roubar uma coisa que não lhe pertence. Mesmo que o pai ou a mãe digam que não tem nada demais colar na prova. Que é sinal de inteligência, esperteza. Ah… mas eu paguei para o colega para colar dele. Pior ainda. Aí é que é corrupção mesmo. Ou não? Veja bem. Falar mal dos grandes corruptos é fácil. Praticar no dia a dia, é mais difícil. Outro exemplo e me responda direitinho. Se o comerciante prometer um preço menor você abre mão da nota fiscal, que arrecada imposto, que vai, ou deveria ir, para o benefício de todos. Pois então, você abre mão da nota fiscal para proveiro próprio?

Português: Ministro do Supremo Tribunal Federa...

Português: Ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (Photo credit: Wikipedia)

 

Rapidinho antes de terminar.
 

Teste para ver se a gente é corrupto ou não. Responda ao juiz ao lado:

 

1 – Você já falsificou carteira de estudante para pagar meia?

 

 

 

 

 

2 – Sempre declara certinho o Imposto de Renda?

3 – Em caso de troca, sempre dá na quantia certa, mesmo os centavos?

4 – Já usou TV a Cabo com o fio do vizinho?

5 – Tem gato na sua casa? Gato de luz…

6 – Alguma vez já furou fila?

7 – Ou já comprou produto falsificado porque é mais barato?

  Para me ouvir, clique no link abaixo

http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2012-11-15/um-cada-quatro-brasileiros-pratica-corrup%C3%A7%C3%A3o#.UKTdEAxYY5Q.facebook

Então, tá

Inté e Axé

 

 

 


                        Entenda porque o governo neste ano deixa de usar a meta cheia no cálculo do superavit fiscal primário, retirando o que deixou de arrecadar, por conta da desoneração de impostos, entre eles o IPI de carro e geladeira, e também o que usou em investimentos.

 

                    Então, dois mais dois, some 45 bilhões de investimentos mais 42 bilhões da desoneração e se tira do cálculo do superávit primário uns 87 bilhões de reais. 

            A conversa é importante porque na LDO, Lei de Diretrizes Orçamentárias, que conduz o Orçamento da União, existe o compromisso do governo federal fechar as contas, em dezembro deste 2012, com um superavit fiscal de 3 ponto 1. 

         Mas daí tem essas mexidas no jeito de calcular as contas. Na verdade, em todos os anos,   o governo todos os anos é autorizado a fazer este tipo de cálculo não cheio para cumprir a meta fiscal.  Só em dois anos o governo aceitou, em nome da crise. Palavra do ministro Mantega.

Para ouvir, clique abaixo 

http://radioagencianacional.ebc.com.br/materia/2012-11-09/governo-mexe-no-superavit-fiscal-por-causa-do-ipi

 


With the arrival of harsh winter in Paris, the French government put into effect a law that prevents eviction until March 15. It is not to increase the population sleeping on the streets, which today can reach 150 thousand. This is the most cruel face of the Euro Crisis. Learn more.

Governo proíbe despejo em Paris até 15 de março

Com a chegada do inverno rigoroso em Paris, o governo francês põe em vigor a lei que impede despejo até 15 de março. É para não aumentar a população que dorme nas ruas, que hoje pode chegar a 150 mil. Esta é a face mais cruel da Crise do Euro. Saiba mais.

Le gouvernement interdit l’expulsion à Paris jusqu’au 15 Mars

Avec l’arrivée du rude hiver à Paris, le gouvernement français a mis en vigueur une loi qui empêche l’expulsion jusqu’à ce que Mars 15. Il ne s’agit pas d’augmenter la population de dormir dans les rues, qui, aujourd’hui, peuvent atteindre 150 000. C’est le visage le plus cruel de la crise de l’euro. En savoir plus.

Para ouvir, clique abaixo:

http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/galeria/audios/2012/11/governo-frances-proibe-despejo-ate-15-de-marco

 

 Script Completo

Quem não paga aluguel em dia não pode ser despejado até o dia 15 de março do ano que vem. É o que manda a nova lei e vale desde o dia primeiro deste mês de novembro. Tudo por causa da crise financeira que atinge principalmente as camadas mais pobres da população. Mas atenção. Isto vale só para quem mora na chique Paris. Não é aqui para nosso pobre Brasil. Então, vamos nessa?

 …

 Pois esta é a primeira notícia que eu trago dos quinze dias que acabo de passar em Paris, a cidade mais cara da Europa. É a crise do euro. A gente está acostumado a receber as notícias da macroeconomia, das medidas tomadas pelo Banco Central Europeu, da recompra de títulos públicos desvalorizados, da queda dos índices das Bolsas de Valores e tal. Mas ninguém é da verdade do povo, do aumento das famílias, principalmente monoparentais, ou seja, formadas apenas pela mãe e filhos, que dormem nas ruas em Paris. E agora começa o inverno, com madrugadas chuvosas e a temperatura abaixo de zero. E como é que fica este pessoal que vive nas ruas?

 …

 A lei que impede, desde o dia primeiro, o despejo de famílias que não estão conseguindo pagar o aluguel em dia, em Paris, é chamada de Trêve Hivernale, ou seja, Inverno das Trevas. É uma das maneiras achadas pelo governo francês para evitar que aumente o número de famílias dormindo nas ruas. Até porque 118 mil famílias, desde o começo do ano, em Paris, foram despejadas. A maioria faz parte da população de 150 mil pessoas que dormem nas ruas da capital francesa. Acontece que, numa operação de emergência, por causa do inverno rigoroso que está começando, o governo de Paris arrumou 19 mil novas vagas, pagas por ele, em hotéis baratos da perifieria ou em albergues, alguns improvisados. Com estas novas vagas, o total chega hoje a 83.000. Só tem o seguinte. A necessidade é de 150 mil. Dois mais dois, 67 mil pessoas continuam dormindo nas ruas em Paris. Palavra do Samu francês e também da Federação Nacional das Associações de Recolhimento e Reinserção Social da França.

E só para terminar a prosa indigesta de hoje porque amanhã tem mais, trazida diretamente de Paris. E por que isto acontece na cidade mais chique do mundo? Simples. A crise do euro. O desemprego. A queda da renda. Principalmente dos emigrantes dos países em pior situação, como a Grécia, Espanha e Portugal, que imigraram em Paris, que está na fase de contenção de despesas públicas.

Então, tá

 

Inté e Axé.


Crisis of the Euro devalues ​​alms in Paris

It is common here in Paris any beggar come to us and ask “piéces deux”, ie two euros, which is more than five Reias. The normal is you give the two pieces of euro or move on. Ça va. You well. But now the crisis of the Euro is getting ugly. And winter is coming mad. Rain and temperatures below freezing. For those sleeping on the street, called SDF, has ever seen, right? It has to appeal to the discount. This same. It’s true. The beggar sleeping on the street so pretty, beautiful, magnificent Paris, is now putting the photo. SOLDES. Scratching puts 2 and 1 Euro. Discount Alms. It is the strongest manifestation of Capitalism Wild. Vale headline in free newspaper distributed on buses and subways: LES DE DF CHANGENT visage. The Homeless They change the landscape of Paris.

 Crise do Euro desvaloriza esmola em Paris

É comum aqui em Paris qualquer mendigo chegar para a gente e pedir “deux piéces”, ou seja, dois euros, que dá mais do que cinco reias. O normal é você dar as duas peças de euro ou seguir em frente. Ça va. Tu bem. Mas agora a Crise do Euro está pegando feio. E tem o inverno chegando brabo. Chuva e temperatura abaixo de zero. Para quem dorme na rua, o chamado SDF, já viu, né? Tem que apelar para o desconto. Isto mesmo. É verdade. O mendigo que dorme na rua da tão linda, bela, magnfíca Paris, agora está colocando na foto. SOLDES. Risca o 2 e coloca 1 Euro. Desconto na Esmola. É a mais forte manifestação do Capitalismo Selvagem. Vale manchete no jornal gratuito distribuído nos ônibus e metrô: LES DF CHANGENT DE VISAGEM. Os Sem-Teto Mudam a Paisagem de Paris.

Crise de l’euro dévalue l’aumône à Paris

Il est commun ici à Paris un mendiant venu à nous et demander “Deux Pieces”, soit deux euros, soit plus de cinq Reias. La normale est de vous donner les deux pièces de l’euro ou de progresser. Ça va. Vous aussi. Mais aujourd’hui, la crise de l’Euro devient laid. Et l’hiver est à venir fou. La pluie et les températures en dessous de zéro. Pour ceux qui dorment dans la rue, appelée SDF, n’a jamais vu, non? Il doit faire appel à l’escompte. Ce même. C’est vrai. Le mendiant dormait dans la rue si joli, beau, magnifique Paris, est en train de mettre la photo. SOLDES. Gratter met 2 et 1 Euro. L’aumône d’actualisation. Il s’agit de la plus forte manifestation du capitalisme sauvage. Vale titre dans le journal gratuit distribué dans les bus et les métros: LES DE DF visage Changent. Les sans-abri Ils changent le paysage de Paris.

Mais uma para os mendigos Sem-Teto da Crise do Euro aqui em Paris. A partir deste 01 novembro e até 15 de março está proibido a retirada de qualquer pessoa que esteja com o aluguel em atraso. O despejo. É a lei do Trêve Hivernale. O Inverno do Cão. A ministra da Habitação da França já garantiu que 19 mil novos lugares serão garantidos para os Sem-Teto. Hotéis baratos na periferia, albergues e tal. Com os outros já existentes, serão 82.890, só em Paris. Beleza. Que nada. A necessidade atual é de 150 mil lugares para os Sem-Teto.

Então, ao lado do Liberté-Fraternité-Equalité, está de volta a camiseta socialista com “Un toit c’est un droit”, ou seja, uma teto é um direito de qualquer um, seja ele presidente socialista ou mendigo capitalista. Ou então, partir logo para uma Revolução Francesa para espantar este Trêve Hivernale que está começando em Paris. Mas pelo que se vê nas ruas, o povo aqui é igual ao daí, mendigo sossegado, e até me faz lembrar a música cantada pelo Zé Ramalho:

– Ê, ê, vida de gado, povo marcado … povo feliz!!!

 Levantamento do SAMU social de Paris garante que o número de Sem-Teto neste Inverno do Cão em Paris aumentou muito por causa da Crise do Euro mais forte em países como a Grécia, Espanha, Portugal e outros que migraram para o sonho de Paris, onde a taxa de desemprego subiu para 11,7 por cento. Pelo levantamento, muitos dos mendigos-desempregados-desalojados-SDF de Paris são famílias monoparentais, ou seja, mulheres e filhos dormindo na rua. Como diria o poeta filósofo polaco, está na hora de chamar a Madame Guilhotina de volta.

http://www.directmatin.fr/france/2012-11-01/treve-hivernale-suspension-des-expulsions-199069


The Crisis of the Euro is in the Eye of the Poor

       First sign of the Euro Crisis here in Paris. Increased the number of beggars. Beggars. Les Misérables by Victor Hugo are back. The whole. And now ask for the most expensive of nerve, deux pièces, monsieur, or two euros, gives five dollars. I answer that this is what they live for day, 17 million Brazilians miserable, sorry, those living in miserable condition, below the extreme poverty line, it is best to read it?

 La crise de l’euro est dans l’oeil du pauvre

      Premier signe de la crise de l’euro, ici à Paris. Augmentation du nombre de mendiants. Mendiants. Les Misérables de Victor Hugo sont de retour. L’ensemble. Et maintenant demander le plus cher de nerf, Deux pièces, monsieur, ou de deux euros, donne cinq dollars. Je réponds que c’est ce qu’ils vivent pour le jour, 17 millions de Brésiliens misérable, désolé, ceux qui vivent dans des conditions misérables, en dessous du seuil d’extrême pauvreté, il est préférable de le lire?

     Primeiro sinal da Crise do Euro aqui em Paris. Aumentou o número de mendigos. Pedintes. Os miseráveis de Vitor Hugo estão de volta. A toda. E agora pedem, na maior cara-de-pau, deux pièces, monsieur, ou seja, dois euros, dá cinco reais. Respondo que é com isso que vivem, por dia, os 17 milhões de miseráveis brasileiros, desculpe, os que vivem na condição de miserabilidade, abaixo da linha da pobreza extrema, fica melhor ler assim?

     Mas cadê a Crise do Euro se os restaurantes estão cheios? Pois é, mané, é tudo igual no mundo todo. Inclusive a reação. O jornal satírico francês Sinemensuel (o jornal que faz mal mas tudo bem) traz a seguinte charge. Três milhões de desempregados. E o porco capitalista aconselhando: Tem mais é que esterelizar todo mundo. Senão, isto não acaba nunca. Bem nazista.

      Tem mais Crise do Euro que não aparece no noticiário internacional copiado da CNN ou das oficialescas TV France, BBC ou DeutchWelle. É o seguinte. É só pegar os anúncios dos jornais distribuídos de graça nos pontos de ônibus e de metrô. Entre eles o Metro, Direct Matin, Connexions e outros. Dê um pulo nos anúncios. Em várias páginas, tem este sintoma mais forte da Crise do Euro no olho do Zé Ninguém, o  Zé Povinho, que só fede e não cheira.

     Pois preste atenção a quantas anda o termômetro da atual crise dita financeira na grande Europa. Anúncios e mais anúncios de compra de ouro nas mais diversas formas: bijoux, lingotes, ou até mesmo, sinta só a crise, DENTES, isto mesmo, meu, pièces dentaires. Ainda avisam que a retirada do dente é de graça. Juro!!!

Ici photo crise ouro

    Outro ponto grave da Crise do Euro que a gente sente mais  ardido no olho do povo aqui em Paris. Virou comum se encontrar nos bares um novo cartaz avisando o famoso Fiado nem para Viado, quer dizer, esta casa não aceita mais qualquer tipo de cheque. Isto porque estamos de saco cheio de tanto cheque borrachudo, ou seja, nombreux impayéis. Merci pela compreensão, etecétera e tal, mas vá comer noutro quintal. Mais ou menos isso.

Zé Povinho, caricature of a Portuguese working...

Zé Povinho, caricature of a Portuguese working class man of the 19th century (Photo credit: Wikipedia)

    Mais uma e fecho este post da Crise do Euro, diferente da Crise do Braziu, onde os pobres estao um cadinho melhor, mesmo que à custa da esmola oficial. Aqui em Paris, está diferente. Os ricos, bom, continuam iguais. Já os pobres, estão indo para as ruas, não para protestar, mas para dormir debaixo das marquizes , pedir esmola, não fazer nada, deixar a vida se esvair numa região dita de países muito desenvolvidos.

   Outro detalhe inmportante nos classificados dos jornalecos que os pobres costumam ler, porque de graça. O que tem de anúncio de pretos-negros-africanos se dizendo de marabous, ou seja, mágicos, feiticeiros, adivinhadores, enroladores, prometendo mudar a tua vida já no segundo encontro, está por demais. Tipo: Monsieur Karamba Grand Marabou. Consiga de volta a riqueza perdida, o emprego, o trabalho sumido, qualquer problema financeiro, mesmo que grave, eu resolvo. Monsieur Ibrahim Medium: résultats suprenants em 3 jours. E por aí vai a Crise do Euro.

     Mais uma Crise do Euro no Olho do Povo. Nunca antes havia visto isto neste país. Hoje é comum nos cartazes de video nos ônibus e nos metrôs o aviso mandando a gente, e não a polícia, que mania mais feia de nós latrinos, ops, ladinos, ops, LATINOS. Atention aux pickpocket. Se parle. Pique-Poquê. Trombadinha. No alto auto-falante, a autoridade manda a gente ficar de olho no bolso e na bolsa. E nas estações tipo Copacabana, cheia de turistas, o aviso é multilingual. Até português e japonês e outras que parece a minha, polaco.

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